INCIDÊNCIA DE ENCURTAMENTO DOS MÚSCULOS ISQUIOTIBIAIS EM PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO

Autores: Carmen Lucia Borges Bastos*, José Maria Furtado Júnior**, Mike Chindi Goto*** e Ulisses Alves Rosa***.

 

* Fisioterapeuta e Educadora Física Especialista da UEPA, **Fisioterapeuta Especialista da UEPA, ***Acadêmico do 5º ano de Fisioterapia da UEPA.

RESUMO

Este estudo avaliou o nível de flexibilidade dos músculos isquiotibiais, por intermédio do flexímetro (fleximeter®), em praticantes de musculação, haja vista da suma importância da mesma como meio de prevenção de lesões. Para isso, o estudo selecionou e avaliou 100 alunos praticantes de treinamento com peso (com no mínimo 1 mês e com no máximo 60 meses de prática), compreendidos na faixa etária de 21 e 50 anos. Os resultados desta pesquisa mostraram uma incidência de encurtamento dos músculos isquiotibiais de 83 % do lado direito e 67 % do lado esquerdo, necessitando desta forma de um trabalho de flexibilidade mais efetivo com os alunos, como forma de melhorar o nível de atividade muscular, bem como prevenir lesões.

INTRODUÇÃO

 

A prática da musculação é a atividade física que mais tem crescido em número de praticantes em todo o mundo. Somente nos Estados Unidos existem cerca de 45 milhões de pessoas que realizam musculação. Dentro deste universo, as mulheres correspondem pouco menos de 50% (GIANOLLA, 2003).

Nas academias de musculação, segundo Oliva, Bankoff e Zamai (1998), é freqüente a presença de problemas relacionados a lesões de ordem muscular e/ou articular, na qual os mesmos autores citam em sua pesquisa que 55% dos entrevistados apresentaram algum tipo de lesão em virtude unicamente do treinamento de musculação. E em relação às lesões acometidas, 36% dos praticantes lesionados tiveram que abandonar os treinos por determinado período em decorrência das mesmas.

O risco de lesão é maior quando a flexibilidade articular é extremamente baixa ou extremamente alta (KNUDSON, MAGNUSSON e McHUGH, 2000; FUNK et al, 2001). Como também quando os lados dominante e não-dominante do corpo  forem muito diferente entre si (KNAPIK et al, 1992 apud HALL, 2000; ACHOUR Jr., 2004). Best e Garrett (1996) relatam que a diferença de flexibilidade de 10% ou mais dos músculos posteriores da coxa direito e esquerdo favorece para o aumento de risco de lesão. De acordo com Serratosa e Palacios (2000) e López (2003), a diminuição da flexibilidade pode aumentar o risco de lesão durante a atividade física.

A diminuição da flexibilidade favorece lesões musculares (SCAFÓ, 2000). Além disso, pode promover diversas alterações posturais (PINFILDI, PRADO e LIEBANO, 2004). Cailliet (1998), Howley e Franks (2000) informam que a presença de encurtamentos dos músculos isquiotibiais pode gerar dores lombares, devido à má mobilização da pélvis. Quanto ao posicionamento do ilíaco, Brito e Silva (2002) encontraram retroversão em 60% dos praticantes de musculação e destes, 100% apresentavam encurtamento dos músculos isquiotibiais.

Segundo Kisner e Colby (1998), o encurtamento dos tecidos moles leva a uma alteração da força muscular em decorrência à adaptação que ocorre com o tempo. Na proporção que diminui a flexibilidade muscular, ocorre também uma alteração na relação comprimento – tensão do músculo. A relação força – comprimento afirma que à medida que aumenta o comprimento de um músculo, aumenta também sua força contrátil e é máxima quando o músculo está no comprimento de repouso, devido à presença de maior sobreposição dos filamentos de actina e miosina (LIPPERT, 1996; CAMPOS, 2000). Logo, o músculo desenvolve uma fraqueza com retração, haja vista o mesmo não ser mais capaz de produzir o pico de tensão devido ao encurtamento. “A perda de flexibilidade, independente da causa, pode também provocar dor originando-se no músculo, tecido conectivo, ou periósteo. Isso, por sua vez, também diminui a força muscular” (KISNER e COLBY, 1998, p. 141-142).

O grau de desenvolvimento da flexibilidade é um dos fatores primordiais para o bom desempenho do atleta em distintas modalidades, além de reduzir a incidência de distensão muscular e melhorar a postura (HAMILL e KNUTZEN, 1999). Pode, ainda, contribuir na performance da aptidão física (SPERNOGA et al, 2001). A perda de flexibilidade pode influenciar a assimilação de hábitos motores. “Uma mobilidade articular insuficiente limita os níveis de força, velocidade e coordenação; provoca uma redução na economia e pode ser uma causa de ocorrência de lesões mioarticulares” (PLATONOV e BULATOVA, 2003, p. 159).

