NEUROFISIOLOGIA DA LESÃO SOMÁTICA CAUSADA PELO “DENTE NEUROLÓGICO” DIAGNOSTICADO MEDIANTE A CINESIOLOGIA APLICADA

José Luiz Saramago de Carvalho1
Ricardo Nogueira Pacheco 2
1Acadêmico – Curso de Fisioterapia – Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro.
2Orientador – Curso de Fisioterapia – Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro.

RESUMO: O objetivo desse artigo é apresentar o “dente neurológico” como mais um fator causal de disfunção somática demonstrando assim a interferência do sistema estomatognático na participação desse mecanismo. Baseado em neurofisiologia, essa revisão de literatura demonstra o mecanismo lesional ascendente e descendente causado pelo “dente neurológico. A alta propriocepção existente no ligamento periodontal, um dos componentes do sistema estomatognático, registra mudanças enviadas ao córtex e sua ação reguladora influência os músculos posturais à distância, podendo causar alterações nas cadeias musculares e desenvolver patologias crônicas. Demonstrando a necessidade de uma avaliação mais abrangente com um enfoque multidisciplinar visando sempre o bem estar do paciente conforme adotado como definição de saúde.

Palavras-chave: Cinesiologia aplicada. Tônus muscular. Nervo trigêmeo. Ligamento periodontal.

ABSTRACT: The objective of this article is to present the “neurological tooth” as plus a causal factor of somatic disfunction thus demonstrating the interference of the stomatognathic system in the participation of this mechanism. Based in neurophisiology, this revision of literature demonstrates the ascending and descending lesional mechanism caused by the “neurological tooth. The high existing sensitivity in the periodont ligament, one of the components of the stomatognathic system, registers changes sent to the cortex and its regulating action at a distance influence the posturais muscles, being able to cause alterations in the muscular chains and to develop chronic patologias. Demonstrating the necessity of a more including evaluation with an approach to always multidiscipline aiming at the welfare of the adopted patient as as health definition.

key words: Applied Kinesiology. muscle Tônus. Trigême nerve. periodont ligament

1. INTRODUÇÃO

Esta pesquisa é sobre a avaliação do dente neurológico através da cinesiologia aplicada, que é um método, onde o próprio corpo demonstra a causa da patologia/doença. Ajuda a diferenciar distúrbios somáticos em diversas regiões do corpo, utilizando pontos reflexos verificados através de testes específicos da cinesiologia aplicada.
O sistema estomatognático como unidade complexa é capaz de gerar alterações em outros sistemas do corpo por vias ascendentes ou descendentes (ANDUCAS; MUÑIZ, 2005).
A ATM faz parte do sistema estomatognático, dessa forma pode causar interferência em outros sistemas, por isso, para a osteopatia ela é considerada chave para tratamento de disfunções, juntamente com o diafragma e a pelve. A informação aferente dessa região chegará ao sistema nervoso central através do V par craniano, o nervo trigêmeo (GRANADILLO, 2005).
A relação entre o sistema estomatognático também pode ser estabelecida se considerarmos que existem duas regiões que possuem inervações em comum. Os ramos comunicantes de C1 e C2 comunicam raízes com nervo hipoglosso e impulsos eferentes cervicais convergem para o núcleo caudal do trato espinhal trigeminal (CAILLIET, 1997).
O sistema estomatognático é uma unidade morfofuncional integrada e coordenada, constituída pelo conjunto de estruturas esqueléticas, musculares, vasculares, nervosas, linfática, e dentais organizadas ao redor das articulações occipto-atloideana, atlanto-axial, vértebro-vertebrais cervicais, temporo-mandibulares, dente-dentais e dente-alveolares. Esse sistema liga-se de forma orgânica com outros sistemas podendo agir sobre qualquer outro (BARRETO, 1999).
Os pés podem ser elementos primários de um distúrbio postural, porém em condições anormais os dentes poderiam ser causadores de um distúrbio somático. A explicação é simples o sistema estomatognático depende de seis pares de nervos cranianos e 38% do córtex sensitivo/motor (ESPOSITO, 1999).
Existe um componente no sistema estomatognático com alta sensibilidade proprioceptiva, o ligamento periodontal. Capaz de registrar informações sensoriais e enviar ao córtex pelas vias trigeminais, o ligamento periodontal é o alvo principal desse artigo.
A alta sensibilidade proprioceptiva existente no ligamento periodontal é de fundamental importância. Qualquer relação, dente-dente, dente-língua, mandibulo-crânio, irá necessariamente, causar alterações nas vias aferentes que serão avaliadas incorretamente e causará uma alteração somática (ESPOSITO, 1999).
A lesão osteopática ou disfunção somática define-se como ausência tridimencional da mobilidade de um elemento conjuntivo qualquer (RICARD; SALLE, 1996).
Em 1976, Goodheart descobriu uma relação entre os dentes e alguns músculos em particular. Depois E. Walter, em 1983 se aprofundou e conseguiu correlacionar os elementos dentários com os músculos conforme figura 1 (GRANADILLO, 2000).


