PREVALÊNCIA DE ALGIAS VERTEBRAIS E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA EM ACADÊMICOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA

Gilvan Costa de Oliveira1
Adria Yared Sadala2

1Acadêmico do Curso de Fisioterapia da Universidade Paulista – UNIP.
2Mestra, Fisioterapeuta, Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade Paulista – UNIP

Endereço: Av. Joaquim Nabuco, 1232, Centro│Manaus│AM│CEP: 69020-030│ (92) 3212-5000.

Dedico este trabalho com muito amor a minha mãe Rosana Oliveira, que sempre acreditou no meu potencial, que luta todos os dias pela minha educação, chora as minhas lágrimas, sorri com as minhas alegrias, me incentivou e me deu forças para continuar, além de ser meu grande exemplo de competência e humildade. Essa vitória é nossa!

AGRADECIMENTOS

Primeiramente а Deus que permitiu que tudo isso acontecesse, ao longo de minha vida, е não somente nestes anos como universitário, mas que em todos os momentos é o maior mestre que alguém pode conhecer.

A minha mãe, minha maior inspiração, Rosana Oliveira que sempre me deu todo suporte necessário pra que eu chegasse até aqui, será sempre meu exemplo de mulher guerreira, batalhadora, inteligente e competente. Nunca mediu esforços para me auxiliar a alcançar meus objetivos. Obrigado por sonhar comigo.

A minha família por ser minha base maior, meu apoio em todos os momentos, que mesmo de longe nunca me deixaram sozinho, em especial meus avós, Nizete Oliveira e Sebastião Oliveira, por todo carinho, à minha tia Rozelma Oliveira por sempre me colocar em suas orações, aos meus irmãos Isaac Oliveira e Marcos Lucas Fontineles, e ao meu padrasto Sérgio Fontineles.

Ao meu parceiro e amigo de todas as horas Abreu Braga, sou grato por todo companheirismo e apoio durante minha jornada, por todas as palavras de incentivo e compreensão nas horas difíceis, de desânimo е cansaço.

A minha orientadora Adria Sadala, pelo suporte no pouco tempo que lhe coube, pelas suas correções е incentivos.

Agradeço а todos os professores não somente por terem me ensinado, mas por terem me feito aprender. А palavra mestre, nunca fará justiça aos professores dedicados aos quais sem nominar terão os meus eternos agradecimentos.

A todos que fizeram parte direta ou indiretamente da minha formação, meu muito obrigado.

RESUMO

Introdução: Os distúrbios musculoesqueléticos são frequentes em profissionais de odontologia, devido à sua postura de trabalho, que é a sentada. Sabe-se que permanecer a longo prazo em uma posição, mesmo que satisfaça os critérios de ergonomia, deixa de ser um comportamento ergonômico. Algias vertebrais estão presentes comumente entre pessoas que trabalham na posição sentada, como no caso dos odontólogos. Objetivo: Verificar a prevalência de algias vertebrais em acadêmicos do curso de odontologia, decorrente da sua postura sentada na prática de atividade clinica durante sua formação. Método: Trata-se de uma pesquisa transversal de caráter analítico e exploratório, com abordagem quantitativa. A coleta de informações foi realizada através de um questionário autoaplicável e objetivo desenvolvido pelo autor do estudo, participaram da presente pesquisa 60 alunos do curso de Odontologia da Universidade Paulista – UNIP, os dados foram catalogados através de planilhas no Microsoft Excel 2016, onde partir desses dados foi realizado uma analise com registro através de tabela e gráficos. Resultados: Foi observada a prevalência de algia vertebral na região lombar (64%), e pode-se também concluir que a posição sentada, adotada pelos odontologos, é a posição em que a dor se intensifica durante os atendimentos (68%). Considerações Finais: Com a presente pesquisa foi possível observar que a postura sentada de fato gera um prejuízo funcional, principalmente na coluna lombar, sendo assim, se faz necessário intervenções preventivas na pratica clinica dos acadêmicos de odontologia, com o intuito de que essas lesões não se agravem.

Palavras – Chave: Algia; Odontologia; Coluna Vertebral; Postura sentada; Acadêmico; Cirurgião – dentista.

