O USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NO TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES

Kerollen Kayanny de Vasconcelos Souza¹ Douglas Silva Ataide²

  1. Discente finalista do curso de Fisioterapia do centro universitário-FAMETRO
  2. Docente e orientador do curso de Fisioterapia de centro universitário-FAMETRO

RESUMO

Introdução: A incontinência urinaria de esforço exerce múltiplos efeitos sobre as atividades diárias, principalmente relacionados ao bem-estar social e mental. Publicações recentes têm demonstrado melhora significativa no quadro clínico de mulheres submetidas ao tratamento de eletroterapia. Portanto, o presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito da eletroestimulação em mulheres com incontinência urinária de esforço. Objetivo: Avaliar o uso da eletroestimulação no tratamento de incontinência urinária de esforço em mulheres. Metodologia: Tratou-se de um estudo de revisão bibliográfica, através de análise em base de dados no período de 2010 a 2020 e os meios utilizados para o levantamento da revisão foram as plataformas: LILACS, SCIELO, PUBMED, MEDLINE, BVS. Utilizado artigos originais publicados entre os anos de 2010-2020 com abordagem no tratamento de IUE em mulheres publicados na língua portuguesa e inglesa, e como critérios de exclusão: temas relacionados com IU masculina, incontinência fecal e pesquisas relacionadas a tratamentos conservadores através de medicamentos. Resultados: Foram encontrados 8 artigos, dos mesmos, 3 constataram diminuição da frequência miccional; 4 na melhora da capacidade de armazenamento; 6 no fortalecimento do MAP; 2 no aumento do tônus muscular e 1 resultando na qualidade de vida. Conclusão: Eletroestimulação pélvica promove melhora da incontinência urinária de esforço, por meio da informação, percepção, fortalecimento e habilidade de contração da musculatura do assoalho pélvico, diminuindo ou cessando as perdas urinárias, e proporcionando melhora na qualidade de vida.

Palavras-Chave: Incontinência urinaria de esforço; Eletroterapia em mulheres; Fisioterapia pélvica.

ABSTRACT

Introduction: Stress urinary incontinence has multiple effects on daily activities, mainly related to social and mental well-being. Common publications tend to improve in the clinical picture of women undergoing electrotherapy treatment. Therefore, the present study aimed to evaluate the effect of electrostimulation in women with stress urinary incontinence. Objective: To evaluate the use of electrostimulation in the treatment of stress urinary incontinence in women. Methodology: This was a bibliographic review study, through analysis in a database from 2010 to 2020 and the means used to survey the review were as platforms: LILACS, SCIELO, PUBMED, MEDLINE, BVS. Original articles published between 2010-2020 addressing the treatment of SUI in women, in Portuguese and English, and as exclusion criteria: topics related to male UI, fecal incontinence and research related to conservative treatments using drugs. Results: Eight articles were found, of which 3 found a decrease in voiding frequency; 4 in improving storage capacity; 6 in strengthening the MAP; 2 in increasing muscle tone and 1 quality of life. Conclusion: Pelvic electrostimulation improves stress urinary incontinence, through information, perception, strengthening and ability to contract the pelvic floor musculature, decreasing or ceasing according to urinary losses, and providing an improvement in quality of life.

Keywords: Stress urinary incontinence; Electrotherapy in women; Pelvic physiotherapy

INTRODUÇÃO

Incontinência urinaria de esforço é caracterizada por qualquer perda involuntária suficiente de urina causando um problema social ou higiênico e durante a vida do indivíduo, por ser urinária acaba por ser considerado um problema de saúde pública e se ressalta a sua prevalência com o avanço da idade, embora possa acontecer em qualquer fase da vida. (OLIVEIRA e GARCIA, 2011)

Explicado por Silva e D’elboux (2012), a incontinência urinaria é uma patologia que exerce múltiplos efeitos sobre as atividades diárias interação social e percepção da própria saúde, principalmente relacionados ao bem-estar social e mental, sendo incluído problemas sexuais, isolamento social, baixa autoestima e depressão, afetando de modo significativo a qualidade de vida, atingindo principalmente as mulheres.

De acordo com Bertoldi, Ghislery e Piccini (2014), durante o esforço, as vísceras pélvicas são empurradas para baixo e a sustentação é feita pela musculatura e ligamentos flexíveis íntegros. Portanto qualquer defeito dessas estruturas vai gerar uma disfunção do assoalho pélvico, acarretando a descida patológica dos órgãos pélvicos ou no desenvolvimento da IUE.

Larazi et al (2010), afirma que a IUE traz a atrofia dos músculos e tecidos, queda funcional do sistema nervoso, circulatório e diminuição do volume vesical. Sendo assim, todos esses fatores, conjuntamente, ajudam na redução da elasticidade e contratilidade da bexiga e causam a irritabilidade e instabilidade deste órgão.

