O PAPEL DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES

THE ROLLE OF PHYSIOTHERAPY IN THE TREATMENT OF TEMPOROMANDIBULAR DISORDERS


DÉBORA
DEI TOS.

DANIELE MARA
SABATINE.

DANIELE MARA SABATINE. Acadêmica do curso de graduação em Fisioterapia do Centro Universitário Ingá– UNINGÁ.

DÉBORA DEI TOS. Docente do curso de graduação de Fisioterapia do Centro Universitário Ingá- UNINGÁ

RESUMO

As desordens da articulação tempo­romandibular (DTM) são patologias que se carac­terizam por uma série de sinais e sintomas que compreendem dor auricular, dor na região facial, zumbidos, dores musculares e articulares, ruídos articulares, limitações na abertura e fechamento da boca, dores de cabeça, nuca, pescoço e as cefaleias. Com isso na literatura encontramos diferentes recursos fisioterapêuticos. O objetivo deste estudo é a analisar os tratamentos fisioterapêuticos que contribuem de maneira significativa e satisfatória em quadros de disfunções temporomandibulares. Este estudo consiste em uma revisão literatura com fonte de consulta para a coleta de dados foi utilizado às bases de dados: Google Acadêmico, BVS (Biblioteca Virtual de Saúde – LILACS) SciElo e PEdro (Physiotherapy Evidence Database), por meio dos descritores na língua portuguesa: Articulação temporomandibular, Fisioterapia, DTM e em língua inglesa: Disorders of the temporomandibular joint, Physiotherapy, articulation temporomandibular. No presente estudo constatou-se que dentre os recursos e técnicas fisioterapêuticas utilizadas para o tratamento das disfunções temporomandibulares, o que apresentou resultados mais satisfatórios nos quadros foi a terapia manual. Os demais recursos utilizados apresentaram resultados mais eficazes à curto prazo, porém pouco duradouros.

PALAVRAS-CHAVE: Articulação temporomandibular, Fisioterapia, DTM.

ABSTRACT

Disorders of the temporomandibular joint (TMD) are pathologies that are characterized by a series of signs and symptoms that include ear pain, pain in the facial region, tinnitus, muscle and joint pain, joint noise, limitations in opening and closing the mouth, headaches, neck, neck and headache. With that in the literature we find different physical therapy resources. The aim of this study is to analyze the physiotherapeutic treatments that contribute significantly and satisfactorily to temporomandibular disorders. This study consists of a literature review with a source of consultation for data collection and the following databases were used: Google Scholar, VHL (Virtual Health Library – LILACS) SciElo and PEdro (Physiotherapy Evidence Database), using the language descriptors Portuguese: Temporomandibular joint, Physiotherapy, TMD and in English: Disorders of the temporomandibular joint, Physiotherapy, temporomandibular joint. In the present study, it was found that among the resources and physiotherapeutic techniques used to treat temporomandibular disorders, manual therapy was the most satisfactory result. The other resources used showed more effective results in the short term, but not long lasting.

KEYWORDS: Disorders of the temporomandibular joint, Physiotherapy, articulation temporomandibular.

INTRODUÇÃO

A articulação temporomandibular (ATM) apresenta uma complexidade por ser a única articulação móvel do crânio. Sendo ela uma articulação sinovial e tem formato dobradiça. As superfícies articulares são revestidas por tecido conjuntivo, sendo formada pelo processo condilar da mandíbula que se ajusta na fossa mandibular do osso temporal. Ela possuiu cápsula articular, ligamentos, disco articular que permitem a realização dos movimentos de rotação, translação e possibilita alguns movimentos de deslizamentos (SASSI et al.; 2017).

A ATM é responsável pela associação de movimentos mandibulares realizados pela ação dos músculos temporal, masseter, pterigoideo lateral e pterigoideo medial que inserem-se na mandíbula e no crânio. Fazendo com que os movimentos da mandíbula permitam as funções de respiração, postura, sucção, mastigação, deglutição e fala (RIBEIRO et al.; 2017).

Segundo Quinto (200, p. 16), para que a articulação temporomandibular funcione de maneira adequada, a articulação temporomandibular, a oclusão dental e o equilíbrio neuromuscular devem relacionar-se harmonicamente. Quando não possuiu uma harmonização ocorre as disfunções temporomandibulares.

As disfunções ou desordens da articulação tempo­romandibular (DTM’s) são patologias clínicas carac­terizadas por uma série de sinais e sintomas que afetam 80% da população, sendo mais frequentes no sexo feminino e na idade de 20 a 40 anos, cujos principais sinais clínicos são considerados a dor orofacial e a restrição de mobilidade articular da boca e da coluna cervical (SANTOS e PEREIRA, 2016).

