PREVALÊNCIA DE SINAIS E SINTOMAS DA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR EM ACADÊMICOS FINALISTAS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO CEUNI- FAMETRO

Dandara Carine Lobo de Souza1; Douglas Silva Ataíde2; Denilson da Silva Veras3

1 . Discente finalista do curso de Fisioterapia do CEUNI- FAMETRO.

2 . MSc. em Saúde, Sociedade e Endemias da Amazonia; Docente e orientador do curso de Fisioterapia do CEUNI- FAMETRO.

3 . MSc. em Ciências da Saúde; Docente e orientador do curso de Fisioterapia do CEUNIFAMETRO.

Resumo

Introdução: Disfunções temporomandibulares são reconhecidas pela American Academy of Orofacial Pain (Academia Americana de Dor Orofacial)como um grupo de condições musculoesqueléticas e neuromusculares que envolvem as articulações temporomandibulares (ATM), os músculos mastigatórios e todos os tecidos associados, cujos sinais e sintomas são diversos, podendo incluir dificuldades na mastigação, fala e outras funções orofaciais. Alunos finalistas de cursos de graduação estão submetidos à cargas físicas e mentais durante esse período. Dessa forma, essa sobrecarga poderá causar lesões (distúrbios) na articulação temporomandibular. Objetivo: Verificar a frequência absoluta e relativa de sinais e sintomas relacionados à disfunção temporomandibular em acadêmicos finalistas do curso de Fisioterapia de um Centro Universitário em Manaus. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, com abordagem quantitativa e qualitativa, método não probabilístico, por conveniência para seleção da amostra. A amostra foi constituída por alunos finalistas do curso de fisioterapia, entre 20 à 30 anos de ambos os sexos. Foram excluídos da pesquisa alunos que estão em tratamento ortodôntico e alunos que possuem doenças reumatológica sistêmicas. Como instrumento de avaliação foram utilizados o Questionário Anamnésico de Fonseca e o Questionário para Avaliação da Disfunção Temporomandibular. Resultados: É possível notar uma prevalência de respostas negativas em 90% das questões, em destaque para as questões que tratam de trauma na cabeça, pescoço e maxila. Em contrapartida as questões que abordam sobre dor (orelhas, têmporas e bochechas) e cefaleia, respectivamente, foram as mais equilibradas. Analisando a classificação, do total de alunos avaliados, 70% apresentaram algum tipo de DTM: DTM LEVE (10%), DTM MODERADA (25%) e DTM SEVERA (35%). Conclusão: Com base nos resultados dos questionários, observase uma alta prevalência de sinais e sintomas característicos da DTM, sendo classificados de forma leve à moderada.

DESCRITORES: Disfunção temporomandibular; Sinais e sintomas; Alunos Finalistas; Fisioterapia.

Abstract

Introduction: Temporomandibular disorders are recognized by the American Academy of Orofacial Pain (American Academy of Orofacial Pain) as a group of musculoskeletal and neuromuscular conditions that involve the temporomandibular joints (TMJ), masticatory muscles and all tissues, which can be diverse, including difficulties. In chewing, speech and other orofacial functions. All finalists of undergraduate courses are going through physical and mental load during this period. Thus, this overload can cause injuries (disorders) in the temporomandibular joint. Objective: To verify the absolute and relative frequency of signs and symptoms related to temporomandibular disorder in final year students of the Physiotherapy course at a University Center in Manaus. Methodology: This is a cross-sectional study, with a quantitative and qualitative approach, a non-probabilistic method, for convenience in selecting the sample. The sample consisted of final students in the physiotherapy course, between 20 and 30 years old, of both sexes. Students who are undergoing orthodontic treatment and students who have systemic rheumatological diseases were excluded from the research. As an assessment tool, the Fonseca Anamnesis Questionnaire and the Temporomandibular Dysfunction Questionnaire were used. Results: It is possible to notice a prevalence of negative responses in 90% of the questions, with emphasis on the questions dealing with trauma to the head, neck and jaw. In contrast, the questions that address pain (ears, temples and cheeks) and headache, respectively, were the most balanced. Analyzing the classification, of the total number of students evaluated, 70% presented some type of TMD: LIGHT TMD (10%), MODERATE TMD (25%) and SEVERE TMD (35%). Conclusion: Based on the results of the questionnaires, there is a high prevalence of signs and symptoms characteristic of TMD, being classified as mild to moderate.

