Meu pai “fisioterapeuta”evitou que eu ficasse tetraplégica, conta leitora.

Fonte: http://g1.globo.com/dia-dos-pais

Simone Pena e seu pai
Simone Pena e seu pai

G1 está publicando nesta semana que antecede o Dia dos Pais de 2013 os melhores relatos sobre uma situação em que você tenha sentido orgulho de seu pai – ou da pessoa que você considera o seu pai.

Na terça (6), foi a vez da história do Diego Silva de Oliveira, cujo pai enfrentou horas mal dormidas para conseguir se formar em administração e servir de exemplo para a trajetória da família. Veja abaixo mais três momentos que marcaram a vida dos leitores.

Para mandar você também o seu relato, escreva para o VC no G1 e coloque a imagem junto. Pode ser tanto de algo diretamente relacionado ao momento ou apenas de você ao lado dele. Não se esqueça de dizer seu nome, o nome do seu pai e dar os detalhes sobre essa atitude que fez você se encher de orgulho.

Se você quiser utilizar um iPhone ou um smartphone com a plataforma Android para registrar e enviar as imagens, basta usar o aplicativo específico do VC no G1.

Um acidente. E um salvamento. “Em 1998, voltando de viagem com meu avô, o carro em que estávamos derrapou numa curva da rodovia MG-353, entre Rio Novo e Juiz de Fora (MG), e capotamos, caindo em uma ladeira de uns 18 metros. Meu pai, que estava em outro carro, viu o acidente pelo retrovisor e não pensou duas vezes: fez o retorno na estrada, saltou do carro dele e desceu a ribanceira.

Ao encontrar o carro do meu avô, prestou os primeiros socorros e acionou o serviço de urgência. Naquele momento, eu estava presa nas ferragens e a decisão dele, que é fisioterapeuta, foi fundamental na preservação da minha integridade. Meu pai orientou os socorristas no atendimento e exigiu a presença do médico da equipe junto ao veículo.

Com a avaliação médica, o protocolo de atendimento foi mudado: ao invés de apenas usarem um cordão cervical e um cobertor para me tirarem do carro e depois me colocarem em uma maca (o que meu pai insistia que poderia afetar minha coluna), foi colocada uma prancha de madeira embaixo do meu corpo e me retiraram já com a coluna estabilizada.

Após os exames no hospital, o neurocirurgião que me atendeu explicou que se não fosse o socorro perfeito do meu pai, eu teria ficado tetraplégica! Se não fosse o meu pai, talvez eu não conseguisse digitar essa história. Tenho muito orgulho e amor pelo meu pai!”

Simone Pena, 36 anos, publicitária de Juiz de Fora (MG)

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