PERFIL DO PACIENTE INTERNADO POR EXACERBAÇÃO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

Profile of patients hospitalized for exacerbation of chronic obstructive pulmonary
disease
Helton Eckermann da Silvaa, Angélica Folleb, Gessica Fernanda Cercalb,
Marluce Franciane Hoch Rodriguesb
a Graduado em Fisioterapia na Faculdade de Ciências da Saúde de Joinville da Associação Catarinense de
Ensino, Docente do curso de Fisioterapia da Faculdade Guilherme Guimbala da Associação Catarinense de
Ensino, Especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória pela Universidade Tuiuti do Paraná, Mestrando em
Saúde e Meio Ambiente pela Universidade da região de Joinville
b Acadêmicas do Curso de Fisioterapia da Faculdade Guilherme Guimbala da Associação Catarinense de
Ensino, Joinville, Santa Catarina – Brasil.
Resumo
INTRODUÇÃO: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) compromete a qualidade de vida de
seus portadores, sendo progressiva e limitante do fluxo aéreo, geralmente relacionada ao tabagismo. O
objetivo deste trabalho foi traçar o perfil do paciente internado por exacerbação da doença.
MATERIAIS E MÉTODOS: A pesquisa foi baseada na aplicação de um questionário apresentando
uma amostra total de 20 pacientes, por um período de coletas total de 08 meses. RESULTADOS:
Observamos 84 internações por pneumopatias num período de 08 meses, destes 38% eram portadores
de DPOC. Os meses mais incidentes foram Junho/Julho de 2009 totalizando 08 entrevistas compondo
uma amostra de 55% homens e 45% mulheres. DISCUSSÃO: A predominância entre mulheres
relaciona-se com a exposição à fumaça de lenha devido às atividades femininas, porém a maior
incidência de DPOC é entre os homens devido à exposição ao tabaco, sendo o principal fator
etiológico devido as mudanças morfo-funcionais que predispõe o individuo a patologia.
CONCLUSÃO: Procurou-se analisar as características dos pacientes internados por exacerbação da
doença correlacionando com sua gravidade e sintomas.
Palavras-Chave: DPOC; Hospitalização; Perfil de saúde.
Abstract
INTRODUCTION: Chronic obstructive pulmonary disease compromises the quality of life of their
patients, being progressive and limiting airflow, usually related to smoking. The objective of this study
was to profile the patients admitted for exacerbation of the disease. MATERIALS AND METHODS:
The study was based on a questionnaire representing a sample of 20 patients, with a total collection
period of 08 months. RESULTS: We observed 84 admissions for lung issues over a period of 08
months, of these 38% had COPD. The months with more incidents were June and July of 2009,
totaling 08 interviews with a sample of 55% men and 45% women. DISCUSSION: The prevalence
among women is related to exposure to wood smoke because of women activities, but a higher
incidence of COPD among men is due to exposure to tobacco, being the main etiological factor due to
the morphological and functional changes that predispose the individual pathology. CONCLUSION:
We sought to analyze the characteristics of patients admitted for exacerbation of the disease
correlated with their severity and symptoms.
Keywords: COPD; Hospitalization; Heath Profile.
INTRODUÇÃO
As doenças respiratórias, formam uma importante causa de morbidade e morte em adultos e
crianças à nível mundial. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estas doenças
representam 8% do total de mortes em países desenvolvidos e 5% em países em
desenvolvimento (1).
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), atualmente é um problema de saúde
pública, torna-se preocupante por ser a 12ª enfermidade mundial mais prevalente no mundo e
a OMS calcula que no ano de 2020 será a quinta. A OMS responsabiliza o fumo por 80-90%
das mortes por DPOC (2,3), sendo este o principal fator etiológico; porém somente 15% dos
fumantes apresentam o fenótipo da doença, desenvolvendo-a quando somados à
suscetibilidade individual (4,5,6,7). No Brasil, a doença prevalece entre homens (70%), com
media de idade de 64 ±10 anos e 78,8% são ex-tabagistas(1).
Conforme o Ministério da Saúde (DATASUS) a DPOC foi a quinta maior causa de
internação no sistema público de saúde do Brasil em 2003 (8).