DESCRIPTORS: Temporomandibular disorder; Signs and symptoms; Finalist students; Physiotherapy.

Introdução

A articulação temporomandibular (ATM) é considerada a mais complexa do corpo humano. A ATM realiza movimentos rotacionais e translacionais devido à articulação dupla do côndilo do osso temporal. O fato de a ATM apresentar duas articulações (côndilos) conectadas à mandíbula exige que trabalhem de forma sincronizada entre a oclusão dental, o equilíbrio neuromuscular e a própria articulação. Essa articulação fica vulnerável a alterações funcionais ou patológicas, propiciando desarranjos como a disfunção temporomandibular (DONNARUMMA, 2010).

Disfunções temporomandibulares são reconhecidas pela American Academy of Orofacial Pain (Academia Americana de Dor Orofacial)como um grupo de condições musculoesqueléticas e neuromusculares que envolvem as articulações temporomandibulares (ATM), os músculos mastigatórios e todos os tecidos associados, cujos sinais e sintomas são diversos, podendo incluir dificuldades na mastigação, fala e outras funções orofaciais. A causa da DTM é de origem multifatorial. Destacam-se os fatores comportamentais e genéticos, traumas, sendo direto ou indireto, hábitos posturais e fatores psicológicos. Alguns sintomas clássicos da DTM são: cefaleia; ruídos articulares (estalido e crepitação); limitação de movimentos e/ou desvios dos movimentos da mandíbula; dor na ATM e nos músculos da face (RDC/TMD, 2014).

Baseado em dados epidemiológicos, coletados através de questionários, os alunos finalistas de cursos de graduação estão submetidos à cargas físicas e mentais durante esse período. Dessa forma, essa sobrecarga poderá causar lesões (distúrbios) na articulação temporomandibular. Segundo The American Academy Orofacial Pain, esses distúrbios podem estar associados à algumas comorbidades sistêmicas como: ansiedade, depressão, problemas otológicos ou neurológicos, e dores generalizadas no pescoço, ombros, costas e quadril.

Diante disso, se justifica a importância desse estudo, por meio de dois questionários como instrumento de avaliação, a fim de identificar, quantificar, orientar e possibilitar uma possível intervenção fisioterapêutica em acadêmicos finalistas que manifestam disfunção temporomandibular.

O objetivo desse artigo foi verificar a frequência absoluta e relativa de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular em acadêmicos finalistas do curso de fisioterapia do CEUNI- FAMETRO.

Metodologia

Trata-se de um estudo transversal, método não probabilístico, com abordagem quantitativa e qualitativa, por conveniência para seleção da amostra. A amostra foi constituída por 20 acadêmicos finalistas, do sexo masculino e feminino, com idade entre 20 a 30 anos do curso de Fisioterapia do Centro Universitário – FAMETRO em Manaus (AM) no ano de 2020. Foram excluídos da pesquisa alunos que estão em tratamento ortodôntico (fixo ou removível) e alunos que possuem doenças reumatológicas sistêmicas.

Como instrumento de avaliação foram utilizados o Questionário Anamnésico de Fonseca (QAF) e o Questionário para avaliação de disfunção temporomandibular recomendado pela academia americana de dor orofacial, os quais fornecem informações precisas sobre sinais e sintomas relacionados à disfunção temporomandibular dos alunos avaliados. Ambos os questionários possuem 10 questões, sendo que um deles (QAF) possui o grau de severidade da DTM. As informações obtidas pelos questionários, foram analisadas estatisticamente com abordagem quantitativa e qualitativa. Para uma impressão mais rápida e viva do assunto os dados foram colocados em forma de gráfico.

De acordo com a resolução nº 196/96 da CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), toda pesquisa que individual ou coletivamente, envolva o ser humano, de forma direta ou indireta, em sua totalidade ou em partes dele, incluindo o manejo de informações ou materiais, deve ser submetida à apreciação e acompanhamento do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).

Resultados

Após o período de coleta de respostas (04-30 de setembro de 2020) que foi realizado através de formulários disponibilizados online, os dados foram recolhidos de suas respectivas bases, dispostos em planilhas e analisados. Tal análise resultou em tabelas e gráficos que permitem uma visualização geral da coleta.

Do total de alunos (n=20) que responderam as pesquisas, 80% são do sexo feminino. Já com relação à faixa etária, 90% tem de 20 a 25 anos e os demais possuem idade entre 26 e 30 anos.