Na cinesiologia aplicada o teste usado para verificar o elemento dentário causador da lesão é a terapia de localização ou localização terapêutica que consiste em tocar na área onde supostamente ocorre a origem da lesão somática, com o toque a força muscular tem que se normalizar e para ser mais preciso usa-se o “challenge” que seria pressionar o elemento dentário no sentido da correção havendo melhora do quadro de hipotonial. Para se verificar se a influência não e da ATM usa-se o teste de Meersseman que é basicamente colocar dois rolos de algodão entre os molares e verificar se houve ou não melhora do quadro (RICARD; SALLE, 1996; ESPOSITO, 1999).
Este trabalho tem como objetivo principal mostrar a integração somatosensorial do sistema estomatognático e correlacionar com mecanismos posturais, mostrando a importância do Nervo Trigêmeo para o engrama motor e citar o “dente Neurológico“ de Goodheart como mais uma fonte de informação reforçando assim a necessidade de uma avaliação mais abrangente e um tratamento multidisciplinar e se justifica pela necessidade de mais trabalhos disponíveis para pesquisa.

2.MATERIAIS E MÉTODOS

Este estudo foi realizado por meio de revisão bibliográfica em livros –textos nacionais e internacionais de cinesiologia aplicada, anatomia neurofuncional, osteopatia e ortodontia, e nas principais bases de dados de saúde, porém no PubMed não foi encontrado informações referente ao assunto abordado. Foram usados os seguintes descritores: kinesiologia aplicada, cinesiologia aplicada, neurofisiologia oral, ligamento periodontal. Os critérios de inclusão das amostras foram: textos em português e espanhol, com data de publicação compreendida entre os anos de 1991 a 2005.

