MAIN FUNCTIONAL COMMITMENTS OF THE ELDERLY PATIENT VICTIM OF CEREBRAL VASCULAR ACCIDENT IN DAILY LIFE ACTIVITIES

1Fernanda Oliveira Silva, 1Patrick da Costa Santos, 2Joanne Figueiredo de Oliveira, 3Tamilyn Alencar Fontes de Freitas
1Academic Coordination of Physiotherapy at the University Center of the North – UNINORTE, Brazil 
2Institute of Technology and Education Galileo of Amazon (ITEGAM), Brazil

Abstract

In this work, stroke will be addressed, which has a great impact on the quality of life of the elderly. Exerts a generous burden with great relevance in rehabilitation in order to help the patient to regain lost capacities and become independent again, with the multidisciplinary team having particular importance in this process. General Objective: To address the motor impairments and functional limitations that lead to the patient’s functional disability with stroke sequelae, delimiting some types of existing rehabilitation also performed by physiotherapy. Materials and methods: The methodology used was a bibliographic review through the Virtual Health Library (VHL), from the Latin American and Caribbean Health Sciences databases (LACHS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) and Spanish Bibliographic Index of Health Sciences (SBIHS), websites, magazines specialized in the area, books, newspapers. Results: It was allowed to identify the symptoms, factors that help in recovery, the stages that constitutes the stroke and physiotherapeutic treatments that can assist in the functional rehabilitation of elderly patients with stroke sequelae. Conclusion: The intervention of physiotherapy in the treatment of stroke in elderly patients has had great results in improving the return to activities of daily living and physical rehabilitation.

Keywords: Stroke; Deficits; Rehabilitation; Therapy.

INTRODUÇÃO

Podemos determinar o envelhecimento como um processo natural, irreversível e de cunho global, no qual se tem alterações que interferem na qualidade de vida do idoso, acarretando no surgimento de patologias de caráter crônico e que necessitam de tratamento (CARVALHO; PAPALÉO, 2006).
O AVC como um embaraço do fluxo de sangue do encéfalo, originado tanto por uma ruptura de uma artéria, causando o AVE hemorrágico, como por uma obstrução, causando o AVC isquêmico colateral. As causas mais comuns são decorrentes de doenças cardíacas congênitas, afecções cardiovasculares como infarto do miocárdio, arritmias, valvulopatias e patologias sistêmicas que podem gerar êmbolos sépticos, gordurosos ou de ar, e assim, influenciarem a circulação cerebral provocando um tamponamento total ou parcial. (REABILITATION INFO PORTAL, 2020)
De acordo com Del Duca et al. (2009), o AVC atinge múltiplos níveis de função e causa incapacidade de formas complexas com consequente dependência crônica. O prejuízo funcional após o AVC, caracteriza-se pelo grau de incapacidade para realizar as atividades de vida diária (AVD) e/ou as atividades instrumentais de vida diária (AIVD).
A abordagem da Fisioterapia após um AVC, destaca a promoção da independência funcional com o máximo incentivo ao uso dos segmentos do corpo acometidos. Neste sentido, embora alguns indivíduos pós AVC se tornem funcionais, grande preocupação e atenção devem ser consideradas acerca do desuso apreendido (ALVES; LEITE; MACHADO, 2008). 
A compensação com o uso do lado sadio e a inatividade nos segmentos afetados deve ser combatida, visando uma funcionalidade com menos compensações e possíveis complicações. A limitação da tarefa do vestir-se, se correlaciona às tarefas de cuidado pessoal, tarefas essas que já foram mencionadas em outros estudos como o de Lucena at al. (2011) parece estar relacionada diretamente a deficiência motora do membro superior como apontada por Teles et al., (2012) que destaca que os movimentos de flexão, abdução de ombro e supinação do braço costumam ser os mais limitados. Embora a limitação do vestir-se possa ser relacionada à deficiência da ativação muscular após o AVC, justificando a dependência dos voluntários nesta tarefa, a perda da continência urinária envolve outros conceitos.
Com o envelhecimento, há o aumento das perdas físicas, sociais, e o aparecimento de comprometimento da capacidade funcional, acarretando uma ameaça à autonomia e saúde de uma pessoa, bem como à segurança propiciada por um ambiente acolhedor, e à garantia ao bem-estar desse idoso (JÚNIOR; GUERRA, 2008; ANSAI; SERA, 2013). 
A capacidade de o indivíduo realizar suas atividades físicas e mentais necessárias para manutenção de suas atividades básicas e instrumentais são definidos como capacidade funcional (GIACOMIN; PEIXOTO; UCHOA, 2008). À medida que essa capacidade vai se deteriorando, o idoso necessita de auxílio de terceiros para o desempenho de suas atividades de vida diária.
Avaliar a capacidade funcional do idoso é uma estratégia importante na atenção em saúde, uma vez que permitirá a identificação dos fatores de risco e o monitoramento da evolução clínica dos problemas de saúde, como complicação ou instauração de doença crônica, probabilidade de quedas, entre outros, possibilitando, dessa forma, a preservação da autonomia e independência do indivíduo na terceira idade (OLIVEIRA; MENEZES, 2011).
Hoje em dia, o AVC é um dos principais acometimentos da dependência na população idosa tendo como sequelas lesão no sistema sensitivo, cognitivo, alterações na fala e linguagem e sobretudo no sistema motor responsável por grandes limitações funcionais e isolamento social. O objetivo deste estudo é abordar os comprometimentos motores e limitações funcionais que levam a incapacidade funcional do paciente idoso e a reabilitação através da fisioterapia.

REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Acidente Vascular Cerebral
Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma doença cerebrovascular que prejudica os vasos sanguíneos encefálicos. Na idade adulta, uma das principais causas de morte e incapacidade funcional no mundo todo é o Acidente Vascular Cerebral (AVC) (K. STRONG et al., 2007). 
O professor NETO (2017) explica que o AVC é uma doença que tem tratamento, mas é uma emergência médica. “Em 80% dos casos, o AVC é do tipo isquêmico, ou seja, é causado pela obstrução de uma artéria que leva sangue ao cérebro. Quando isso acontece, os neurônios começam a sofrer com falta de oxigênio e morrem em uma taxa de 1,9 milhão de neurônios por minuto” (TALAMONE, 2017).
O local mais comum de derrame é a artéria cerebral média (ACM), uma artéria que fornece uma variedade de áreas envolvidas tanto na linguagem quanto na função motora.
Como consequência, muitos pacientes com AVC experimentam uma combinação de déficits de linguagem e motores (ANDERLINI; WALLIS, 2019).
Como sintomas mais característicos do quadro clínico de acordo com NADRUZ (2009), temos:

• Perda súbita de força em um dos lados do corpo;
• Perda da fala ou compreensão da fala;
• Perda da visão completa de um olho ou de metade do campo visual de ambos os olhos;
• Perda de consciência;
• Convulsões;
• Perda da coordenação;
• Alteração da marcha.

Os principais comprometimentos diretos são: déficits somatossensitivos, dor, déficits visuais, déficits motores, alterações no tônus, padrões sinergísticos anormais, reflexos anormais, paresia e padrões alterados de ativação muscular, déficits de programação motora, distúrbios de controle postura e equilíbrio, distúrbios da fala e linguagem, disfagia, disfunção perceptiva, disfunção cognitiva, distúrbios afetivos, diferenças comportamentais entre os hemisférios, crises e disfunção da bexiga e do intestino. Os comprometimentos indiretos são: tromboembolismo venoso, rachaduras na pele, diminuição da flexibilidade, subluxação e dor no ombro, distrofia reflexa simpática e descondicionamento (O´SULLIVAN SB; SCHMITZ, 2004).