Tabela 1 – Características da amostra

Variáveln = 20 (%)
Sexo
Masculino4 (20%)
Feminino16 (80%)
Faixa Etária
20 – 2518 (90%)
26 – 302 (10%)

O primeiro formulário disponibilizado continha questões referente a avaliação de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular recomendado pela Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP). A descrição de cada questão pode ser visualizada na tabela abaixo. Cada questão possuía duas alternativas: “Sim” e “Não”.

Tabela 2 – Questionário AAOP

Q1Você tem dificuldade, dor ou ambas ao abrir a boca, por exemplo, ao bocejar?
Q2Sua mandíbula fica “presa”, “travada” ou sai do lugar?
Q3Você tem dificuldade, dor ou ambas ao mastigar, falar ou usar seus maxilares?
Q4Você percebe ruídos na articulação dos seus maxilares?
Q5Seus maxilares ficam rígidos, apertados ou cansados com regularidade?
Q6Você tem dor nas orelhas ou em volta delas, nas têmporas e bochechas?
Q7Você tem cefaleia, dor no pescoço ou nos dentes com frequência?
Q8Você sofreu algum trauma recente na cabeça, pescoço ou maxilares?
Q9Você percebeu alguma alteração recente na sua mordida?
Q10Você fez tratamento recente para um problema não-explicado na articulação mandibular?

Abaixo, é apresentado o gráfico que ilustra de maneira geral as respostas dos alunos ao formulário da AAOP. É possível notar uma prevalência de respostas negativas em 90% das questões, com destaque para as questões Q8 e Q10, que tratam sobre trauma (cabeça, pescoço ou maxilares) e tratamento na mandíbula, respectivamente, onde 100% dos alunos responderam de forma negativa. Já as questões Q6 e Q7, que abordam sobre dor (orelhas, têmporas e bochechas) e cefaleia, respectivamente, foram as mais equilibradas.

Gráfico 1: AAOP Geral

Analisando as respostas do grupo feminino, ilustradas no gráfico abaixo, percebese que aproximadamente 57% apresentam cefaleia, conforme as respostas da questão Q7. É possível notar também um padrão negativo nas respostas para as questões Q2 e Q3, e Q4 e Q6, que abordam travamento e ruídos nas mandíbulas e maxilares.

Gráfico 2: AAOP Feminino

Já o público masculino apresentou uma prevalência de respostas negativas em 50% das questões. É possível notar um equilíbrio nas respostas das questões Q1 e Q2, que abordam sobre dor ao abrir a boca e travamento de mandíbula, e um padrão nas respostas Q7 e Q9 (alteração de mordida), onde apenas 25% responderam positivamente.

Gráfico 3: AAOP Masculino

Ao agrupar as respostas por faixa etária, o grupo de 20 a 25 anos apresentou uma prevalência de respostas negativas em 90% das questões (Gráfico 4). Apenas na questão Q6 (dor nas orelhas, têmporas e bochechas) que é possível um padrão, onde 50% responderam de forma afirmativa. Já na questão Q7, 44% afirmaram possuir cefaleia, dor no pescoço e dentes com frequência.

Gráfico 4: AAOP 20 – 25 anos

Do grupo de 26 a 30 anos, 100% afirmou que possui cefaleia com frequência (Q7) e ruídos nas articulações dos maxilares, conforme ilustra o gráfico abaixo.

Gráfico 5: AAOP 26 – 30 anos

O segundo formulário disponibilizado continha questões provenientes do Questionário Anamnésico de Fonseca (QAF). Cada questão possui três alternativas, sendo que cada uma possui uma pontuação: “Sim” (10), “Não” (0) e “Às vezes (5). A soma de todas as respostas permite calcular o índice anamnésico e identificar o grau de acometimento (Tabela 3).

Tabela 3 – Índice anamnésico e grau de acometimento

Índice anamnésicoGrau de acometimento
0 – 15SEM DTM
20 – 40DTM LEVE
45 – 65DTM MODERADA
70 – 100DTM SEVERA

O gráfico abaixo ilustra de maneira geral a classificação da amostra com base no grau de acometimento. Do total de alunos que responderam à pesquisa, 70% apresentaram algum tipo de DTM: DTM LEVE (10%), DTM MODERADA (25%) e DTM SEVERA (35%).

