OS BENEFÍCIOS DA HIDROTERAPIA NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA – REVISÃO INTEGRATIVA

Danielle Cristina de Oliveira Rodrigues¹; Gabriela Nayara Rosa Franco²; Alina Silva de Holanda³; Yara Pereira Cavalcente4; Barbara de Faria Cavalcante5; Clodoaldo Bevilaqua de França6.

¹Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Lucas Afya-UniISL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: cdanielle551@gmail.com
²Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Lucas Afya-UniSL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: gabriela_proview@hotmail.com
³Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Lucas Afya-UniSL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: alinaholanda.ash@gmail.com
4Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Lucas Afya-UniISL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: yaracavalcante@ymail.com
5Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Lucas Afya-UniISL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: barbara-cavalcanti@hotmail.com
6Fisioterapeuta, docente do Centro Universitário São Lucas Afya-UniSL, Ji-Paraná/RO, Brasil, email: clodoaldo77@hotmail.com


RESUMO: A fibromialgia é uma doença caracterizada por dor musculoesquelética crônica e difusa pelo corpo, sensibilidade em, no mínimo 11 dos 18 pontos, denominados tender points e associada, na maioria dos casos, a rigidez, distúrbios do sono e alterações de caráter psicológico. Sua etiologia é desconhecida, predominante em mulheres. Não existe um tratamento específico para a fibromialgia, gerando um desafio para profissionais da área da saúde. A hidroterapia é uma das intervenções utilizadas para o tratamento da fibromialgia, os efeitos dos princípios físicos da água combinada ao efeito fisiológico do exercício trazem benefícios para os pacientes fibromiálgicos. O objetivo geral desse estudo é verificar a eficácia da hidroterapia na redução do quadro álgico e na sintomatologia de pacientes fibromialgicos, através de uma revisão bibliográfica. Para o desenvolvimento desta pesquisa efetuou-se uma revisão integrativa da literatura. O levantamento de artigos foi realizado nos principais periódicos indexados nas bases de dados: Google Acadêmico, SciELO, ScienceDirect e SpringerLink e Pubmed utilizando-se os descritores: hidroterapia, fibromialgia, fisioterapia. Entre os anos de 1998 a 2018. Conclui-se que a pratica da hidroterapia influencia positivamente na melhora da dor, qualidade de vida e outras sintomatologias da fibromialgia.

ABSTRACT: Fibromyalgia is a disease characterized by chronic musculoskeletal pain

and diffuse throughout the body, sensitivity in at least 11 of the 18 points, called tender points and associated in most cases, stiffness, sleep disorders and psychological changes. Your etiology is unknown,it is predominant in women. There is no specific treatment for fibromyalgia, creating a challenge for health professionals. Hydrotherapy is one of the selected ones used as treatment of fibromyalgia, the effects of the physical principles of water combined with the physiological effect of exercise brings benefits to fibromyalgia patients. The general objective of this study is to verify the effectiveness of hydrotherapy in reducing pain and the symptoms of fibromyalgia patients, through a literature review. For the development of this research, an integrative literature review was carried out. The survey of articles was carried out in the main journals indexed in the databases: Google Scholar, SciELO, ScienceDirect and SpringerLink and Pubmed using the descriptors: hydrotherapy, fibromyalgia, physiotherapy. between the years 1998 to 2018.
Concludes that the practice of hydrotherapy positively influences the improvement of pain, quality of life and other symptoms of fibromyalgia.

Keywords: Fibromyalgia, Hydrotherapy, Physiotherapy.

1. INTRODUÇÃO

A Organização Mundial de Saúde (OMS), define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidade. Com isso, tornou-se importante para o tratamento de qualquer patologia, determinar o impacto físico, social e psicológico que ela impõe na vida do paciente. A Fibromialgia acomete em especial mulheres entre 35 e 55 anos, ou seja, na faixa etária de plena atividade física, social e profissional. A dificuldade em manter essas atividades pode acarretar problemas psicossociais importantes. (SALVADOR et al., 2005)

A Fibromialgia é uma síndrome reumatológica de etiologia desconhecida, que acomete preferencialmente as mulheres. Cujo quadro é caracterizado por dor musculoesquelética crônica e difusa pelo corpo, sensibilidade em, no mínimo 11 dos 18 pontos, denominados tender points e associada, na maioria dos casos, a rigidez, distúrbios do sono e alterações de caráter psicológico. (PROVENZA et al., 2005).

