OS EFEITOS DA HIDROTERAPIA NO TRATAMENTO DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

IGOR JUNIO PEREIRA SANTOS

Trabalho de Conclusão do Curso de Fisioterapia, Uninassau, para obtenção do título de Fisioterapeuta.
Orientador: Prof. Francisco Carlos Santos Cerqueira.

Prof. Francisco Carlos Santos Cerqueira.

DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho aos meus pais Igor de Souza Santos e Leonildes de Souza Pereira que foram meus alicerces durante toda minha vida.
OBRIGADO.

AGRADECIMENTO

Dedico este trabalho, em primeiro lugar, a Deus que me deu saúde e forças para superar todos os momentos difíceis com os quais me deparei ao longo de toda essa graduação; ao meu grande e amado amigo Rogerio Genicio Lucena Junior e à minha mãe Leonildes de Souza Pereira, por todo o suporte e por serem essenciais à minha vida; à toda minha família e aos meus amigos por terem me incentivado a ser uma pessoa melhor e nunca desistir dos meus sonhos; ao meu pai e aos meus irmãos pela atenção e incentivo dedicados quando sempre precisei; ao meu professor orientador Francisco Carlos Santos Cerqueira pelas valiosas contribuições dadas durante todo o processo e a todos os meus amigos e colegas do Curso de Graduação que compartilharam dos inúmeros desafios que enfrentamos.

EPÍGRAFE
“Quem não senta para aprender não pode levantar para ensinar.”
Paulo Freire

RESUMO

O artigo trata de verificar os efeitos dos exercícios realizados, na água, em pacientes com ELA. Método. Foi realizado um levantamento bibliográfico, incluindo artigos sobre exercícios realizados em água, de todos os tipos de estudos realizados em humanos com ELA e sem restrição de período. Resultados. Cinco artigos foram incluídos e demonstraram que os exercícios têm efeitos positivos para pacientes com ELA, se ministrados de forma moderada e com ausência de fadiga. Conclusão. A administração de exercícios em pacientes com ELA merece consideração, embora a limitação no tamanho das amostras não garanta de forma conclusiva que a aplicação de qualquer um desses exercícios em outros pacientes com ELA terá o mesmo resultado, havendo pouca evidência científica encontrada na literatura sobre fisioterapia em ELA. Sugere-se que estudos com amostras maiores sejam realizados, os quais possam ou não colaborar com os achados na referida revisão.

Palavras-chaves: (Esclerose Lateral Amiotrófica, Hidroterapia, Reabilitação)

ABSTRACT

Objective. Check the effects of exercises performed on water in patients with ALS. Method. A bibliographic survey was carried out, including articles on exercises performed in water, of all types of studies conducted in humans with ASL and without period restriction. Results. Five articles were included and demonstrated that the exercises have positive effects for patients with ASL, if given moderately and with no fatigue. Conclusion. The administration of exercises in patients with ALS deserves consideration, although the limitation in sample size does not conclusively guarantee that the application of any of these exercises in other patients with ALS will have the same result, with little scientific evidence found in the literature on ALS physiotherapy. It is suggested that studies with larger samples be performed, which may or may not collaborate with the findings in this review.

Keywords: (Amyotrophic Lateral Sclerosis, Hydrotherapy, Rehabilitation)

1. INTRODUÇÃO

A esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa, que se manifesta de forma rápida e progressiva principalmente, pela degeneração do neurônio motor superior e inferior. Observa-se entre dois e 16 novos casos a cada 100 mil pessoas1, paralisando todos os músculos do corpo, e com isso comprometendo sua motricidade dos membros, a fala, a deglutição e até mesmo de forma severa, sua respiração.

Com o objetivo de minimizar os sintomas que são causados pela ELA, a fisioterapia é um dos recursos mais utilizados no tratamento e juntamente com uma equipe multidisciplinar visa à melhora da qualidade de vida de seus pacientes.

Por ser uma ameaça a vida desses pacientes, a ELA ainda é um objeto de estudo sendo multifatorial e depende de apresentação clínica, taxa de progressão da doença, insuficiência respiratória precoce e estado nutricional.

