OS BENEFÍCIOS DA ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA FRENTE AOS CUIDADOS PALIATIVOS EM PACIENTES ONCOLÓGICOS: REVISÃO INTEGRATIVA

The Benefits of Physical Therapy in the Face of Palliative Care in Oncologic Patients: Integrative Review


Los Beneficios de la Fisioterapia frente a los Cuidados Paliativos en Pacientes con Cáncer: Revisión Integradora


Jéssica Boaventura de Oliveira1; Jailson de Souza Santos Junior2; Elisandra Galvão Lopes3; Dauana Bomfim França4


1 Autor correspondente: Pós-graduada em Fisioterapia Hospitalar com ênfase em Terapia Intensiva pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade Hélio Rocha, Salvador- BA, Brasil. Pós-graduada em gerontologia pela Estácio de Sá, Salvador-BA. Fisioterapeuta pela Faculdade de Ciências Agrárias e da Saúde / União Metropolitana de Educação e Cultura (UNIME), Lauro de Freitas-BA, Brasil. Endereço eletrônico: jbofisio@gmail.com; ORCID Id: https://orcid.org/0000-0002-6610-6014; Contribuições: Na concepção OU desenho do trabalho; OU aquisição, análise, OU interpretação dos dados da pesquisa; Na redação OU revisão crítica com contribuição intelectual; Na aprovação final da versão para publicação.
Endereço: Rua Juracy Magalhães- 125 E, Ribeira- Salvador, BA- Brasil. Contato: (71) 99207-0940/ 3313-5828.


2 Pós-graduado em Fisioterapia Hospitalar com ênfase em Terapia Intensiva pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade Hélio Rocha, Salvador- BA, Brasil. Fisioterapeuta. Salvador- BA, Brasil. Endereço eletrônico: jailsonfisioterapia@gmail.com; ORCID Id: https://orcid.org/0000-0003-3587-945X Contribuições: Na redação OU revisão crítica com contribuição intelectual; Na aprovação final da versão para publicação.

3 Fisioterapeuta pela Faculdade de Ciências Agrárias e da Saúde / União Metropolitana de Educação e Cultura (UNIME), Lauro de Freitas-BA, Brasil. Endereço eletrônico: lisa_galvao16@hotmail.com; ORCID Id: https://orcid.org/0000-0002-0091-5759 Contribuições: Na redação OU revisão crítica com contribuição intelectual; Na aprovação final da versão para publicação.


4 Pós-graduada em Biomecânica pela Programa de Pós-Graduação UNIGAT, Salvador- BA, Brasil. Fisioterapeuta pela Faculdade de Ciências Agrárias e da Saúde / União Metropolitana de Educação e Cultura (UNIME), Lauro de Freitas-BA, Brasil. Endereço eletrônico: dauanafranca@gmail.com; ORCID Id: https://orcid.org/0000-0002-6284-0334 Contribuições: Na redação OU revisão crítica com contribuição intelectual; Na aprovação final da versão para publicação.


RESUMO

Introdução: A Organização Mundial de saúde em 2002, definiu os cuidados paliativos como “medidas que aumentam a qualidade de vida de pacientes e seus familiares que enfrentam uma doença terminal, através da prevenção de alívio do sofrimento por meio de identificação precoce, avaliação correta e tratamento de dor e outros problemas físicos, psicossociais e espirituais”. A fisioterapia nos cuidados paliativos em pacientes oncológicos possibilita potencial benefício a fim de proporcionar o máximo de conforto, alívio dos sintomas e melhoria na qualidade de vida. Ressalta-se a significância clínica do trabalho multidisciplinar, permitindo a sinergia de habilidades de uma assistência completa. Objetivo: Revisar por meio de embasamentos literários os benefícios da fisioterapia frente aos cuidados paliativos em pacientes oncológicos. Métodos: O presente estudo é uma revisão integrativa. Realizada nas bases de dados Scielo, BIREME, PUBMED, Cochrane Library, PEDro e Revistas indexadas incluindo apenas os artigos que dão suporte para relevância do tema. Resultados: Foram obtidos 520 estudos, através das bases de dados eletrônicas com o cruzamento entres os descritores: “Cuidados paliativos ” e “Fisioterapia” e “Oncologia”. “Palliative care” and “physiotherapy” and “Oncology”. Foram inclusos neste estudo 14 artigos dos quais cumpriram os critérios estabelecidos. Conclusão: Os achados inclusos neste estudo mostram resultados positivos sobre a importância da fisioterapia na equipe multidisciplinar neste tipo de cuidado, no quesito melhora da qualidade de vida, bem-estar, alívio da dor.
Descritores: Cuidados Paliativos. Fisioterapia. Oncologia.