ABSTRACT

Introduction: Musculoskeletal disorders are common in dentists due to their work posture, which is the sitting position. It is known that staying in a long-term position, even if it meets the criteria of ergonomics, is no longer an ergonomic behavior. Spinal nerves are commonly present among people who work in the seated position, as in the case of dentists. Objective: To verify the prevalence of vertebral algias in academic students of the course of dentistry, due to their posture seated in the practice of clinical activity during their formation. Methods: It is a transversal research of analytical and exploratory character, with quantitative approach. The data collection was performed through a self-administered questionnaire and objective developed by the author of the study, 60 students from the Dentistry course of Universidade Paulista – UNIP participated in the present study, data were cataloged through spreadsheets in Microsoft Excel 2016, from these An analysis was performed with registration through table and graphics. Results: The prevalence of vertebral algias in lumbar region (64%) was observed and it can also be concluded that the sitting position adopted by dentists is the position in which pain intensifies during the visits (68%). Final Considerations: With the present research, it was possible to observe that the sitting posture in fact generates a functional impairment, mainly in the lumbar spine, so that preventive interventions are necessary in the clinical practice of dental academics, with the intention that these lesions do not aggravate.

Keywords: Algia; Dentistry; Spine; Seated posture; Academic; Dental surgeon.

INTRODUÇÃO

A odontologia é uma profissão que exige um alto grau de concentração e precisão onde os profissionais da área devem ter boa acuidade visual, auditiva, percepção de profundidade, habilidades psicomotoras e destreza manual, bem como a habilidade em manter posturas ocupacionais por longo período de tempo (Park et al, 2015).

Posturas de trabalho ergonomicamente incorretas, repetitivas e trabalhos prolongados podem resultar em Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT), que são um dos principais fatores responsáveis pelo afastamento de odontólogos. Pesquisas anteriores demonstram, que há uma alta incidência do diagnóstico de Cervicalgia e Lombalgia entre esses profissionais (Gaowgzeh et al, 2015).

Os distúrbios musculoesqueléticos são frequentes em profissionais de odontologia, devido à postura sentada. Além disso, para melhor manuseio do seu campo de trabalho, a flexão da coluna cervical é adotada comumente, com o intuito da melhor visualização da cavidade bucal, fazendo com que o mesmo adote posturas estáticas, desconfortáveis, assimétricas e prolongadas. Dor na coluna vertebral é um fenômeno comum entre pessoas que trabalham na posição sentada (Saliba, 2016).

A qualidade da posição sentada durante o trabalho é determinada por vários fatores, entre eles a qualidade ergonômica da estação de trabalho e a eficiência de funcionamento do sistema de estabilização da coluna vertebral que é adquirido e fixado ao longo dos anos como hábito postural. O tempo de permanência é um fator importante que influencia sobre o grau de nocividade da posição sentada, além de sua baixa qualidade. Sabe-se que permanecer longo período em uma determinada posição, mesmo que satisfaça os critérios de ergonomia, deixa de ser um comportamento ergonômico (Nowotny-Czupryna et al, 2018).

A postura corporal inadequada junto com fatores como trabalho prolongado em uma posição estática por um longo período de tempo sem descanso, associado ao uso excessivo de força e ferramentas vibratórias, repetitivo trabalho e a necessidade de precisão especial em um pequeno campo de trabalho coloca dentistas em um risco muito alto de desenvolver distúrbios musculoesqueléticos (Jahanimoghadam et al, 2017).

Os cirurgiões dentistas apresentam grande incidência de afastamento do trabalho por conta de postura inadequada, associada a movimentos. O acadêmico de odontologia também está propenso a esses fatores e, somado a falta de experiência favorece a fixação de vícios posturais relacionados à profissão (Sanchez et al, 2015).

Apesar das modificações no design dos equipamentos no decorrer dos anos, os problemas associados a saúde ocupacional ainda têm ênfase na pratica odontológica (Moodley et al, 2017).

