Dr. Rodrigo Peres

O que faz na fisioterapia |

Tudo o que fiz na fisioterapia até hoje foi relevante, pois me proporcionaram experiências adversas que colaboraram no profissional que sou hoje. Desde os estágios durante a faculdade, os cursos extracurriculares, a primeira pós-graduação em ortopedia no IOTHCFM/USP, a segunda pós em neurologia na EPM/UNIFESP, fui supervisor de estágio na UMESP, o primeiro emprego numa instituição especializada em neuropediatria, dentre outras clínicas e hospitais que pude desenvolver meu trabalho, mas principalmente hoje poder atuar no meu maior projeto em atender pacientes na própria residência proporcionando praticidade, comodidade e resultados com qualidade aos pacientes.


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
Me formei em 2001 na Universidade Bandeirante de São Paulo – UNIBAN – São Paulo – SP.

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
Sem dúvidas seguir na área de fisioterapia neurológica, a melhor coisa do mundo é você poder mostrar o caminho para que o paciente possa recuperar um movimento.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Desde que me formei passei por vários lugares onde cada um pode me proporcionar diferentes experiências, boas e ruins, mas a pior talvez tenha sido trabalhar por apenas R$ 19,47 por consulta domiciliar, ou seja, pagava pra trabalhar.

O que você mais gosta na profissão?
O que mais gosto, o que me emociona, é o momento em que um paciente consegue dar seu primeiro passo (em relação a pacientes que perderam movimentos por conta de uma sequela neurológica).

O que você odeia na profissão?
A subvalorização da profissão, muitas pessoas só dão valor quando necessitam de fisioterapia, esta informação é escassa, e as pessoas ainda não sabem o que faz um fisioterapeuta.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
O comprometimento.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
Quando me chamam a atenção “risos”

Qual sua maior virtude?
Alegria.

Qual seu pior defeito?
Ansiedade.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
O piso salarial do fisioterapeuta.

Qual maior mentira já contou?
Disse a um paciente que ele voltaria a andar em 1 ano e ele voltou em 1 mês. “risos”.

Qual fato foi mais inusitado em sua carreira?
Há mais ou menos 2 anos, numa segunda-feira a filha de uma paciente me disse: Não basta cursar fisioterapia, tem que ser fisioterapeuta, avalie se você realmente serve pra isso. Se você disser  que tem que ter paciência pra atender qualquer paciente saberá que não está no lugar certo. Não faça pelo dinheiro, isto será consequência de um bom trabalho e, um bom trabalho só faz quem é fisioterapeuta de verdade. Pense nisso!

Qual sua aquisição mais recente?
Minha última aquisição foi um equipamento que simula os movimentos do corpo, tem sido essencial no tratamento dos pacientes com sequelas neurológicas, pois auxilia e facilita efetivamente a recuperação de movimentos.

Qual objeto de desejo?
Hoje atuo com o projeto da minha empresa Central da Fisioterapia “Clinica em Casa” que está dando muito certo, mas independente disso pretendo montar uma central de atendimento móvel levando tratamento e informação às pessoas mais carentes.

Qual seu maior sonho?
Quero muito que um dia todas as pessoas que precisarem de fisioterapia possam ser atendidas e tratadas adequadamente, pois muito deixam de se recuperar (melhorar) por falta de oportunidade de tratamento. Creio que tenho feito a minha parte, no mínimo informando a todos aqueles que me procuram. Nunca vou esquecer uma frase de um professor no primeiro ano da faculdade “Por menos que você saiba, saberá mais que muitos, a sua ajuda poderá mudar a vida de alguém”.

Quer fazer alguma divulgação?
Sim, meu site
www.centraldafisioterapia.com.br

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