3.DISCUSSÃO

A cinesiologia aplicada de Goodhearth, forma parte integrante da exploração do metâmero e da busca da lesão maior (RICARD; SALLE,1996). Pode ser usada para analisar os mais diferentes distúrbios energéticos do organismo humano e facilitar o trabalho dos profissionais de saúde permitindo melhor diagnóstico, rápida descoberta do foco da doença, identificação de conflitos emocionais-chave (DOBLER, 2003). Para Chaitow (2001) a cinesiologia é uma técnica que visa correlacionar os vários sistemas de métodos reflexos com o método de avaliação específica da cinesiologia aplicada e usa diversas técnicas de pressão com finalidade de normalizar a função.
Para entendermos melhor, o ser humano é resultado de um conjunto de quatro elementos, pensamento, emoção, campo bioelétrico e estrutura física se excluirmos o espiritual. Esses componentes cooperam para a homeostase que seria uma perfeita harmonia entre os componentes (ESPOSITO, 1991). Quando isso não ocorre existindo qualquer elemento perturbador em um ou mais componente ocorrerá um desequilíbrio gerando um distúrbio da saúde. Esse distúrbio será gerado por um foco de inflamação e um campo de perturbação onde teríamos como foco um tecido mudado patologicamente em qualquer área do corpo e como campo de perturbação um efeito remoto no corpo. Sendo assim, um dente poderia estar causando uma desarmonia que geraria uma perturbação à distância (DOBLER, 2003).
O “dente neurológico” descrito por Goodhearth é o elemento dentário capaz de gerar um desequilíbrio muscular e possuem como “músculo branco” os músculos que sofrem inibição pelo dente correspondente. Essa relação dente/músculo, não se dá de forma direta para Goodhearth, a área onde o dente está fixado é o mais importante o ligamento periodontal. Causas mecânicas como contato prematuro, excesso de material de obturação, transtorno da articulação temporomandibular, mau alinhamento protético, trações excessivas, espaços vazios na boca, dentes incluídos, poderíamos citar também causas inflamatórias e intolerância química a material para obturação ou até mesmo obturação antigas poderiam gerar o dente neurológico (GRANADILLO, 2000). Bricot, (2001) chama de alvéolo dentário reatogênico e associa a alteração sistêmica a microcorrentes ligadas ao microgalvanismo e afirma que geralmente são dores inexplicáveis e sem causa, ele explica que diferentes metais e ligas podem estar presentes na boca e se relacionariam com jóias utilizadas por pacientes em outras partes do corpo.
Focos irritativos podem ser provocados por um contato prévio e assim causar uma patologia focal, porém se somente ocorrer esse contato prematuro bastaria usar um espessor corretivo que seria uma placa de acrílico adaptado entre os arcos alveolares (arcada dentária) para eliminar a interferência do contato e mudar o engrama como ocorre no teste de Meersseman. O teste de Meersseman é simples, deve ser colocado dois rolos de algodão entre os molares e deve-se pedir para o paciente realizar a oclusão, não existindo contato entre os dentes superiores e inferiores e a informação será enviada de forma correta para o córtex e a disfunção estará temporariamente resolvida. Porém se o problema é um foco infeccioso ou inflamatório as correlações de oclusão não necessitam de atenção sendo assim, o teste de Meersseman não seria válido, teríamos um resultado negativo. A terapia de localização seria mais indicada (ESPÓSITO, 1991).
O “dente neurológico” será diagnosticado através da terapia de localização utilizando pontos reflexos. Os pontos reflexos são áreas anatomicamente delimitadas onde existe um componente neural isolado ou adicionado de um componente linfático/vascular, podendo ser correlacionado com pontos de acupuntura e outros sistemas reflexos menos conhecidos (CHAITOW, 2001; DOBLER, 2003). E. Walter acrescenta que existirá um ganho significativo se a terapia de localização for realizada da seguinte forma, polegar e dedo mínimo unidos e o toque realizado com os outros três dedos. Evidências sugestionam que a terapia de localização é um fenômeno energético com características eletromagnéticas. Desidratações, materiais sintéticos e cerâmicas podem interferir na execução e no resultado da terapia de localização o que poderia se justificar com a teoria de Bricot sobre o microgalvanismo (FROST, 2002).
A confirmação do “Dente Neurológico” se dará através do “Challenge”, que consiste em empurrar o elemento dentário, caso ele ainda exista, no sentido da correção e realizar novamente o teste, onde se espera a normalização do tônus muscular, o que reforça a importância da propriocepção do ligamento periodontal (RICARD; SALLE, 1996).