O Consenso da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, de 2004, define a
DPOC como uma enfermidade respiratória prevenível e tratável (9), progressiva e limitante
do fluxo aéreo, nem sempre reversível(10). Apresentando manifestações sistêmicas
caracterizadas pela presença de obstrução crônica do fluxo aéreo associada a uma resposta
inflamatória anormal à inalação da fumaça de cigarro(9). As exacerbações costumam consistir
em crises abruptas de dispnéia que podem ou não ser iniciadas ao esforço (10,11,12).
No Brasil, o perfil de crescimento patológico tem sido observado com base em dados
publicados pelo SUS, como no ano de 2001 que resultou em 16% no total de internações por
doenças respiratórias(1). Contudo pouco se sabe a respeito dos doentes que procuram os
serviços de atenção terciária à saúde da região de Joinville.
Este estudo teve como objetivo avaliar, através da utilização do questionário do
Projeto Platino modificado, o perfil do paciente com DPOC quando internado por
exacerbação no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (HRHDS).
MATERIAIS E MÉTODOS
O estudo foi realizado no HRHDS, localizado na cidade de Joinville, nos setores
específicos A, B, C, O e Pronto Socorro, no período de julho a dezembro de 2008, e de
fevereiro a agosto de 2009. A amostra do estudo foi composta por 20 indivíduos de ambos os
sexos e de faixa etária a partir de 55 anos, com diagnóstico de exacerbação da DPOC. A
pesquisa consistiu na aplicação do questionário do Projeto Platino (13), adaptado para 35
(trinta e cinco) perguntas e, em sua maioria, contendo subitens identificados por letras. A
aplicação do questionário, quanto ao seu tempo, não excedeu 30 (trinta) minutos em nenhuma
de suas aplicações.
A coleta de dados foi realizada 2 (duas) vezes na semana, sendo as terças-feiras com
objetivo de entrevistar os pacientes internados por exacerbação da doença durante o final de
semana, e às sextas-feiras os pacientes internados no decorrer da semana.
O Projeto PLATINO utilizou-se de um questionário com questões abertas ou fechadas
objetivando a análise do conhecimento da natureza da DPOC, noções de manejo,
sintomatologia e perfil do paciente (14). O nosso estudo utilizou o questionário do projeto
platino modificado, que foi aplicado por um entrevistador treinado onde as perguntas eram
direcionadas aos pacientes e, quando necessário, ao respectivo cuidador (acompanhante).
Foram considerados como critérios de inclusão à pesquisa os indivíduos que,
necessariamente, internaram por exacerbação da doença em algum dos setores específicos.
Em caso de pacientes impossibilitados a comunicar-se devido à alteração do nível de
consciência ou de cognição, dispnéia, ventilação mecânica, afasias e/ou incapacidade
auditiva, as perguntas, então, eram feitas aos acompanhantes ou aos cuidadores que
soubessem informar corretamente os dados solicitados e, caso contrário, os pacientes eram
excluídos da pesquisa. Os participantes da pesquisa assinaram um Termo de Consentimento
Livre e Esclarecido, sendo este aprovado pelo comitê de ética do HRHDS.
RESULTADOS
Nos 08 meses de observação e coleta de dados, compreendido entre o mês de
novembro e dezembro de 2008 e fevereiro à primeira quinzena de julho de 2009, um total de
84 pacientes pneumopatas internaram no HRHDS. Destes, 31 eram portadores de DPOC
correspondendo a 38%, e 53 apresentavam outras pneumopatias como Fibrose Cística (1%),
Tuberculose (1%), Pneumotórax (2%), Tromboembolia Pulmonar – TEP (2%), Asma (7%),
Derrame Pleural (10%), Neoplasia (14%) e Pneumonia (25%) (gráfico1).

Gráfico 1 – Freqüência de pneumopatias internadas no HRHDS nos 8
meses de coleta de dados.

Dos 31 portadores de DPOC, 20 foram entrevistados (64,51%), pois 11 atenderam aos
critérios de exclusão. No ano de 2008, dos 10 pacientes com DPOC (32,26%) internados,
apenas 07 (70%) foram entrevistados e, em 2009, dos 21 (67,74%) internados, apenas 13
pacientes (61,9%) responderam ao questionário.
O período que apresentou maior incidência de casos foi durante os meses de
junho/julho do ano de 2009, totalizando 08 entrevistas.
A amostra de entrevistados foi composta por 55% do sexo masculino e 45% do sexo
feminino, com média de idade de 66 ±11,1 anos. Dos pacientes participantes da pesquisa 55%
eram analfabetos ou concluíram o ensino primário e/ou secundário; 25% concluíram o
segundo grau; 5% cursaram ensino superior; e 10% não souberam responder.
