INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA: EPIDEMIOLOGIA E QUALIDADE DE VIDA

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Hedioneia Maria Foletto Pivetta
Meirianne Zambon
Aline Bonhen²
Marisa Milanesi³
Nahyana Marqui Ziegler³
Helena Rigodanzo³
Alecsandra Pinheiro Vendrúsculo4
Melissa Medeiros Braz4

RESUMO
A Fisioterapia é uma profissão que vêm ganhando reconhecimento na saúde da mulher, por possuir conhecimentos que possibilitam a educação em saúde e a prevenção de doenças. A Incontinência Urinária (IU) feminina causa grande impacto na qualidade de vida da mulher. Observa-se uma incidência relevante desses casos na região Oeste de Santa Maria, local onde os cursos da saúde do Centro Universitário Franciscano possuem suas ações. Nesse sentido, faz-se necessário identificar a incidência de mulheres portadoras de IU e avaliar a qualidade de vida das mesmas no intuito de planejar e organizar as ações em saúde de acordo com a realidade local. Esta pesquisa possui uma abordagem descritiva, possuindo duas etapas de ação, a primeira consiste na realização do levantamento epidemiológico de mulheres portadoras de IU com auxílio dos Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) que atuam na Unidade Básica de Saúde e a segunda etapa, consiste na aplicação de um questionário de qualidade de vida específico para mulheres portadoras de IU. A coleta de dados realizou-se durante o período de abril de 2006 a agosto de 2007. A amostra consiste de 740 mulheres entrevistadas das quais 211 apresentam IU e 529 não apresentam a patologia. A faixa etária dessas mulheres é de 14 a 92 anos. Identificou-se também que a perda de urina ocorre principalmente em situações como tosse, espirro e riso, o que caracteriza IU de esforço. Os questionários de qualidade de vida demonstraram que a incontinência urinária vem afetando a qualidade de vida destas mulheres, em aspectos como limitações sociais e emoções.

PALAVRAS CHAVES: Incontinência urinária, Fisioterapia, Qualidade de vida.

ABSTRACT
Physical therapy is a profession that gains recognition in woman health area, for possessing knowledge that make possible the education in health and illnesses prevention. Feminine urinary Incontinence causes great impact in women quality of life. A relevant incidence of these cases have been observed in the West region of Santa Maria, place where happen the health courses of Centro Universitário Franciscano. So, it becomes necessary to identify the incidence of women carrying IU and to evaluate their quality of life to plan and to organize the health actions in the local reality. This research possesses a descriptive boarding with two stages of action. The first one consists of the survey epidemiologist accomplishment of the IU carrying women with aid of the Communitarian Agents of Health (ACS) that works at the Health Basic Unit. The second stage act consists in applying a questionnaire to evaluate the specific quality of life for IU carrying women. The data collection became fullfilled during the period of April of 2006 to the August of 2007. The sample consists of 740 women interviewed, of which 211 presents IU and 529 do not present the pathology. The age band of these women is from 14 to 92 years. It was also identified that the loss of piss occurs mainly in situations as cough, sneeze and laugh, what it characterizes effort IU. The questionnaires of quality of life showed that urinary incontinence affect the quality of life in these women, in aspects such as physical limitations and emotions.

KEY WORDS: Urinary incontinence, Physical Therapy, Quality of life.

INTRODUÇÃO

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A Fisioterapia é uma profissão que vêm ganhando particular reconhecimento na saúde da mulher, por possuir conhecimentos que possibilitam a educação em saúde e a prevenção de doenças. Suas ações representam uma inovação e também um grande desafio.
A abordagem dessa profissão em mulheres portadoras de incontinência urinária (IU) vem conquistando espaço, sendo que já existem vários estudos que comprovam a eficácia no tratamento e na prevenção dessa patologia que apresenta incidência preocupante no universo feminino. Para a International Continence Society, a IU “é uma condição na qual a perda involuntária de urina constitui um problema social ou de higiene, e pode ser objetivamente demonstrada” (GROSSE e SENGLER, 2002, p.1).
A IU é mais freqüente no sexo feminino, entre os tipos de IU, a de esforço é a mais comum e isso se deve às diferenças anatômicas, às conseqüências dos partos e menopausa. O homem também pode ser vítimas da IU, porém está relacionada com patologias da próstata, geralmente em pós-operatório, mas bem menos comum.
Com o passar dos anos tem-se avançado nas abordagens tecnológicas no tratamento de Incontinência urinária. No entanto, tornou-se necessário não só a avaliação da eficácia e efetividade destas abordagens nas ações em saúde e também no impacto na qualidade de vida dessas pessoas, levando em conta a realidade de cada local.
Segundo Moreno (2004), “o conceito de qualidade de vida está relacionado com a percepção do indivíduo sobre o seu estado de saúde em grandes domínios ou dimensões de sua vida”. Refere ainda que essa percepção dá conta das dimensões física, psicológica e social, sendo multidimensional e estando diretamente associada ao contexto cultural de cada indivíduo.
No entanto, muitas ações em saúde são realizadas com base em dados de realidades distantes daquela presenciada, não se adequando as diferentes regiões do país.
Nesse sentido, pelo grande impacto que a IU causa na qualidade de vida das pessoas e pela grande incidência que vem se observando desses casos na região Oeste de Santa Maria, local onde os cursos da saúde da UNIFRA possuem suas ações, fez-se necessário identificar as necessidades da população com a qual se trabalha, de acordo com suas crenças, valores e cultura avaliando a qualidade de vida na prática de saúde diária tornando-se um parâmetro fundamental para guiar, direcionar e justificar as ações realizadas a esse nível no sistema de saúde local. Sendo assim, essa pesquisa teve como objetivo identificar portadoras de incontinência urinária e avaliar a qualidade de vida dessas mulheres, adscritas na Unidade Básica de Saúde Roberto Binato.

