Você já pensou em largar a fisioterapia e mudar de carreira?

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/

mudar

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Depois deixe abaixo no comentário que fica no fim da página o que passou pela sua cabeça, seus motivos para pensar em largar ou os que te fizeram continuar e acreditar. Vamos escrever juntos um artigo para publicar aqui nos próximos dias sobre o resultado. Deixe seu e-mail para que eu possa entrar em contato com você.

Abraços
Oston Mendes
Editor

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Pesquisa da Pactive Consultoria com 1.006 pessoas em 22 estados brasileiros apontou que 32% dos entrevistados já pensaram em largar tudo e começar uma nova carreira, algumas vezes, e 26%, muitas vezes. Além disso, 65% deles gostariam de fazer algo mais ligado à sua personalidade. E o que os impede de mudar? Entre as respostas o medo de arriscar foi apontado por 31%, seguida por incerteza do que gosta (16%) e falta de qualificação (16%).

Para o consultor Eduardo Ferraz, dono da Pactive Consultoria, esses dados são absolutamente comuns e afirma “nesse exato momento muita gente está insatisfeita ou frustrada com sua vida profissional por não ter certeza de estar no lugar mais adequado e isso acontece com indivíduos em todos os estágios da carreira.”

Segundo os entrevistados, o trabalho interfere na felicidade pessoal, para 39% muito, para 31% razoavelmente e para 30%, pouco. “Isso mostra que estar satisfeito com o trabalho é fundamental para ter uma vida feliz, por isso, as pessoas precisam tanto acertar em suas escolhas profissionais”, afirma o consultor.

De acordo com a pesquisa, o que mais motiva os entrevistados profissionalmente é autorrealização (53%), dinheiro (19%), segurança (19%) e aprendizado (9%). Já o que mais desmotiva é remuneração (35%), falta de reconhecimento (32%), insegurança (16%) e falta de aprendizado (9%).

As perspectivas na empresa são ruins para 39%, boas para 36% e medianas para 25%.

Quando questionados se pensam em largar tudo e começar uma nova carreira, 32% responderam algumas vezes, 26% muitas vezes, 23% nunca e 19% quase nunca.

Perguntados se gostariam de fazer algo mais ligado à suas personalidades, 65% responderam que sim e 35%, não. E sobre os motivos que impediriam a mudança, 37% responderam que não estão insatisfeitos, 31% têm medo de arriscar e 16% citaram
qualificação e 16% incerteza do que gostam.

Eduardo Ferraz diz que a principal causa da insatisfação na vida profissional é que as pessoas se autoconhecem pouco e, sem perceber, usam filtros mentais que distorcem suas percepções, fazendo com que cometam erros de julgamento. “O segredo para ter uma carreira de sucesso é aumentar muito seu autoconhecimento, para ter o discernimento de escolher profissões, cargos ou atividades compatíveis com sua personalidade. Só assim aumentarão as chances das pessoas serem muito bem-sucedidas, não só em suas profissões, mas também em suas vidas”.

Perfil dos entrevistados
Em relação à idade dos entrevistados, 31% têm de 40 a 50 anos, 26% têm mais de 50 anos, outros 26% têm de 30 a 40 anos e 17% têm de 17 a 30 anos.

Em relação à escolaridade, 38% têm graduação, 30% ensino médio, 26% pós-graduação, 4% ensino fundamental e 2% mestrado ou doutorado.

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1 comentário em “Você já pensou em largar a fisioterapia e mudar de carreira?”

  1. Boa noite! Bom, infelizmente a Fisioterapia ainda não é vista com o valor devido pela maioria das pessoas. Há quem pense que não passa de massagem, há quem não acredite nos resultados, e há ainda aqueles que preferem acreditar que os resultados obtidos foram simplesmente “milagres”. No meu ponto de vista, a desilusão com a falta de reconhecimento tanto financeiro, quanto profissional, será um ponto de partida para escolha de outras carreiras, sejam elas na área de saúde ou não. E com a falta de profissionais, certamente em algum momento verão o quão importante eram aqueles fisioterapeutas que faziam andar, recuperar movimentos, ajudar na qualidade de vida, sendo assim, a sessão custará preço de ouro. Mas lógico, num futuro distante ainda. Algumas faculdades já fecharam suas turmas, ou seja, a oferta dos cursos está diminuindo, consequentemente profissionais. Repito, a lei da oferta e da procura fará com que a profissão entre em destaque. Ainda quero ter o prazer de ver fisioterapeutas serem valorizados e recompensados pelos seus esforços, certamente quando a escassez de profissionais imperar. Torço para que todos os colegas de profissão consigam seu devido valor e merecimento. Um abraço à todos.

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