Há estudos na literatura que referem fatores psicossociais influenciando na gravidade dos sintomas da síndrome da fibromialgia que, num mecanismo de círculo vicioso, geram incapacidade funcional, alterações psicológicas e afetivas em graus variáveis. Frequentemente são associados sintomas como insônia crônica, sono não restaurador, fadiga crônica, dor de cabeça e distúrbios psiquiátricos os quais, adicionados aos outros sintomas, causam grande comprometimento na qualidade de vida destes pacientes. (ROSSINI, 2002; MARTINEZ, 1998)

Entretanto, outros estudos clínicos mostraram que distúrbios do sono estão intimamente ligados a sintomas somáticos dos pacientes com fibromialgia e não à sua personalidade. Rossini (2002) descreve a fibromialgia como síndrome do sono não reparador e propõe que ela é resultado de ritmos biológicos alterados. Martinez (1998) ressalta que nenhum defeito muscular global foi demonstrado nestes pacientes, e sugere a combinação entre micro trauma muscular e distúrbios do sono como fatores etiológicos da fibromialgia.

Além disso, sintomas como a parestesia, dificuldade de memorização, palpitação, tontura, sensação de edema, dor torácica, cefaléia crônica, ansiedade, depressão, irritabilidade, zumbido, epigastralgia, dispnéia, náusea, dificuldade de digestão, fenômeno de Raynauld, dismenorréia e síndrome do cólon irritável, são frequentemente associados com a fibromialgia. (FERREIRA, 2006)

O impacto da fibromialgia na qualidade de vida e na função física é significativo, quando comparado com outras doenças reumáticas. Mais de 30% dos pacientes tem necessidade de trabalhar por períodos menores ou ter um trabalho que tenha pouca demanda física, devido o nível da dor ser tão intenso (DALL´AGNOL et al., 2009; MARQUES et al., 2001).

Em geral os pacientes com Fibromialgia têm dificuldade para localizar e definir o tipo da dor, muitas vezes apontando sítios peri-articulares, sem especificar se a origem é muscular, óssea ou articular. Podendo definir como queimação, pontada, peso, “tipo cansaço” ou como uma contusão. E comum a referência de agravamento pelo frio, umidade, mudança climática, tensão emocional ou por esforço físico. (PROVENZA, et al., 2005).

Atualmente a fisioterapia visa a redução dos sintomas possibilitando ao paciente maior tolerância ao desconforto e as limitações causadas pela dor, assim como melhorar e promover a manutenção das Atividades de Vida Diária e Atividades de Vida Profissional (BARROS, 2014).

O termo Hidroterapia significa toda a aplicação externa de água com finalidade terapêutica e é um recurso que tem se mostrado muito eficiente no tratamento de diversas patologias. Alguns dos principais efeitos terapêuticos da água são o relaxamento muscular pela redução da tensão, a diminuição dos espasmos musculares pela temperatura aquecida da água a redução da sensibilidade à dor e ainda a facilitação dos movimentos articulares. (CANDELORO et al., SALVADOR et al., 2005)

A hidroterapia é um dos métodos terapêuticos mais usados para o tratamento dos fibromialgicos. Pois se trata de uma abordagem terapêutica abrangente, utilizando os exercícios realizando a imersão do corpo em agua aquecida. (BASTOS, et al., 2003)

O tratamento hidroterápico utiliza-se dos efeitos físicos, fisiológicos e cinesiológicos da agua, mantendo e/ou ganhando mobilidade e força muscular, prevenindo a instalação da fraqueza por desuso e as alterações das relações de comprimento e tensão da musculatura, impedindo assim, a perda da função. (BIASOLI e MACHADO, 2006; BIEZUS, 2004; FRANZEN, et al., 2004; CUNHA, et al., 2003)

Visto que a fibromialgia pode causar limitações à capacidade funcional dos indivíduos o objetivo geral desse estudo é verificar a eficácia da hidroterapia na redução do quadro álgico e na sintomatologia de pacientes fibromialgicos, através de uma revisão bibliográfica.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

Para o desenvolvimento desta pesquisa efetuou-se uma revisão integrativa da literatura. As fases da revisão integrativa foram: definição do tema, critérios para a seleção dos estudos, pesquisa e avaliação dos dados, interpretação dos resultados e produção da revisão. O levantamento de artigos foi realizado nos principais periódicos indexados nas bases de dados: Google Acadêmico, SciELO, ScienceDirect e SpringerLink e Pubmed utilizando-se os descritores: hidroterapia, fibromialgia, fisioterapia. Os critérios de inclusão para a seleção do estudo foram: artigos científicos, incluindo ensaios originais e revisões, disponíveis eletronicamente, divulgados nas línguas portuguesa, em periódicos nacionais, entre os anos de 1998 a 2018. Os critérios de exclusão foram artigos que não abordassem de maneira abrangente os assuntos hidroterapia, fibromialgia, fisioterapia e que não respondiam à problemática desta pesquisa.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

A partir da pesquisa realizada nos periódicos e plataformas propostas, foram encontradas 23 referências que tinham como protocolo a hidroterapia no tratamento dos pacientes fibromiálgicos. Trata-se de estudos de caso e revisões bibliográficas que abordavam a hidroterapia em suas diferentes modalidades e sobre diferentes formas de tratamento para a fibromialgia.