2.2 Estágios do AVC
Os fatores de risco para o AVC são: hipertensão arterial, diabetes, altas taxas de colesterol e triglicerídeos sanguíneos, tabagismo, sedentarismo e doenças cardíacas, sendo a maioria desses proveniente de hábitos alimentares e nível inadequado de atividade física (TINÔCO et al., 2007).
A probabilidade de a pessoa ter hipertensão arterial juntamente com Diabetes mellitus é de 50%. Estas duas patologias são Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e também são os principais fatores de risco para desenvolver doenças cardiocerebro vasculares (SILVA et al., 2011).
O AVC pode ocorrer no cérebro, tronco encefálico, cerebelo ou na medula espinhal e pode ser classificada em isquêmica ou hemorrágica. O AVC isquêmico é causado por um fluxo sanguíneo inadequado que resulta em morte tecidual, que corresponde a cerca de 80% de todos os AVC. Já o AVC hemorrágico, ocorre quando há uma hemorragia ou sangramento no interior dos tecidos do sistema nervoso. O diagnóstico é realizado após uma anamnese mostrando a história súbita ou rapidamente progressiva na instalação dos sintomas. A presença de fatores de risco, exame neurológico e exames complementares (laboratoriais e de imagem) (VOLL, 2017).
Existem 3 fases que ocorrem logo após um AVC que são conhecidos como os 3 estágios de recuperação pós AVC. São eles: Estágio flácido – Ocorre uma hipotonia onde há perda motora geral e sensorial severa. Todo o hemicorpo do paciente fica acometido e ele não consegue se manter em pé por causa da fraqueza e hipotonia. Segundamente, temos o estágio de recuperação – Momento em que há uma evolução de hipotonia para um tônus normal. Geralmente essa evolução acontece da região distal para proximal. Por seguinte, o estágio espástico – Evolução para hipertonia com espasticidade. Há uma recuperação inicial dos movimentos proximais dos membros. O nível de espasticidade vai variar de acordo com o nível e a extensão da lesão do sistema nervoso central (VOLL, 2017).

