MULHER NO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO LITERÁRIA ACERCA DO RECURSO DE PILATES UTILIZADO PARA FORTALECIMENTO DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO

Ivandra da Silva Barreto ¹
Jeronice Souza Rodrigues ²

Trabalho de conclusão do curso de Fisioterapia do Centro Universitário FAMETRO para obtenção do titulo de Fisioterapeuta.
Orientadora: Professora Jeronice Souza Rodrigues.

Ivandra da Silva Barreto ¹ Graduada do Curso de Bacharel em Fisioterapia no Centro Universitário Fametro

Jeronice Souza Rodrigues ² Orientadora do TCC – descendente do Curso Universitário – FAMETRO


RESUMO

Introdução: O método pilates (MP) consiste em um conjunto de exercícios, sistematizados, com evidencias em efeitos no condicionamento físico e na reabilitação. Os músculos do assoalho pélvico (AP) têm importantes funções, evitam o deslocamento dos órgãos pélvicos, participam da responsividade sexual feminina normal, e são extremamente distendidos para permitir o parto. Um assoalho pélvico com função deficiente ou inadequada é um fator etiológico para o aparecimento de diferentes patologias. Objetivo: Esta pesquisa tem a função de analisar os recursos do pilates e seus benefícios para o fortalecimento do assoalho pélvico. Metodologia: Revisão literária, com bases de dados da biblioteca virtual, Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). Resultados: Foram selecionadas duas revisões sistemáticas, um ensaio clinico e uma pesquisa semi-experimental.Conclusão: Os principais resultados foram o ganho de força, assim como equilíbrio, resistência e flexibilidade, demonstrando assim a eficácia do método pilates para o fortalecimento do assoalho pélvico.

Palavras-chave: Fortalecimento; Pelve; Pilates.

A BSTRACT

Introduction: The pilates method (MP) consists of a set of systematized exercises, with evidence of effects on physical conditioning and rehabilitation. The pelvic floor (AP) muscles have important functions, they prevent the displacement of Organs pelvic organs, participate in normal female sexual responsiveness, and are extremely stretched to allow delivery. A pelvic floor with poor or inadequate function is an etiological factor for the appearance of different pathologies. Objective: This research has the function of analyzing the pilates resources and their benefits for the strengthening of the pelvic floor. Methodology: Literary review, with virtual library databases, Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). Results: Two systematic reviews were selected, a clinical trial and a semi-experimental research. Conclusion: The main results were strength gains, as well as balance, resistance and flexibility, thus demonstrating the effectiveness of the pilates method for strengthening the pelvic floor.

Keywords: Strengthening; Pelvis; Pilates.

INTRODUÇÃO

Conforme Bertoldi, Medeiros e Goulart (2015), o climatério é um período transacional, com duração variável no ciclo biológico da mulher, representado pela passagem entre o período reprodutivo e não reprodutivo, que ocorre aproximadamente entre 40 e 55 anos. Durante esse período há o esgotamento dos folículos ovarianos e segue-se a queda progressiva da secreção de estrogênio, culminando com a interrupção definitiva dos ciclos menstruais (menopausa) e o surgimento de sintomas característicos.

Segundo Butler, Mitchell e Healy (2014), a pelve é dividida em maior e menor, onde a maior está acima da cavidade pélvica fazendo parte da cavidade abdominal e a menor encontra-se abaixo da cavidade pélvica e possui vísceras pélvicas: A abertura inferior que é um plano que se estende através dos ramos isquiopúbicos, sínfise inferior, espinhas isquiáticas, ligamento sacrotuberal e cóccix. A abertura que por sua vez passa pelo promontório do sacro, linha iliopectínea, linha arqueada e superfície posterior da crista púbica. Os inominados compostos por três partes criando assim o acetábulo, o ílio, ísquio e o osso púbico.

Diante exposto por Hall (2016), a cintura pélvica possui função no posicionamento articular do quadril tendo assim movimentos eficientes, a pelve possui uma estrutura única não articulada, podendo girar nos três planos de movimento, facilitando a movimentação do fêmur com giro de modo ao acetábulo posicione-se na direção do movimento a ser realizado. A inclinação pélvica anterior possibilita a extensão femoral, já a inclinação lateral da pelve com direção oposta facilita os movimentos laterais do fêmur. A cintura pélvica é também regulada por certos movimentos da coluna vertebral.

