INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS NA PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS

RAFAELA DA SILVA DUARTE

Trabalho de Conclusão do Curso de Fisioterapia, Uninassau, para obtenção do título de Fisioterapeuta.
Orientador: Professor Francisco Carlos Santos Cerqueira

DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho aos meus pais Vitória e Ricardo, aos meus avós Ana e Antônio, meus irmãos Rennan e Thais, agradeço pela força e incentivo que sempre me deram, em especial a minha mãe que me deu forças e não me deixou desistir. Agradeço a Beatriz, Arlene e Efraim que sempre estiveram ao meu lado me dando forças e me incentivando. Aos meus queridos Célio e Midori, agradeço por toda força e incentivo, agradeço ao meu orientador Professor Cerqueira. OBRIGADA

AGRADECIMENTO
Agradeço primeiramente a Deus e anjos de luz por ter me ajudado até aqui, por ter me dado sabedoria e discernimento, força e saúde para que eu pudesse concluir mais essa etapa.

Agradeço a minha família e amigos que sempre estiveram ao meu lado e principalmente pelo apoio psicológico.

Agradeço a cada professor que fez parte dessa jornada, ensinando com o amor e me fazendo a aprender a amar cada dia mais a profissão.

Francisco Carlos Santos Cerqueira

EPÍGRAFE
“A arte de ouvir é também a ciência de ajudar”
Joanna de Ângelis

RESUMO

O envelhecimento é um processo gradual e irreversível, que causa mudanças no corpo tais como: físicas, psíquicas e que somados constituem em causa de quedas em idosos. As quedas trazem series de consequências a vida do idoso e na velhice todos merecem atenção e cuidados e meios apropriados para que de uma situação não se desenvolva outros problemas. A fisioterapia não é somente reabilitação, é saúde, prevenção, qualidade de vida e bem-estar, é trazer independência ao idoso nessa fase da vida. O objetivo desse estudo é demonstrar as intervenções da fisioterapia na prevenção de quedas em idosos, as causas e consequências. O trabalho foi feito através de revisão bibliográfica, através de livros e artigos em base de dados eletrônicos. A conclusão foi é que os maiores fatores de riscos de quedas de idosos estão em alterações físicas, psicológicas e fatores do próprio envelhecimento e ao ambiente em que ele vive, é importante divulgar e conscientizar os familiares e cuidadores sobre a prevenção para que diminua o índice de quedas.

Palavras-chaves:(envelhecimento, quedas, fisioterapia)

ABSTRACT

Aging is a gradual and irreversible process, which causes changes in the body such as: physical, psychic and that added together are the cause of falls in the elderly. The falls bring a series of consequences to the life of the elderly and in old age all deserve attention and care and appropriate means so that a situation does not develop other problems. Physiotherapy is not only rehabilitation, it is health, prevention, quality of life and well-being, it is bringing independence to the elderly in this phase of life. The objective of this study is to demonstrate the interventions of physiotherapy in the prevention of falls in the elderly, the causes and consequences. The work was done through bibliographic review, through books and articles in electronic database. The conclusion was that the major risk factors for falls in the elderly are physical and psychological changes and factors of aging itself and the environment in which it lives, it is important to disseminate and raise awareness among family members and caregivers about prevention to reduce the rate of falls.

Keywords:(aging, falls, physiotherapy)

1. INTRODUÇÃO

Quando se chega a velhice é normal que não tenha mais tanta mobilidade e começa algumas dificuldades para realizar tarefas que antes eram fáceis na rotina.

Nessa fase da velhice inicia enfrentamentos de algumas dificuldades como:

transtornos, quedas e acidentes. Então se começa a perceber que já não se consegue mais fazer certas atividades do dia a dia e ocorrem alterações morfológicas, físicas e psicológicas que podem levar a suscetíveis quedas nos idosos, principalmente em ambiente domiciliar onde acontecem mais acidentes.