ABSTRACT

Introduction: The World Health Organization in 2002, defines palliative care as “measures that increase the quality of life of patients and their families who face a terminal illness, through the prevention of the relief of suffering by means of early identification, assessment and treatment of pain and other physical problems, psychosocial and spiritual needs”. Physiotherapy in palliative care in oncology patients provides potential benefits in order to provide maximum comfort, relief of symptoms and improvement in quality of life. It is the clinical significance of the multidisciplinary work, allowing the synergy of skills of a complete assistance. Objective: To review, through literary foundations, the benefits
of physical therapy in the face of palliative care in cancer patients Methods: This study is a Integrative review. Held in Scielo, Bireme, Pubmed, Cochrane Library, Peter and indexed journals, including only those articles that support for relevance of the theme. Results: We obtained 520 studies, through electronic databases with the intersection between the descriptors: “Palliative care” and “physiotherapy” and “Oncology”. Were included in this study 14 articles of which met the established criteria. Conclusion: The findings included in this study show positive results about the importance of physiotherapy in the multidisciplinary team of this type of care however, the results are positive in terms of improvement of quality of life, well being and relief of pain.
Keywords: Palliative Care. Physiotherapy. Oncology

RESUMEN

Introducción: La Organización Mundial de la Salud en 2002 definió los cuidados paliativos como “medidas que mejoran la calidad de vida de los pacientes y sus familias que enfrentan enfermedades terminales, a través de la prevención del alívio del sufrimiento mediante la identificación temprana, la evaluación correcta y tratamiento del dolor y otros problemas físicos, psicosociales y espirituales “. La fisioterapia en los cuidados paliativos en pacientes con cáncer proporciona un beneficio potencial para proporcionar la máxima comodidad, alivio de los síntomas y una mejor calidad de vida. Se enfatiza la importancia clínica del trabajo multidisciplinario, lo que permite la sinergia de habilidades de una asistencia completa. Objetivo: Revisar, a través de antecedentes literarios, los beneficios de la fisioterapia en los cuidados paliativos en pacientes con cáncer. Métodos: este estudio es una revisión integradora. Realizado en las bases de datos Scielo, BIREME, PUBMED, Cochrane Library, PEDro y Indexed Journals, que incluyen solo artículos que respaldan la relevancia del tema. Resultados: se obtuvieron 520 estudios a través de las bases de datos electrónicas con el cruce entre los descriptores: “Cuidados paliativos” y “Fisioterapia” y “Oncología”. “Cuidados paliativos” y “fisioterapia” y “Oncología”. Catorce artículos de los cuales se cumplieron los criterios establecidos se incluyeron en este estudio. Conclusión: Los hallazgos incluidos en este estudio muestran resultados positivos sobre la importancia de la fisioterapia en el equipo multidisciplinario en este tipo de atención, con respecto a la mejora de la calidad de vida, el bienestar y el alivio del dolor.
Descriptores: Cuidados Paliativos. Fisioterapia. Oncología.

Os autores declaram não haver conflitos de interesses.

INTRODUÇÃO

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Cuidado Paliativo pode ser definido primordialmente como “o cuidado total do paciente cuja doença não responde a tratamento curativo, no qual está incluído o controle da dor e de outros sintomas, o suporte psicológico, social e espiritual, tendo como objetivo a obtenção da melhor qualidade de vida possível para o mesmo e sua família” [1].

Para estes casos o problema não é somente de diagnóstico e de prognóstico, mas é necessário que o profissional e o paciente revejam e estabeleçam suas próprias definições de vida e morte. Sendo que a impossibilidade de cura não significa a deterioração da relação profissional-paciente, mas sim o estreitamento desta relação que certamente pode trazer benefícios para ambos os lados. Por vezes é necessário ver o paciente como ser ativo no seu tratamento podendo participar dos processos de decisão e dos cuidados voltados para si [2].

A abordagem multidisciplinar é importante para os Cuidados Paliativos porque implica em demonstrar que nenhuma profissão consegue abranger todos os aspectos envolvidos no tratamento de pacientes terminais, o que faz destacar a significância do trabalho coletivo, permitindo a sinergia de habilidades para promover uma assistência completa [2].