A incidência é de 1% abaixo dos 40 anos e 0,1% abaixo dos 30 anos. A menopausa pode decorrer no seu período usual (menopausa fisiológica), tardiamente, se após os 55 anos (menopausa tardia) ou precocemente, se antes dos 45 (menopausa precoce), designando-se prematura se anterior aos 40 anos de idade. Esta se associa a risco aumentado de morbilidade e mortalidade prematura. (BABER et al., (2016); NICE, (2015); WELT, (2015).

Segundo Ebrahimi et al., (2015); Murray et al., (2014); Faubion et al., (2015), a etiologia da menopausa pode ser variada, ou seja, conforme cada paciente, causas como anormalidade cromossómaticas, fatores metabólicos, genética, infecções, influências iatrogênicas, toxinas ambientais, todas relacionadas ao seu desenvolvimento. Porém essas patologias não são causas predominantes.

As alterações fisiológicas vivenciadas pelas mulheres no período do climatério geram consequências que podem afetar o seu bem-estar geral. Dentre elas temos sintomas vasomotores, psicológicos, urogenitais, sexuais e de distúrbios do sono, derivados do declínio de estrogênio, gerando desconforto que pode afetar seu bem estar geral (Alves et al., 2015).

O diagnóstico prático não são em regra requeridos estudos complementares. Porém, a combinação de níveis elevados de FSH (> 25 UI/L) e baixos de estradiol (< 20 pg/ ml) na ausência de fatores de interferência, dão consistência ao diagnóstico (Stuenkel, 2015).

Dentre os recursos usados pelo fisioterapeuta para promover o bem estar e a funcionalidade de mulheres no climatério podemos destacar a prática do método Pilates. O método Pilates caracteriza-se por uma série de exercícios físicos que buscam a harmonia entre o corpo e a mente e tem sua origem no chamado estudo da contrologia, desenvolvida ao final da década de 1920, pelo alemão Joseph Pilates. Tem como princípios o movimento do corpo, a respiração, o desenvolvimento muscular equilibrado, a centralização da força, a contrologia, a precisão e fluidez do movimento, que juntos procuram desenvolver o corpo de maneira uniforme (Bertoldi et al., 2015).

O climatério é, um importante tema de Saúde Pública, haja vista o crescente aumento do número de mulheres que atingem essa faixa etária. De fato, o envelhecimento populacional tem atingido números nunca antes alcançados. Acredita-se atualmente que a mulher, após a menopausa, viverá mais 30 a 40 anos, assim cuidados preventivos adequados irão trazer benefícios, com aumento da expectativa e da qualidade de vida. (LIMA, BOTOGOSKI E REIS, 2014).

De acordo com Martins (2013), o método pilates é caracterizado por ser uma técnica dinâmica que realiza o condicionamento físico e mental, de modo a trabalhar a força, flexibilidade, alongamento e equilíbrio, contudo mantendo o abdome como o certo de força, sendo este trabalhado em todos os exercícios. Por fim analisar os recursos de Pilates para fortalecimento do assoalho pélvico.

METODOLOGIA

O Artigo trata-se de uma revisão de literatura, visando artigos de sites e publicado em revistas com base cientifica na língua portuguesa e inglesa, assim como livros sobre a patologia, onde irá abordar o pilates como tratamento da musculatura do assoalho pélvico em mulheres no climatério.

O tema proposto teve como base o grau de importância e a presença de palavras chaves, consecutivo a isso, realizou-se leituras centradas dos materiais, obtendo assim informações que condizem ao objetivo do estudo. Foram selecionados 30 artigos, onde se incluiu 13 artigos. Critérios de exclusão, se deu as regras de que fossem anteriores a 2010, foram exclusos 17 dos 30 artigos selecionados, que fugissem ao tema exposto, outras línguas, que não possuíssem embasamento cientifico, tendo assim todo o conteúdo analisado e após isso terá o total corte da lista de pesquisa os que forem impróprios.

