O lançamento do meu livro de Fisioterapia Parte 1

Primeiramente, eu gostaria de agradecer aos que compareceram ao lançamento do meu livro “Fisioterapia: legislação aplicada” e àqueles que parabenizaram-me pela iniciativa, mas por algum motivo não puderam estar presentes, em especial a congratulação formal remetida pelo CREFITO-10, assinada pelo Presidente Sandroval Francisco Torres.

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Durante o meu período de estágio acadêmico obrigatório, realizado no Hospital Cardoso Fontes, sob a supervisão dos fisioterapeutas Sergio Nogueira e Gisele Barbosa, muito ouvi falar nos corredores sobre outro profissional, o falecido Carlos Alberto Caetano Azeredo, atuante na fisioterapia respiratória e engajado na disseminação do conhecimento em sua área. Eis que a boca pequena carregava a informação de que seus livros, na verdade, eram cópias de material produzido no exterior. Nesse momento, percebi que na Fisioterapia já havia pensadores críticos em potencial, porque possivelmente acessaram conteúdos internacionais que motivaram os comentários, mas talvez não compreendessem o relevante papel social de um escritor, pois é através do registro e publicidade de ideias que encurtamos caminhos e fomentamos a reflexão em larga escala.

Convidei as pessoas que, em tese, possuem estreita relação com o tema do livro, a saber: integrantes do Sistema COFFITO-CREFITO, chapas concorrentes à eleição para o CREFITO-2, amigos, revistas, colunistas, coordenadores de cursos de Fisioterapia de universidades do Rio de Janeiro e de outros Estados. No meu singelo ponto de vista, formadores de opinião e estudiosos incessantes, com os quais avaliei oportuno compartilhar em primeira mão o resultado do meu trabalho. Desta empreitada, os canais de comunicação se expandiram e surpreendemente o livro chegou até Portugal, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, para que seja apresentado à unidade curricular de Ética e Deontologia em Fisioterapia, que iniciará o ano letivo em 16.02.2015. É essa multiplicação que tanto esperamos ao escrever para o público, porque todo o esforço pessoal dispendido, da produção à comercialização, não valeria à pena se o acesso à informação permanecesse complexo.

Produzi a coletânea para facilitar a introdução da legislação no processo de formação acadêmica do fisioterapeuta, porque não havia disponível até então uma forma simples do docente transmitir esse extenso conteúdo aos alunos, bem como para dissipar a peculiar dificuldade do serviço público em atualizar o que está ou não vigente nos seus textos normativos e aqueles eventualmente contestados na Justiça.

O que estamos fazendo aqui? Refletindo sobre a prática da Fisioterapia para que nosso trabalho seja mais promissor para a humanidade, ou seja, discutindo ética. Por isso, aguardo as críticas fundamentadas sobre a obra para que novas pesquisas revelem melhores resultados.

carlos-iuri

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