Gráfico 6: QAF Grau de acometimento

O público feminino apresentou apenas dois tipos de DTM: aproximadamente 31% apresentou DTM moderada e 43% apresentou DTM SEVERA. Já no público masculino, apenas 50% apresentaram DTM LEVE.

Gráfico 7: QAF Sexo

Levando em consideração a faixa etária, o grupo de 20 a 25 anos apresentou todos os tipos de DTM: DTM LEVE (11%), DTM MODERADA (22%) e DTM SEVERA (38%). Do grupo de 26 a 30 anos, 50% apresentaram DTM MODERADA.

Gráfico 8: QAF Faixa etária

Discussão

Estudos recentes como de Manfredi (2005) e Novaes et al (2018) têm demonstrado que fatores emocionais podem estar intimamente relacionado ao surgimento de DTM, como estresse e ansiedade, estes são capazes de causar alterações dos impulsos nociceptivos do sistema nervoso central e a liberação de neurotransmissores.

A amostra do estudo foi composta por 20 acadêmicos finalistas, do sexo feminino e masculino, em grupos de idade entre 20-25 anos e 26-30 anos, sendo que o primeiro grupo, de fato, exibe a maior prevalência de sinais e sintomas de DTM justificando os resultados obtidos.

Spillere et al (2019) pesquisaram 126 indivíduos de 12 a 72 anos e obtiveram uma média de 30 anos de idade. Em outro estudo 45% dos pacientes de um ambulatório de disfunção temporomandibular e dor orofacial da cidade de São Paulo apresentavam idades entre 20 e 45 anos, 31% entre 41 e 60 anos, 11% entre 15 e 20 anos, 11% com mais de 60 anos e apenas 3% dos pacientes eram menores de 14 anos.

Manfredi (2005) utilizou em seu estudo uma amostra diferenciada em comparação à este, onde foram 42,4% de mulheres alunas de graduação, 46,9% alunas de pós-graduação, 66,7% funcionárias e 81,8% de homens professores. E em relação a idade dos sujeitos da amostra, variou-se de 21 à 45 anos.

No estudo de Ferreira et al (2016) de 1000 pacientes analisados, 177 (17,7%) eram homens e 823 (82,3%) eram mulheres. Foi verificada uma proporção de 4:6 mulheres para cada homem. A idade variou de 12 à 83 anos. Houve um predomínio de adultos jovens (59,9%) na amostra, sobre a soma das outras faixas etárias (40,1%). Não houve associação entre a idade e o gênero.

A prevalência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular foi determinada através dos seguintes questionários: Questionário de Avaliação de DTM recomendado pela AAOP e o Questionário Anamnésico de Fonseca, onde neste, é possível verificar o grau de acometimento, sendo DTM leve, moderada, severa ou sem DTM.

De acordo com Chaves et al (2008) dentre os índices para diagnóstico da DTM o Questionário Anamnésico de Fonseca é um dos poucos instrumentos disponíveis em língua portuguesa, que determina a presença e severidade da disfunção, assim tem sido o índice mais utilizados em estudos brasileiros pela facilidade de aplicação e simplicidade quanto aos resultados obtidos, favorecendo a aplicação em estudos epidemiológicos populacionais.

Assim como este trabalho, Minghelli et al (2011) em pesquisa realizada na Escola Superior de Saúde de Algarve – Portugal, utilizaram o QAF como instrumento para avaliar e caracterizar a severidade dos sintomas de DTM.

Em relação ao questionário da AAOP, Franco et al (2014) sugere que um teste de investigação de DTM, clinicamente útil, precisa apresentar no mínimo 70% de sensibilidade e 75-95% de especificidade, uma vez que a DTM, em geral, não é uma condição grave.

Manfredi (2005) ao comparar isoladamente cada resposta desse questionário com dados de exame clínico posterior específico para DTM, evidenciou, em análise estatística, que o mesmo apresenta sensibilidade de 85,3% e especificidade de 80% para pacientes com DTM.

Quanto aos resultados deste estudo verificou-se uma elevada prevalência de DTM moderada em alunos (65%). Destes 80 % são do sexo feminino. De acordo com Lobato (2002) a maior prevalência de DTM em mulheres deve estar relacionada às diferenças fisiológicas do gênero, tais como: variações hormonais, estrutura muscular e limiar e de dor mais baixo, enfatizando que ainda há necessidade de maiores investigações sobre o assunto.