Congruente ao tema surge o seguinte problema: O método de pilates realmente fortalece a musculatura do assoalho pélvico? Com intuído de buscar informações cientificas atualizada para obter respostas eficazes a este questionamento, surgiu o objetivo desta pesquisa, em analisar esses recursos do pilates e quais benefícios traz para o fortalecimento. Conforme o presente estudo visou demonstrar a importância da fisioterapia junto ao pilates nessa fase da vida feminina, com a melhor forma de ajudar na qualidade de vida, e no bem estar da mulher.O levantamento bibliográfico foi iniciado com pesquisas em artigos dos últimos 10 anos (2010-2020), na biblioteca virtual com base no Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), utilizando as seguintes palavras chaves: Envelhecimento; Fortalecimento; Pelve; Menopausa e climatério.

Para que essa revisão bibliográfica pudesse ser criada, foi realizada uma minuciosa análise nos seguintes livros: Menopausa o que você precisa saber: abordagem prática e atual do período do climatério (LIMA, BOTOGOSKI, REIS 2014); Anatomia radiológica aplicada (BUTLER, MITCHELL, HEALY 2014); Biomecânica básica (HALL, 2016). Para coleta de referências relevantes com intuito de desenvolver uma revisão coerente.

RESULTADOS

A pós o levantamento de artigos na biblioteca virtual com base no Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), e outros se realizou uma vasta leitura e elaboração de um fichamento, para a construção de um quadro onde apresentamos dados dos materiais levantados, apresentando-o a seguir no quadro 01.

Quadro 01. Fichamentos levantados a partir do levantamento de dados.

Autor/AnoMetodologiaDesfecho






PEREIRA et al. (2016)
A pesquisa foi realizado como uma revisão sistemática de literatura, a partir da busca em livros e de estudos anteriores em bases de dados como US National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SCiELO), EBSCO.



Fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico.







AIBAR- ALMAZÁN et al. (2019)
JUNGES et al. (2017)


A pesquisa trata-se de uma revisão sistemática. Realizada da seguinte forma: formulação de uma questão, definição dos critérios de elegibilidade, busca de evidencias cientificas e avaliação das evidências disponíveis. Foram encontrados três ensaios clínicos controlados e randomizados, com o número da amostra variando entre 41 e 110 participantes. Em todos os estudos selecionados o tempo de duração de cada sessão foi de 60 minutos e a frequência foi de duas vezes por semana.








Estabilidade postural
Equilíbrio


TORELLI et al (2016)
A pesquisa foi realizado como uma revisão sistemática de literatura, a partir da busca em livros e de estudos anteriores em bases de dados como US National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SCiELO), EBSCO.
Força, pico de pressão e pressão média da musculatura do assoalho pélvico






DINIZ et al. (2014)
A pesquisa classificada como revisão sistemática, a qual, é elaborada através de pesquisas realizadas em livros, artigos científicos, revistas,teses, entre outros. Foram investigadas 193 pacientes mulheres, as quais foram separadas e submetidas a diferentes tipos de tratamento, estando estes relacionados aos métodos Pilates. O tempo do tratamento foi variado, visto que em alguns trabalhos foram desenvolvidos em apenas quatro semanas e outros em até três meses.





Maior estabilização lombo pélvica e o aumento da força da musculatura perineal. A 6 umento da vascularização local, da tonicidade.



MARÉS G et al, (2012)
VIRTUOSO JF et al, (2012)
A pesquisa, semi experimental do tipo séries de tempo, consistiu de estudo de caso. O tratamento consistiu em 10 sessões, com frequência de 03 vezes por semana, com duração de 50 minutos cada.
Equilíbrio de carga adequado dentro da Pelve. Funcionamento apropria­do da cadeia cinética por inteiro. Aumenta a força postural dinâmica



COELHO et al (2018)
A pesquisa foi realizado como uma revisão sistemática de literatura, a partir da busca em livros e de estudos anteriores em bases de dados como US National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SCiELO), EBSCO

Força e resistência da musculatura do assoalho pélvico

DISCUSSÃO

A presente pesquisa apontou a evolução da força muscular dos sujeitos trabalhando movimentos do Pilates, exige a contração de músculos abdominais, estabilizadores da coluna vertebral, músculos da região lombossacral. A solicitação para que a praticante recrute estes músculos, durante os movimentos, é característico do método, que resulta em um equilibrado desenvolvimen­to muscular, propicia a estabilidade, aumenta a força postural dinâmica e assegura o funcionamento apropria­do da cadeia cinética por inteiro, resultando na estabi­lização central, importante para o equilíbrio de carga adequado dentro da pélvis. (MARÉS et al., 2012).