Saraiva et al. (2019), diz que os s sinais e sintomas mais comuns das DTM’s compreendem dor auricular, dor na região facial, neuralgias, zumbidos, travamentos, dores musculares e articulares, limitações e desvios da trajetória mandibular, ruídos articulares durante a abertura e o fechamento da boca, dores de cabeça, nuca, pescoço e as cefaleias.

Os tratamentos existentes para as DTM’s são variados e o diagnóstico clínico é imprescindível para que o mais apropriado seja aplicado. No tratamento conservador, podem ser adotadas orientações de autocuidado, intervenções psicológicas, terapia farmacológi­ca, fisioterapia, acupuntura, laser terapia de baixa intensidade, placas de oclusão, exercícios musculares e terapias manuais (SASSI et al.; 2017).

Nessa perspectiva o tratamento fisioterapêutico, por sua vez, é direcionado para o alívio da dor da musculatura envolvida, a reeducação do sistema neu­romuscular, o restabelecimento da posição de repouso mandibular, a recuperação da coordenação muscular, melhora dos sintomas, o reequilíbrio muscular e a res­tauração da função comprometida, obtendo resultados mais duradouros possíveis (SANTOS e PEREIRA, 2016).

Perante este quadro de disfunções temporomandibulares, este estudo consiste em revisão de literatura tendo como objetivo analisar os tratamentos fisioterapêuticos que contribuem de maneira significativa e satisfatória em quadros de disfunções temporomandibulares.

METODOLOGIA

Este estudo consiste em uma revisão de literatura realizada no período de maio a julho de 2020. A pesquisa foi realizada pela acadêmica do curso de Fisioterapia da UNINGÁ. Como fonte de consulta para a coleta de dados foram utilizadas às bases de dados: Google Acadêmico, BVS (Biblioteca Virtual de Saúde – LILACS) Scielo e PEdro (Physiotherapy Evidence Database), por meio dos descritores na língua portuguesa: Articulação temporomandibular, Fisioterapia, DTM e em língua inglesa: Disorders of the temporomandibular joint, Physiotherapy, articulation temporoamabdibular. Após verificação no Decs Server (Descritores em ciências da Saúde).

Os critérios de inclusão foram artigos de revisão de literatura, ensaios clínicos, e artigos de pesquisa onde a combinação dos termos apareceram nas palavras-chave, título e/ou resumo dos artigos; artigos em português e inglês; publicados no período entre 2015 a 2020. Os artigos foram agrupados e selecionados para que houvesse, ainda, maior diversidade de tratamentos terapêuticos inclusos.

Os critérios de exclusão foram artigos que fugissem do tema; artigos que não se tratavam especificamente da desordem da articulação temporomandibular; artigos sem especificação do método de análise utilizado; artigos de outra língua que não fosse português ou inglês.

RESULTADOS

No primeiro momento, foram utilizados os descritores na língua portuguesa “articulação temporomandibular”, “fisioterapia” e “DTM”. A partir destes foram encontrados 1392 resultados. Em seguida, a pesquisa foi restringida para artigos que foram publicados entre os anos de 2015 a 2020. Após primeira busca, mais filtros foram usados, constando estudos dos últimos cinco anos, assuntos principais, idiomas, tipos de publicação, maior número de citação e priorizando publicações mais recentes. Sendo selecionado 10 artigos de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. Sendo analisado o tipo de estudo, objetivo do artigo, recursos e técnicas utilizadas e a conclusão de cada artigo.

Tabela 1 – Características e análise remissiva dos artigos selecionados.

AUTOR/ANOTIPO DE ESTUDOOBJETIVORECURSOCONCLUSÃO


Furlan, 2015

Revisão de literatura

Realizar uma revisão de literatura sobre o uso da crioterapia no tratamento das disfunções temporomandibulares, caracterizando as técnicas utilizadas, duração de aplicação da técnica, área corporal estimulada e frequência de realização.

Crioterapia

A crioterapia apresenta baixo índice de adesão pelos pacientes. Devido ao tempo maior e não poderem ser realizadas em qualquer local. A baixa adesão compromete o resultado do tratamento. maior e não poderem ser realizadas em qualquer local. A baixa adesão compromete o resultado do tratamento.