A disfagia é um dos sintomas mais frequentes na ELA, pois os núcleos motores dos pares cranianos IX, X, XI e XII e o trato corticobulbar sofrem degeneração progressiva, ocasionando diminuição de força e atrofia dos músculos responsáveis pela deglutição5.

Mesmo tendo a fisioterapia aquática como um recurso, dificilmente ele irá fazer parte do tratamento, pois não há estudos suficiente que comprovem a eficácia de sua influência no que diz respeito a melhora do quadro desses pacientes.

O objetivo deste estudo foi avaliar um programa de hidroterapia para identificar os benefícios e tentar manter o máximo de tempo possível a qualidade de vida desses pacientes através da terapia aquática e verificar a eficácia no que diz respeito a retardação dos sinais e sequelas da ELA. Buscar através dessa intervenção um bom prognóstico para esses pacientes portadores de ELA tirando proveito da sensação de bem estar que a água provoca nas pessoas de forma geral. A Hidroterapia é uma forma de terapia realizada por um fisioterapeuta aquático especializado em piscina aquecida.

A piscina terapêutica tem de ser adaptada com rampas, escadas, corrimões com profundidades diferentes, assim como uma boa acessibilidade para os pacientes portadores de necessidades especiais. A água proporciona efeitos físicos que favorecem o tratamento em vários aspectos: a flutuação que auxilia a dar uma maior amplitude de movimentos, o empuxo que proporciona menor resistência aos movimentos, a pressão hidrostática que atua por igual em todas as partes do corpo e auxilia a sustentação do mesmo em diversas posições e ajuda a drenar edemas, assim como o calor que proporciona efeitos fisiológicos favoráveis aos objetivos.

Na ELA o fisioterapeuta tem que trabalhar em parceria com o médico, a equipe da fisioterapia respiratória para monitoração da capacidade vital dos pacientes e a equipe de nutrição para monitorar possível quadro de desnutrição.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 NEURÔNIO MOTOR

O neurônio motor é caracterizado pela distribuição na área anterior da medula e tronco cerebral, neurônio motor realiza a importante tarefa de interligar os impulsos de origem do sistema nervoso central a atividade muscular. Para tal o neurônio motor necessita de uma estrutura aprimorada com alta atividade metabólica, formada por um corpo celular, axônio extenso com ramificações dendríticas frequentes, apoiados por um citoesqueleto e porção terminal integrado a junção neuromuscular e músculo esquelético6.

A produção de enzimas e outras proteínas ocorre devido à alta taxa oxidativa mitocondrial do corpo celular, as enzimas e proteínas possuem o papel de manter a integridade funcional, eliminar resíduos nocivos a célula, garantir um transporte axonal adequado através da estruturação do exoesqueleto, o que assegura a proteção dos neurônios causadas por um estresse metabólico7.

As doenças que afetam o neurônio moto são identificadas por serem responsáveis pela causa de apoptose neural, dano na estrutura funcional celular, pode ser causado tanto por alterações do DNA ou por algum tipo de estresse funcional, ou ainda por necrose com agressão direta ao neurônio motor, como ocorre em casos de poliomielite. A doença do neurônio motor, abrange diversas síndromes como: Esclerose Lateral Amiotrófica, Atrofia Muscular Progressiva, Esclerose Lateral Primária, Paralisia Bulbar Progressiva8.

2.2 ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), foi diagnosticada pela primeira vez em 1941, por um neurologista francês Jean-Martin Charcot, a doença foi descrita pela primeira vez em um jogador americano de baseball. Os pacientes com essa doença neurodegenerativa apresentam envolvimento do trato corticoespinhal e de neurônios motores de nervos cranianos bulbares.

A Esclerose lateral amiotrófica é uma doença que tem como principal característica a falta de força muscular, a doença de origem neurológica atua de forma progressiva nos grupos musculares causando fraqueza muscular, podendo ainda afetar os músculos respiratórios9.

A doença causa paralisia motora irreversível, limitando os indivíduos acometidos por essa moléstia, além de afetar a capacidade de realização de tarefas cotidianas, a ELA diminui a força muscular de músculos vitais para a sobrevivência dessas pessoas. A doença restringe o movimento tanto de membros inferiores quanto em membros superiores, os pacientes acometidos por ELA possuem uma expectativa de vida baixa, sofrendo de morte precoce10.

