Dra. Marisa Pereira Gonçalves

Quem é |
Dra. Marisa Pereira Gonçalves
Especialista em Administração Hospitalar (Faculdade São Camilo/SP),
Especialista em Fisioterapia em Cardio-pneumologia (UFSM/RS),
Especialista em Fisioterapia Pneumofuncional (COFITO),
Mestre em Engenharia de Produção (UFSM/RS),
Doutora em Ciências da Saúde (UNB/DF).
Atualmente, Sub-chefe do Departamento de Fisioterapia e Reabilitação da Universidade Federal de Santa Maria e Docente da Área de Fisioterapia em Intensivismo (UFSM/RS)


Em que ano e em qual faculdade se formou?
1983, Universidade Federal de Santa Maria – RS

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
Ensinar aos jovens acadêmicos de Fisioterapia a importância da profissão na assistência ao doente crítico.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Subestimar a inteligência de meus inimigos.

O que você mais gosta na profissão?
Ter a oportunidade de formar profissionais competentes, éticos e responsáveis por seus atos.

O que você odeia na profissão?
Falta de evidência científica em algumas técnicas empregadas (isso me incomoda muito…).

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
Busca constante do aprimoramento profissional.

Que qualidade detesta nos profissionais que te cercam?
Arrogância.

Qual sua maior virtude?
Nunca desistir dos sonhos.

Qual seu pior defeito?
Exigir demais das pessoas.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
O caráter de algumas pessoas.

Qual maior mentira já contou?
Que sou incapaz de perdoar.

Qual foi o fato mais inusitado em sua profissão?
No início de minha vida profissional, ao injetar água com uma seringa, no tubo traqueal de um paciente, esqueci de retirar a agulha e a mesma penetrou no tubo, sendo necessário “fisgá-la” com uma pinça. Que sufoco!

Qual fato foi o mais cômico?
Certa vez, à noite, entrei no quarto de um hospital para realizar Fisioterapia num doente. Ali estava internado, um senhor grisalho de 78 anos, sem acompanhante e bem humorado. Durante o tratamento, por curiosidade, perguntei-lhe: o senhor vai dormir sozinho esta noite?
Ele respondeu: você é quem sabe!!! (Mas que saia justa!).

Qual seu maior arrependimento?
Confiar demais nas pessoas.

Qual dica daria aos colegas?
Diria que nós profissionais da saúde devemos ter, além do embasamento teórico-técnico-científico, um embasamento ético-moral que seja um referencial expressivo de nossas ações. E, desta forma, sejamos responsáveis técnica e moralmente por elas em todos os momentos de nossa prática assistencial com também nas nossas infinitas situações cotidianas.

Qual objeto de desejo?
Uma indústria de equipamentos fisioterapêuticos projetados por mim.

Qual sua aquisição mais recente?
Diploma de Doutorado.

Qual seu maior sonho?
Envelhecer com qualidade de vida.

Qual seu maior pesadelo?
Perder as pessoas que amo

Qual talento gostaria de ter?
Talento musical

Se não fosse fisioterapeuta gostaria de ser o que?
Me identifico tanto com a Fisioterapia que não me vejo em outra
profissão.

E qual profissão jamais queria ter?
Com talento e vocação qualquer profissão é digna de ser exercida.

Diga uma frase para colocarmos em nossa seção de frases.
“A simplicidade é o último degrau da sabedoria!” (Kalil Gibran)

Um desafio?
Projetar um equipamento de desobstrução para ser
usado no paciente em estado grave.

Quer fazer alguma divulgação?
Leiam a reportagem (“memória turbinada”) na revista Istoé (08/08/07),  referente a minha tese de doutorado.

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