Os fatores que podem levar o idoso a cair são: diminuição da visão; diminuição da audição; distúrbios vestibulares; distúrbios proprioceptivos; fraqueza muscular; degenerações articulares; sedentarismo e deformidade dos pés.

Projeções para 2025 indicam que o Brasil será o 4º país em desenvolvimento com o maior número de pessoas idosas, cerca de 33 milhões. Assim, eventos incapacitantes em idosos têm sido estudados para que se elabore programas preventivos” (REBELLATO; CASTRO, 2007, p. 384).

No desenvolvimento 2.1 fala sobre as condições que levam os idosos a sucessíveis quedas; 2.2 fatores de risco envolvidos na queda em idosos; 2.3Intervenções fisioterapêuticas na prevenção de quedas em idosos; 2.4 Análises, discussão e resultados.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1. AS CONDIÇÕES QUE LEVAM OS IDOSOS AS SUCESSIVAS QUEDAS

A queda pode ser definida como um evento não intencional em que o corpo passa da sua posição inicial, para um nível mais baixo, incapacitando o individuo a conseguir corrigir sua estabilidade. As quedas ocorrem frequentemente nos cômodos mais utilizados – quartos, cozinha e sala de jantar. Em indivíduos que sofrem quedas recorrentes observando sinais como: fragilidade, imobilidade, instabilidade ou outras doenças secundárias não diagnosticadas, contribuindo, para a limitação de atividades físicas diárias, medo de sofrer novas quedas, perda da mobilidade e da independência para a realização das atividades de vida diária. (GUIMARAES et al., 2020 pg.479)

Apesar da divergência, o processo de envelhecimento é considerado um fenômeno natural, progressivo, não uniforme variando de indivíduo para indivíduo (RAMOS, 2002). Tal processo promove uma série de alterações no ser humano, que envolve aspectos psicológicos, sociológicos, fisiológicos e patológicos (PICKLES et al., 1998).

O uso de drogas que afetam o sistema vestibular, como os aminoglicosídeos, aspirina e quinidina, devem ser descontinuados. Também é importante averiguar e orientar se é realmente necessário o uso da polifarmácia pelos idosos, ajustar as doses, evitando esquemas de dosagem complexas e interações medicamentosas danosas ao indivíduo (CARVALHO FILHO e PAPALÉO NETTO, 2006).

2.2. FATORES DE RISCOS ENVOLVIDOS NA QUEDA DE IDOSOS

Os fatores que causam as quedas são classificados como: intrínsecos, ou seja, as alterações fisiológicas relacionadas ao envelhecimento, à doenças e efeitos causados pelo uso de fármacos; e extrínsecos, que são fatores que dependem de circunstâncias sociais e ambientais que criam desafios ao idoso. Para reduzir a incidência deste agravo um dos meios mais eficazes seria a prevenção, por meio das visitas domiciliares, identificando as causas que colocam os indivíduos em risco e realizar orientações, para a prevenção e adaptação das mesmas. (GUIMARAES et al., 2020 pg.479)

Diversas modificações fisiológicas relacionadas à idade também podem atingir a capacidade visual e possibilitar o evento quedas no idoso. A falta da acuidade visual, diminuição do espaço visual, aumento da sensibilidade à luz, consciência de profundidade prejudicada ou instabilidade na fixação do olhar são aspectos ligados à falta de equilíbrio, pois a visão faz parte do órgão sensorial que proporciona informações relevantes para o mecanismo de controle postural (MENEZES; BACHION, 2008).

Existem múltiplos fatores de risco que levam idosos a quedas: presença de doenças, dificuldades motoras, uso de dispositivos auxiliares de marcha, déficit visual, uso de medicamentos, falta de força e equilíbrio.