2.3 Reabilitação Após AVC
A grande maioria dos pacientes que sobrevivem à fase aguda do AVC apresentam déficit neurológico, por este motivo, é preciso que seja feita uma reabilitação. No entanto, cerca de 70% não retomarão o seu trabalho e 30% necessitarão de ajuda para caminhar (PIASSAROLI, 2012).
De acordo com a NATIONAL STROKE ASSOCIATION (2018), cerca de 10% dos sobreviventes recuperam quase integralmente. Aproximadamente 25% dos pacientes se recuperam com sequelas mínimas. A partir de 40% apresentam incapacidade moderada a grave que necessita de acompanhamento específico. Os 10% das vítimas do AVC necessitam de tratamento a longo prazo numa unidade especializada. Cerca de 15% morrem pouco depois do episódio. Os 14% dos sobreviventes têm um segundo episódio ainda durante o 1º ano (DELGADO, 2018).
Através do processo fisioterapêutico de reabilitação citado pelo SCOTTISH INTERCOLLEGIATE GUIDELINES NETWORK (2002), o doente idoso de AVC pode readquirir capacidades e também aprender novas formas de realizar determinadas tarefas e compensar por qualquer disfunção residual. Existe um forte consenso entre os especialistas que o elemento mais importante em qualquer programa de reabilitação é a prática direta, bem orientada e repetitiva.
O tratamento fisioterapêutico precisa se adequar ao quadro do paciente e por isso, levar em conta algumas avaliações minuciosas, como por exemplo: Fazer avaliação fisioterapêutica completa periodicamente, para identificar os efeitos e evolução do tratamento aplicado e até mesmo o processo neuromotor do paciente. Delimitar e incluir os objetivos que se deseja alcançar a longo, médio e curto prazos, sendo eles gerais e específicos, juntamente com os familiares e paciente. Primeiramente, deve-se estabelecer a quantidade e o tempo de cada sessão fisioterapêutica durante o período do programa. A partir das expectativas do paciente, deve-se constituir um programa de tratamento para que possa consegui-las, não tendo consideração as do terapeuta, caso seja maior.  Realizar esboço para demonstrar os recursos terapêuticos necessários para uso, aplicados para estimular os exercícios funcionais a serem introduzidos na vida diária e prática do paciente, evitando movimentos estereotipados, ações consideradas anormais ou incentivando o aumento das doenças progressivas, para isso deve-se evitar exercícios que causem fadiga muscular (FONTES, 2003).
Os exercícios de equilíbrio têm como objetivos:  Reeducar o mecanismo reflexo-postural; inibir a espasticidade; estimular a sensibilidade postural exercendo carga no membro superior e inferior; estimular a ação voluntária dos músculos do tronco do lado afetado; preparar a marcha (MENOITA, 2012). Todos os programas de tratamento devem ser aplicados aos pacientes, seus cuidadores e/ou familiares, reunindo orientações básicas de posicionamentos adequados, como posturas estáticas, dinâmicas e realização das atividades diárias e práticas de vida (FONTES, 2003).
De acordo com MENOITA (2012), a intervenção  deverá  ser multidisciplinar, na qual  deverão  estar  envolvidos  o enfermeiro  de reabilitação,  o  enfermeiro de  cuidados  gerais,  o médico, o fisioterapeuta, o terapeuta ocupacional, o terapeuta  da  fala,  o psicólogo  e  a família,  no sentido de maximizar  a recuperação  e  facilitar  a reintegração no ambiente familiar e social. Quando o estado clínico da pessoa permitir a execução do levante, deverá começar a realizar-se os exercícios que possibilitem reeducar o equilíbrio na posição de sentado, estático e dinâmico. No caso do equilíbrio estático sentado, o enfermeiro senta o doente com os pés apoiados numa superfície dura e tranca, com as suas pernas, as pernas do doente, que mantem as mãos alinhadas ao lado do tronco com o intuito de o colocar sentado com uma postura correta.  Em relação ao treino do equilíbrio dinâmico sentado, o enfermeiro induz um ligeiro balanço no tronco da pessoa, de modo a que esta possa compensar o movimento, recuperando o equilíbrio (COUTINHO, 2019).

2.4 Tipos de Fisioterapia Aplicada
Segundo FONTES (2003), abordagens neuro-reabilitativas e técnicas terapêuticas para o paciente com AVC tem sido desenvolvida ao longo dos anos. São elas:

• Tratamento Neuroevolutivo;
• Terapia de Movimento da Hemiplegia – Abordagem de Brunnstrom;
• Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva;
• Técnicas de Estimulação Sensorial;
• Cinesioterapia (exercícios físicos terapêuticos);
• Eletroterapia (terapia através de agentes ele-trofísicos e eletromagnéticos);
• Terapia Manual;
• Hidroterapia (exercícios terapêuticos aquáticos).

A recuperação do movimento de sentar e levantar ou sit-to-stand (STS) logo após o AVC pode ser melhorada, direcionando a fisioterapia para os déficits de movimento subjacentes nas pessoas que provavelmente responderão. O estudo neuro mecânico da STS antes e após a reabilitação em uma amostra de pessoas, logo após o AVC, identificou a importância do acoplamento temporal entre o movimento do tronco para a frente e a atividade dos quadríceps e isquiotibiais. Essas descobertas avançam na ciência da reabilitação do AVC, fornecendo metas de terapia baseadas em evidências para promover a recuperação do movimento STS (KERR et al., 2019).

2.5 Tipo de Fisioterapia Aplicada – AVC Crônico
De acordo com relato de caso feito por Patrick Broderick et al, utilizando terapia com espelho e treinamento em esteira em paciente com AVC crônico, demonstrou um considerável benefício, melhorando o tônus muscular dos membros inferiores, função motora e velocidade de caminhada, levando em conta que foram 4 semanas, 3 dias por semana e 30 minutos de terapia. A participante tinha 50 anos de idade, apresentava comprometimento motor dos membros inferiores e déficit na marcha pelo infarto da artéria cerebral média esquerda, 47 meses depois do AVC (BRODERICK et al., 2019).