A insuficiência respiratória é a principal causa da morte em pacientes diagnosticados com Esclerose Lateral Amiotrófica, uma vez que a função dos músculos respiratórios é imprescindível para a qualidade de vida e sobrevida desses pacientes11.

Pacientes que recebem o diagnóstico de ELA, possuem a sobrevida entre três a cinco anos, podendo chegar a uma sobrevida com dez anos ou mais, contudo apenas 15% das pessoas com ELA chegam a essa expectativa de vida. A doença é causada por hereditariedade autossômica, infecções virais, atividade física intensa, AIDS, contanto com metais pesados como mercúrio e chumbo, e consumo de Glutamato que leva a morte de neurônios motores12. A doença ainda não possui cura, seu tratamento visa proporcionar ao paciente uma melhor qualidade de vida. Os pacientes precisam de cuidados específicos e intervenções fisioterapêutica com intuito de retardar a progressão da doença, e prover um alívio dos sintomas da ELA.

2.3 HIDROTERAPIA

A hidroterapia é um tratamento fisioterápico que apresenta inúmeros benefícios no tratamento de doenças motoras, possibilitando a seus participantes autonomia e liberdade, ao realizar exercícios de amplitude de movimento, e exercícios que possuem uma maior dificuldade no solo, logo a hidroterapia possui uma quebra de barreiras impostas por alguma patologia, durante o tempo de imersão em água aquecida13.

A terapia fisioterápica quando ocorre em ambiente aquático, visa tornar o paciente mais funcional proporcionando um maior grau de liberdade, o que em algumas patologias não é possível com tratamentos fisioterápicos convencionais. A hidroterapia fornece um aumento de autoestima, facilitando a recuperação funcional, crescendo a habilidade do paciente em realizar diversos exercícios12, 13.

Cada exercício é planejado e aplicado conforme o estágio da patologia e obedece à resistência física do paciente. A hidroterapia utiliza flutuadores para facilitar locomoção do paciente, utiliza ainda halteres de MMII e MMSS, E com baixa resistência e tensores de baixa resistência14.

2.4ANÁLISE, DISCUSSÃO E RESULTADOS

A doença Esclerose Lateral Amiotrófica no seu estágio inicial bulbar, os indivíduos nesse estágio da doença apresentavam o quadro clínico de disartria, disfagia ou ambos, apresentando paralisia do primeiro neurônio motor e também o segundo neurônio motor e em alguns casos os dois neurônios motores, a forma bulbar da doença é caracterizada por apresentar falta de força muscular na face e fascilulações da língua. A condição provocada pelo ELA torna os indivíduos dependentes para realizar tarefas simples do cotidiano, provocando uma situação de depressão e incapacidade, o indivíduo com ELA se vê aprisionado em seu próprio corpo. Esses comprometimentos ocorrem em um período relativamente curto. Os pacientes com ELA relatam que suas maiores dificuldades são a manipulação de roupa de cama, lentidão na marcha e dificuldades para subir escadas e superfícies. Os pacientes com ELA evoluem progressivamente com quadro de fraqueza muscular e fadiga, apresentando falta de condicionamento físico, dificuldade de mobilidade até a imobilidade15.

Com a evolução do quadro clínico e sintomas do ELA se torna necessário a dependência do suporte ventilatório que geralmente ocorre em um período de dois a quatro anos, dos sintomas iniciais. Uma vez que os músculos respiratórios são comprometidos os pacientes portadores de ELA, demonstram alterações pulmonares, com relativo decaimento de capacidade vital e do volume corrente, que resulta em insuficiência respiratória crônica16.

Conforme Teixeira [16], hidroterapia oferece vários benefícios a pacientes com ELA, ou para qualquer paciente com enfermidade do neurônio motor, entre os benefícios da hidroterapia, destacam-se manutenção da força muscular, trabalhar habilidades motoras finas, conscientização corporal e entendimento espacial, prevenção de deformidades e manutenção de amplitude de movimento, manutenção de amplitude de movimento, manutenção das atividades funcionais, manutenção da capacidade vital, e auxilia no equilíbrio.

