Dr. Rogério Augusto Queiroz

Quem é |
rogerioosteopatia@hotmail.com
Ainda na graduação de fisioterapia fez sua formação em acupuntura pela SBEMO (na época aceitavam estudantes). Após se formar em fisioterapia iniciou já no ano seguinte a formação em Osteopatia e, ainda cursando osteopatia fez uma Especialização em Metodologia de Ensino pela UNICAMP. Desde 1995 começou a atender exclusivamente com acupuntura e com o pouco que conhecia de osteopatia até completar sua formação.
Em 2001 assumiu a direção da Escola de Osteopatia de Madrid no Brasil e começou a ministrar aulas aqui no Brasil, Espanha, Itália e Portugal.
Em 2007 fundaram a Associaçao Brasileira dos Fisioterapeutas Osteopatas (ABFO), estando no momento na presidência da mesma.
Em 2007 também criaram uma editora (Saber e Saúde) que publica a revista científica “Fisioterapia Especialidades” e “Osteopatia Científica”, além de livros na área de fisioterapia. Em 2009 organizou o CIOST Congresso Internacional de Osteopatia.
Atualmente além de seguir fazendo tudo o que foi comentado, busca tempo para estar com sua mulher e filhos, pois acredita que o equilíbrio é fundamental. Os novos projetos são o de expandir a osteopatia no Brasil e criar uma Faculdade de Fisioterapia que seja referência nacional e internacional na qualidade de ensino.


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
Em 1993 pela PUC de Campinas-SP

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
Além de casar e ter dois filhos, a melhor coisa que já fiz foi ter feito osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Dar um passo maior que a perna, ou seja me meter a fazer coisas sem ter a estrutura necessária. Mas como dizem, é errando que se aprende.

O que você mais gosta na profissão?
Do sorriso do paciente quando percebe que está sem dor.

O que você odeia na profissão?
De profissionais que não tem comprometimento com sua própria profissão e que não têm ética.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
A fagulha de sempre querer sa-ber mais.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
A petulância de achar que já sabem tudo, mas não costumo ficar perto desses.

Qual sua maior virtude?
Ter um interesse verdadeiro pelos pacientes.

Qual seu pior defeito?
Não saber aceitar quando um paciente que não melhora, fico de mau humor.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
A qualidade do ensino em fisioterapia no país.

Qual maior mentira já contou?
Não me ocorre nada agora.

Qual fato foi mais inusitado em sua carreira?
Começar a receber europeus em Campinas para fazer o estágio em osteopatia que montamos no Hospital Municipal Ouro Verde, para virem aprender com a gente.
É um ambulatório exclusivamente de osteopatia onde os alunos da formação podem atender sob a supervisão de um osteopata experiente.

Qual fato foi o mais cômico?
Na primeira vez que fui dar aula de osteopatia para a Escuela de Osteopatia de Madrid, estava muito nervoso e as aulas ainda eram dadas com transparências. Num determinado momento estou  olhando para a imagem projetada na parede e uma lufada de vento empurra a transparência para fora do retroprojetor e eu, no susto, tentei segurar a imagem na parede e não a transparência que estava no retroprojetor. Por fim foi ótimo pois rimos tanto que quebrou o gelo.

Qual seu maior arrependimento?
Não ter concluído o meu mestrado na UNICAMP, já tinha todos os créditos e só faltava escrever a tese. Na minha imaturidade da época pensava que um título não melhoraria meu atendimento aos pacientes, o que é verdade, mas o título sempre te abre novas portas.

Qual dica daria aos colegas?
Mantenham a paixão pela profissão e pelos pacientes, pois isso é o que dará vontade de evoluir e melhorar como profissional e ser humano.

Qual objeto de desejo?
Ter uma clínica que preste de verdade um atendimento integrado de todas as áreas da saúde.

Qual sua aquisição mais recente?
Fiz o curso de Manipulação das Fáscias pelo método Stecco. Fantástico.

Qual seu maior sonho?
Ver a fisioterapia com o reconhecimento que merece.

Qual seu maior pesadelo?
O fisioterapeuta que acredita ser um profissional de segunda linha.

Que talento mais gostaria de ter?
Disciplina.

Se não fosse fisioterapeuta gostaria de ser o que?
Arquiteto ou escritor.

E qual profissão jamais queria ter?
Alguma que não me permitisse contado com o público, ou que não envolvesse a criatividade.

Diga um desafio?
Melhorar sempre.

Quer fazer alguma divulgação?
Ao invés de uma divulgação uma sugestão, quando forem fazer um curso optem pela qualidade, é isso o que vai trazer o retorno que vocês merecem.

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