USO DE ÓRTESE PARA MELHORIA DAS DEFORMIDADES DO TORNOZELO E PÉ EM CRIANÇAS COM ENCEFALOPATIA CRÔNICA NÃO PROGRESSIVA DO TIPO ESPÁSTICA

Ana Kelli da Silva Pontes
Edvaldo Alves da Silva Junior

Autor 1 : Ana Kelli da Silva Pontes (Discente da FACULDADE UNINASSAU MANAUS-1AM). e-MAIL: anakellyatn@gmail.com
Autor 2 : Edvaldo Alves da Silva Junior (CREFITO: 191113F – FISIOTERAPEUTA- Terapeuta manual pelo Advanced Manual Therapy Institute, Professor acadêmico da Faculdade Uninassau Manaus e Orientador).
EMAIL: Edvaldo.alves@outlook.com

EPIGRAFE
“Sempre vou dar mais um passo. Se isso for inútil, darei outro, e ainda outro. Na verdade, um passo de cada vez não é muito difícil. Eu vou persistir até que eu tenha sucesso.”
Og Mandino

RESUMO

O uso de órteses nas deformidades de tornozelo e pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva (ECNP) do tipo espástica, são frequentemente utilizadas em membros inferiores, com o propósito de melhoraria nas deformidades ósseas, contraturas entre outros. Objetivo: Analisar os benefícios, a eficácia do uso de órtese na melhoria das deformidades do tornozelo e pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva do tipo espástica. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com abordagem qualitativa por meio de uma revisão da literatura, através de buscas de artigos na base de dados: (Lilacs), (PubMed) e (SciELO),que forampublicados em português e inglês no período entre 2015 e 2020. Resultados: Os estudos avaliados nesta revisão mostraram destaques científicos sobre a eficácia do uso da órteses AFO, que em sua aplicação promoveu um aumento no comprimento da passada, auxiliou na melhoria da marcha, evitando deformidades ósseas, além de ajudar no controle das disfunções do pé, ajudam também a prevenir contraturas e a melhorar a função muscular em longo prazo. Conclusão: Os estudosevidenciam que as AFOs induzem pequenas melhorias na velocidade da marcha, e também um grande papel na qualidade de vida e no desempenho de algumas atividades de vida diária desses indivíduos.

Palavras-chaves:(Encefalopatias, Paralisia Cerebral, Aparelhos Ortopédicos)

ABSTRACT

The use of orthoses in ankle and foot deformities in children with spastic non-progressive chronic encephalopathy (ECNP) of the spastic type, are often used in lower limbs, with the purpose of improving bone deformities, contractures, among others. Objective: To analyze the benefits, the effectiveness of the use of orthosis in improving ankle and foot deformities in children with spastic non-progressive chronic encephalopathy. Methodology: This is a descriptive and exploratory study, with a qualitative approach through a literature review, through searches of articles in the database: (Lilacs), (PubMed) and (SciELO), which were published in Portuguese and English in the period between 2015 and 2020. Results: The studies evaluated in this review showed scientific highlights on the effectiveness of the use of AFO orthoses, which in their application promoted an increase in stride length, helped to improve gait, avoiding bone deformities, in addition to helping to control foot disorders, they also help prevent contractures and improve long-term muscle function. Conclusion: Studies show that AFOs induce small improvements in gait speed, and also a large role in the quality of life and in the performance of some activities of daily living for these individuals.

Keywords:(Encephalopathies, Cerebral Palsy, Orthopedic Appliances)

1. INTRODUÇÃO

A encefalopatia crônica não progressiva da infância ou paralisia cerebral (PC) descreve um grupo de distúrbios que limita profundamente a função motora, devido ao comprometimento do movimento e da postura, gerado por danos não progressivos que ocorreram na fase de desenvolvimento fetal ou infantil do encéfalo, podendo contribuir para limitações no perfil de funcionalidade da pessoa (ROSENBAUM et al., 2007).

Sua incidência mundial de PC é de 2 a 2,5 casos por 1000 nascidos vivos. Nos países em desenvolvimento, os avanços nos cuidados obstétricos e perinatais possibilitaram a sobrevivência de crianças prematuras que, ao nascerem com baixo peso e sujeitas a complicações clínicas consideráveis, têm maior probabilidade de apresentar graus variados de PC. (BRIDI, et al. 2018).

De acordo com as principais características clínicas, os pacientes com paralisia cerebral podem ser divididos em espasticidade, discinesia e ataxia (CANS et al., 2007). A paralisia cerebral espástica é caracterizada pela presença de tônus elevado (aumento dos reflexos miotáticos, clônus, extensão do reflexo cutâneo plantar – sintoma de Babinski) e é causada por uma lesão no sistema piramidal (SCHOLTES et al., 2006). A espasticidade é comum em bebês cuja paralisia cerebral é consequência de trabalho de parto prematuro, enquanto as formas discinéticas e atáxicas são comuns em bebês nascidos a termo. (HIMPENS et al., 2008).