A abordagem multidisciplinar é assim fundamental, e é neste contexto que o fisioterapeuta atua, de forma a complementar a abordagem paliativa [3], enfatizando a melhoria da funcionalidade e consequentemente o aumento da qualidade de vida em utentes que necessitem deste tipo de cuidados [4].

O tratamento fisioterápico é imprescindível para qualquer indivíduo cuja atividade diária esteja comprometida. Nos processos de doença, contribui na redução de quadros dolorosos e evita possíveis complicações após cirurgias ou longos períodos de imobilizações [5].

A intervenção do fisioterapeuta baseia-se num modelo de resolução de problemas, que assenta em procedimentos de avaliação e identificação dos mesmos. Neste modelo, a avaliação e identificação dos problemas são elementos essenciais e inseparáveis dos meios a que o fisioterapeuta recorre na sua intervenção [6].

É a especificidade da avaliação e do diagnóstico que determina a escolha das técnicas, assim como a sua adequação à resposta do utente [7]. Aos poucos, as atividades curativas e reabilitadoras foram cedendo espaço à atenção primária em saúde, ampliando significativamente o leque de intervenção da fisioterapia.


Novas especialidades foram sendo criadas, privilegiando a área da prevenção e promoção. É possível dizer que o surgimento da fisioterapia oncológica acompanhou esse processo de mudança da intervenção fisioterapêutica [8].

O câncer é uma patologia de grande incidência e para o ano de 2008 calculou-se que ocorreriam cerca de 12 milhões de casos novos e sete milhões de óbitos no mundo. Estima-se que para os anos de 2010 e 2011 ocorrerão 489.270 novos casos de câncer de todos os tipos no Brasil. Os mais comuns, exceto o de pele do tipo não melanoma, são os cânceres de próstata e pulmão para o sexo masculino e os de mama e colo do útero para o feminino. O Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), menciona que o câncer é a segunda causa de morte por doenças no Brasil. Em 2020, no mundo o número de novos casos anuais estimados é de aproximadamente 15 milhões. Cerca de 60% desses, ocorrerão em países em desenvolvimento [9].

A fisioterapia em oncologia é uma especialidade recente e tem como metas preservar e restaurar a integridade cinético-funcional de órgãos e sistemas, assim como prevenir os distúrbios causados pelo tratamento oncológico. No Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, teve seu início nos anos 1980, vinculada ao Serviço de Cirurgia Torácica. A fisioterapia oncológica lida com as sequelas próprias do tratamento, atuando de forma preventiva para minimizá-las [10].

Por fim, cabe destacar que, uma vez que a saúde passou a ser associada às condições sociais, e não mais simplesmente vinculada ao tratamento das doenças, a fisioterapia precoce passou a desempenhar um papel fundamental. No tocante à fisioterapia em oncologia, busca-se levar uma melhor qualidade de vida aos pacientes com câncer, minimizando os efeitos adversos do tratamento. Os resultados positivos estão relacionados à recuperação físico-funcional. Eles advêm da aplicação sistematizada de recursos terapêuticos diversos, com o foco sempre voltado para o controle dos sintomas imediatos referidos pelo paciente [11].

Neste contexto, o estudo tem por OBJETIVO:
Revisar por meio de embasamentos literários os benefícios da Fisioterapia frente aos cuidados paliativos em pacientes oncológicos.

Esse estudo visa contribuir e incentivar novas pesquisas relacionadas aos cuidados paliativos, para que se chegue a um consenso acerca do papel da fisioterapia e suas abordagens em pacientes oncológicos possibilitando assim, a implementação de forma ativa desta equipe neste processo. Busca ainda reforçar a necessidade de participação dos pacientes, familiares e aos demais profissionais envolvidos.

O presente estudo classifica-se uma revisão Integrativa. Realizada nas bases de dados SCIELO, BIREME, PUBMED, Cochrane Library, PEDro e Revistas indexadas incluindo apenas os artigos que dão suporte para relevância do tema.

