Novas maneiras de se falar a mesma coisa…

Dr_Edson

Depois de muitos anos de formado em Fisioterapia não me surpreende mais tantas novas técnicas.

Novas só no nome ou na maneira de fazer a mesma coisa, como se comprimir pontos de acupuntura na água modificaria a ação da mesma fora do meu aquático. Colocar agulhas e colocar o paciente em plataforma vibratória para ativar a ação da acupuntura.

Técnicas em Fisioterapia, quase não mais utilizadas, ou por falta de conhecimento ou por não trazer respostas imediatas como prova da eficácias da mesma…

Como estudioso em Neurofuncional, vejo que o método de Klein é desconhecido pela maioria dos novos profissionais, pois quem sabe, não mostrado em sala de aula por colegas professores…

Seria falta de conhecimento ou não ser moderno para o atual desejo dos jovens estudantes?

O método de Klein, é uma técnica fantástica para recuperação das funções motoras e mesmo no trabalho da indução destes movimentos que por motivos de ação traumática ou por afecções de caráter neurológico…

Klein Volgesang , utilizou movimentos sincinéticos, elaborando a técnica que falo…

O método utiliza a sincinesia como variantes, usando não somente o membro afetado ou qualquer outro segmento do corpo, usando manobras em diagonal desenvolvidas desde a posição de DD, até a posição de ortostatismo, assim desenvolvendo os primeiros e débeis  movimentos ativos…

É, o método de Klein é esquecido por falta de conhecimento pela pouca divulgação do mesmo ou por não ser lucrativo em cursos de formação em outras técnica ou por não ser descrito como espetacular como tantos outros assim o são…

Pesquisa e utilização devem andar de mãos dadas, de maneira que se torne novamente conhecido o que já foi utilizado e com grande eficácia nos anos da década de 1970…

Que o modernismo não obscura técnicas devidamente comprovadas no que se diz em Fisioterapia Neurológica

Dr. Edson Virginio Rodrigues

1 comentário em “Novas maneiras de se falar a mesma coisa…”

  1. Concordo com o colega. Temos muitos métodos terapêuticos que nunca foram devidamente “testados científicamente” mas que sob a ótica da evidência fica a experiência de quem os usa que o paciente evolui de forma contínua e seletiva. O problema é que muitos colegas visam serem “especialistas” acreditando serem melhores naquilo que almejam, porém, antes de sermos especialistas somos e devemos ser excelentes “generalizas” e com isso visar dar o melhor de nós para um processo digno de reabilitação. Parabéns ao colega por comentar esse assunto e espero colhermos frutos dessa maravilhosa opinião!

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