De acordo com Almazán (2019) e Junes (2017), o equilibro é algo treinável, ou seja, tanto o pilates solo quanto em aparelhos é eficaz para esse déficit, estando em decúbito dorsal apresentamos nossa maior base de suporte, pilates solo trabalha bastante o equilíbrio, principalmente pélvico, onde se tem uma maior atenção na região, com esse programa de exercícios em solo, podemos da ênfase no assoalho pélvico.

Um Programa de Exercícios de Pilates (GP) e um Programa de Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico (PTMAP) poderiam fornecer melhorias semelhantes na força muscular pélvica. Sessenta e duas mulheres foram inscritas e divididas em dois grupos: GP (n= 30) e PTMAP (n=32). A principal variável analisada foi à força da MAP. Para a coleta dos dados os autores utilizaram um perineômetro e os questionários PDFI-20 (questionário com um total de 20 perguntas sobre o assoalho pélvico e seus sintomas) e PFIQ-7 (questionário complementar para o PFDI-20 que mede até que ponto os sintomas do assoalho pélvico afetam a qualidade de vida), os quais foram respondidos pelas participantes. Ambos os programas de exercícios consistiram de 24 sessões de 1 hora. (PEREIRA et al., 2016).

Conforma Torelli et al., (2016), a MAP se comporta como apenas um músculo, onde se contrai sempre de maneira total, assim a maior dificuldade é saber exatamente qual musculatura contrair, o programa de exercícios feito pelo autor traz o benefícios das mulheres ter a percepção ou melhor da propriocepção dessa região.

Na prática do método Pilates, há contração e a sustentação do músculo transverso, favorecendo uma maior estabilização lombo pélvico e o aumento da força da musculatura perineal durante a execução dos exercícios. Assim o fortalecimento desta região central pode, então, promover bons resultados para pacientes. (DINIZ et al.2014)

Avaliar a eficácia da adição da contração da MAP (CMAP) a um Programa de Exercícios de Pilates (PEP), em um ensaio clínico randomizados duplo cego, analisaram uma amostra composta por 48 mulheres saudáveis (sem doença ginecológica/ neurológica), sedentárias, nulíparas, em idade reprodutiva, sem histórico de distúrbios do AP, e com idades entre 22 e 33 anos. O protocolo foi composto de 24 sessões do Método Pilates, com 60 minutos de duração por sessão. Na comparação das médias, houve diferenças estatisticamente significativas (p < 0,05) nas variáveis picos de pressão (cm H2O), pressão média (cm H2O) e espessura MP na contração (cm) tendo o grupo PEP+CMAP apresentado melhoras significativas em relação ao grupo PEP. Os autores observaram que adicionar a execução da MAP durante os exercícios do Método Pilates mostrou-se mais eficaz. (TORELLI et al., 2016).

Em analise ao estudo foram realizados dois estudos utilizando um protocolo de 12 semanas do método Pilates realizado em solo, e outro adotaram um programa de 30 semanas de exercícios tanto no solo quanto em aparelhos. Incluído nessa revisão avaliou o equilíbrio, mostrando que as participantes do grupo Pilates apresentaram valores mais altos na confiança de equilíbrio. Também foi avaliada a estabilidade postural por meio de uma plataforma estabilométrica, revelando que o grupo Pilates apresentou melhora estatisticamente significativa na velocidade e movimentos. (ALMAZÁN et al. 2019 e JUNGES et al 2017).

Mediante exposto por Diniz et al (2014), com o aumento da força da musculatura perineal sendo esta necessária para o equilíbrio de todos os órgão que estão sendo sustentados por essa região. A execução dos exercícios acompanhada de contração isométrica é importante para instabilidade pélvica.

Conforme apresentado por Marés et al., (2012), a pelve apresenta vários ligamentos que participam da instabilidade estática. Como a musculatura dessa região age de forma cruzada, o pilates vai trabalhar alongamento da pelve, ísquios, abdominal e do transverso, assim como a flexibilidade resistência e coordenação, tendo assim um beneficio tanto no fortalecimento dessa região quanto o equilíbrio necessário.

CONCLUSÃO

Conclui-se que o método de pilates proposta para tratamento do fortalecimento do assoalho pélvico, apresentou importantes benefícios para qualidade de vida das mulheres, bem como o ganho de força, equilíbrio, flexibilidade e resistência.

