Ultrassom DermAction remodela e deixa pele facial firme em apenas uma sessão de recuperação imediata

DermAction, da plataforma Solon, é um ultrassom microfocado que age de dentro para fora, provocando coagulação térmica e produzindo novo colágeno. Sem dano à epiderme, equipamento provoca contração imediata no músculo, com efeito lifting. Uma sessão é suficiente e resultado final aparece em 3 meses

A mais nova tecnologia para promover lifting facial não cirúrgico, remodelando a face e deixando a pele firme, é o DermAction, um ultrassom microfocado que — com apenas uma sessão — estimula a produção de colágeno para acabar com a flacidez facial e corporal. “Diferente de outros aparelhos, ele atinge também o músculo, enrijecendo-o e tornando-o mais firme”, explica o dermatologista Dr. Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Com indicação para flacidez de pele, de leve a moderada, na face, pescoço e região dos olhos, o procedimento pode ser realizado em algumas áreas do corpo que apresentam flacidez.

Segundo o dermatologista, o ultrassom microfocado DermAction entrega pontos de coagulação térmica em uma série de linhas em duas profundidades: derme profunda (a 3 mm de profundidade) e na camada muscular – SMAS (sistema músculo aponeurótico, a 4,5 milímetros de profundidade). “A energia de ultrassom é focada em um ponto abaixo da superfície da pele, concentrando-se em uma área de aproximadamente de 1,5 mm cúbico por ponto. O aquecimento ocorre na derme e no sistema superficial do músculo aponeurótico (SMAS) através de pontos de coagulação. Trata-se de um tratamento cuja ação é dentro da pele não gerando nenhum tempo de inatividade”, explica.

O músculo sofre uma contração imediata ao ser atingido pelos pontos de coagulação, segundo o especialista. “Isso produz um efeito lifting, que pode apresentar evolução no período de três meses após o procedimento, quando o novo colágeno continua a ser produzido. O objetivo, então, é encurtar o músculo para tracionar a pele para cima, resultando em um efeito lifting não cirúrgico”, destaca.

Como age de dentro para fora, sem atingir a epiderme, a recuperação é imediata e a paciente pode voltar às atividades de rotina no mesmo dia. Apesar disso, o dermatologista explica que, nos locais tratados, pode ocorrer inchaço, eritema, hematoma ou apresentar formigamento e leve sensação de dor muscular. “Todos estes sintomas melhoram rapidamente. Não há períodos de inatividade”, completa.

A indicação é de uma sessão. “A melhora na flacidez começa a aparecer 20 dias após o início do tratamento, mas os melhores resultados, depois de 3 meses”. As contraindicações são: gestantes, pacientes em tratamento com anticoagulantes, doença autoimune, diabetes, epilepsia, implantes, queloides e preenchedores.

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