MÉTODOS
Tipo de estudo
Este estudo caracteriza-se segundo a sua classificação uma revisão Integrativa.
Pesquisas em bibliotecas eletrônicas
Realizada nas seguintes bases de dados: Scielo, Bireme, PubMed, Cochrane Library, PEDro e Revista indexadas voltadas aos cuidados paliativos datados no período de agosto 2016 a fevereiro 2019.
Critérios de elegibilidade dos estudos
A primeira etapa constituiu-se na identificação do tema proposto e as questões norteadoras, segue: Qual o papel da equipe de Fisioterapia frente aos cuidados paliativos em pacientes oncológicos?
A segunda etapa foi o estabelecimento de critérios de inclusão, que foram: artigos publicados em português e inglês; apresentarem descritores no título, resumo ou nas palavras-chave; artigos na íntegra e que evidenciassem sobre a temática especificamente fisioterapia, cuidados paliativos em pacientes oncológicos. Nesta etapa foi realizada a busca de amostragem literária e estabelecimento dos descritores, que nesta pesquisa foram: “Cuidados paliativos “e “Fisioterapia” e “Oncologia”. “Palliative care” and “physiotherapy” and “Oncology”.
A terceira etapa consistiu em categorizar trabalhos científicos de acordo com suas teorias, definindo assim as informações a serem retiradas dos artigos científicos selecionados.
Como quarta etapa, realizou-se a avaliação e correlação dos artigos com base nos critérios de inclusão.
Na quinta etapa a interpretação e discussão dos resultados, referendando os artigos que trouxeram de forma mais coerente e concisa acerca do tema.
E como sexta e última etapa, apresentou-se a revisão Integrativa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Descrição dos artigos selecionados
Foram obtidos 320 estudos, através das bases de dados eletrônicas com o cruzamento entres os descritores: “Cuidados paliativos “e “Fisioterapia” e “Oncologia”. “Palliative care” and “physiotherapy” and “Oncology”. Porém foram exclusos trezentos e seis artigos por não abordarem sobre cuidados paliativos em pacientes oncológicos e por não apresentarem correlação com a atuação da fisioterapia. Foram inclusos neste estudo 14 artigos dos quais cumpriram os critérios estabelecidos. No que se refere à caracterização dos estudos coletados, ao ano de publicação realizados em 2001 a 2016. Quanto à formação profissional dos autores principais, os artigos foram publicados por médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.
Os estudos selecionados foram classificados segundo a sua estrutura estudo clínico, revisão de literatura e estudo qualitativo quantitativo e qualitativo assim especificados e descritos no quadro abaixo.

40% (6) estudos de revisão de literatura e 40% (6) estudo clínico 10% (1) Estudo quantitativo/qualitativo 10% (1) Estudo qualitativo.

Inerente ao profissional fisioterapeuta, o Código de Ética Profissional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, (1978) determina as responsabilidades do fisioterapeuta envolvido no tratamento de pacientes terminais [12].

Um dos principais objetivos da fisioterapia nos cuidados paliativos é de aumentar e/ou manter a independência e o conforto dos pacientes terminais. A redução do tempo de hospitalização e a manutenção do tempo do paciente junto a seus familiares e amigos também é uma meta [13].

Mais recentemente, o papel da fisioterapia nos cuidados paliativos é descrito por vários autores que reconhecem unanimemente ser esta uma parte integrante do tratamento. Na prática, muitos utentes são desnecessariamente restringidos, inclusive pelos familiares, quando ainda têm capacidade para realizar tarefas e atividades, mantendo alguma autonomia. A intervenção da fisioterapia pode contrariar esta tendência, ao promover a realização pelo utente das suas atividades da vida diária bem como o retomar de algumas das suas outras atividades [3].

O estudo de Reiriz [13] demonstra que a fisioterapia possui um arsenal de estratégias terapêuticas que contemplam aos cuidados paliativos. A fadiga por ser um fenômeno subjetivo e complexo uma das principais orientações é o repouso para alguns casos e outros a realização de caminhadas para otimização dos gastos energéticos; Técnicas para melhora da função pulmonar fazem parte da atuação fisioterapêutica tais como, exercícios de controle respiratório
e os posicionamentos; Não menosprezando o trabalho com pacientes neurológicos e pediátricos.

Um artigo publicado por Marcucci [14] que descreve o papel da fisioterapia nos cuidados paliativos de pacientes com câncer, referencia-se como objetivo das condutas fisioterapêuticas nessa situação preservar ao máximo a normalidade do paciente. Para isso, vários recursos e técnicas podem ser utilizados [14]. Considerando o exposto, a neuroestimulação transcutânea elétrica (TENS) e massagens, por exemplo, são usados no Reino Unido para alívio da dor [15].

Nessa linha, os chamados cuidados paliativos globais, que incluem massagens, mobilizações e cuidados posturais, têm grande relevância no manejo de crianças em estágio terminal [16].