Nas questões relacionadas ao sintoma de tosse, 70% apresentavam o sintoma sem estar
resfriado; 56,3% relataram não apresentar tosse todos os dias; 66,7% a maioria dos dias, por
no mínimo três meses a cada ano; e 54,2% relataram presença de tosse por mais de 5 anos.
Em relação à presença de catarro, 65% apresentavam o sintoma sem estar resfriado;
60% apresentaram catarro todos os dias ou na maioria dos dias; 75% na maioria dos dias, no
mínimo três meses a cada ano; e 58,3% apresentavam catarro por mais de 5 anos.
Quanto ao chiado no peito, 90% apresentaram o sintoma nos últimos 12 meses, destes,
72% tinham chiado no peito na presença de resfriados; 94% apresentavam crises com falta de
ar.
No sintoma de dispnéia, 50% dos entrevistados disseram que a falta de ar é tão forte
que não os deixam sair de casa ou trocar de roupa; 35% necessitavam parar de andar no solo
plano para puxar o ar após 100 metros ou alguns minutos; os 15% restantes necessitavam
andar mais devagar que pessoas da sua idade pela falta de ar (gráfico 2).

Em relação ao conhecimento da doença através de informações médicas, 65% dos
pacientes disseram não ter enfisema pulmonar; 70% negaram bronquite crônica; e 75%
relatam não ter DPOC.
Quanto à exposição a poluentes ambientais como o tabagismo, 35% relataram fumar
atualmente, tendo início do tabagismo em média aos 14,2 ±4 anos; a média de cigarros
consumidos foi de 15,7 unidades ao dia, sendo 71,4% cigarros industrializados com filtro.
Dos fumantes atuais, 12,5% ainda fumam cachimbo ou charuto, e 33,3% alguma vez na vida
fumaram cachimbo ou charuto.
Dos 65% de entrevistados que relataram não fumar atualmente, 92,3% alguma vez na
vida fumaram cigarro, iniciando, em média, aos 15,9 ±4,3 anos e com cessação aos 51 ±11,5
anos, consumindo 12,2 unidades ao dia, 60% industrializados e com filtro.
Sobre a exposição ocupacional, 80% dos pacientes alguma vez na vida trabalharam
com poeira ou pó, em média durante 21,1 ±22,6 anos.
Dos pacientes entrevistados, 60% responderam não morar com alguém que fume
cigarro, cachimbo ou charuto em sua casa atualmente.
Quanto a utilização de fogão com carvão para cozinhar alimentos, 20% relataram
utilizá-lo em média durante 25,7 ±14,7 anos, estando perto do fogão 7 ±7 horas por dia, e
25% relataram não possuir chaminé neste fogão. Atualmente, 100% dos entrevistados não
utilizam mais fogão com carvão para cozinhar alimentos. Como forma de aquecer a casa,
17,6% afirmaram usar fogão com carvão para este fim, totalizando 21,6 ±14,4 anos de
utilização, e 25% ainda o utilizam desta forma. Os entrevistados permaneciam, em média,
196,6 ±105 dias por ano próximo à fonte de aquecimento.
A utilização, por mais de 6 meses durante toda a vida, de madeira, lenha, esterco,
sabugo de milho, palha ou folha como combustível de fogão para cozimento de alimentos foi
relatada por 36,8% dos indivíduos. Em média, 41,4 ±24 anos foram utilizados este tipo de
combustível estando, o entrevistado, 6,2 ±4,4 horas próximo ao fogão; 57,1% ainda utilizam
este tipo de fogão para cozinhar alimentos. A utilização deste fogão como forma de
aquecimento da casa foi relatada por 6,67% dos entrevistados, sendo utilizado durante 5 anos;
e 100% destes, ainda utilizavam esta forma de aquecimento (gráfico 3).
No que diz respeito a outras co-morbidades, 50% dos entrevistados possuíam doenças
do coração; 45% eram hipertensos; 20% eram diabéticos; 10% haviam tido AVC (Acidente
Vascular Cerebral); 15% tiveram tuberculose; e 26,3% tinham gastrite ou úlcera, podendo, o
paciente, apresentar uma ou mais patologias associadas.