MATERIAIS E MÉTODOS
Neste trabalho foi elaborado uma pesquisa bibliográfica através da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), a partir das bases de dados Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) e Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde (IBECS), sites, revistas especializadas na área, livros, jornais. Os artigos selecionados tiveram como critérios de inclusão: ser publicado entre o período dos anos de 2015 a 2020, estar disposto em idiomas como inglês, espanhol ou português, estar disponível na íntegra, ser coerente com o tema abordado e possuir conteúdo completo. 
Os artigos incompletos abordados como critérios de exclusão, não tinham acesso e apresentavam divergências com as questões abrangidas, eram sem sentido, tinham avaliações realizadas em pessoas consideradas jovens, com isso, foram descartados. A partir de técnicas de reabilitação e terapia encontradas na literatura referente a essa patologia, permitiu-se que a análise fosse realizada para o meio de seleção. A pesquisa contou com os descritores controlados: “Acidente Vascular Cerebral”, “Déficits”, “Reabilitação”, “Terapia” e o uso dos booleanos: AND e OR.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
O estudo teve 325 artigos relacionados ao AVC, pesquisados nas bases de dados e refinados com os critérios de inclusão. Objetivamos pesquisar a partir da plataforma BVS, encontrando 16 artigos que apresentaram um conteúdo mais enxuto ao tema abordado.  Dessa forma, podemos analisar as diferentes formas de tratamento, utilizadas para auxiliar nas atividades funcionais diárias de vítimas idosas que sofreram AVC. Foi permitido identificar os sintomas, fatores de risco, os estágios que constitui o AVC e conhecer alguns exercícios que auxiliam os pacientes que tiveram sequelas a desenvolver uma melhora significativa.
Tabela 1: A seguir podemos identificar o quadro síntese dos artigos escolhidos para integrar este referencial teórico, por ano em ordem crescente, autores, título e objetivo do estudo que possibilita a comparação entre ambos:

Tab. 1: Relação de artigos correlatos publicados.