O ligamento periodontal, é abundantemente inervado por fibras nervosas sensoriais capazes de transmitir sensações táteis, de pressão e dor pelas vias trigeminais (CARVALHO; NAVARRO, 2002).
A sensibilidade somática geral da cabeça penetra no tronco encefálico pelos nervos V, VII, IX e X. Destes, sem dúvida o mais importante é o trigêmeo. As informações proprioceptivas proveniente do periodonto através das vias trigeminais, integram-se com o cerebelo de forma inconsciente, essas informações são capazes de gerar um desequilíbrio tônico postural e para Goodhearth e E. Walter existem modificações na descarga elétrica em músculos à distância. Apesar de não ficar clara a via eferente deste mecanismo. Estudos realizados por eles demonstraram que existe a normalização do engrama motor utilizando apoios e correções ortodônticas com a idéia de estimular o ligamento periodontal e normalizar o engrama novamente (GRANADILLO, 2005).
A justificativa neurofisiológica para essa alteração que o dente neurológico é capaz de causar é que as vias proprioceptivas do trigêmeo não estão em gânglios e sim no núcleo do trato mesencefálico que se direciona cranialmente e estende-se longitudinalmente por todo mesencéfalo. Os prolongamentos descendentes periférico destes neurônios ligam-se a receptores na articulação temporomandibular e nos dentes e veiculam informação sobre a posição da mandíbula e força da mordida. Admite-se que alguns desses prolongamentos levam impulsos proprioceptivos ao cerebelo. As conexões aferentes do cerebelo terminam no córtex cerebelar como fibras trepadeiras e mugosas. As primeiras tem origem no complexo olivar inferior já as segundas são oriundas de áreas especificas como os núcleos vestibulares, a medula espinhal e os núcleos pontinos. As de origem vestibular trazem informações do ouvido interno e da posição da cabeça, as de origem medular trazem informações originadas em receptores proprioceptivos. Impulsos que chegam por essa via não se tornam conscientes. As do núcleo pontinos trazem informação oriundas do córtex e de todos os lobos cerebrais através da via cortico-ponto cerebelar. O cerebelo exerce influência sobre os motoneurônios da medula. As fibras eferentes do cerebelo saem de três núcleos, sendo eles: a zona medial onde a fibras de Purkinje fazem sinapse nos núcleos fastigiais saindo o tracto fastigiobulbar fazendo sinapses com núcleos vestibulares e com a formação reticular. Em ambos os casos o cerebelo age sobre os músculos axiais e proximal dos membros para manter o equilíbrio e a postura, existe a conexão eferente da zona intermediária onde as células de Purkinje se conectam com o núcleo rubro e para o tálamo do lado oposto. Essa conexão irá influenciar os movimentos delicados da musculatura distal do troco e também temos conexões eferentes da zona lateral onde a célula de Purkinje faz sinapse com o núcleo denteado seguindo impulsos para o tálamo controlando assim também a musculatura distal na realização de movimentos finos. Dessa forma o cerebelo interage com o meio através de aspectos funcionais como: manutenção do equilíbrio, controle do tônus, controle dos movimento voluntários e aprendizagem motora. Os núcleos citados anteriormente excetuando-se o núcleo denteado fazem parte das vias eferentes somáticas conhecidos anteriormente como tracto piramidal e extrapiramidal, daremos atenção ao tracto extrapiramidal que compreende as vias motoras somáticas, sabendo que esta via utiliza o tracto cortico-espinhal (uma via piramidal) através dos núcleos do corpo estriado da via extrapiramidal, para fazer controle do tônus, sendo elas a tecto-espinhal, vestíbulo-espinhal, rubro-espinhal e o reticulo-espinhal. Todos esses tractos terminam na medula em neurônios internunciais, através dos quais eles se ligam aos neurônios motores para executar a sua função motora. Para a função postural pode-se destacar o tracto vestíbulo-espinhal e o reticulo espinhal. O tracto cortico-espinhal recebendo impulso cerebelar do sistema extrapiramidal, se une aos neurônios da medula e é dividido em anterior e lateral tendo o lateral como o mais importante. O tracto cortico-espinhal termina na substância cinzenta intermédia ligando-se aos motoneurônios exercendo um papel tanto exitatório quanto de inibição sobre os motoneurônios alfa e gama fazendo a regulação do tônus e da postura. Dessa forma existe a interferência da via aferente do nervo trigêmeo no resto do corpo conforme figura 2 (MACHADO, 2005).