Priebe et al.,2015

Ensaio clinico controlado/ 25 pacientes
Avaliar a estabilidade dos efeitos terapêuticos de um programa de fisioterapia comparando os sinais e sintomas de DTM, bem como o limiar de dor à pressão observado logo após o tratamento e após um período de acompanhamento de dois meses.
Ultrassom terapêutico, liberação miofascial, terapia manual, exercícios de alongamento e neuromusculares, além de orientações de autocuidado e exercícios domiciliares

A intervenção fisioterapêutica aliada à orientação de autocuidado e exercícios domiciliares, produziu, neste estudo, efeitos positivos e duradouros nos sintomas da disfunção temporomandibular, mantendo os resultados por dois meses após o término do tratamento


Bastos et al.,2015

Estudo observacional e transversal/ 22 pacientes
Caracterizar o grau de disfunção temporomandibular (DTM) e relacioná-lo com a presença de alterações posturais em jovens universitárias.
Avaliação postural através de um simetrógrafo e uma máquina fotográfica para documentar as posturas

Existe correlação entre DTM e alteração postural de membros inferiores (MMII) no grupo estudado. A prevalência de alterações posturais em universitárias com DTM acomete principalmente as articulações da coluna, ombro, joelho e pelve.



Ferreira et al.,2015

Pesquisa exploratória do tipo transversal analítico não controlado/ 20 pacientes

Avaliar a Laserterapia e a terapia manual no tratamento das Disfunções Temporomandibulares

Terapia manual Laser de baixa potência Arsenieto de Gálio

Possível analisar que a terapia manual e a laserterapia obtiveram papel fundamental para o tratamento das disfunções temporomandibulares. Com a terapia manual associado ao laser, foram eficazes e não diferem entre sim, mostrando que o laser não obteve significância



Viana et al.,2016

Ensaio clínico prospectivo cego/ 60 paciente

Avaliar efeitos de um protocolo fisioterapêutico na qualidade de vida de pacientes com disfunção temporomandibular

Ultrassom, mobilização articular, alongamento

A aplicação de um protocolo fisioterapêutico foi capaz de melhorar a qualidade de vida de pacientes com disfunção temporomandibular



Armijo-Olivo et al.,2016

Revisão sistemática

Avaliar a qualidade metodológica dos ensaios clínicos randomizados que examinaram a eficácia da terapia manual e intervenções de exercícios terapêuticos no tratamento de DTM.

Terapia Manual, Exercícios terapêuticos

Nenhuma evidência de alta qualidade foi encontrada, indicando que há grande incerteza sobre a eficácia do exercício e da TM manual para DTM.Há uma necessidade clara e bem planejados que examinem exercícios e intervenções de TM para DTM. 



Ferreira et al.,2017

Ensaio randomizado / 40 pacientes.

Investigar o efeito a curto prazo da estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS), examinando a intensidade da dor, o limiar de dor de pressão e a atividade de eletromiografia em pacientes com transtorno temporomandibular.
TENS
O tens apresentou efeitos terapêuticos a curto prazo, diminuindo a dor facial relatada, e melhorando a percepção de sensibilidade à dor profunda, revelado através da melhora da atividade EMG muscular mastigatória.



Melo e Pataro., 2018

Revisão sistemática/ incluídos ensaios clínicos randomizados/ ensaio clínico controlado

Avaliar Sistematicamente as evidências sobre a eficácia da RPG no tratamento da dor em indivíduos com DTM.

Reeducação Postural Global.

Possível concluir que a RPG demonstra ser eficaz na redução da dor presente na DTM. Porém, faz-se necessários mais ensaios clínicos randomizados com maior rigor metodológico, protocolos mais bem definidos, que possam auxiliar na tomada de decisão clínica e que contemplem também a comparação do tratamento entre homens e mulheres.



Saraiva et al., 2019

Revisão de literatura

Verificar os efeitos da ozonioterapia no tratamento e na diminuição da dor da disfunção temporomandibular

Ozônio

A ozonioterapia é um método eficaz e seguro para o tratamento da dor relacionada à DTM.com a ozonioterapia do que com as outras terapias tradicionais que foram comparadas.



Silvaet al., 2019

Estudo correlacional e experimental descritivo

Avaliar a eficácia da Terapia Manual sobre a sintomatologia das disfunções temporomandibulares

Terapia Manual.

Foi observado que a terapia manual apresenta eficácia no tratamento das DTMs, pois houve significância estatística na condição sintomática funcional, quando comparados os valores pré e pós-tratamento.


Fonte: A autora.

DISCUSSÃO

A ATM, formada por várias estruturas internas e externas, é um elemento do sistema estomatognático capaz de realizar movimentos complexos. Uma combinação entre alterações na oclusão, lesões traumáticas ou degenerativas da ATM, problemas esqueléticos; fatores psicológicos, hábitos parafuncionais, resultam em espasmos musculares que levam ao desequilíbrio temporomandibular (TEIXEIRA et al., 1999).