A intervenção da fisioterapia não pode ser reduzida à aplicação de um conjunto de técnicas por si só consideradas. As definições modernas da fisioterapia puseram em destaque uma faceta particularmente relevante do perfil do fisioterapeuta: a sua função educativa, que é reconhecida como um elemento inerente à profissão. Com esta nova dimensão do papel do fisioterapeuta, salienta-se a sua perceção como um profissional capaz de resolver problemas, apagando-se a visão que o reduzia a um mero executor de técnicas [17].

Rothstein; Buss, Walden-Galuszko, Modlinska; Falkensteiner et al; Jones [18, 19, 20, 21] são coerentes com os resultados obtidos em seus estudos que apontam, de uma forma geral, para uma melhoria da Qualidade de Vida dos indivíduos após a implementação de determinado protocolo de tratamento de Fisioterapia.

Corroborando com isto, com o intuito de avaliar o contributo da fisioterapia na melhoria da Qualidade de Vida dos doentes oncológicos em cuidados paliativos, [22] em seu estudo, desenvolveu um plano de intervenção que constava de um programa específico de tratamentos, implementado num subgrupo de doentes (grupo experimental). Este programa foi aplicado durante os 15 dias de internamento, 5 dias/semana, sofrendo alguns reajustes, consoante os follow-ups. melhorou as taxas de sobrevida, é importante garantir que a saúde física e psicossocial dos pacientes seja mantida ou aumentada até o máximo possível durante o tratamento ativo e uma vez que o tratamento tenha sido realizado. concluído. Incentivar e facilitar a atividade física durante o tratamento pode melhorar os resultados de saúde tanto a curto como a longo prazo.

As respostas obtidas com a fisioterapia fazem os pacientes terem a sensação de melhora e estabilização do quadro clínico, tornando-se motivadora. O resgate dessa motivação se reflete em vários sentidos; mas, na maioria, se destacaram na alegria e felicidade da vida dessas
pessoas e suas famílias. Um estudo realizado por Melo [23], verificou a percepção dos pacientes portadores de neoplasias pulmonares diante dos cuidados paliativos da fisioterapia mostrou ser de grande importância, minimizando os sintomas e promovendo o interesse à vida. Esse aspecto deve ser o mais importante a ser considerado. Em oposição ao tecnicismo que predomina atualmente nas práticas de saúde, percebeu-se que muitas das técnicas e tecnologias utilizadas em prol do paciente não surtem efeitos, talvez a explicação seja porque estejam na maioria das vezes focadas na doença e não no doente.

Estudos veem mostrando a preocupação em citar sobre a qualidade de vida (QV) nas pessoas portadoras de câncer em uma fase avançada [24,25,26,27,28], outros mostram também a dor como um dos sintomas comuns entre os indivíduos na fase crítica da doença [24,27], entretanto, de acordo com [30,31] a dor, fragilidade e fadiga impactam de forma significativa na qualidade de vida. Além do que, o exercício é uma ferramenta para melhorar a mesma [24,27].

Corroborando com os achados acima a fadiga é um fenômeno complexo, que provoca redução da motivação e deterioração das atividades físicas e mentais, ocasionando redução das atividades da vida diária e prejuízos à qualidade de vida. Acomete 75% a 95% dos pacientes oncológicos fora de possibilidade de cura, e está associada com outros sintomas, como dor, dispnéia, anorexia, depressão, ansiedade e alterações do sono. Os objetivos da fisioterapia nesse quadro é priorizar a prevenção da fadiga, através do equilíbrio entre os períodos de repouso e os de exercícios, adoção de medidas de conservação de energia e técnicas de relaxamento [31,32].

Em um estudo de Maddocks, Armstrong, Wilcock [33] sobre eletroestimulação, já revela que aceitação aos cuidados paliativos em portadores de câncer frente a exercícios resistidos ou aeróbicos é baixa, facilitando assim a utilização da eletroestimulação neuromuscular com uma forma alternativa e pragmática ao realizar o estimulo na região do quadríceps, pois o paciente poderá fica sentado, deixando-o com mais conforto durante a terapia [33]. Dos assuntos utilizados em alguns estudos, foi possível separar semelhanças quanto ao tipo, como por exemplo da fadiga, que foi vista em 4 estudos, entretanto utilizando ferramentas de medições e escalas diferentes: versões chinesas, MFI-20, escala visual analógica (VAS) e FQ [25,33,24,27]. Em relação a QV, os estudos de [33,26] utilizaram a ferramentas semelhantes, como a EORTC QLQ-C30 (escala de avaliação da fadiga relacionada ao câncer).