METODOLOGIA
Esta pesquisa teve uma abordagem descritiva, pois identificou e analisou a qualidade de vida de mulheres portadoras de IU. Segundo Rudio (2000, p. 56), a pesquisa descritiva procura descobrir e analisar os fenômenos no intuito de identificá-los, classificá-los e interpretá-los.
Esta pesquisa foi realizada no campo de atuação dos cursos da área de saúde da UNIFRA, mais especificamente, de Fisioterapia, em nível primário de atenção. Sendo assim, a coleta de dados se deu na região Oeste de Santa Maria, RS, na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde (UBS) Roberto Binato que possui abrangência dos bairros: Jóckei Club, Prado e Vila Caramelo, no período de abril de 2006 a julho de 2007.
Os sujeitos de pesquisa foram mulheres usuárias dos serviços públicos de saúde no qual atuam os cursos da área da saúde da UNIFRA que voluntariamente aceitaram participar da pesquisa. Foi garantido às participantes da pesquisa o total anonimato sobre a identificação dos sujeitos da pesquisa, assim como a ausência de danos à saúde da mesma. A pesquisa foi limitada ao sexo feminino por ser este o que apresenta maior incidência e impacto social de incontinência urinária.
Para o levantamento epidemiológico das mulheres portadoras de IU foi utilizado instrumento de pesquisa elaborado pelas autoras e validado com mulheres que não constituíam sujeitos dessa pesquisa.
O Questionário de qualidade de vida foi aplicado posteriormente a identificação das mulheres incontinentes. O “King’s Health Questionnare” (KHQ), cuja versão para o português foi traduzida, adaptada e validada para uso em mulheres brasileiras portadoras de IU por Tamanini et al (2003), foi aplicado em uma amostra aleatória de mulheres incontinentes. O questionário de qualidade de vida é específico para portadoras de IU, pois através de uma avaliação específica foi possível mensurar o impacto do problema permitindo interpretar os dados de maneira mais fidedigna.
Inicialmente se fez contato com a equipe de saúde esclarecendo os objetivos da pesquisa. Realizou-se a identificação de mulheres portadoras de IU com auxílio das dez Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) que atuam na Unidade Básica de Saúde em questão, uma vez que estas conhecem as famílias da região e já possuem vínculo estabelecido com as mesmas. Para isso, realizou-se capacitação das ACS para que compreendessem os objetivos da pesquisa, o que é incontinência urinária e como detecta-la, para que assim participassem da coleta dos dados. A UBS onde foi desenvolvida a pesquisa, possui duas equipes de PSF e dez ACS.
A coleta dos dados para levantar a incidência epidemiológica foi realizada pelas ACS durante as visitas domiciliares mensais a essas famílias e a aplicação do questionário de qualidade de vida foi realizada pela pesquisadora, acadêmico bolsista e acadêmicos voluntários em algumas famílias onde foi identificado portadoras de IU.

ANÁLISE DOS DADOS

Os achados da pesquisa revelam que o número de mulheres que convivem com a incontinência urinária é realmente relevante, pois de 740 mulheres entrevistadas, 211 apresentaram os sintomas e características de IU de esforço (GRÁFICO 1). Essa estimativa de aproximadamente 30% de mulheres incontinentes urinárias aos esforços corrobora com Guarisi (2001), que refere que a 35% das mulheres que procuram o ambulatório médico da Universidade de Campinas possuem queixa de incontinência urinária aos esforços.