Segundo Zinni e Pussi (2003), podemos encontrar problemas como: 1- Superfície do solo:
a) Assoalhos escorregadios (Polidos ou encerados)
b) Tapetes ou tacos soltos
c) Carpete muito espesso 2- Iluminação:
a) Brilho excessivo 3- Escadas:
a) Falta de corrimão
b) Pouca iluminação
c) Degraus soltos
d) Escada rolante 4- Banheiro:
a) Chão escorregadio
b) Falta de barras de apoio
c) Assentos sanitários baixos 5- Quarto:
a) Cama alta
b) Rodas de cama que não travam 6- Outros cômodos:
a) Cadeiras de altura incorreta
b) Falta de descanso de braço nas cadeiras
c) Quinas
d) Prateleiras muito altas 7- Pessoais:
a) Roupas desajustadas
b) Sapatos inapropriados ou gastos 8- Outras causas:
a) Raízes de árvore
b) Subir em ônibus
c) Farol de pedestre muito rápido
d) Animais domésticos

Tais riscos podem ocorrer em consequências das mudanças corporais como diminuição no número e tamanho dos neurônios, diminuição na velocidade de condução nervosa, aumento do tecido conectivo nos neurônios, menor tempo de reação, menor velocidade de movimento, diminuição no fluxo sanguíneo cerebral, diminuição da agilidade, coordenação, equilíbrio, flexibilidade, diminuição da mobilidade articular e aumento da rigidez da cartilagem, tendões e ligamentos, risco de desnutrição pela presença de doenças e isolamento social (MACIEL, 2010; MATSUDO; MATSUDO e BARROS NETO, 2000).

2.3 INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS NA PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS

Na saúde preventiva, o fisioterapeuta atua de forma educativa realizando palestra, diálogos informativos, participação em campanhas e incentivando aos bons hábitos de saúde (como sono, alimentação, lazer, higiene) bem como promovendo atividades físicas de cunho preventivo às futuras complicações de saúde. Neste nível de prevenção, o fisioterapeuta se manifesta na assistência precoce inviabilizando, na maioria das vezes, agravos que possam causar internações hospitalares em quedas nas condições gerais de vida (como infecção respiratória, crises hipertensivas, piora do grau de dor, entre outros) bem como perda de qualidade de vida (ALBIEIRO et al, 2005)

A fisioterapia corresponde a uma área de conhecimento que quando voltada ao a saúde do idoso, tem por objetivo preservar e aperfeiçoar a funcionalidade, pretendendo atingir à autonomia do indivíduo e a sua qualidade de vida. Essa atividade desempenha um significativo papel preventivo no que tange as quedas, uma vez que possibilita a melhora questões relacionadas a motricidade e ao equilíbrio, e ainda, guarnecer os pacientes e seus cuidadores de orientações, suprimindo ou diminuindo os fatores de risco (PIOVESAN; PIVETTA; PEIXOTO, 2011).

Assim, as intervenções terapêuticas com exercícios terapêuticos buscam antes de tudo: (KISNER; COLBY, 2009, p. 18):

a) condicionamento aeróbico e recondicionamento.
b) exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência à fadiga.
c) técnicas de alongamento que incluem procedimentos para aumentar o comprimento muscular e técnicas de mobilização articular.
d) controle neuromuscular, técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural.
e) controle neuromuscular, técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural.
f) controle postural, biomecânica e exercícios de estabilização.
g) exercícios de equilíbrio e treino de agilidade.
h) exercícios de relaxamento.
i) exercícios respiratórios e treino da musculatura ventilatória.
j) treinamento funcional específico para cada tarefa.

A literatura recomenda que o fisioterapeuta elabore um programa de exercícios de modo individualizado sendo esse o elemento imprescindível dos serviços de fisioterapia (KISNER; COLBY, 2009).