Na dor também foram utilizadas ferramentas que não foram semelhantes entre estudos [24,25,28]. Outros estudos utilizaram ferramentas diferentes para assuntos diversos como: testes de desempenhos físico [27]; índice de mobilidade (DEMMI), Romberg, Barhel, Teste de caminhada de 6 minutos (TC6), (Teste de senta e ficar de pé (FTSST), entrevistas, força de preensão manual [26] e Bateria de Desempenho Físico Curto (BPPB) [24].

No estudo descrito por Lau, Wu, Chung [25] onde a acupuntura e terapias relacionadas foram analisadas nos sintomas de pacientes com câncer, a dor foi um dos parâmetros avaliados em 8 estudos e mostrou que, em comparação com a medicina convencional (comprimidos de liberação controlada de sulfato de morfina), a acupuntura e as terapias relacionadas reduziram significativamente. Sendo que em dois estudos também mostrou que acupuntura e terapias relacionadas tinham significativamente mais curto tempo de início de analgesia, em comparação com a medicina convencional, entretanto outros 5 estudos relataram que houve melhor eficácia no alívio da dor, porém sem significância estatística e alteração na VAS. Mostra-se também em ensaio clínico randomizado que a VAS não possuiu diferença após a intervenção de um programa de exercícios cardiovascular versus resistência em um serviço de cuidados paliativos em pacientes com câncer avançado. Em contrapartida os dois grupos relataram melhora do quadro álgico após o programa [24].

O exercício físico pode melhorar os sintomas em pacientes com câncer avançado, isso mostrado em um estudo controlado e randomizado realizado através de duas sessões semanais com exercícios em um período de 8 semanas. Os exercícios foram realizados em grupos de dois a oito pacientes supervisionados por um fisioterapeuta, cada sessão durou entre 50-60 minutos, sendo realizados treinamento de circuito com seis estações (30 minutos), e alongamento / relaxamento (10-15 minutos) [27] assim como a QV também é beneficiada em indivíduos cujos as implementações de exercícios são realizadas [24], contudo, a implementação de exercício domiciliar mostrou-se não viável em pacientes com doenças avançadas e incuráveis após a alta de uma enfermaria especializada em cuidados paliativos [26].

A reabilitação é parte integrante dos Cuidados Paliativos porque muitos pacientes terminais são restringidos desnecessariamente até mesmo pelos familiares, quando na verdade são capazes de realizar atividades e ter independência. A reinserção do paciente em suas atividades de vida diária restaura o senso de dignidade e auto-estima [34]. Minimizando os sinais e sintomas, os quais provocam restrições e diminuição da qualidade de vida. Dessa forma, o fisioterapeuta busca controlar os sintomas, orientar os cuidadores, maximizar as habilidades funcionais e manter a autonomia do paciente, visando a sua independência funcional, e assim proporcionar a continuidade do paciente com as suas relações familiares e sociais [35,36].

O profissional pode aliviar a sintomatologia dolorosa e o desconforto existente em pacientes terminais, além de prevenir sintomas e situações de crise, pois dispõe de recursos não invasivos que auxiliam na manutenção da qualidade de vida, o que possibilita o resgate do autocuidado, da autonomia e da independência [37].

No entanto, a fisioterapia é uma profissão nova, com inserção recente no contexto de assistência multidisciplinar em Cuidados Paliativos. Conhecer a atuação do fisioterapeuta nessa área é relevante para auxiliar na consolidação da atuação desse profissional [38].

CONCLUSÃO
Conclui-se que os achados inclusos neste estudo mostram resultados positivos sobre a importância da fisioterapia na equipe multidisciplinar neste tipo de cuidado. Corroborando na melhora das capacidades físicas e funcionais nos quesitos qualidade de vida, bem-estar, alívio da dor, diminuição da fadiga e assim evitando o desuso e imobilidade através de um arsenal de técnicas e intervenções.

REFERÊNCIAS

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Cancer Pain Relief, Report of WHO Expert Committee. Technical Report Series 804. World Health Organization, Genova, 1990, p.11. Disponível em: https://apps.who.int/iris/handle/10665/39524

MCCOUGHLAN MA. Necessidade de cuidados paliativos. Mundo Saúde. 2003;27(1):6-14. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002008000300020&script=sci_arttext&tlng=pt

MARCUCCI, F.O papel do fisioterapeuta nos cuidados paliativos a pacientes com câncer. Revista Brasileira de Cancerologia. 2005;51 (1), 67-77. Disponível em: http://publicacoes.facthus.edu.br/index.php/saude/article/view/62