AnoAutoresTítuloObjetivo do estudo
2003Fontes S.V, Fukujima M.M.Recuperação da MotricidadeDiscorrer sobre alguns neurofisiológicos e terapêuticos que intervêm no processo de recuperação da motricidade de pacientes com lesão neurológica decorrente de doenças do sistema nervoso central (SNC), do sistema nervoso periférico (SNP) e neuromusculares (DNM).
2004S.B. O’Sullivan, T.J. SchmitzFisioterapia avaliação e tratamentoBusca métodos fisioterapêuticos visando à melhorada qualidade de vida de pacientes com AVE, sabendo que as orientações são fundamentais.
2007Tinôco A. L. A. et al.Caracterização do padrão alimentar, da ingestão de energia e nutrientes da dieta de idosos de um município da Zona da Mata Mineira Dieta de idososAvaliar o consumo alimentar, identificar a ingestão de energia e nutrientes da dieta, bem como os hábitos alimentares dos idosos cadastrados no Programa Municipal da Terceira Idade (PMTI), no município de Viçosa-MG
2007Strong K, Mathers C, and Bonita R.Preventing stroke: saving lives around the world.Avaliar a tendência da taxa de mortalidade por acidente vascular cerebral no Brasil, em ambos os sexos, a partir dos 30 anos de idade, entre 2000 e 2009.
2008Karla C. Giacomin K. C. et al.Estudo de base populacional dos fatores associados à incapacidade funcional entre idosos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, BrasilDeterminar os fatores associados à incapacidade funcional entre idosos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
2008Virtuoso J. J. S. and Guerra R. O.Fatores associados às limitações funcionais em idosas de baixa rendaAnalisar a relação dos aspectos sociodemográficos e referentes às condições de saúde com as limitações funcionais em mulheres idosas de baixa renda do Nordeste brasileiro.
2010C.T. Paixão, L.D. Silva, G.G. CameriniPerfil da disfagia após um acidente vascular cerebral: uma revisão integrativaIdentificar o perfil das publicações sobre disfagia em pacientes vítimas de AVC.
2011D. B. Silva et al.Associação entre Hipertensão arterial e Diabetes em centro de saúde da famíliaDescrever as características clínicas da clientela com hipertensão arterial atendida em uma unidade de saúde e sua associação com o diabetes, relacionando com o sexo e faixa etária
2011Lucena E. M. F., et al.A funcionalidade de usuários acometidos por AVE em conformidade com a acessibilidade à reabilitaçãoDescrever e analisar a funcionalidade dos usuários com AVE, descritos na área de cobertura das Equipes de Saúde da Família do município de João Pessoa, em conformidade com a acessibilidade que tenham tido à reabilitação.
2012Piassaroli C. A.P., et al.Modelos de Reabilitação Fisioterápica em Pacientes Adultos com Sequelas de AVC IsquêmicoVerifica na literatura a existência de protocolos de reabilitação fisioterápica para pacientes com sequelas de (AVCi) e a elaboração de uma sugestão de tratamento fisioterápico para estes pacientes, visando a melhora nas (AVD´s).
2012Cruz D. T., et alPrevalência de quedas e fatores associados em idososEstimar a prevalência de quedas em idosos e analisar fatores associados.
2014Hassegawa L. M. and Contenças T. S.Os efeitos da terapia Wii em pacientes com acidente Vascular encefálico retrações, má postura, aumentar a amplitude de movimento e força muscular, melhorar a marcha ajudar a adequação do paciente com as atividades de vida diária através da utilização do
sistema de jogos Wii.
Melhorar a funcionalidade, prevenir complicações, evitar deformidades,
2018Broderick P. et al.Mirror therapy and treadmill training for a patient with chronic stroke: A case reportInvestigar o efeito e a viabilidade de uma combinação de terapia de espelho e treinamento em esteira na recuperação pós-AVC dos membros inferiores em comparação com uma intervenção placebo.
2019Sílvia da Costa CoutinhoTreino de Atividades de Vida Diária e Ganhos Funcionais nos Doentes com Acidente Vascular CerebralMelhorar as capacidades funcionais nos doentes com Acidente Vascular Cerebral, mais concretamente no que diz respeito ao desempenho das suas atividades de vida diária.
2019Anderlini, Deanna; Wallis, Guy; Marinovic, Welber.Language as a Predictor of Motor Recovery: The Case for a More Global Approach to Stroke RehabilitationRevisar, explorar evidências de que afasia e hemiplegia não apenas coexistem, mas que interagem, para propor que a área BA44 atue como um centro de fluência no movimento e na linguagem, tanto em termos de produção quanto de compreensão.
2019Andy Keer, JDB Morais, HRL Batista.Neuromechanical Differences Between Successful and Failed Sit-to-Stand Movements and Response to Rehabilitation Early After StrokeComparar as características do movimento de movimentos bem-sucedidos e fracassados ​​do STS em pessoas logo após o AVC e identificar quais características mudam nas pessoas que recuperam sua capacidade de realizar esse movimento independentemente após a reabilitação.
Fonte: Organizado pelos Autores, 2020.

Os artigos analisados apresentaram como pontos principais no seu desenvolvimento as características do AVC ou AVE, reabilitação e terapia. As metodologias utilizadas nos mesmos para o desenvolvimento foram: estudo transversal de base populacional, estudo epidemiológico de corte transversal, estudo com delineamento transversal, revisão integrativa, pesquisa quantitativa e documental, revisão bibliográfica, estudo e relato de caso. 