Para realização da discussão foram utilizados 12 artigos, sendo que em relação a sintomatologia, dois enfatizaram a melhora da qualidade de vida, quatro tiveram como objetivo promover a analgesia, quatro reduzir os sintomas de modo geral e dois artigos evidenciaram a melhora do quadro depressivo. Considerando que dos artigos utilizados, alguns abordavam os mesmos sintomas e constataram ao final do tratamento os mesmos resultados benéficos.

De acordo com os estudos pesquisados, ficou evidenciado que a hidroterapia é uma das condutas fisioterapêuticas utilizadas no tratamento dos indivíduos portadores da fibromialgia e apresentaram resultados satisfatórios. Embora a Fibromialgia seja uma doença crônica, não tem um prognostico arrasador, pois existem modalidades fisioterapêuticas, como a hidroterapia, que ajudam os pacientes motivados e empenhados a terem uma qualidade de vida similar ao entendido como normal. Como comprova um estudo realizado por Oliveira et al. (2015) foi possível observar que todos os tipos de tratamento usados na fibromialgia, sejam eles apenas hidroterápicos ou associados a outras modalidades terapêuticas se mostram benéficos, independente da intensidade ou duração. Porém, para Dias (2003), pacientes desmotivados e que não colaboram com o tratamento apresentam dificuldades na recuperação.

De acordo com Ferreira (2006), que fez um estudo com 6 mulheres entre idades de 45 a 56 anos, no escore da intensidade da dor, as pacientes obtiveram ao longo das sessões resultados significativos com redução da sensibilidade à dor em 50%, relacionados à palpação dos tender points.

Embora a queixa principal seja a dor generalizada, a
incapacidade funcional acaba conjugando-se com a dor, porém nos
resultados, evidenciou-se uma melhora da capacidade de realizar tarefas diárias. Foi relatada pelas pacientes uma sensação de bem-estar, que incentivou cada vez mais a realização destas tarefas. Ferreira (2006) observou ainda em seu estudo que quanto às atividades funcionais, as pacientes relataram uma melhora muito grande em realizar essas tarefas sem dor e até mesmo a realização dessas sem que a dor aparecesse tardiamente. E em relação à rigidez matinal, ocorreu melhora significativa, embora ainda estivesse presente até o final tratamento.

Também evidenciou Silva et al. (2008) onde comparou entre os efeitos da estimulação elétrica nervosa transcutânea e da hidroterapia na dor dos fibromiálgicos, obtiveram resultado que ambos tratamentos são eficazes na melhora dos sintomas, embora os pacientes tratados com o TENS mostraram ganhos significativos em relação aos tratados com hidroterapia. Carvalho e Tarabayn (2008) mostrou em seu estudo com o objetivo e êxito na eficácia da hidroterapia na redução da dor e na melhora da capacidade funcional, no aspecto físico, dor e saúde mental dessas mulheres.

O exercício físico foi uma das condutas de tratamento que apresentou melhores resultados no controle das dores causadas pela fibromialgia, segundo Valim (2006), pois com a prática dele há liberação de endorfinas ocasionando efeito analgésico, antidepressivo, sensação de bem-estar, interferindo no estado neurológico melhorando assim a autoestima e a depressão. Em um outro estudo Oliveira, Coelho e Tucher (2009) também evidenciou que existem melhoras das queixas álgicas e da qualidade de vida após a realização de exercícios físicos para os portadores dessa síndrome.

Em relação ao impacto da fibromialgia na qualidade de vida das pacientes, Orlandi et al. (2012) observou-se diminuição da insônia relatada pelas pacientes e, consequentemente, diminuição da ansiedade e do estado de cansaço. Ramirez et al. (2018) também relatou que o atendimento em meio aquático mostrou-se eficaz na diminuição dos sintomas da dor, melhora da qualidade de sono e melhora da qualidade de vida dos pacientes fibromiálgicos.