Esta pesquisa mostrou-se relevante por ser um alerta em relação aos riscos ocupacionais da odontologia, tendo em vista os altos índices de alterações posturais, dando a oportunidade ao acadêmico de corrigir essas afecções, precocemente. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo verificar a prevalência de algias vertebrais em acadêmicos do curso de odontologia, decorrente da sua postura sentada na prática de atividade clinica durante sua formação.

METODOLOGIA

Foi realizada uma pesquisa transversal de caráter analítico e exploratório, com abordagem quantitativa. A coleta de dados foi desenvolvida mediante a análise e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Paulista – UNIP, projeto: CAAE: 04586818.8.0000.5512.

A coleta foi realizada na Instituição de Ensino Superior Universidade Paulista – UNIP na Cidade de Manaus, Estado do Amazonas. A amostra foi composta pelos acadêmicos do quarto ao oitavo período do curso de Odontologia da Universidade Paulista – UNIP, que preencheram os critérios de inclusão. Foram incluídos no estudo todos os alunos do curso de odontologia que estejam realizando pratica clínica independentemente de idade, gênero ou cor.Foram excluídos da pesquisa os que não apresentaram nenhuma dor na coluna vertebral.

Para a coleta de dados foi utilizado um questionário autoaplicável com questões objetivas desenvolvido pelo autor do estudo, contendo dados sociodemográficos, que são questões referentes a idade, gênero, tempo de jornada de estágio, e também questões referentes a utilização do encosto do mocho durante os atendimentos, região da coluna vertebral em que apresenta dor, posição em que essa dor fica mais intensa e a realização de atividade física.

Com o apoio da coordenadora do curso de odontologia verificamos a disponibilidade dos alunos e a coleta foi dividida em grupos e realizada em quatro dias. Para cada grupos foi apresentado o TCLE (Termo de consentimento livre e esclarecido) detalhadamente e após, foi iniciada a aplicação do questionário, com a explicação sobre o preenchimento do mesmo.A primeira coleta foi realizada com o total de 7 alunos, que estavam presentes na clínica escola, no horário de 8:00h as 8:30h da manhã; a segunda coleta foi composta por um grupo de 23 alunos que estavam presentes na sala de aula, de 8:00h as 09:30h da manhã; a terceira coleta foi composta por 8 alunos que estavam presentes na sala de aula, das 08:00 as 08:30h da manhã; por fim a coleta do quarto e último grupo foi composta por 22 alunos de que estavam presentes na clínica escola, no horário de 08:00h as 09:00. O total de participantes na presente pesquisa foi de 60 (sessenta) acadêmicos.

Os questionários foram selecionados segundos os critérios de inclusão e exclusão, a coleta dos dados foi realizada através de planilhas no Microsoft Excel 2016, com as seguintes variáveis: Gênero, idade, altura, peso, IMC, pratica de atividade física, região da coluna vertebral em que apresenta dor, utilização do encosto do mocho, posição em que a dor se intensifica, horas de estagio por semana e dia de estagio por semana. Após o termino da coleta, foi realizado uma análise estatística e os dados foram demonstrados através de tabela e gráficos, com o intuito de caracterizar o perfil dos acadêmicos para um melhor entendimento dos resultados encontrados.

RESULTADOS

A amostra foi composta 60 acadêmicos do curso de Odontologia, no período de março a abril do ano de 2019 na Universidade Paulista – UNIP, sendo incluídos na pesquisa 83% (n=50), os quais referiram dor em alguma região da coluna vertebral, e foram excluídos da pesquisas um montante de 17% (n=10), que referiram ausência de dor, conforme apresentado no gráfico 1.

Grafico 1 – Incidência de dor

A maioria dos acadêmicos de odontologia que compuseram a amostra foram jovens com média de idade de 25 ± 5,17 anos. Além disso, a utilização do encosto do mocho demonstrou que dos 50 acadêmicos avaliados, apenas 66% utilizavam este suporte, como podemos observar na tabela 2.

GÊNERO%
Masculino1734
Feminino3366
Total50100
IDADEMDP
255.17
Total
ALTURA (m)%
1,50 – 1,60918
1,60 – 1,702142
1,70 – 1,801530
1,80 – 1,90510
Total50100
IMC%
17 – 18,4912
18,5 – 24,993162
25 – 29,991020
30 – 34,99612
35 – 39,9912
4012
Total50100
ATIVIDADE FÍSICA Masculino%
850
Feminino850
Total1630
ENCOSTO DO MOCHO Masculino%
1234
Feminino2166
Total3366
ESTÁGIOMDP
Atendimentos por dia1,20,21
Dias por semana22
Horas por semana1010
Total
Tabela 2 – Característica demográfica.