Quadro 1: Intervenções

FATOR DE RISCOINTERVENÇÃO
Fraqueza muscular de MMIIFortalecimento muscular de quadríceps e dorsi-flexores de tornozelo. Exercícios excêntricos são recomendados. A eficácia é maior se forem realizados para grupos de idosos de alto risco e se forem supervisionados por fisioterapeuta.
Distúrbio de equilíbrioTreino de equilíbrio em relação à integração das informações sensoriais, ao controle dos limites de estabilidade, ao controle da rotação de tronco e na eficácia das estratégias motoras. Recomenda-se a prática de Tai Chi. Podem ser realizados em casa, mas, devem ser monitorados por fisioterapeuta.
Distúrbio de marchaAdequação e ou prescrição de dispositivos de auxílio à marcha. O treino de uso adequado é recomendável.
Fonte: Perracini et al. (2005)

No quadro acima são apontadas as intervenções fisioterapêuticas recomendadas para a prevenção de quedas em idosos

As intervenções recomendadas com base nas deficiências no controle estático, dinâmico, antecipatório e reativo, organização sensorial, a função e a segurança apresentadas no quadro 2 (KISNER; COLBY, 2009)

Quadro 2: Avaliações do equilíbrio e intervenções

Categoria de avaliaçãoTestes e medidas clínicasIntervenções se os déficits estiverem presentes
Equilíbrio
EstáticoObservação do paciente mantendo diferentes posturas.Variar as posturas Variar a superfície de apoio Incorporar cargas externas
DinâmicoObservação do paciente em bipedestação ou sentado sobre superfície instável; avaliação da mobilidade orientada para o desempenho de Tinetti.Mover as superfícies de apoio Mover a cabeça, o tronco, os braços, as pernas Atividades de transferência e locomoção
AntecipatórioObservação do paciente pegando uma bola, abrindo portas, erguendo objetos com pesos diferentes.Alcançar objetos Apanhar objetos Chutar Levantar objetos Percurso com obstáculos
ReativoObservação das respostas do paciente quando empurrado (empurrões fracos ou fortes, lentos ou rápidos, previstos e imprevistos)Oscilação em bipedestação Estratégia de tornozelo Estratégia de quadril Estratégia do passo Perturbações
Organização sensorialTeste clínico de integração sensorial no teste de equilíbrioReduzir os impulsos visuais Reduzir as pistas somatossensoriais
Equilíbrio durante atividades funcionaisTeste de desempenho físicoAtividades funcionais Atividades com duas ou múltiplas tarefas
Segurança durante a marcha, locomoção ou equilíbrioObservações; avaliações do larEquilíbrio dentro dos limites de estabilidade Modificações ambientais Dispositivos auxiliares Suporte externo
Fonte: Kisner; Colby (2009)

Assim, os benefícios da fisioterapia em idosos, após intervenção comprova o aumento do equilíbrio e mobilidade (CUNHA et al., 2009). As atividades permitem resgatar e valorizar o idoso, elevando sua autoestima e mantendo sua participação de maneira produtiva na sociedade. Desse modo, a identificação precoce da existência de um declínio funcional facilita a prevenção de ocorrências de queda (MENEZES; BACHION, 2008).

2.4 ANÁLISES, DISCUSSÃO E RESULTADOS

2.4.1 ANÁLISE

Ao analisar o estudo que foi feito através de revisão bibliográfica pela pesquisa explicativa qualitativa. Diz sobre as intervenções fisioterapêuticas na prevenção de quedas em idosos, segundo os autores citados as quedas são fatores intrínsecos e extrínsecos. A fisioterapia vai fazer as intervenções através de palestras, cartilhas e exercícios terapêuticos que vai preservar a funcionalidade do idoso.

2.4.2 DISCUSSÃO

A literatura recomenda que o fisioterapeuta elabore um programa de exercícios de modo individualizado sendo esse o elemento imprescindível dos serviços de fisioterapia (KISNER; COLBY, 2009) e o mesmo autor diz que: As intervenções recomendadas com base nas deficiências no controle estático, dinâmico, antecipatório e reativo, organização sensorial, a função e a segurança (KISNER; COLBY, 2009)

2.4.3 RESULTADOS

Em um estudo (CUNHA et al., 2009) diz que: Assim, os benefícios da fisioterapia em idosos, após intervenção comprova o aumento do equilíbrio e mobilidade.