Sendo assim encorajador e podendo eventualmente levar a ampliação do uso terapêutico do Pilates para tratar ou prevenir as disfunções do assoalho pélvico, principalmente, nos períodos em que esses músculos são mais exigidos, ou seja, no climatério.

Para que se tenha um maior e amplo esclarecimento acerca da proposta apresentada por este artigo, sendo um método de extrema eficácia para as mulheres, é necessário que se tenha mais estudos do mesmo, levando assim mais informações, benefícios e melhoria da qualidade de vida feminina.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICA

Aibar – Almazán, A, Hita – Contreras, F, Cruz-Diaz, D, Torre-Cruz, M, Jimenez-Garcia, JD & Martinez – Amat, A. (2019). Effects of Pilates training on sleep quality, anxiety, depression and fatigue in postmenopausal women: A randomized controlled trial.

Alves, ERP, Costa, AM, Bezerra, SMMS, Nakano, AMS, Cavalcanti, AMTS & Dias, MD. (2015). Climatério: a intensidade dos sintomas e o desempenho sexual. Texto Contexto Enferm, 24(1), 64-71.

ALVES K.; DÉLCIA B.V.; ADAMIR; MARQUES J.; PEREIRA L.C.; RICCETTO C.; BOTELHO S.; Inserção de um programa de treinamento músculo do assoalho pélvico na atenção básica á saúde para mulheres na pós-menopausa, 2016.

Bertoldi, JT, Medeiros, AM & Goulart, SO. (2015). A influência do método pilates na musculatura do assoalho pélvico em mulheres no climatério: estudo de caso. Cinergis, 16(4), 255-260.

BUTLER, MITCHELL, HEALY; Anatomia radiológica aplicada, 2014.

BABER, R. J., PANAY, N., & FENTON, A. (2016). 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Consenso Nacional sobre Menopausa, 2016.

Coelho KC, Silva DC, Barbosa TFC, Witting DS, Palácio SG, Perin O. A eficácia do Método Pilates no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esforço. Revista Científica JOPEF, 2018;

Diniz MF, Vasconcelos TB, Pires JLVR, Nogueira MM, Arcanjo GN. Assessment of the strength of the pelvic floor musculature in women who practice Mat Pilates. Man. Ther., Posturology Rehabil. J., 2014

HALL ; Biomecânica básica, 2016.

Junges, S, Molina, RD, Sartori, J, Ferreira, L, & Silva Filho, IG. (2017). Mudança da pressão expiratória com a aplicação do método Pilates em mulheres adultas com hipercifose. Fisioter Bras, 18

LIMA; BOTOGOSKI; REIS; Menopausa o que você precisa saber: abordagem prática e atual do período do climatério, 2014.

Martins RAS. Método Pilates: histórico, benefícios e Aplicações Revisão sistemática da literatura. 2013. Artigo (Curso de Especialização em Pilates do Centro de Estudos Avançados e Formação Integrada) Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia. 2013.

Marés G, de Oliveira KB, Piazza MC, Preis C, Bertassoni L Neto. A importância da estabilização central no método Pilates: uma revisão sistemática. Fisioter Mov 2012

Pereira AJ, Spiller MG, Garcia EP, Correa RG. Influência do Método Pilates na incontinência urinária de urgência dupla. Revista Hórus, 2016.

Stuenkel, C. A. (2015). Menopausal Hormone Therapy: Current Considerations. Endocrinology and Metabolism Clinics of North America, 44(3), 565–85. http://doi.org/10.1016/j.ecl.2015.05.006.

Torelli L, Di Bella ZIKJ, Rodrigues CA, Stüpp A, Girão MJBC, Sartori MGF. Effectiveness of adding voluntary pelvic floor muscle contraction to a Pilates exercise program: an assessor-masked randomized controlled trial. International Urogynecology Journal, 2016.

Virtuoso JF, Mazo GZ, Menezes EC. Prevalência, tipologia e sintomas de gravidade da incontinência urinária em mulheres idosas segundo a prática de atividade física. Fisioter Mov,2012.

1 comentário em “MULHER NO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO LITERÁRIA ACERCA DO RECURSO DE PILATES UTILIZADO PARA FORTALECIMENTO DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.