Para De Souza [17] a hidroterapia fornece a esses pacientes uma estimulação tátil, sensorial global, auditivo, visual, vestibular e proprioceptivo. A técnica fornece uma facilitação muscular necessária para o desenvolvimento das habilidades funcionais específicas, o autor afirma que o profissional de fisioterapia deve se atentar a fase que seu paciente se encontra para adequar e manter condutas durante a evolução da doença, e a progressão da ELA. Contudo apesar dos pacientes apresentarem fadiga muscular é de extrema necessidade a reabilitação física, entre as técnicas de intervenção fisioterapêutica.

Um programa hidroterápico irá variar conforme a condição física do paciente, a elaboração de um programa de exercícios deverá, ser realizada em conjunto com outros profissionais de saúde.

Muniz [13] em seu trabalho elaborou um programa de hidroterapia que em conjunto com outros profissionais consistia, em uma postura sentada, o paciente realizaria uma conscientização corporal e alinhamento postural, contendo efeito metacêntrico e sem efeito metacêntrico. Foi realizado também turbulência tanto anterior quanto posterior em um período de 10 minutos, facilitação neuromuscular proprioceptiva em membros superiores nas diagonais funcionas realizado em um período de 10 minutos. Ainda se realizou exercícios ativos livres com velocidade suportada pelo paciente em período de 10 minutos, controle respiratório oral e nasal em um período de cinco minutos, flutuação realizando um relaxamento com mobilização de tórax por um tempo de 5 minutos.

3. CONCLUSÃO

Com base na literatura, concluiu-se que a fisioterapia, como um tratamento auxiliar, busca melhorar a qualidade de vida, amenizar a perda de funcionalidade, do sofrimento, bem como da manifestação de complicações, e aumentar a sobrevida dos acometidos pela ELA. Contudo, é importante ressaltar que o desempenho de qualquer conduta fisioterapêutica depende da fase da doença. Quanto mais precoce o paciente for encaminhado, melhor o seu prognóstico fisioterapêutico.

Atualmente, existem poucos estudos que relacionam a fisioterapia à ELA com a finalidade de apontar alternativas de tratamento e verificar as já realizadas. Nesta ótica, a criação de novos procedimentos oferece novas possibilidades aos portadores da ELA. Considerando que a ELA é uma doença degenerativa de rápida progressão, que não possui cura, este estudo ratifica que a terapia aquática, possibilita resultados significantes aos pacientes nos aspectos qualidade de vida, funcionalidade, força muscular, fadiga e dor.

Trata-se de um eficiente recurso terapêutico para o tratamento dos pacientes com ELA, vale ressaltar que o fisioterapeuta tem importante o importante papel nesse tipo de tratamento

que depende muito da individualidade de cada paciente, suas dificuldades e a vontade de realizar a terapia, por isso o profissional precisa estar atento, aos cuidados durante a realização, bem como as reações adversas que podem vir a surgir, identificando as dificuldades do paciente, como por exemplo um nível de dor. A terapia deve ser um momento em que o paciente enxerga como uma oportunidade de melhora de sua condição, por isso o fisioterapeuta deve ser o principal motivador para a realização, deixando claro a todos os envolvidos as etapas do tratamento.

Contudo este campo de pesquisa da hidroterapia ainda necessita de estudos científicos, que ressalte ainda mais a importância de futuras pesquisas com maior número amostral e com metodologias que investiguem com mais detalhes os fenômenos biológicos possivelmente advindos da aplicação das técnicas fisioterapêuticas em pacientes com ELA, para que se possa determinar as reais vantagens dessa técnica, podendo ser ampliada para o tratamento de outras patologias que afetam a capacidade motora.

4. TABELAS E FIGURAS

Figura 1 – Realização da terapia aquática
Fonte: Durán

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 Logroscino G, Traynor BJ, Hardiman O, Chiò A, Mitchell D, Swingler RJ et al. Incidence of amyotrophic lateral sclerosis in Europe. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2010;81(4):385-90.