Como esses indivíduos apresentam inúmeros comprometimentos motores devido à alteração do tônus ​​e muitos outros fatores, diversos casos indicam o uso de órteses de tornozelo e pé (OTP) para promover o alinhamento biomecânico, melhorando a estabilidade postural, a locomoção e o desempenho na marcha. Embora as órteses de tornozelo e pé para crianças com encefalopatia infantil crônica não progressiva promovam uma melhora significativa, pois são projetadas para manter e / ou promover a amplitude de movimento articular para substituir ou aumentar a função, prevenir ou corrigir deformidades, oferecer repouso articular e reduzir a dor, além de proteger a cicatrização das estruturas, é necessário selecionar o tipo de órtese mais adequado para cada caso. (IRENO, et al. 2019).

Dessa forma, o objetivo do presente estudo é investigar o perfil do paciente com encefalopatia crônica não progressiva da infância, abordar, descrever e analisar as melhorias das deformidades de tornozelo e pé que a órteses proporcionaram aos usuários (a). Como: nos benefícios na sua locomoção, estabilidade ou equilíbrio durante a marcha.

Por isso torna-se primordial mais conhecimento sobre o tratamento dessa patologia onde o Fisioterapeuta é suma importância no processo de reabilitação de pacientes, auxiliado-os com aparelhos ortopédicos, especificamente nas órteses AFO usadas para as deformidades do tornozelo e pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva do tipo espástica.

Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, de abordagem qualitativa através de Revisão da Literatura. Para a busca dos artigos serão utilizadas as bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Scientific Eletronic Library Online (SciELO), e motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina (PubMed), a partir dos seguintes descritores: Encefalopatias, Paralisia Cerebral e Aparelhos Ortopédicos.

Este estudo foi realizado para ajudar a esclarecer duvidas aos familiares que possuem crianças com o tipo de problema, proporcionando então mais conhecimento sobre os tratamentos existentes e a forma de utilização da órteses AFO.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 A encefalopatia crônica não progressiva em crianças pode afetar o desenvolvimento do movimento e da postura. Sua principal característica são defeitos primários, incluindo tônus muscular anormal, fraqueza muscular, distúrbios de coordenação e diminuição do controle motor seletivo, todos quais podem levar a defeitos secundários, como contraturas musculares e articulares, deformidades ósseas e desvio da marcha (FIROUZEH, PEGAH et al. 2019).

Existem vários recursos, métodos e abordagens diferentes para a intervenção terapêutica para facilitar a funcionalidade e minimizar as dificuldades e envolvimento das crianças com encefalopatia crônica não progressiva na infância nas atividades diárias. (IRENO, MOSSINI et al. 2019).

As órteses de tornozelo e pé (AFOs) são frequentemente usadas em crianças com encefalopatia não progressiva crônica para ajudar a prevenir deformidades musculoesqueléticas e fornecer suporte e estabilidade ao ficar em pé e deambular. Eles são considerados uma opção de tratamento convencional e geralmente são usadas em conjunto com outras intervenções para melhorar o alinhamento biomecânico durante a marcha (FIROUZEH, PEGAH et al. 2019).

2.2 Analisando os seguintes autores com base em 5 artigos referentes ao uso de órtese nas deformidades de tornozelo e pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva, cujos estudos apresentam o titulo, objetivos e resultados resumidos na tabela 1 que pode ser encontrada na pagina 8. Este estudo envolveu artigos, nos quais foram selecionados para a revisão onde submetidos a uma análise criteriosa e leitura minuciosa. De maneira trabalhadas as informações extraídas dos estudos selecionados, na qual foi organizadas e sumarizadas de maneira concisa. Os critérios para inclusão serão: artigos completos na íntegra que retrataram ouso de órtese para melhoria das deformidades do tornozelo e pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva do tipo espástica, publicados em português e inglês no período entre 2015 e 2020. E como critério de exclusão: artigos incompletos, duplicados, que não abordaram o tema específico.

2.3 Segundo Choi, Hwan et al. (2016) em seu estudo, eles utilizaram 11 crianças com paralisia cerebral onde cada criança recebeu dois tipos de órteses: uma órtese de tornozelo e pé dinâmica e uma órtese de tornozelo de resposta dinâmica ajustável, com o objetivo de investigar o impacto de diferentes órteses de tornozelo e pé no comprimento operacional do gastrocnêmico durante a caminhada. O estudo também comparou a marcha dos participantes ao caminhar descalço e com dois tipos de órteses. Os resultados do estudo evidenciaram que andar com órteses de tornozelo e pé pode alongar mais o gastrocnêmio do que andar descalço para alguns indivíduos, além de melhorar a velocidade de alongamento relacionada às mudanças na cinemática do tornozelo e joelho durante a marcha. Nesse contexto acredita-se que as órteses tem um papel importantíssimo para potencializar qualidade de vida e ajudar no desempenho de algumas atividades de vida diária desses indivíduos.