Caldas, et al, (2010) relatou que a IUE é muitas vezes sofrida em silencio, seja por vergonha de falar de tal assunto ou pela crença de que esta é uma parte normal no processo da vida, e nada pode ser feito. Nos últimos anos as atenções têm-se virado para as técnicas minimamente invasivas, com eficácia semelhante à das técnicas de correção de IUE clássicas e apresentando vantagens em termos de rápida recuperação e baixa mobilidade.

Acredita-se que o estímulo elétrico é capaz de aumentar a pressão intra- uretral através da estimulação direta dos nervos eferentes para a musculatura periuretral; restabelece as conexões neuromusculares; aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos da uretra e do assoalho pélvico e melhora a função da fibra muscular hipertrofiando-a e modificando o seu padrão de ação com o aumento do número de fibras musculares de contração rápida. (DULCEGLEIKA, 2011).

Diante da relevância do tema e com o intuito de conhecer mais detalhadamente tal problemática entre as mulheres, o estudo tem como objetivo mostrar a eficácia do uso de eletroestimulação para a redução de micção, melhora da função, força muscular e qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária de esforço.

METODOLOGIA

Tratou-se de um estudo de revisão literária analítica como método o tipo hipotético dedutivo com objetivo descritivo de natureza quantitativa não experimental, no qual possibilitasse a realização de levantamento sobre o conhecimento, presente em artigos científicos catalogados e estudados recorrentes de fontes precisas e seguras para a conclusão desta revisão.

O presente trabalho objetivou realizar busca de revisão bibliográficas de periódicos científicos nacionais e internacionais, que continham artigos correlacionados ao tema. Os meios utilizados para o levantamento da revisão literária foram as plataformas: Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientifc Eletronic Library Online (SCIELO), Literatura Internacional em Ciências da Saúde (Medline), U. S. National Library of Medicine (PUBMED), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), além de artigos publicados em periódicos de alta qualidade.

Para elaboração desta pesquisa obteve-se como construção dos seguintes critérios de inclusão: artigos originais publicados entre os anos de 2010-2020 com abordagem no tratamento de IUE em mulheres publicados na língua portuguesa e inglesa, e como critérios de exclusão: temas relacionados com IU masculina, incontinência fecal e pesquisas relacionadas a tratamentos conservadores através de medicamentos.

Na busca foram encontrados 15 artigos científicos, desse quantitativo foram excluídos 7 devido estarem indisponíveis integralmente. Os descritores em Ciência e saúde (DeCS) utilizados foram: incontinência urinária de esforço; eletroterapia; eletroestimulação; micção involuntária e assoalho pélvico para efetivação da busca por artigos que enfatizem a temática estudada e publicadas a partir de 2010.

Foi realizada uma análise de títulos e resumos para obtenção de artigos relevantes para a revisão.

RESULTADOS

Após o levantamento de dados, foram demonstrados através de tabela os resultados encontrados sobre os impactos positivos da eletroestimulação em mulheres com incontinência urinária de esforço.

Tabela 1. Apresentação dos principais resultados encontrados na maioria dos estudos acerca da aplicação de eletroterapia em mulheres com IUE.

AUTOR/ANOTIPO DE ESTUDORESULTADO
SILVA, N.M.A et al. 2016Revisão Sistemática de com o intuito de identificar os efeitos dos recursos fisioterapêuticos, como a eletroestimulação na MAP de mulheres com incontinência urinária de esforço. Analisando os artigos encontrados nas bases de dados.Diminuição da frequência miccional; melhora da capacidade de armazenamento; Fortalecimento do MAP.
BATISTA R.L.A et al. 2011Ensaio clinico randomizado. Foram realizadas sessões de biofeedback eletromiográfico compostas por contrações lentas e rápidas, utilizando-se como método de avaliação dos resultados as médias das amplitudes normalizadas da eletromiografia (EMG).Melhora da atividade Eletromiográfica do MAP.
GOMES P.R.L et al. 2010Estudo de caso de umaAumento no tônus