KUMAR, S. & JIM, A. Physical therapy in palliative care, from symptom control to quality of life: a critical review. Indian Journal of Palliative Care. 2010; 16(3), 138-146. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21218003

KISNER, C; COLBY, L. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 4.ed. São Paulo:Manole.2005. Disponível em: http://bases.bireme.br/cgibin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=655134&indexSearch=ID

LOPES, A. Desenvolvimento pessoal e profissional dos fisioterapeutas. Papel e modalidades de formação contínua. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização, pedagogia na saúde – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa,1994; Portugal. Disponível em: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/34028

JÚNIOR, L. & REIS, P. Cuidados paliativos no paciente idoso: O papel do fisioterapeuta no contexto multidisciplinar. Fisioterapia em Movimento. 2007; 20 (2), 127-135. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/index.php/fisio/article/view/18887/18271

FARIA, L. As práticas do cuidar na oncologia: a experiência da fisioterapia em pacientes com câncer de mama. Hist. cienc. saúde-Manguinhos vol.17 supl.1 Rio de Janeiro jul. 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500005&script=sci_abstract&tlng=pt

WORLD HEALTH ORGANIZATION. International Agency for Research on Cancer. World Cancer Report. Lyon: IARC Press; 2008. https://www.iarc.fr/cards_page/world-cancer-report/

BARROS, F. Poliomielite, filantropia e fisioterapia: o nascimento da profissão de fisioterapeuta no Rio de Janeiro dos anos 1950. Revista Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.13, n.3, p.941-954. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141381232008000300016&script=sci_abstract&tlng=pt

BERGMANN, A. Fisioterapia no câncer de mama: assistência, ensino e pesquisa. Trabalho apresentado na Semana de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá, maio de 2008. Petrópolis. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702010000500005

CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. Código de ética profissional de fisioterapia e terapia ocupacional. Resolução no. 10, de 3 de julho de 1978 [citado em 20 nov 2003]. Disponível em: http:// www.coffito.org.br

REIRIZ, A. B. et al. A inclusão da fisioterapia nos cuidados paliativos. Prát. Hosp., São Paulo, v. 11, n. 66, p. 113-5, 2009. Disponível em: https://interfisio.com.br/a-importancia-da-fisioterapia-no-tratamento-paliativo-em-paciente-pediatrico-com-cancer/

MARCUCCI, F. O papel do fisioterapeuta nos cuidados paliativos a pacientes com câncer. Revista Brasileira de Cancerologia 2005; 51(1): 67-77. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/site/arquivos/n_51/v01/pdf/revisao4.pdf

MARCHESE V, CHIARELLO L, LANGE J. Effects of physical therapy intervention for children with acute lymphoblastic leukemia. Pediatr Blood Cancer. 2004; 42:127-33. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14752875

WATTERSON G, HAIN R. Palliative care: moving forward. Curr Paediatr. 2003; 13:221-5. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/239312452_Palliative_care_Moving_forward

LAMELAS R, HAYASHI M, SHIGUEMOTO T. Paciente oncológico pediátrico. In: Sarmento GJV, Fisioterapia Respiratória no Paciente Crítico. 2ª ed. Barueri: Manole; 2007. p.559-84. Disponível em: http://bibliotecaatualiza.com.br/arquivotcc/FPN/FPN08/RIOS-luciana.PDF

ROTHSTEIN, J. (1985). Measurement in physical therapy. New York: Churchill Livingstone. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23915634

BUSS, T., WALDEN-GALUSZKO, K., & MODLINSKA, A. Kinesitherapy alleviates fatigue in terminal hospice cancer patients—an experimental, controlled study. Support Care Cancer. 2010; 18(6), 743-749. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19672632

FALKENSTEINER, M., MANTOVAN, F., MÜLLER, I., & THEM, C. The Use of Massage Therapy for Reducing Pain, Anxiety, and Depression in Oncological Palliative Care Patients: A Narrative Review of the Literature. International Scholarly Research Network,2011; 1-8. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3168862/

JONES, L. (2011). Evidence-based risk assessment and recommendations for physical activity clearance: cancer. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism; 2011; 36 (1), 101-12. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21800938

VAN WAART, H., STUIVER, M., HARTEN, W., SONKE, G., & ASRONSON, N. Design of the Physical exercise during Adjuvant Chemotherapy Effectiveness Study (PACES): A randomized controlled trial to evaluate effectiveness and cost-effectiveness of physical exercise in improving physical fitness and reducing fatigue. BioMed Central Cancer, 2010, 1- 10. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21138561