Manfredi (2005) observou-se que, na amostra, o sexo feminino apresentou os maiores percentuais de sujeitos que se encaixavam no perfil como sendo portadores de DTM. Essa prevalência de DTM entre os indivíduos do sexo feminino nas três faixas etárias é significativamente maior em comparação com as mesmas faixas etárias do sexo masculino, embora também haja alta prevalência de DTM entre os sujeitos do sexo masculino (maior entre os jovens).

Em relação a porcentagem de alunos com DTM leve (10%) foi igualmente observada por Medeiros et al (2018), Pedroni et al (2003), Oliveira et al (2006), e Bonjardim et al (2009). Logo na pesquisa de Bezerra et al (2012) quando comparada a prevalência de DTM moderada entre universitários, nota-se uma percentuais diferentes em relação aos graus, sendo a maioria com grau leve (61,63%), moderada (27,08%), severa (11,28%).

Conclusão

Diante da complexidade etiológica das disfunções temporomandibulares, pode-se relacionar o estado emocional, o estresse, as horas de leitura para confecção de trabalho de conclusão de curso, as alterações posturais, a classificação de oclusão, e o, consequentemente, aumento do estado tensional dos músculos primários (pterigoideos medial e lateral, masseter e temporal) e secundários (flexores profundos da cervical, trapézio, escaleno e esternocleidomastóide) da articulação temporomandibular, como sinais e sintomas apresentados pelos alunos avaliados.

Com base nos resultados dos questionários, observa-se uma alta prevalência de sinais e sintomas característicos da DTM, sendo classificados de forma leve à moderada.

Referencias

  1. BONJARDIM LR. et al. Association between symptoms of Temporomandibular Disorders and gender, morphological occlusion and psychological factors in a group of university students. Indian J Dent Res 2009; 20(2):190-194.
  2. CHAVES TC. et al. Principais instrumentos para avaliação da disfunção temporomandibular, parte II: critérios diagnósticos; uma contribuição para a prática clínica e de pesquisa. Fisioterapia e Pesquisa. 2008;15(1):101.
  3. CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA DESORDENS TEMPOROMANDIBULARES (DC/TMD) aplicações clínicas e de pesquisa: Recomendações da Rede Internacional de Consórcios RDC/TMD, 2014.
  4. DONNARUMMA MDC, et al. Disfunções temporomandibulares:sinais, sintomas e abordagem multidisciplinar. Revista CEFAC, 2010.
  5. FERREIRA. C.P. et al. Sinais e sintomas de desordens temporomandibular em mulheres e homens. Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. (SP), Brasil, 2016.
  6. FRANCO, M. et al. Temporomandibular disorders among Brazilian adolescentes: reliability and validity of a screening questionnaire. J. Appl. Oral. Sci. Vol 22 n}4 Bauru July/Aug. 2014.
  7. LOBATO, VV. et al. The impact of stress and anxiety on the pressure pain threshold of myofascial pain patients. J Oral Rehabil. 2009;36(5):313.
  8. MANFREDI, A.P. Estudo da manifestação da Disfunção Temporomandibular (DTM) influenciada pelo estresse na população de uma Universidade Pública. Campinas, 2005.
  9. MEDEIROS SP, Batista AUD, Forte FDS. Prevalência de sintomas de disfunção temporomandibular e hábitos parafuncionais em estudantes universitários. RGO 2011; 59(2):201-208.
  10. MINGHELLI, B. et al. Associação entre os sintomas da disfunção temporo– mandibular com factores psicológicos e alterações na coluna cervical em alunos da Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve. Rev. Port. Sau.Pub. vol.29 no.2 Lisboa jul. 2011.
  11. NOVAES, Letícia. et al. Disfunção temporomandibular e o impacto naqualidade de vida: uma revisão de literatura. Revista Bahiana de Odontologia. 2018. 9(1):
  12. OLIVEIRA AS, Dias EM, Contato RG, Berzin F. Prevalence study of signs and symptoms of temporomandibular disorder in Brazilian college students. Braz Oral Res 2006; 20(1):3-7.
  13. PEDRONI CR. et al. Prevalence study of signs and symptoms of Temporomandibular Disorders in university students. J Oral Rehabil 2003; 30(3):283-289.
  14. SPILLERE, A. et al. Tratamento Fisioterapêutico na Disfunção temporomandibular: um estudo de caso. Monografia. Faculdade de Fisioterapia da UNISUL. 2019.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.