2 Van den Berg JP, Kalmijn S, Lindeman E, Veldink JH, de Visser M, Van der Graa MM, et al. Multidisciplinary ALS care improves quality of life in patients with ALS. Neurology 2005; 65:1264-7.

3 Bertorini TE (ed.). Clinical evaluation and diagnostic tests for neuromuscular disorders. Woburn: Butterworth-Heinemann; 2002, p. 50-53

4 Kiernan MC, Vucic S, Cheah BC, Turner MR, Eisen A, Hardiman O, et al. Amyotrophic lateral sclerosis. Lancet. 2011; 377 (9769): 942-55.

5 Fattori B, Grosso M, Bongioanni P, Nacci A, Cristofani R, AlSharif A, et al. Assessment of swallowing by oropharyngoesophageal scintilography in patients with amyotrophic lateral sclerosis. Dysphagia. 2006; 21(4): 280-6.

6 Brandão BC, Galdino AS, Lourenção LG, Trindade GS, Silva MAOM, Silva RG. Correlação entre funcionalidade bulbar e penetração e/ou aspiração laringotraqueal na doença do neurônio motor. CoDAS[Internet]. 2018 [2020 out 09]; 30 (1): e20170056. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S231717822018000100310&lng=en

7 Pereira MAR. Demência frontotemporal em doenças do neurónio motor [Dissertação]. Covilhã (BA): Universidade da Beira do Interior; 2018.

8 Orsini M, Lopes M, Bastos V, Teixeira S, Freitas M, Sant’ Anna JM. Exercício resistido na doença do neurônio motor. Fisioterapia Brasil. 2018; 19 (2): 127-128.

9 Costa TDC. Cuidados paliativos ao paciente com esclerose lateral amiotrófica: vivência de fisioterapeutas no âmbito hospitalar [Monografia]. João Pessoa (PB): UFPB; 2018.

10Junior EL, Teo ZG, Proner JA, Baptistella AR, Kroth A, Firmiano CM. Fisioterapia respiratória na esclerose lateral amiotrófica. FAAE [Internet]. 13º de maio de 2016 [citado 10 de out. 2020]; 63-8. Disponível em: https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/fisioterapiaemacao/article/view/10240.

11 Bertazzi RN, Martins FR, Saade SZZ, Guedes VR. Esclerose lateral amiotrófica. Revista de Patologia do Tocantins. 2017; 4 (3): 54-65.

12 Caromano FM. Princípios físicos que fundamentam a hidroterapia. Fisioterapia Brasil. 2019; 3 (6): 394-402.

13 Muniz DP. A hidroterapia como recurso fisioterapêutico aos portadores da esclerose lateral amiotrófica [Monografia]. Lajes (MG): Unifacvest; 2019

14 Souza SP, Salvador GVD, Picinini AM, Anjos MCM. Relato de experiência na fisioterapia neurológica em paciente com suspeita de esclerose lateral amiotrófica com degeneração bulbar. In: Congresso Nacional de Políticas Públicas em Saúde em defesa do sistema universal de saúde; 2017; Chapeco: UFRR.

15 Araújo DS. Efeitos da fisioterapia aquática no tratamento da esclerose lateral amiotrófica. Fisioterapia Brasil. 2018; 19 (5): 170-175.

16 Teixeira, ÁH. Benefícios da fisioterapia motora em pacientes com esclerose lateral amiotrófica. Amazônia: science & health. 2018; 6 (4).

17 De Sousa LP. Importância da fisioterapia respiratória na manutenção da qualidade de vida de pacientes com esclerose lateral amiotrófica-um relato de experiência. Cadernos de educação, saúde e fisioterapia. 2018; 5 (10).

18Durán MA. ELA na piscina. 2020. [02:40, 10/10/2020]. Disponível em: https://marciaortiz.com.br/2016/03/12/esclerose-lateral-amiotrofica/.

6. LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Realização da terapia aquática ……………………………………………………………………….09

7. LISTA DE ABREVIATURAS

ELA: Esclerose Lateral Amiotrófica

AIDS: Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

DNA: Ácido Desoxirribonucleico

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