O teste da caminhada de seis minutos

O teste de caminhada de seis minutos é um instrumento empregado para avaliação do desempenho físico em pesquisas clínicas e tem como objetivo avaliar a capacidade aeróbica, funcional dos indivíduos e o condicionamento cardiovascular e respiratório do paciente, como também prever programas de prevenção e reabilitação.

O método de realização consiste em caminhar o mais rápido possível em um corredor plano com mínimo de 30 metros mensurando a maior distância percorrida durante 6 minutos. Este é realizado duas vezes afim de que se possa averiguar a melhor distância entre os dois e assim confirmar.

O Teste de Caminhada é atrativo pela sua simplicidade operacional, associado a representatividade funcional atraente tanto para o paciente quanto para o examinador. Devido a esses benefícios é permitido empregar o teste de caminhada como forma de exame complementar em variadas condições clínicas.

O teste é bem tolerado, pois é um teste de esforço submáximo, e mais representativo das atividades diárias comuns em comparação aos outros testes.

As contraindicações absolutas e relativas para a realização do Teste de Caminhada de 6 minutos são respectivamente: infarto agudo do miocárdio (3 a 5 dias), angina instável e arritmias não controladas antes do exercício.

Mariel Patricio – Fisioterapeuta Esp

Reabilitação Pulmonar e UTI

Fisioterapeuta do Hospital Estadual Getúlio Vargas (RJ)

Professor de Fisioterapia da FABA (RJ)

Coordenador de Fisioterapia da Clínica Respirar Saúde

Coordenador do Dept de Emergências e I Secretário da AFERJ

Coordenador da CT de Fisioterapia em Emergências do Crefito 2

(21) 9 9968-9520

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4 comentários em “O teste da caminhada de seis minutos”

  1. Danielle Boanatta

    De acordo com artigos bem recentes, e citando por exemplo Profa. Kênia Maynard e Prof. Yves de Souza (aluno do grande Dr. Rik Gosselink) a repetição não é mais necessária por não ter influência o tal “efeito aprendizado” uma boa explicação do teste ao paciente já basta.
    Parabéns pelo artigo.

  2. Danielle Boanatta, São Paulo-SP

    Parabéns pelo artigo. No entanto existem publicações na literatura bem recente, incluindo grandes nomes da reabilitação pulmonar do Brasil como Prof. Fábio Pitta de Londrina e Prof. Yves de Souza no Rio de Janeiro, ambos disciplina do grande Rik Gosselink, que já afirmam a não necessidade de repetir o teste por não haver interferência do efeito aprendizado. Além disso, importante destacar o papel clínico do teste, e não apenas de pesquisa.

  3. Parabéns pelo artigo. No entanto existem publicações na literatura bem recente, incluindo grandes nomes da reabilitação pulmonar do Brasil como Prof. Fábio Pitta de Londrina e Prof. Yves de Souza no Rio de Janeiro, ambos disciplina do grande Rik Gosselink, que já afirmam a não necessidade de repetir o teste por não haver interferência do efeito aprendizado. Além disso, importante destacar o papel clínico do teste, e não apenas de pesquisa. Grande abraço.

  4. Mariel Patricio de Oliveira Junior

    Prezada Danielle , boa noite ! Agradecemos os seus comentários e reflexões, certamente serão levados em consideração nas próximas publicações à respeito do tema por aqui. Os profissionais e professores supra citados certamente fazem parte de um time que tenho como referência em minha carreira , são contribuintes dos avanços da Fisioterapia Respiratória e Reabilitação Pulmonar no Brasil e no cenário internacional , faço destaque ao professor Yves Raphael por ser um Fisioterapeuta Brasileiro premiado internacionalmente e fazer a Reabilitação Pulmonar Brasileira ser reconhecida fora do país. Um grande abraço ! Mariel Patricio.

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