4.1 Características Do AVC Ou AVE

No estudo 1, aborda que os pacientes neurológicos, em geral, apresentam síndromes neurológicas que os incapacitam sobre o ponto de vista funcional, prejudicando de maneira significante sua qualidade de vida pessoal e social, além da dinâmica financeira familiar. Diante do ônus socioeconômico que as doenças neurológicas acarretam, dois tópicos têm recebido atenção: a detecção precoce e a prevenção, com o intuito de diminuir ou evitar suas ocorrências; o estudo de programas de tratamento que propiciem a recuperação integral e integrada destes pacientes, promovendo a inclusão social dos mesmos (FONTES et al., 2003).

Segundo Brandstater (2002) e Faria (2007), o Acidente Vascular Encefálico (AVE) é caracterizado pela perda inesperada da função neurológica, onde ocorre uma falta de irrigação sanguínea no encéfalo, causando uma lesão celular, apresentados no estudo 12 (HASSEGAWA et al., 2014). Além disso, O estudo aborda que o AVE pode acometer funções sensitivas, motoras, equilíbrio, marcha, cognitivas e linguagem, expõe os exames físicos e neurológicos a serem feitos para identificação do mesmo, como a Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada, as formas de tratamento realizadas são por medicamentos, fisioterapia e, também como opção, tem-se os jogos de Nintendo Wii.

No estudo 9, Lucena et al. (2011) classifica o Acidente Vascular Encefálico (AVE) como uma doença crônico-degenerativa, representa um desafio tanto pelo impacto social, quanto pelas repercussões na vida das pessoas, pois, quando não letal, o AVE geralmente provoca graves repercussões para o indivíduo, a família e a sociedade. A pesquisa foi realizada a partir de uma lista amostral, com 324 pacientes que tiverem AVC e estavam vinculados às Unidades de Saúde da Família. Como resultado, teve as categorias comprometidas mais frequentes, aquelas relacionadas com a mobilidade dos sujeitos, deslocar-se (85,9%), deslocar-se por diferentes locais (83,1%) e andar (82,8%).  O uso fino da mão, recreação e lazer, deslocar-se e fala, foram aquelas que apresentaram associação estatisticamente significativa (p<0,005). Acomete com maior frequência homens com a faixa etária de 60 anos ou mais.

No estudo 7, Paixão et al. (2010) destaca que mais da metade dos pacientes (50,6%) após um AVC, tem entre seis e dez tipos de incapacidades, sendo a mais prevalente a fraqueza muscular, presente em 77,4% dos pacientes, seguida dos distúrbios da comunicação e linguagem e da disfagia, esta última respondendo por 44,7% das incapacidades encontradas. De acordo com Silva et al. (2011), o estudo 8 revela ainda que o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e o Acidente Vascular Encefálico (AVE) foram as complicações mais frequentes entre os usuários do sexo masculino e feminino, respectivamente. o AVE foi responsável por 09 (3,8%) das complicações em mulheres hipertensas e 04 (6,9%) nas que possuem hipertensão e diabetes.

4.2 Reabilitação

O estudo 9 relata pesquisa populacional feita a partir do banco de dados fornecida pela secretaria Municipal da Saúde, demonstra que dentre os 324 homens, no que   diz   respeito   à   acessibilidade, 67,9% dos sujeitos revelaram ter realizado reabilitação após o AVE. Dentre os que tiveram acessibilidade, 42,0% realizaram o tratamento por até no máximo 11 meses, enquanto que, 24,3% o realizaram por mais de 12 meses; 1,4% dos indivíduos não souberam informar o tempo da reabilitação. Verificou-se que apenas 21,4% estavam realizando tratamento no dia da entrevista.

O’Sullivan (2004), relata que os sinais são: dormência em partes do corpo, dores de cabeça repentinas de causa desconhecida, perda de equilíbrio e coordenação, tontura e podem ser acompanhados por náuseas, vômitos e perda da consciência. Portanto, o tratamento para a reabilitação de pós-AVE consiste na prevenção de futuras complicações e deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar e o tratamento medicamentoso é feito através de anticoagulantes, antiplaquetários e agentes hipertensivos.