DISCUSSÃO
Observamos que a maior incidência de internações se deu nos meses de junho e julho,
ou seja, no inverno (14,15,16,17), sendo a predominância de pacientes do sexo feminino
expostos à fumaça de lenha já esperada, pois a exposição doméstica se faz especialmente
durante o cozimento de alimentos, atividade tradicionalmente feminina (18,8,19). As
mulheres expostas a fumaça de lenha têm uma possibilidade de desenvolver sintomas
respiratórios maior que as mulheres fumantes e não expostas a fumaça de lenha (9), pois este
tipo de combustível é um importante fator patológico para o desenvolvimento da DPOC (10).
Porém, a incidência da DPOC ainda é maior em homens que em mulheres, e aumenta
acentuadamente com a idade, principalmente entre aqueles acima de 65 anos, devido ao
próprio envelhecimento da população, a maior prevalência e tempo de exposição ao
tabagismo, e maior exposição ocupacional (areia e pó) com o passar dos anos (10,15,20). O
tabagismo é o principal fator etiológico para o desenvolvimento da doença, pois provoca
mudanças morfo-funcionais que predispõem a esta patologia (1,21,22,23).
Em um estudo de seis anos na cidade de São Paulo, a morbidade respiratória mais
freqüente nos hospitais foi a pneumonia, contudo, apresentando uma tendência decrescente
em relação à DPOC e Asma (1). Este comportamento epidemiológico também foi observado
no HRHDS, onde a frequência de DPOC superou as internações por pneumonias.
As doenças mais frequentemente associadas com a DPOC encontradas na amostra de
pacientes foram cardiopatias e hipertensão arterial, seguidas de gastrite/ úlcera e diabetes,
podendo estar relacionadas diretamente ao uso crônico de corticóides sistêmicos (10) usados
no tratamento dos sintomas da DPOC, e ao tabagismo, que é um comum fator de risco entre
algumas destas patologias.
CONCLUSÃO
Este trabalho procurou analisar as características principais dos pacientes internados
por exacerbação da DPOC, sendo esta uma doença incapacitante, grave, progressiva e
silenciosa (16,24). A doença é a maior causa de morbidade em idosos (25), ocasionando
queda na qualidade de vida; os aspectos variam como a sensação da dispnéia, intolerância ao
exercício, freqüência de tosse e a gravidade da patologia que associa-se à ansiedade e à
depressão (26,27). Esta nomenclatura é utilizada para diagnosticar bronquite crônica e
enfisema pulmonar, sendo correlacionada a exposição à combustíveis domiciliares (carvão e
lenha), à poeira, e à produtos industriais e ao tabagismo.
O perfil encontrado foi de homens, acima de 60 anos, com início do tabagismo
aproximadamente aos 14 anos, fumando menos de uma carteira de cigarro por dia e com
baixo nível de escolaridade. A maioria era ex-tabagista, com história de exposição ao forno a
lenha para cozinhar, e exposição ocupacional à poeira ou pó. Os mais freqüentes sintomas,
sem presença de resfriado, foram crise de chiado no peito com falta de ar, e dispnéia
incapacitante, comprometendo os cuidados pessoais.
O consumo tabágico é, comprovadamente, a principal causa da doença. No Brasil,
32% da população adulta é fumante, estima-se que cerca de 15% dos fumantes de 1 maço/dia
e 25% dos fumante de 2 maço/dia terão DPOC futuramente se mantiverem este mau-hábito
(28); a fumaça inalada somada a quadros infecciosos em indivíduos suscetíveis resulta no
observável quadro de injúria pulmonar (29,30).
Todavia, a DPOC pode ser prevenida a partir da interrupção precoce do fumo através
de um esforço mundial no combate à doença; portanto mais estudos e treinamento devem ser
realizados com objetivo de prevenir, tratar e combater a DPOC (10,21) afinal, indivíduos que
cessam o fumo tem melhora da função pulmonar maior do que aqueles que se abstêm por um
período, recuperando-se ainda melhor que os fumantes contínuos (31).
Tendo em vista o número de fumantes atuais (35%), o não conhecimento da doença
por grande parte dos pacientes (75%) e a história de exposição ocupacional deletéria da
função pulmonar (80%), destaca-se a necessidade de programas educacionais de cessação do
tabagismo, noções sobre a doença e auto-manejo durante as internações dos pacientes e um
programa mais atento de vigilância ocupacional para um efetivo controle e prevenção da
doença.
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