A Figura 1 apresenta a incidência de incontinência urinária de esforço nas mulheres pesquisadas. Destas, 211 apresentavam os sintomas de incontinência urinária de esforço.
A IU de esforço é caracterizada por perda de urina durante esforços como caminhada, corrida, riso, tosse, espiro, salto e levantamento de peso durante as atividades de vida diária (AVDs). Essas atividades promovem o aumento da pressão intra-abdominal favorecendo a perda de urina involuntariamente. As causas da IU de esforço são, segundo Pickles et al (2000), a perda de apoio anatômico da bexiga e uretra por fraqueza do assoalho pélvico e a incompetência do esfíncter uretral.
Kisner & Colby (1998) definem assoalho pélvico como uma lâmina muscular composta de múltiplas camadas que se estendem da púbis ao cóccix e lateralmente aos ísquios púbicos, formando o suporte inferior da cavidade abdômino-pélvica. Essa lâmina muscular oferece sustentação aos órgãos pélvicos e seus conteúdos, além disso, provê controle esfincteriano e suporta o aumento de pressão intra-abdominal (tosse, espirro, vômito, esforço físico, força de expulsão no momento do parto, etc).
Existem alguns fatores de risco que predispõem a mulher à fraqueza dessa lâmina muscular e consequentes perdas urinárias como: fatores constitucionais (raça branca, esportistas, obesas), gravidez (favorece a fraqueza muscular pela sobrecarga e pelas alterações posturais), traumatismos no parto, menopausa, constipação, tabagismo, fator genético, fragilidade muscular perineal, deterioração das estruturas músculo-ligamentares (idade avançada), infecções urinárias e outras patologias congênitas e neurológicas (Seleme, 2004; Baracho, 2002; Pickles et al, 2000).
Outro dado que merece destaque é a faixa etária em que os sintomas foram identificados. Esta variou de 14 a 92 anos, sendo que muitas destas mulheres encontram-se na faixa dos 40 anos ou menos, demonstrando que mulheres cada vez mais jovens estão sendo vítimas de IU. Segundo Koff (2001), Baracat & Mitre (2001), hoje no Brasil existem aproximadamente 13 milhões de mulheres na faixa dos 40 anos ou mais com sintomas de IU.
Além da análise epidemiológica, essa pesquisa propôs-se a avaliar a influência da IU na qualidade de vida das mulheres. Segundo Minayo et al. (2000), a qualidade de vida é uma noção eminentemente humana, aproximada do grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental e a própria estética existencial. Para essa análise aplicou-se o King’s Health Questionnaire que permitiu identificar, através da interpretação dos dados, uma alta pontuação geral, indicando um grande impacto sobre a qualidade de vida das mulheres portadoras de IU (TABELA 1).