Já o estudos de Chen, Wei et al. (2017) comparou a eficácia de dois tipos de órteses AFO, utilizadas com o objetivo de corrigir o pé equino em crianças com encefalopatia crônica não progressiva. 80 crianças com idade entre de 2 e 12 anos fizeram parte do estudo, separadas nos seus respectivos grupos: 28 crianças com ECNP foram tratadas com uma tala ajustável personalizada, 30 crianças com ECNP tratadas com correção de AFO estática, também 30 crianças normais com desenvolvimento típico foram recrutadas prospectivamente como um grupo de comparação. Em comparação com o plano de tratamento convencional usando apenas AFO estática, a AFO assistida por tala ajustável mostrou resultados satisfatório quando comparada ao tratamento convencional. Nesse contexto a AFO ajustável personalizada segundo os autores pode fornecer métodos para alongamento ajustável dos músculos ou tendões tensos.

Betancourt, Jean P. et al. (2019) realizaram uma meta-análise com 17 estudos que compararam as melhorias funcionais da marcha em crianças que usam AFOs em comparação com aquelas que estavam descalças ou apenas com sapatos. Os resultados mostraram melhorias estatisticamente significativas no comprimento da passada e ângulo de dorsiflexão da marcha das crianças que utilizaram as AFOs. Embora a diferença entre os dois grupos não tenham sido grande, o uso de órteses tornozelo-pé promoveu uma melhoria na qualidade da marcha desses pacientes.

Bridi, D. et al. (2018) em seu estudo utilizaram 8 crianças com paralisia cerebral hemiparética espástica, com idade entre 5 e 10 anos, classificadas nos níveis I e II do Sistema de Classificação da Função Motora Grossa, com e sem o uso de órtese de tornozelo e pé com objetivo de analisar os parâmetros lineares da marcha de crianças. Comparando a marcha dos participantes com e sem a utilização das órteses, observou-se que a velocidade e cadência tiveram uma tendência a serem maiores sem a utilização da AFO articulada, enquanto o comprimento do passo teve tendência a ser maior com o uso da AFO articulada. Entretanto, essas diferenças não foram estatisticamente significativas.

Com o objetivo de investigar as mudanças no movimento tridimensional do tornozelo e do segmento do pé em pacientes pediátricos com encefalopatia crônica não progressiva durante um tempo médio de 18 meses Liu, Xue-Cheng et al. (2017) utilizaram 23 crianças com ECNP, idade média de 10,5 as quais utilizaram de 3 tipos diferentes de órteses AFO, sendo elas separadas por grupos : A órtese supramaleolar (SMO) foi composta por 9 participantes , 4 participantes faziam uso da órteses de tornozelo e pé articuladas (HAFOs) e 10 participantes faziam uso da órteses de tornozelo e pé sólidas (SAFOs), onde os autores fizeram as avaliações através de visitas periódicas durante o estudo. Os resultados do estudo mostraram que as 3 AFOs tiveram resultados relevantes quanto as suas funções, principalmente se usadas a longo prazo.

2.4 Os estudos avaliados nesta revisão mostraram destaques científicos sobre a eficácia do uso da órteses AFO, que em sua aplicação promoveu um aumento no comprimento da passada, auxiliou na melhoria da marcha, evitando deformidades ósseas, além de ajudar no controle das disfunções do pé, ajudam também a prevenir contraturas e a melhorar a função muscular em longo prazo. Nenhum dos estudos realizados mostrou resultados adversos do tratamento ortopédico nas deformidades de tornozelo-pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva. Diante disso, foi observado um bom desfecho quanto segurança, a eficácia que o uso da órtese AFO pode proporcionar no tratamento das deformidades tornozelo-pé em crianças com encefalopatia crônica não progressiva, além de ter um papel importantíssimo na qualidade de vida e ajudar no desempenho de algumas atividades de vida diária desses indivíduos.

3. CONCLUSÃO

Em vista dos argumentos apresentados, este estudo revelou que o tratamento utilizado nas deformidades de tornozelo-pé com órteses em crianças com encefalopatia crônica não progressiva mostraram resultados favoráveis em relação à órtese AFO, comprovando a eficácia nas deformidades tornozelo-pé. Consequentemente mostrando melhorias na marcha, assim como, prevenindo deformidades ósseas e contraturas, melhorando a função muscular a longo prazo, além de contribuir nas disfunções do pé e promover um aumento da passada. Há fortes evidências de que as AFOs induzem pequenas melhorias na velocidade da marcha, e também um grande papel na qualidade de vida e no desempenho de algumas atividades de vida diária desses indivíduos.