Para o diagnóstico do “dente neurológico” é necessário que exista as seguintes condições: presença de músculos incapazes de sustentar uma força aplicada contra seu movimento agonista e que não tenha restabelecimento da força com o tratamento do metâmero correspondente, presença de patologias no dente relacionado ao músculo, terapia de localização positivo no dente em questão e no caso de transtorno ortodôntico a confirmação pelo “challege” com agravação da sintomatologia se o dente for empurrado no sentido oposto da correção (GRANADILLO, 2000).

4. CONCLUSÃO

O “dente neurológico” é o elemento dentário capaz de gerar um desequilíbrio muscular, segundo a cinesiologia aplicada. Desta forma a condição da cavidade oral passa a ser também de responsabilidade do fisioterapeuta em busca de causas que geram lesões, reforçando ainda mais a necessidade de atenção multidisciplinar para complementar a nossa avaliação fisioterapêutica. A cinesiologia aplicada de Goodhearth, em busca da lesão maior pode facilitar o trabalho dos profissionais de saúde podendo ser mais uma ferramenta de trabalho no intuito de um diagnóstico mais completo na tentativa da devolução da homeostase do paciente. A desmistificação da cinesiologia aplicada, apesar de ser uma terapia natural, utilizar pontos reflexos e de acupuntura, é de grande valia para os fisioterapeutas que trabalhamos com as mãos e com o toque, entender a fisiologia e visualizar o paciente de forma global é obrigação por isso esse estudo. Sugerimos que outros trabalhos venham a ser realizados para que essa “ciência terapêutica natural” seja melhor utilizada com fundamento fortes e incontestáveis para aplicabilidade prática.

Email: saramagorj@ig.com.br

REFERÊNCIAS

ANDUCAS, Mercedes; MUÑIZ, Alfredo. Periódicos eletrônicos: Kinsiológia Odontológica: un Nuevo Enfoque Rehabilitador. Maxillaris, Espanha, junho 2005
Disponível em:< http://www.infomed.es/sekmo/> acessado em: 20 abril 2008.

BARRETO, José Fernando, Sistema estomatognático y esquema corporal. Colômbia Médica, Colômbia, v.30 n 4, p 173-180, 1999.
BRICOT, Bernard. Posturologia. Tradução Angela Bushatsky. 2. ed. Tradução Ângela Bushatsky. São Paulo: Ícone, 2001.
CAILLIET, R. – Sindromes Dolorosas da Cabeça e da Face, Rio de Janeiro, Revinter , 1997.
CHAITOW, Leon. Técnicas neuromusculares modernas. Tradução Maria de Lourdes Giannini. São Paulo: Manole, 2001.
DOBLER, Günter. Cinesiologia: fundamentos, pratica, esquema corporal. 1. Ed. São Paulo: Ed. Manole, 2003.
ESPOSITO, Gian Mario. Periódicos eletrônicos: Evaluacíon patogenica de las disfuncionesque determinan El desequilíbrio postural. Espanha, n. 6, 1991 Disponível em:< http://www.gianmarioesposito.com/Bibliografia.aspx> acessado em: 20 maio 2008.
ESPOSITO, Gian Mario. Periódicos eletrônicos: Test de Meersseman Validez y Limites. “PTERO”, Espanha, n. 2, p. 1-11, mar. 1999
Disponível em:< http://www.infomed.es/sekmo/> acessado em: 15 abril 2008.
FIGUEREDO, Márcia; NAVARRO, Sandra. MedCenter: aspectos normais da membrana periodontal e osso alveolar. 2002. Dissertação (Mestrado em Odontopediatria e ortodontia)-Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: . Acesso em: 23 abril 2008.
FROST, Robert. Applied Kinesiology: A Training Manual and Reference Book of Basic Principles and Practices. Califórnia: North Atlantic Books, 2002.

GRANADILLO, Octavio. Diagnóstico de “diente neurologico” mediante kinesiología aplicada. Terapia Maunal Venezolana, Venezuela, v.1, n. 4, p. 6-9, out. 2000.

GRANADILLO, Octavio. Mecanismos Posturales a Partir de La Inegración de La ATM y El trigêmeo. Terapia Maunal Venezolana, Venezuela, v.1, n. 6, p. 42-45, out. 2005.

MACHADO, Ângelo Barbosa Monteiro. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2005.
RICARD, Fransois; SALLE, Jean-Luc. Tratado de osteopatia. Tradução Laís Cristina Almeida. São Paulo: Robe, 1996.

1 comentário em “NEUROFISIOLOGIA DA LESÃO SOMÁTICA CAUSADA PELO “DENTE NEUROLÓGICO” DIAGNOSTICADO MEDIANTE A CINESIOLOGIA APLICADA”

  1. Ola td bem? Quero fazer o teste sofro de pubalgia a mais de 5 anos quero saber se é por causa dos dentes

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