MELO et al. A Percepção dos Pacientes Portadores de Neoplasia Pulmonar Avançada diante dos Cuidados Paliativos da Fisioterapia. Revista Brasileira de Cancerologia 2013; 59(34): 547-553. Disponível em: http://www1.inca.gov.br/rbc/n_59/v04/pdf/08-artigo-percepcao-dos-pacientes-portadores-neoplasia-pulmonar-avancada-diante-dos cuidados-paliativos-fisioterapia.pdf

LITTERINI A., et al. Differential Effects of Cardiovascular and Resistance Exercise on Functional Mobility in Individuals With Advanced Cancer: A Randomized Trial. Presented to the American Physical Therapy Association. 2013; 94(12); p 2329-2335. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23810356

LAU C., WU X., CHUNG V., et al. Acupuncture and related therapies for symptom management in palliative cancer care: systematic review and meta-analysis. Medicine. 2016;95(9): p. e2901. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26945382

SIEMENS W. et al, Implementing a home-based exercise program for patients with advanced, incurable diseases after discharge and their caregivers: lessons we have learned BMC. 2015; 8: 509. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4588256/

OLDERVOLL L., LOGE J., LYDERSEN S., PALTIEL H., ASP M., NYGAARD U., OREDALEN E., FRANTZEN T., LESTEBERG I., AMUNDSEN L., HJERMSTAD M., HAUGEN DF, PAULSEN Ø, KAASA S. Physical exercise for cancer patients with advanced disease: a randomized controlled trial. Oncologist. 2011;16(11):1649–57. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21948693

KUTNER J., SMITH M., CORBIN L., HEMPHILL L., BENTON K., MELLIS B., et al. Massage therapy versus simple touch to improve pain and mood in patients with advanced cancer. Ann Intern Med. 2008; 149:369–379. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18794556

JORDHOY M., FAYERS P., LOGE J., et al. Quality of life in palliative cancer care: Results from a cluster randomized trial. J Clin Oncol. 2001; 19:3884–3894. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11559726

TEUNISSEN S., WESKER W., KRUITWAGEN C., et al. Symptom prevalence in patients with incurable cancer: A systematic review. J Pain Symptom Manage. 2007; 34:94–104. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17509812

COURNEYA, K.S. Exercise and cancer survivors: an overview of research. Med Sci Sports Exerc 2003; 35:1846-52. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). Cuidados paliativos oncológicos: controle de sintomas. Rio de Janeiro: INCA; 2001. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14600549

ALMEIDA, E. et al. Exercício em pacientes oncológicos: reabilitação. Acta Fisiatr. 2012. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/103690

MADDOCKS M, ARMSTRONG S, WILCOCK A. Exercise as a supportive therapy in incurable cancer: exploring patient preferences. Psycho-Oncology. 2011; 20:173–178. doi: 10.1002/pon.1720. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20333769

SANTIAGO-PALMA J, PAYNE R. Palliative care and rehabilitation. Cancer. 2001;92 Suppl 4:1049-52. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11519032

GIRÃO M., ALVES S. Fisioterapia nos Cuidados Paliativos. Revista de ciências da saúde da ESSCVP. Vol. 5, 2013. Disponível em: https://interfisio.com.br/a-importancia-da-fisioterapia-no-tratamento-paliativo-em-paciente-pediatrico-com-cancer/

DONNELLY C., et al. Physiotherapy management of cancer-related fatigue: a survey of UK current practice. Support Care Cancer. 2010. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19701783

ALBRECHT T. TAYLOR A. Physical activity in patients with advanced-stage cancer: a systematic review of the literature. Clin J Oncol Nursing. 2012 Jun: 16 (3): 293-300. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22641322

MARCUCCI F. O papel da fisioterapia nos cuidados paliativos a pacientes com câncer. Rev Bras de Cancerol. 2005: 51 (1): 67-77. Disponível em: http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=414674&indexSearch=ID



DECLARAÇÃO DE AUSÊNCIA DE CONFLITOS DE INTERESSE

Declaramos que não há conflitos de interesses entre as autoras do artigo intitulado: “Os Benefícios da Atuação da Fisioterapia Frente aos Cuidados Paliativos em Pacientes Oncológicos: Revisão Integrativa” submetido para apreciação na Revista Brasileira de Cancerologia.

Salvador, 15 de setembro de 2019.

Jéssica Boaventura de Oliveira
Jaílson de Souza Santos Júnior
Elisandra Galvão Lopes
Dauana Bomfim França
Se desejar, use os botões abaixo para compartilhar.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.