4. TABELAS

AutorTituloObjetivosResultados
Choi, Hwan et al. 2016Comprimento operacional do gastrocnêmio com órteses de tornozelo e pé na paralisia cerebral.Este estudo investigou o impacto de diferentes órteses de tornozelo e pé no comprimento operacional do gastrocnêmio durante a caminhada em crianças com encefalopatia crônica não progressiva.As órteses de tornozelo-pé afetam o comprimento operacional do gastrocnêmio durante a caminhada e, com um projeto adequado, podem auxiliar no alongamento dos músculos tensos na vida diária.
Chen, Wei et al.2017Tratamento conservador para deformidade equina em crianças com paralisia cerebral usando uma órtese tornozelo-pé assistida por tala ajustável.O objetivo do seguinte estudo foi avaliar o efeito da correção de AFO assistida por tala para melhorar deformidades equinas em crianças com encefalopatia crônica não progressiva .Este estudo sugere que a correção com a AFO auxiliada por tala ajustável é um tratamento eficaz para deformidade em equino em crianças com encefalopatia crônica não progressiva.
Betancourt, Jean P et al. 2019Impacto da órtese tornozelo-pé na eficiência da marcha em ambulatório Crianças com Paralisia Cerebral.O objetivo do presente estudo foi analisar o comprimento da passada e os dados de dorsiflexão comparando a eficácia do “órteses tornozelo-pé” com “descalço ou apenas sapatos” em crianças ambulatoriais com encefalopatia crônica não progressiva.As crianças com encefalopatia crônica não progressiva que usaram órteses de tornozelo-pé melhoraram o comprimento da passada e o ângulo de dorsiflexão durante a marcha em uma meta-análises de estudos de coorte e ensaios clínicos.
Bridi, D. et al. 2018Análise da marcha de crianças com paralisia cerebral com e sem uso de órteses de tornozelo e pé.Analisar os parâmetros lineares da marcha de crianças com paralisia cerebral hemiparética espástica, usuárias de órteses de tornozelo e pé articuladas.Os resultados do estudo sugerem que o uso da órtese favoreça uma melhor distribuição de peso no membro parético, deixando esse segmento em uma posição mais funcional e proporcionando uma melhor simetria na marcha.
Liu, Xue-Cheng et al. 2017Efeitos a longo prazo do uso de órteses nas alterações dos movimentos articulares do pé e do tornozelo em crianças com paralisia cerebral espástica.Para determinar as mudanças no movimento tridimensional do tornozelo e do segmento do pé em pacientes pediátricos com encefalopatia crônica não progressiva entre as visitas iniciais e de acompanhamento (diferenças de tempo médio de 18 meses) em marcha descalça e marcha com seu AFO.O uso de AFOs em longo prazo manteve ou melhorou as deformidades ou disfunções do pé.

Tabela 1: Síntese dos artigos da revisão.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BETANCOURT, J. P.; ELEEH, P.; STARK , S.; JAIN, N. B. Impacto da órtese tornozelo-pé na eficiência da marcha em crianças com paralisia cerebral ambulatorial: uma revisão sistemática e meta-análise. American journal of physical medicine & rehabilitation v. 98, p. 759-770, 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.1097/PHM.0000000000001185. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30920399/ Acesso em: 08 de outubro de 2020.

BRIDI, D. et al. Análise da marcha de crianças com paralisia cerebral com e sem uso de órteses de tornozelo e pé. Scientia Medica. , v. 28, p. 29390,2018. DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-6108.2018.2.29390 Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-909571. Acesso em: 12 de abril de 2020.

CHEN, W. et al. Tratamento conservador para deformidade equina em crianças com paralisia cerebral usando uma órtese tornozelo-pé assistida por tala ajustável. Medicina v. 96, p. 8186, 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.1097/MD.0000000000008186. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28984769/Acesso em: 12 out. 2020.

CHOI, H.; WREN, T. A. L.; STEELE, K. M. Comprimento operacional do gastrocnêmio com órteses de tornozelo e pé na paralisia cerebral. Prosthet Orthot Int. v. 41, p. 274-285, 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1177/0309364616665731. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27613590/. Acesso em: 08 ago. 2020.

IRENO, J. M. et al. O uso de órteses em crianças com paralisia cerebral: percepção de cuidadores. Cafajeste. Bras. Ter. Ocup. , São Carlos, v. 27, n. 1, p. 35-44, 2019. DOI:  http://dx.doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao1612 Disponível em: ,&nrm=iso. Acesso em: 03 maio. 2020.

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6. LISTA DE ABREVIATURAS

PC: Paralisia Cerebral

OTP: Órtese Tornozelo e Pé

AFO: A-ankle, F-foot, O-orthosis

ECNPI: Encefalopatia Crônica não Progressiva da Infantil

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