Dr. Levi de Almeida Santa Rosa

Quem é, o que fez e faz pela fisioterapia |

Fui Fisioterapeuta da ABBR (até 1995); Prof do IBMR (durante 10 anos); fundador do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade) e Coordenador de lá desde 2001 até 2011 – extinto em 2013; Sou Prof da UFRJ (o primeiro docente fisioterapeuta do Curso) desde 1995; Fui Coordenador da Fisioterapia da UFRJ eleito por dois mandatos consecutivos. 1998-2002 (o primeiro docente fisioterapeuta a Coordenar o Curso); Sou Vice-coordenador de Extensão da Faculdade de Medicina da UFRJ – primeira vez na História da Faculdade de Medicina da UFRJ que na Diretoria estão dois docentes não-médicos. A Diretora de Extensão é a Prof. Ângela Garcia (fonoaudióloga) e eu sou o Vice. Estou com dois projetos em fase de finalização, um na área de saúde da família e o outro na saúde do trabalhador da UFRJ; Faço parte do Comitê técnico-acadêmico (CTA) da CPST/UFRJ (coordenação de políticas de saúde do trabalhador); Sou Mestre em Ciências da Saúde pela UFRJ; O doutorado tá chegando… faltando afinar o projeto…


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
Me formei em 1989 IBMR no Rio de Janeiro.

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
O Concurso para docente da UFRJ.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Ainda não ter feito o doutorado.

O que você mais gosta na profissão?
A sua abrangência, ou seja, são muitas as possibilidades de atuação. Está em franca expansão. Ainda há muito campo a ser explorado.

O que você odeia na profissão?
Falta de corporativismo dos profissionais, pois necessitamos de união para valorizar a Fisioterapia. E esta valorização não consegue avançar por causa de muitas disputas entre os profissionais.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
A vontade, a garra e a perseverança no crescimento e valorização da profissão.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
A dificuldade de aceitar algumas mudanças na profissão.

Qual sua maior virtude?
Humildade.

Qual seu pior defeito?
Ser sentimental.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
A forma de encarar certas situações na profissão, como a falta de corporativismo.

Diga um desafio?
Unir a Fisioterapia no Rio de Janeiro e no Brasil.

Qual maior mentira já contou?
Que é fácil ser Fisioterapeuta, mas dentro de um contexto. Serei breve: digo aos alunos que é fácil ser fisioterapeuta para incentivá-los, mas logo a seguir afirmo que só depende deles mesmos e de sua dedicação aos estudos.

Qual o fato mais inusitado em sua carreira?
Um presente recebido de uma senhora de 72 anos… meus alunos sabem desta história… A Sra. depois de algum tempo me perguntou se eu havia gostado do presente e se havia ficado bem em mim…
Putz, você não falar qual foi o presente foi cruel. Agora vamos todos ficar curiosos. Quem sabe na próxima edição você revele? Vamos aguardar! Por falar nisso,

tem algum aluno do Dr. Levi lendo esta entrevista que possa nos contar?

Qual fato foi o mais cômico?
O assédio de uma mãe de uma criança que eu avaliei no Projeto saúde do escolar da FM/UFRJ do qual participei por dez anos.

Qual seu maior arrependimento?
De ainda não ter feito o doutorado.

Qual objeto de desejo?
Criar uma linha de pesquisa específica em Fisioterapia.

Qual sua aquisição mais recente?
Curso de Fisioterapia Analítica – Sohier.

Qual dica daria aos colegas?
Dedicação e perseverança sempre!!!

Qual seu maior sonho?
Ver a Fisioterapia da UFRJ conquistar uma Unidade própria, ou seja, ser uma Faculdade de Fisioterapia.

Qual seu maior pesadelo?
Ver que a Educação de qualidade ainda é privilégio para poucos no Brasil.

Que talento mais gostaria de ter?
Ter um dom artístico para associar ao fazer fisioterapêutico, como por exemplo tocar um instrumento musical…

Se não fosse fisioterapeuta seria o quê?
Musicista, porque a música faz a alma levitar… e torna a vida muito melhor…

E qual profissão jamais queria ter?
Nenhuma fora da saúde ou educação.

Um livro?
Didático – Magee, David – Avaliação musculoesquelética.
Literatura – O despertar da águia – Leonardo Boff.

Quer fazer alguma divulgação?
Sim, Pós-Graduação em Fisioterapia em Traumato-Ortopedia cuja aula inaugural será dia 26 de Abril na Cidade de Cataguases – MG (Faculdade SUDAMERICA – estará sob
minha coordenação).

Para qual colega você tira o chapéu e porque?
Tiro para vários profissionais, a quem devo muito da minha formação. Mas vou escolher uma. Professora Suely Nogueira Marques – falecida – Foi minha professora, coordenadora de curso,
minha chefe na ABBR e quem me deu a primeira oportunidade na profissão e na docência. À ela minha estima consideração e agradecimento. Foi muito dedicada e perseverante.
Qual a contribuição que você pode dar para valorizar ainda mais a Fisioterapia? Levar seu bom nome por onde eu for.

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