Dentre os recursos terapêuticos inicias para analgesia destacam-se a crioterapia e o TENS. Segundo Furlan (2015, p.648), a crioterapia tem sido uma técnica pouco utilizada, podemos verificar isso pois o índice de adesão pelos pacientes é baixo, devido ao tempo e o local que é realizado comprometendo a qualidade do tratamento fisioterapêutico.

A TENS é um recurso que apresenta resultados a curto prazo comparado a outras terapias, melhorando a dor facial profunda, aprimora a percepção e aumenta a sensibilidade, possibilitando a melhoria na disfunção temporomandibular (FERREIRA et al.,2017).

Como o recuso secundário para o alivio imediato da DTM temos o recurso da Laser de baixa potência Arseneto de Gálio apresentado por Ferreira et al. (2015), os resultados promovidos foram uma redução gradual da dor e a melhoria na amplitude de movimento. A eficácia desses recursos primários é obtida a partir do uso associado as técnicas de terapias manuais. O grupo G1 com terapia manual e o grupo de G2 com terapia manual associada ao Laser, tiveram grande evolução apenas através das terapias manuais aplicada nos dois grupos.

Viana et al. (2016) complementa que, como forma de tratamento, podem ser utilizadas ainda técnicas simples, como o ultrassom, a mobilização articular e os alongamentos, os quais podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Priebe et al. (2015), utiliza o recurso de Ultrassom terapêutico, liberação miofascial, terapia manual, exercícios de alongamento, que trouxeram resultados quanto à sensibilidade da dor à pressão. Após os dois meses de tratamento os ruídos articulares permaneceram ausentes em 60% dos pacientes; em 20% dos pacientes os ruídos aumentaram e o restante diminuiu.

As técnicas de terapia manual possibilitam a capacidade de reparo tecidual uma vez que trabalham nas propriedades dos músculos, meniscos, tendões e ligamentos, que quando submetidos à terapia manual, tendem a ter aumento do fluxo sanguíneo local e diminuição da rigidez, diminuição da dor e melhora do desempenho funcional dos músculos que se que inserem na articulação temporomandibular. Os resultados que obtiveram significância estatisticamente, sendo (p<0,05) no nível de dor, sintomatologia, grau de disfunção e aumento da mobilidade mandibular (SILVA et al.,2019).

Nisto Armijo-Olivo et al. (2016), complementa que a terapia manual tem sido usada para restaurar a amplitude de movimento, reduzir a isquemia local, estimular a propriocepção, diminuir as aderências fibrosas, estimular a produção de líquido sinovial e reduzir a dor.

ATM está diretamente relacionada com a região cervical e escapular através de um sistema neuromuscular, alterações posturais da coluna cervical podem acarretar a DTM. Como apresentado no estudo de Bastos et al. (2015), a limitação funcional está relacionada a alteração postural que acomete mais mulheres na faixa etária de 20 a 40 anos e está correlacionado alteração postural cabeça e pescoço, dos membros superiores, coluna vertebral e membros inferiores.

No âmbito do recurso postural Melo e Pataro (2018), correlacionaram o recurso de reeducação postural global (RPG), que é eficaz na redução da dor em indivíduos com DTM. O grupo controle era composto por indivíduos sem DTM e os mesmos não sofreram nenhum tipo de intervenção. Já o grupo submetido à RPG apresentou diferença estatisticamente na redução do quadro da dor, os ganhos obtidos com o tratamento tendem a se manter a médio prazo como pode ser observado no grupo submetido á reeducação postural global.

Dentre os resultados obtidos dos recursos fisioterapêuticos na DTM, destaca-se a ozonioterapia que possui várias modalidades de administração, como tratamento invasivo na redução da dor muscular e no tratamento de pacientes com DTM. Sendo assim o recurso é eficaz pois é eficaz, pois faz com que a articulação cure muito mais rapidamente do que as terapias tradicionais (SARAIVA et al., 2019).

CONCLUSÃO

No presente estudo constatou-se que dentre os recursos e técnicas fisioterapêuticas utilizadas para o tratamento das disfunções temporomandibulares, o que apresentou resultados mais satisfatórios nos quadros de DTM’s foi a terapia manual, promovendo melhora significativa na redução do quadro álgico e rigidez articular, permitindo maior amplitude de movimentos, reparo tecidual e revascularização. Os demais recursos utilizados apresentaram resultados mais eficazes à curto prazo, porém pouco duradouros.

REFERÊNCIAS

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