A fisioterapia corresponde a uma área de conhecimento que quando voltada ao a saúde do idoso, tem por objetivo preservar e aperfeiçoar a funcionalidade, pretendendo atingir à autonomia do indivíduo e a sua qualidade de vida (PIOVESAN; PIVETTA; PEIXOTO,2011).

3. CONCLUSÃO

De acordo com os artigos citados, podemos concluir que a fisioterapia tem um papel fundamental na prevenção da queda de idosos.

As quedas podem ser diminuídas com tratamentos específicos, dentre eles estão: treino de equilíbrio, treino de força, treino de flexibilidade, treino de marcha, ajudam a preservar a funcionalidade do idoso.

As quedas em idosos é um problema quase inevitável e apresenta uma alta incidência, o que ainda é um desafio para os familiares, profissionais de saúde e cuidadores de idosos, por isso a importância de orientações, cartilhas, palestras e campanhas.

Este estudo foi voltado a conscientização da prevenção de quedas em idosos, a importância da fisioterapia e os fatores que levem a suscetíveis quedas.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GUIMARAES, Fernando et al. Fatores de risco para queda de idosos no domicílio. FATORES DE RISCO, [s. l.], 2020. Disponível em: Brazilian Journal of Health Review. Acesso em: 29 set. 2020

PICKLES, B., COMPTON, A.; SIMPSON, J.; COOT, C.; VANDERVORT, A. Fisioterapia na terceira idade. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria Santos, 1998.

RAMOS, L. R. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, n.3, p.793-798, mai-jun, 2002.

MACIEL, E. L. N. Características e tendência da AIDS entre idosos no Estado do Espírito Santo. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Impresso), v. 43, p. 264-267, 2010.

MATSUDO, S.; MATSUDO, V.; BARROS NETO, T.L. Impacto do envelhecimento nas variáveis antropométricas, neuromotoras e metabólicas da aptidão física. Rev Bras Ciênc Movim., v.8, n.4, p. 21-32, 2000.

CARVALHO FILHO, E. T.; PAPALÉO NETTO, M., Eds. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. 2. Ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.

MENEZES, Ruth Losada de; BACHION, Maria Márcia. Estudo da presença de fatores de riscos intrínsecos para quedas, em idosos institucionalizados. Ciência & Saúde Coletiva, v. 13, p. 1209-1218, 2008.

ZINNI, J.V.S.; PUSSI, F.A. O papel da fisioterapia na prevenção da instabilidade e quedas em idosos. 2003. Trabalho apresentado no VII Congresso Internacional da UNICASTELO – Universidade Camilo Castelo Branco – UNICASTELO, São Paulo, 2003.

REBELATTO, J. R.; MORELLI, J. G. S. Fisioterapia Geriátrica: a prática da assistência ao idoso. 2. ed. ampl. Barueri, SP: Manoele, 2007.

ALBIEIRO, J.F.G.; BISS, P.C.; BORGES, M.F.; DECKER, et al. A utilização frequente de ansiolíticos e antidepressivos no PFS Frei João Maria – Blumenau/SC: o combate pela fisioterapia preventiva. Revista de fisioterapia da FURB, v.2 n.1, 2005.

PIOVESAN, Ana Carla; PIVETTA, Hedioneia Maria Foletto; PEIXOTO, Jaqueline Medianeira de Barros. Fatores que predispõem a quedas em idosos residentes região oeste de Santa Maria, RS. Rev Bras Geriatr Gerontol, v. 14, n. 1, p. 75-84, 2011.

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas.5. ed. São Paulo: Manole, 2009.

Duarte, Rafaela Intervenções fisioterapêuticas na prevenção de quedas em idosos/ Rafaela Duarte, – Amazonas, 2020. 10 f. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade Maurício de Nassau. Curso de Fisioterapia. Amazonas, 2020. Orientador: Francisco Carlos Santos Cerqueira 1. As condições que levam os idosos a sucessivas quedas 2. Fatores de riscos envolvidos na quedas de idosos 3. Intervenções fisioterapêuticas na prevenção de quedas em idosos 4. Análises, discussões e resultados.

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