mulher com incontinência urinária de esforço. Realizada anamnese e exame físico, coleta de dados e execulção do questionário International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form.muscular do assoalho pélvico; Aumento no grau de força; Melhora do quadro clínico e qualidade de vida.
CORREIA N.G et al. 2011Revisão sistemática. Foram selecionados os estudos prospectivos, publicados bases eletrônicas de dados. Envolvendo estudos com voluntárias do sexo feminino com IUE e que foram submetidas ao tratamento com EEIV.Melhora total ou parcial dos sintomas; controle urinário.
DULCEGLEIKA V.B.S. 2011Ensaio clinico submetido a uma avaliação, subjetiva e objetiva composto por tratamento de eletroestimulação.Aumento da intensidade da contração muscular do assoalho pélvico; Redução dos sintomas da IUE.
TOMASI A.V.R et al. 2014Estudo experimental. A população do estudo foi constituída por mulheres com histórico de queixa urinária, diagnosticadas através do exame urodinâmico.Diminuição das perdas involuntárias; Melhora na frequência miccional diurna e noturna.
CESTÁRI C.E et al. 2016Foi realizado revisão Sistemática nas principais bases de dados, incluindo os descritores Incontinência Urinária de Esforço, Fisioterapia e eletroestimulação.Aumento da pressão máxima uretral; Fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico
BEUTTENMÜLLER L. et al. 2011Estudo longitudinal, do tipo experimental de mulheres com diagnóstico clínico de IUE divididas em três grupos: eletroterapia associada a exercícios, exercícios exclusivamente e controle.Diminuição das perdas urinárias aos esforços; fortalecimento dos MAP.

A tabela acima tem como destaque os resultados encontrados em artigos, estudo de caso, revisão sistemática e estudos variados referente ao uso da eletroterapia na IUE em Mulheres, constatando aumento de Força muscular, diminuição de perdas urinárias, melhora da frequência miccional e entre outros.

DISCUSSÃO

Nessa pesquisa foram encontrados 6 autores que citam como desfecho o fortalecimento do assoalho pélvico através da eletroestimulação.

Segundo o estudo de Silva et al., (2016) foi utilizado uma revisão sistemática que resultou em 40 artigos que constatou que a eletroestimulação promove o fortalecimento passivo da MAP e melhora a percepção desses músculos estimulando a contração correta, destacando o músculo elevador do ânus. Este mecanismo ocorre pelo fato de que ao excitar a estimulação máxima (frequências baixas e intensidade máxima com tempo de aplicação de 30 minutos), torna-se um treinamento mais eficaz e específico das fibras musculares tipo II do assoalho pélvico, ou seja, fibras de contração rápida. Deste modo, durante as situações de aumento da pressão abdominal, estas fibras se contraem de forma rápida e reflexa impedindo a perda urinária e o fortalecimento pélvico.

Continuado por Batista et al. (2011), teve em seu estudos a presença de 19 mulheres com problema de incontinência urinária, sendo assim realizado verificação de efetividade de três sessões de biofeedback eletromiográfico, que obtiveram resultado na melhora da atividade muscular dos músculos do assoalho pélvico em mulheres, com o objetivo das mesmas se sentirem capazes de realizar contrações corretas, visto que, para o sucesso do treinamento, foi essencial que as pacientes fossem capaz de realizar a correta contração muscular, ou seja, realizar um movimento caudal, sem realização de força de expulsão ou contração de musculatura acessória, como abdominal, glútea e adutora.

Em concordância Gomes et al. (2010) em seu estudo de caso afirmou que tanto a cinesioterapia, como o biofeedback, são utilizados como terapia complementar para conscientização e aprendizagem da contração muscular perineal, realizou 20 sessões de cinesioterapia associada a eletroestimulação endovaginal e suas aplicações foram indicadas apenas na segunda fase, trabalhando tanto as fibras tônicas quanto as fibras fásicas. As fibras do tipo I eram capazes de manter atividade por longos períodos sem sofrerem fadiga e, assim, responderem pelos tônus musculares. As fibras do tipo II eram mais fadigáveis, embora se contraiam mais rapidamente, compensando os aumentos de pressão abdominal, como os que ocorrem com tosse ou espirro.

Em contribuição Beuttenmüller et al. (2011) teve em seu estudo mostra composta por 71 mulheres com diagnóstico clínico de IUE divididas em três grupos: eletroterapia associada a exercícios, exercícios exclusivamente e controle, foram realizadas 12 sessões com duração de 20 minutos cada e frequência de 2 vezes por semana, e foi constatado que exercícios associados à eletroterapia para fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico podem são eficazes no tratamento da IUE, de acordo com as médias da AFA e do PERI encontradas no pré e no pós- tratamento, demonstrando eficácia na melhora clínica das pacientes e que os exercícios perineais, os cones vaginais e a eletroterapia funcional do músculos do assoalho pélvico são efetivos no tratamento de mulheres com IUE e que quando comparados apresentaram taxas de sucesso semelhantes.

No estudo de revisão sistemática de Correia et al, (2011), foram encontrados onze artigos e apenas seis concluíram que houve melhoras dos sintomas da IUE após o tratamento com eletroestimulação intravaginal, relatando que no tratamento da IUE com EEIV é importante que o fisioterapeuta incentive a paciente a contrair voluntariamente os músculos do assoalho pélvico, para que ocorra o ganho de força muscular, a corrente elétrica é capaz de promover o fortalecimento muscular, mas quando associada com a contração voluntária do assoalho pélvico, o ganho de força é maior e dependendo do formato do probe e da disposição dos eletrodos, a corrente elétrica pode atingir com mais efetividade o nervo pudendo, que promoverá a contração dos músculos do assoalho pélvico.