Em um estudo realizado por Costa et al. (2005) com 120 pacientes, foi observado que 87,5% apresentavam queixas de ansiedade e 39,2% de depressão. Esta pesquisa diz também que a Fibromialgia aparece associada ao estresse psicológico, a vários graus de depressão, ansiedade, e a crises de pânico. Um outro estudo, informa que esses distúrbios depressivos agravam a capacidade de realizar as tarefas, pois aumentam a sensação dolorosa, impossibilita a adesão a tratamentos, diminui o suporte social e descontrola os sistemas humorais e imunológico. (BERBER, et al., 2005)

Tanoue et al. (2009), ressaltou a importância de respeitar e enfatizar cada indivíduo como único, respeitando as características individuais, além de enfatizarem que a melhor conduta é aquela na qual o paciente se sente melhor, tanto no decorrer do tratamento quanto após a sua realização.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após revisão integrativa na literatura, conforme proposto por este estudo, conclui-se que a hidroterapia se faz eficiente na redução do quadro álgico e na sintomatologia dos pacientes fibromiálgicos. Com base na literatura vigente pode-se considerar que a pratica da hidroterapia influencia positivamente na melhora da dor, qualidade de vida e outras sintomatologias da fibromialgia.

Além disso foi possível demonstrar que entre os estudos analisados, todos os autores concluíram que a hidroterapia em suas diferentes modalidades ou associada a outras formas de tratamento, se mostrou eficaz na redução do quadro álgico, qualidade de vida, melhora do sono e quadro depressivo, dentre outros sintomas.

Apesar da dificuldade em encontrar artigos recentes que abordassem de maneira significativa a hidroterapia na redução da sintomatologia da fibromialgia, pode-se concluir que os exercícios hidroterápicos é um bom recurso de tratamento para os pacientes com fibromialgia, porém é indispensável o tratamento multidisciplinar, envolvendo medico, fisioterapeuta, psicólogo e outros profissionais da saúde.