Para os voluntarios que referiram dor na coluna vertebral, foi observado que 64% referiram dor na região lombar, enquanto que 24% apresentaram dor na região cervical, seguido da região toracica 6% (n=3) e sacral com 6% (n=3). Portanto, segundo a análise dos dados, a principal região da coluna vertebral acometida por dores durante os atendimentos foi a reigão lombar, como pode-se observar no gráfico 3.

Gráfico 4 – Posição mais acometida por dores da coluna vertebral.

Em relação a posição em que as algias vertebrais se intensificam durante os atendimentos, a posição sentada teve uma prevalência de 68% (n=34), como demonstrado no gráfico 4.

Gráfico 4 – Posição em que a dor intensifica

DISCUSSÃO

No presente estudo, a prevalência de distúrbios músculos-esqueléticos nos acadêmicos de odontologia é consideravelmente alta, foi possível observar que 83% dos participantes apresentaram dor em alguma região da coluna vertebral, após a análise dos dados foi constatado que a região mais acometida foi a lombar com 64%, corroborando com a pesquisa de Gaowgzeh et al (2015), a qual demonstrou que a prevalência de distúrbios osteomusculares em cirurgiões-dentistas é elevada, principalmente nessa região, demonstrando a prevalência de lombalgia entre eles de 70%, e diante dos resultados alcançados na presente pesquisa, é possível correlacionar que esses acadêmicos estão propensos a desenvolver lombalgia, porém observou-se pouca atenção na posição ergonômica dos alunos, apenas 66% utilizam o encosto do mocho, que é de suma importância para dar apoio a coluna vertebral.

Foi possível demonstrar que a dor se intensifica durante os atendimentos quando o individuo encontra-se na postura sentada, com a prevalência de 68%, assim reafirmando a idéia do estudo de Melo et al (2011), que relacionou as algias vertebrais com a postura de trabalho do cirurgião dentista, onde seus achados encontraram a prevalência na região lombar com 55,3%, e correlacionando com a pesquisa de Vitta et al (2017) onde relata que a posição sentada por um longo período pode causar alterações em diversas estruturas, como nos discos intervertebrais, ligamentos, cápsulas articulares e músculo. Inclusive observou que a flexão do corpo diminui a curva de lordose, promovendo compressão do núcleo pulposo do disco intervertebral, e ainda a falta de movimento durante esta posição reduz o fluido do disco e diminui o suplemento de sangue para os músculos. Pode-se observar também que a flexão lombar estendida reduz a capacidade da coluna para resistir às forças que agem sobre ela e esta posição no trabalho contribui para o encurtamento de cadeia posterior, resultando em alterações biomecânicas na coluna vertebral.

Se tratando da inatividade física, que é um dos mecanismos causadores de distúrbios musculoesqueléticos, apenas 30% dos acadêmicos entrevistados relatam praticar alguma atividade física. No estudo transversal de Neto et al (2016), investigou a relação da inatividade física e a permanência na mesma postura associado ao estilo de vida do acadêmico, e detectou que há uma alta predisposição tanto para o surgimento, quanto potencialização de algias vertebrais, e justifica que a região lombar e cervical são consideradas propensas a lesões, pois são mais móveis nas curvas podem ser afetadas mais facilmente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com a presente pesquisa foi possível observar que a postura sentada de fato gera um prejuízo funcional, principalmente na coluna lombar. Partindo dos resultados alcançados, se faz necessário intervenções preventivas concebendo estrategias de saúde que visem essa população em risco, agindo na pratica clinica dos acadêmicos de odontologia, com o intuito de que essas lesões não se agravem. Dessa forma, adquirir subsídios para a elaboração de intervenções fisioterapêuticas que permitam a adequação do mobiliário utilizado por estes indivíduos, assim como, propor modificações no comportamento.

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