Em Coutinho (2019), informa que embora as terapias de reabilitação não sejam a primeira prioridade, os dados sugerem fortemente que existe benefício em iniciar a reabilitação assim que os doentes apresentem tolerância. A reabilitação constitui o principal mecanismo pela qual a recuperação funcional e a obtenção da independência são promovidas em doentes acometidos com AVC, como apresentado no estudo 14.

No estudo 16, Keer (2019) registrou em 91 participantes dados de atividade muscular e cinemáticos, fornecendo metas de terapia baseada em evidências para recuperação do movimento STS, a avaliação da reabilitação antes e após, mostrou relevância do acoplamento temporal entre o movimento do tronco para frente, a atividade dos quadríceps e isquiotibiais em pacientes após AVC.

4.3 Terapia

Em Hassegawa (2014), é destacado que a terapia Wii vem sendo utilizada como opção de recurso na recuperação da funcionalidade de paciente neurológicos, motivando-os em suas sessões e desfrutando de um atendimento lúdico. A utilização desses jogos interativos, estimula em movimentos específicos na recuperação motora de pacientes com AVE (SOUSA, 2011). A terapia com jogos de Nintendo Wii beneficia no equilíbrio, postura, movimentação dos membros superiores e inferiores, na capacidade de locomoção e motivação.

No estudo 3, para Tinôco et al. (2007), a ingestão adequada de nutrientes é fundamental para a manutenção da saúde, uma vez que a deficiência ou o excesso de nutrientes desencadeiam diversas patologias. O estudo 11, para Piassaroli et al. (2012) os indivíduos portadores de sequelas de AVC seguem, normalmente, uma rotina de intervenção e tratamento de acordo com o tipo e causa do acidente vascular cerebral. Esta rotina varia desde a intervenção cirúrgica ao tratamento clínico, passando, posteriormente, para o tratamento fisioterápico.

Broderick (2018) relata no estudo 13, que a terapia com espelhos e treinamento em esteira apresenta melhora significativa em pacientes com acidente vascular cerebral crônico no seu relato de caso, realizado para identificar melhorias na incapacidade funcional dos membros inferiores. Para Anderlini (2019) terapias que envolvem neurônios-espelho, como pantomima, observação de imitações e, assim por diante, podem muito bem não funcionar, porque os próprios neurônios que deveriam ajudar, estão danificados, como denotado no estudo 15. Por este motivo, aborda que não se deve expor os pacientes à uma terapia errada.

Os artigos encontrados na pesquisa realizada tiveram como característica principal, o estudo dos tipos de AVC que existem e como pode-se executar prevenções para essa doença, determinando os déficits causados. Os tipos de déficits funcionais mais encontrados entre os artigos foram: problemas na marcha, equilíbrio e coordenação, fraqueza no braço / mão / perna. 

CONCLUSÃO

Pelos resultados deste estudo, pode se ter um olhar holístico em relação a doença, as limitações, os obstáculos que o idoso tem ao realizar suas atividades de vida diária e o papel da fisioterapia na reabilitação do paciente em todas as fases do AVC.

Portanto, foi possível concluir que as pessoas acometidas por AVC que permanecem com sequelas incapacitantes podem repercutir maior fragilidade, vulnerabilidade e ter uma integral dependência de seus familiares. Nesse sentido, os resultados indicam a relevância de uma equipe multidisciplinar para este paciente que encontrasse afetado psicologicamente, fisicamente e socialmente.

Outrossim, ainda há necessidade de mais buscas diversificada nos aspectos sobre as sequelas incapacitantes e tratamentos que reajam de maneira mais eficiente em todas as fases do AVC, pois há muito ainda para ser estudado e discutido sobre este tema.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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