O King´s Health Questionnaire avalia o impacto da incontinência urinária sobre o sono, emoções, relacionamentos pessoais, limitações físicas e sociais das mulheres portadoras de incontinência urinária. É composto por afirmações, às quais são atribuídos valores. Quanto maior o escore obtido, maior o impacto da incontinência urinária sobre a qualidade de vida das mulheres.
A Figura 2 apresenta os escores mais altos, mais baixos, média e desvio padrão dos parâmetros avaliados pelo questionário.
Os escores apresentados nos mostram a influência patologia sobre aspectos como emoções, sono, relacionamentos pessoais, limitações físicas e sociais. Esses dados mostram que realmente a IU interfere na qualidade de vida das mulheres.
Conforme KLÜBER (2002), a IU afeta a qualidade de vida, trazendo, a cada dia, conseqüências psicológicas, físicas, sociais, isolamento, baixa auto-estima, depressão e embaraço a estas mulheres, assim como para a comunidade onde estão inseridas. Constitui sintoma com implicações sociais, causando desconforto e perda de autoconfiança, além de interferir, negativamente, na qualidade de vida de muitas delas.
Freqüentemente, observamos na prática clínica, a exclusão social das pacientes com IU. Esta exclusão, necessariamente, não é imposta pela sociedade e sim pela própria paciente que, estando ciente das suas dificuldades pessoais, se recusa a freqüentar alguns ambientes sociais para evitar episódios de vazamento urinário em público. O uso de fraldas e absorventes, também, é um fator importante de limitação (FÉLIX, 2005).
Observou-se um escore elevado quando se trata da influência sobre a vida social das participantes. Os resultados conferem com outros estudos realizados sobre a repercussão que a patologia traz à vida do indivíduo. Entre mulheres trabalhadoras da enfermagem, a IU foi responsável por restrições na atividade ocupacional (18%), sexual (12%) e social (1%). De acordo com Lopes & Higa (2005), as atividades que demandavam esforços físicos, como carregar peso (38,7%), e empurrar cadeira de rodas e macas (16%) aumentava a freqüência da perda urinária durante a jornada de trabalho e, conseqüentemente, interferiram no desempenho e produtividade destas mulheres.
Segundo Moreno (2004), as mulheres afetadas pela IU tendem ao isolamento social por medo de estar em público e ocorrer perda urinária; evitando realizar atividades físicas ou outras atividades que possam revelar o seu problema; pode ocorrer a presença de odor desagradável necessitando de higiene constante e uso de protetor diário, o que pode favorecer a infecção urinária, além de ser muito desagradável.
No estudo de Lopes & Higa ( 2005), as mulheres que deixaram de sair de casa admitiram que sentiam medo ou vergonha de perder urina em público e ficarem molhadas, que cheiravam urina e tinham medo de não encontrar banheiro.
Quando se trata de relacionamentos pessoais, o escore da pesquisa não se mostra muito elevado, não estando de acordo com a bibliografia pesquisada. No estudo de LOPES & HIGA (2005), a interferência da IU na vida sexual foi citada por 67 (40,9%) mulheres incontinentes. A restrição na atividade sexual era causada por perder urina (25,6%), sentir dor durante a relação (20,7%), não sentir prazer ou desejo em ter relação (4,9%), diminuir ou evitar a atividade sexual (1,8%); necessitar interromper a relação para urinar (1,2%) e sentir vontade de urinar durante a relação sexual (1,2%).
Os resultados com relação aos fatores emocionais associados à IU foram consistentes com a literatura. Conforme Lopes & Higa (2005), problemas psicológicos e emocionais associados à IU foram citados por 43 (26,2%) mulheres. Sentimentos como vergonha, medo, nervosismo e depressão geralmente estavam relacionados ao forte odor causado pela perda de urina em público. No grupo de mulheres estudado a IU foi causa de restrições nas atividades sexuais, sociais, domésticas e ocupacionais. Observou-se que a IU provoca sentimentos de baixa auto-estima na mulher e interfere na sua vida sexual, restringe o contato social, interfere nas tarefas domésticas e no trabalho. Além disso, acarreta problemas econômicos devido a gastos com absorventes e, por vezes, ao impedir ou dificultar o trabalho remunerado fora de casa.
Palma & Ricccetto (1999), observaram em suas pesquisas prejuízo na atividade profissional, relações sociais, familiares e diminuição da atividade sexual das mulheres incontinentes.
Conforme Simonetti et al (2001), são descritos traumas psicológicos relacionados à IU levando sentimentos de humilhação, ansiedade, solidão e culpa. Silenciosamente essas pessoas têm uma queda na auto-estima tornando-se deprimidas, angustiadas e irritadas; somado a isso, sentem-se humilhadas e envergonhadas para estabelecer relações interpessoais. Esses fatores repercutem de forma negativa na saúde geral dessas pessoas (MORENO, 2004).

CONCLUSÃO

Seja qual for o tipo de IU, a repercussão na vida do indivíduo é imensa. A pesquisa mostra que a mulher tende ao isolamento social por medo de estar em público e ocorrer perda urinária; evita realizar atividades físicas ou outras atividades que possam revelar o seu problema; a presença de odor desagradável faz com que necessite de higiene constante e uso de protetor diário, o que pode favorecer a infecção urinária, além de ser muito desagradável; irritações da pele do períneo pela presença constante de urina; as relações familiares podem tornar-se difíceis e as relações sexuais desconfortáveis e constrangedoras ocorrendo ainda alterações no sono e repouso. Silenciosamente essas pessoas têm uma queda na auto-estima, somado a isso, sentem-se humilhadas e envergonhadas para estabelecer relações interpessoais. Esses fatores repercutem de forma negativa na saúde geral dessas pessoas.
Alguns portadores de IU adiam a procura por recurso especializado por acreditarem que faz parte do envelhecimento normal e que deve ser esperado, principalmente pela mulher, a perda de urina com o passar do tempo. Muitas vezes por falta de informação e desconhecimento da possibilidade de tratamento essas pessoas acabam conformando-se com o destino. Apenas quando a qualidade de vida está demasiadamente prejudicada é que essas pessoas procuram auxílio médico.
Os resultados desse estudo confirmam a estatística esperada e reforçam a necessidade de pesquisas nessa área com abrangência maior, levando em consideração o elevado índice encontrado e o envelhecimento da população brasileira. Isso demonstra a necessidade de programas de saúde no local pesquisado para o tratamento e prevenção da IU feminina, pois as idades precoces e meia-idade que foram identificadas nessa pesquisa representam um dado alarmante. O tratamento e a prevenção da IU precisa ser divulgado para que as pessoas possam ter acesso e, com isso, menor interferência na sua qualidade de vida.

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