5. REFERÊNCIAS

  1. BARROS, et al. A eficácia da hidroterapia na redução da sintomatologia dos pacientes com fibromialgia. Revista Eletrônica, 2014. Disponível em: <file:///C:/Users/Usuario/Desktop/188-720-1-PB.pdf>. Acesso em: 25 de abril 2020.
  2. BASTOS, C. C.; OLIVEIRA, E. M. Síndrome da fibromialgia: Tratamento em piscina aquecida. Lato & Sensu, 2003. Disponível em: < https://silo.tips/download/sindrome-da-fibromialgia-tratamento-em-piscina-aquecida>. Acesso em: 08 de março de 2020.
  3. BIASOLI E MACHADO, Hidroterapia: aplicabilidades clínicas, Biasoli Fisioterapia, 2006. Disponível em: <https://biasolifisioterapia.com.br/publicacoes/028rbm4.pdf>. Acesso em: 22 de abril de 2020.
  4. BERBER, J. S. S.; KUPEK, E.; BERBER, S. C.; Prevalência de depressão e sua relação com a qualidade de vida em pacientes com síndrome da fibromialgia. Revista brasileira de reumatologia, 2005. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042005000200002>. Acesso em: 14 de setembro de 2020.
  5. BIEZUS, J. Comparação da influência das modalidades terapêuticas aquáticas, exercícios gerais e relaxamento passivo no comportamento da dor de pacientes com fibromialgia. Monografias do Curso de Fisioterapia – UNIOESTE, 2004. Disponível em: <http://faculdademontesbelos.com.br/wp-content/uploads/2017/11/188-720-1-PB.pdf>. Acesso em: 19 de agosto de 2020.
  6. CANDELORO, J. M.; CAROMANO, F. A.; FILHO, M. R. F. Efeitos fisiológicos da imersão e do exercício na água. Revista Fisioterapia Brasil, 2003. Disponível em:<http://portalatlanticaeditora.com.br/index.php/fisioterapiabrasil/article/view/3001/0>. Acesso em: 22 de Agosto de 2020.
  7. COSTA, S. R. M. R. et al. Características de pacientes com síndrome de fibromialgia atendidos em hospital de Salvador-BA, Brasil. Revista brasileira de reumatologia, 2005. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0482-50042005000200004&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 12 de setembro de 2020.
  8. CUNHA, M. G.; CAROMANO, F. A. Efeitos fisiológicos da imersão e sua relação com a privação sensorial e o relaxamento em hidroterapia. Revista Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, 2003. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/13922>. Acesso em: 05 de setembro de 2020.
  9. DALL´AGNOL; M. A importância do tratamento fisioterapêutico em relação à qualidade de vida dos pacientes com fibromialgia. Portal Biocursos, 2009. Disponível em:<https://portalbiocursos.com.br/ohs/data/docs/34/253__A_impo
    rtYncia_do_tratamento_fisioterapYutico_em_relaYYo_Y_qualidade_d_vida_dos_pacientes_com_fibromialgia.pdf>. Acesso em: 03 de maio de 2020.
  10. DIAS, K. Melhoria da qualidade de vida em pacientes fibromiálgicas tratados com hidroterapia. Fisioterapia Brasil, 2003. Disponível em: <https://portalatlanticaeditora.com.br/index.php/fisioterapiabrasil/article/view/3045>. Acesso em: 22 de setembro de 2020.
  11. FERREIRA, K. Abordagem da hidroterapia no tratamento da fibromialgia. ResearchGate, 2006. Disponível em:<https://www.researchgate.net/publication/
    263608865_Abordagem_da_hidroterapia_no_tratamento_da_fibromialgia>. Acesso em: 10 de abril de 2020.
  12. FRANZEN, C. G.; IDE, M. R. Influência do exercício aeróbico aquático na qualidade de vida de pacientes com fibromialgia: Revisão narrativa, 2004. Disponível em:< http://revistas.unipar.br/index.php/saude/article/download/243/216>. Acesso em: 08 de março de 2020.
  13. MARTINEZ, J. et al. Análise crítica de parâmetros de qualidade de vida de pacientes com fibromialgia. ActaFisiatrica, 1998. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/102178>. Acesso em: 12 de abril de 2020.
  14. MARQUES, A. P.; FERREIRA, E. A. G.; MATSUTANI, L. A. Eficácia da estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) e dos exercícios de alongamento no alívio da dor e na melhora da qualidade de vida de pacientes com fibromialgia. Fisioterapia e Pesquisa, 2001. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/fpusp/article/view/79423. Acesso em: 17 de setembro de 2020.
  15. OLIVEIRA, C. A. et al. A eficácia da hidroterapia na redução da sintomatologia dos pacientes com fibromialgia. REVISTA ELETRONICA, 2015. Disponível em: < http://www.revista.fmb.edu.br/index.php/fmb/article/view/188>. Acesso em 17 de setembro de 2020.
  16. OLIVEIRA, M. H. M.; COELHO, E.; TUCHER, G. Diferença na qualidade de vida de mulheres ativas e sedentárias com síndrome de fibromialgia. Conexões, 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8637790. Acesso em: 17 de setembro de 2020.
  17. ORLANDI, A. C. et al. Melhora da dor, do cansaço e da qualidade subjetiva do sono por meio de orientações de higiene do sono em pacientes com fibromialgia. Revista Brasileira de Reumatologia, 2012. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0482-PROVENZA, et al. Intervenções Fisioterapêuticas em Fibromialgia,2005. Disponível em: <https://www.hsvp.com.br/painel/admin/upload/publicacoes/3_a
    no_xvii_n_37_julho_dezembro_2005.pdf#page=52 >. Acesso em: 03 de maio de 2020.
  18. ROSSINI, et al. Distúrbios do sono com pacientes em fibromialgia. ResearchGate, 2010. Disponível em: <https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/42088578/D
    istrbios_do_sono_em_pacientes_com_Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4Z. Acesso em: 05 de abril de 2020.
  19. RAMÍREZ, R. E. et al. Efeito da hidroterapia sobre a dor e qualidade do sono em pacientes com fibromialgia. Experiências e evidências em fisioterapia e saúde, 2018. Disponível em: <http://www.cescage.com.br/revistas/index.php/Exper_Evid_Fisioterapia/article/view/190>>. Acesso em: 22 de setembro de 2020.
  20. SALVADOR, J. Hidrocinesioterapia no tratamento de mulheres com fibromialgia: estudo de caso. Biblioteca Virtual em Saúde, 2005. Disponível em: <https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-41238>. Acesso em: 15 de abril de 2020.
  21. 50042012000500003&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 22 de setembro de 2020.
  22. TANOUE, M. et al. A hidroterapia como conduta fisioterapêutica no tratamento da fibromialgia: relato de caso. Revista Uningá, 2009. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/796>. Acesso em: 13 de setembro de 2020.
  23. VALIM, V. Benefícios dos exercícios físicos na fibromialgia. Revista Brasileira de Reumatologia, 2006. Disponível em: <https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0482-50042006000100010&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 13 de setembro de 2020.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.