Em seu estudo Cestári et al., (2016) utilizou 23 artigos que foi possível constatar que após o tratamento com eletroestimulação com correntes alternada ou bifásica, com uma frequência de 50 Hz e uma largura de pulso de 0,2 a 0,5 ms, e o tempo de repouso pelo menos duas vezes maior que o tempo de passagem da corrente, houve aumento da força dos elevadores do ânus, aumento do comprimento funcional da fibra muscular e melhora das transmissões das pressões.

Mediante aos estudos 2 autores relataram que houve diminuição da frequência miccional após o tratamento com eletroestimulação.

Iniciado por Silva et al., (2016) seu estudo mostrou que ao utilizar frequência entre 10 e 20Hz, as fibras aferentes do nervo pudendo que se encontram na medula espinal são ativadas, deste modo o nervo pudendo ativo as fibras eferentes do nervo hipogástrico, desencadeando o relaxamento do detrusor. Simultaneamente, o nervo pudendo, inibe o nervo pélvico, responsável pela contração do detrusor, deste modo a eletroestimulação resulta na inibição do reflexo da micção, pois mantém a bexiga em repouso, desencadeando melhora da capacidade de armazenamento e reduzindo a frequência miccional.

Em concordância Gomes et al., (2010) utilizou em seu estudo como tratamento conservador a eletroestimulação endovaginal e a cinesioterapia, a partir desse tratamento a paciente relatou diminuição dos episódios de incontinência, isso pode ser explicado, pois como feedback da estimulação do nervo pudendo, encontra-se uma manifestação reflexa da corda espinhal de longa latência. Além da demonstração motora direta, esse estímulo reflexo é acompanhado de uma contração dos músculos perineais, visando ao seu fortalecimento com consequente aumento da resistência ao escape do fluxo urinário.

O biofeedback eletromiográfico revelou-se capaz de proporcionar aprendizado da contração com aumento na atividade eletromiográfica e do tônus muscular.

Segundo Batista et al., (2011) em seu estudo obteve consequente melhora na função muscular, sugerindo a realização de contrações mais eficazes, melhorando assim o desempenho dessas contrações em um programa, fazendo com que ele seja mais eficaz. Com isso, sugere-se que poucas sessões de treinamento dos MAPs são capazes de melhorar a atividade eletromiográfica, o que pode ser importante para oferecer melhores condições para efetividade no treinamento mais longo de ganho de força muscular e aumento do tônus muscular.

O ensaio clínico de Dulcegleika V.B.S. (2011) baseou-se em 20 sessões de cinesioterapia, constituída de um protocolo de seis exercícios perineais e exercícios ativos resistidos com o uso do aparelho perineômetro e eletroterapia com duração de 20 minutos com frequência de 65 Hz, houve um aumento de 40% sobre o aumento do tônus muscular considerando a Escala de Oxford, uma vez que a paciente passou de 1 para 3 na escala citada.

A eletroestimulação na incontinência urinária de esforço pode ajudar no equilíbrio do sistema nervoso central. Explicado por Tomasi A.V.R et al. (2014) a eletroestimulação no nervo tibial posterior inibe a atividade da bexiga através da despolarização das fibras aferentes somáticas sacrais e lombares. Em seu estudo experimental foi utilizado oito pacientes, com diagnóstico de incontinência urinária de esforço e urgência, com 12 atendimentos de 30 minutos com eletroestimulação no nervo tibial, resultou na inibição central dos moto neurônios pré-ganglionares vesicais diretamente na medula, ocorrendo um desequilíbrio entre os impulsos inibitórios e excitatórios que comandam a bexiga, desta forma, a ação desta neuromodulação poderia restabelecer o equilíbrio no sistema nervoso central.

CONCLUSÃO

Este estudo verificou que apesar de não haver consenso entre os parâmetros dos protocolos experimentais, a maioria dos artigos revisados concluiu que a estimulação elétrica, através de biofeedback, TENS, estimulação intravaginal e nervo tibial posterior quando bem aplicada, produz efeitos satisfatórios no tratamento da IUE em mulheres, levando ao fortalecimento dos músculos pélvicos, diminuindo ou cessando as perdas urinárias, e proporcionando melhora na qualidade de vida. Ressaltando que os exercícios perineais junto com a cinesioterapia foram efetivos no aumento da intensidade da contração muscular do assoalho pélvico, além da redução dos sintomas da IUE.

Sendo assim, esta revisão demostrou ser eficaz para o conhecimento, compressão e aperfeiçoamento do tema citado e posteriormente trazendo grande contribuição para o meio acadêmico e para a obtenção de competências durante a prática clínica.

REFERÊNCIAS

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