Dr. Rodrigo Silva Perfeito

O que faz na fisioterapia |
Atualmente, trabalho com atendimentos particulares em domicílio, Pilates no estúdio do Instituto Fisart, atuo como docente em empresas e congressos que operam com cursos em Fisioterapia e
sou pesquisador científico do periódico NovaFisio. Pretendo no futuro, adentrar com maior força nas pesquisas científicas relacionadas à reabilitação através do Pilates.


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
No ano de 2009 me graduei em Educação Física pela UERJ e no ano seguinte em Fisioterapia pela FRASCE aqui no Rio de Janeiro – RJ

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
A melhor coisa que fiz, sem dúvida alguma, foi abrir minha empresa (Instituto Fisart) e iniciar a docência de cursos relacionados a área da saúde. Hoje, tenho a possibilidade de discutir a fisioterapia e mostrar que a mesma vale muito a pena, independente de quanto ganhamos. Abri mão de empregos muito mais rentáveis pela possibilidade de estar junto a meus amigos e alunos discutindo a Fisioterapia de um modo geral. Como isso me deixa feliz!

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Até agora, Deus foi muito bom comigo e vem me abençoando de uma maneira tão majestosa, que não tenho nada o que reclamar. Devo minha vida as minhas duas profissões e felizmente não tenho nada de pior a relatar…

O que você mais gosta na profissão?
O carinho que os pacientes demonstram por você. Lembro até hoje: um dos meus primeiros pacientes me abraçou e falou que eu era uma das coisas mais importantes na vida dele. Foi inevitável,
as lágrimas fugiram dos meus olhos. Esse amor, esse reconhecimento, não tem preço!

O que você odeia na profissão?
Odeio os profissionais que inventam ou promovem erros dos amigos de profissão para um falso crescimento no mercado. Nem tudo está errado sem que saibamos os objetivos. Os médicos, mesmo quando um amigo está errado, se unem. Por isso, são valorizados e por isso também são melhores do que nós.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
A humildade, sem dúvida! Estou envolvido, através da pesquisa cientifica, com verdadeiros “monstros” do conhecimento. Fico extremamente honrado de estar ao lado de pessoas que incontestavelmente são melhores do que eu em quase tudo e me tratam de igual para igual. Para não citar todos, devo ressaltar os amigos: Rafael Mattos, Jeferson Retondar e Gustavo Casimiro.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
Qualidades foram feitas para se admirar e não para se detestar. Aprendo muito com todos esses profissionais e amigos. Agradeço a cada um que de alguma forma me ajuda. Sem o auxilio de suas
qualidades, não seria nem metade do pouco que sou hoje.

Qual sua maior virtude?
Minha maior virtude é achar que o mundo acaba amanhã. Isso me faz querer ter mais e o mais rápido possível. Me obriga a estudar, e estudar me faz perceber o quanto preciso de ajuda e de melhorar, e quando preciso de ajuda, percebo que tenho muitos amigos, e descubro que minha maior virtude, na verdade, é ter a sorte de ter tantos amigos…

Qual seu pior defeito?
Meu pior defeito talvez seja tentar ajudar todo mundo ao mesmo tempo. Estou começando a perceber que isso não dá certo sempre.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
Mudaria o mercado dos planos de saúde. Por que não dizer, a máfia dos planos de saúde. Somos ótimos profissionais e devemos receber na mesma altura. Fico triste em ver tantos consultórios e
clínicas fechando por falta de condições financeiras de manter o estabelecimento devido ao baixo retorno dos planos de saúde.

Qual maior mentira já contou?
Não sou muito de mentir. De vez em quando, omito algumas viagens de minha mãe, eterna coruja, para não preocupá- la. Fora isso, não minto. Essa é uma característica do ser humano que pouco
me agrada.

Qual fato foi mais inusitado em sua carreira?
Com certeza foi ter como aluno num de meus cursos um de meus professores de graduação de imensurável conhecimento. Como pode ele ser meu aluno? Quanta responsabilidade…

Qual fato foi o mais cômico?
Essa lembro até hoje. Época de faculdade, todos no bar apreciando um chope após a aula, e o amigo “A” relata que gostou de uma menina sentada em uma das mesas. O amigo “B”, tentando ajudá-lo, foi tentar convencê-la dos atributos do amigo “A”. Depois de uns 15 minutos de conversa, o amigo “B” se aproxima de nós e diz que ela não queria conversar, pois nosso amigo era “água com açúcar”. Todos se olharam e perguntam: água com açúcar? O amigo “B” responde: só no desespero! Risadas por pelo menos uns 30 minutos. Sensacional…

Qual seu maior arrependimento?
Até hoje não me arrependi de nada. Alguns tropeços aqui, outros ali… mas sempre os encaro como ensinamentos.

Qual dica daria aos colegas?
Acredite, persista e arrisque. Muitos têm medo de investir e perder tudo. Caso aconteça, pensem que foi um curso um pouco mais caro, mas que lhe ensinou questões não só para carreira, mas para a vida. O dinheiro não é tudo e se recupera. Arrisque!

Qual objeto de desejo?
Meu desejo maior é me tornar docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mas para isso, preciso de no mínimo um doutorado. No futuro, tenho fé que irei conquistar esse sonho.

Qual sua aquisição mais recente?
A publicação de meu livro sobre Bullying. Não é a minha conquista mais recente, mas é com certeza uma das que mais me deixou feliz. Quando trabalhamos tanto em um projeto e conseguimos um resultado final condizente com o esforço, é muito gratificante.

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