Kisner e Colby (1998) informam que pessoas normais que não praticam regulamente exercícios de flexibilidade podem desenvolver contraturas miostáticas ou retração, principalmente em músculos biarticulares, como os isquiotibiais.

Diante de tudo que foi mencionado, esta pesquisa tem como meta aprofundar os conhecimentos a respeito da flexibilidade em virtude de sua grande importância para diminuição do risco de lesões e aumento da eficácia muscular. Pois, desta forma, haverá uma maior informação científica para os profissionais da área, beneficiando, conseqüentemente, o desempenho e qualidade de vida de praticantes de musculação.

Para tanto, foi estabelecido o seguinte objetivo geral:

– Identificar a incidência de encurtamento dos músculos isquiotibiais em praticantes de musculação.

E como objetivos específicos:

– Avaliar o nível de flexibilidade dos músculos isquiotibiais através do flexímetro, registrando-se as angulações obtidas com cada aluno e;

– Analisar e comparar os dados obtidos de acordo com o sexo, idade, postura de trabalho e músculos isquiotibiais direitos com os esquerdos.

A presente pesquisa foi composta por uma considerável revisão de literatura embasada em conhecimentos obtidos de livros, periódicos, e artigos em endereços eletrônicos via internet, seguida da descrição dos materiais e métodos adotados, cujos dados obtidos estão detalhadamente descritos nos resultados e discussão, chegando-se, então, às conclusões finais do referido estudo.

 

MATERIAIS E MÉTODO

A pesquisa foi desenvolvida em uma academia em Belém – PA, no período das 17:00 às 20:00 horas durante os meses de abril e maio de 2004. Esta pesquisa é do tipo quali-quantitativa, prospectiva e de incidência.

A amostra foi de 100 alunos, tendo como critérios de inclusão serem praticantes de treinamento com peso (com no mínimo 1 mês e com no máximo 60 meses de prática), de ambos os sexos, compreendidos na faixa etária de 21 e 50 anos, que realizem alongamento, orientados por um profissional formado (educador físico) e que apresentem um trabalho muscular global (exercícios em tronco e extremidades).

Os critérios de exclusão para este estudo foram alunos com outro tipo de atividade física paralela (esportes em geral, danças, yoga, tai-chi-chuan), com alterações ou distúrbios hormonais (como a gravidez, uso de medicamentos hormonais), praticantes de musculação localizada (apenas tronco, membros superiores ou membros inferiores), com lesões recentes de membros inferiores (apresentando quadro de dor) e com patologias (ósseas, articulares, ligamentares e musculares).

Após a seleção dos participantes de acordo com os critérios pré-determinados, cada aluno foi avaliado, sendo seus dados anotados em ficha padrão. Para a avaliação da flexibilidade dos músculos biarticulares (Semimenbranáceo, Semitendinoso e Cabeça Longa do Bíceps), foi utilizado o Teste de Elevação da Perna Estendida em Decúbito Dorsal.

Inicialmente era verificada a existência do aumento da curvatura lombar em decúbito dorsal. Na presença desta, foi utilizado uma toalha enlolada distalmente sob a coxa, a fim de retificar a coluna lombar. Posteriormente, o flexímetro era fixado no terço médio da coxa e o examinado era orientado a levantar o membro inferior a ser testado mantendo a retificação do joelho deste mesmo membro.

Durante a realização do teste, era verificado o comportamento do membro inferior contralateral, analisando-se a necessidade de aplicar uma restrição passiva. Depois disso, o examinador graduava o flexímetro (de tal forma que o teste iniciasse partindo-se de 0o) e aferia o grau obtido pelo participante no final do teste.

Para os dados obtidos, utilizou-se o programa BioEstat 3.0, na qual foram aplicados os testes de Kolmogorov – Smirnov, de Qui-quadrado, e t  para a análise estatística.

 

 

RESULTADOS

 

Os resultados desta pesquisa são expressos segundo os achados numéricos observados nas respostas dos questionários e nos níveis de flexibilidade dos músculos isquiotibiais encontrados na avaliação.

Quanto ao tempo de prática de musculação 67% responderam que possuíam até 1 ano de prática (média = 0,4 ano); 13%, até 2 anos de prática (média = 1,8 anos); 3%, até 3 anos de prática (média = 2,8 anos); 7%, até 4 anos de prática (média = 3,8 anos); e 10% tinham até 5 cinco anos de prática de musculação (média = 4,6 anos), perfazendo uma média de 2,7 anos.

Analisando-se os níveis de flexibilidade de acordo com o sexo, foi confirmada a existência de uma significativa diferença entre a flexibilidade média dos praticantes de musculação nos grupos feminino e masculino (p=0, pelo teste t), sendo, em média, maior na população feminina. No lado direito, 96% dos homens e 70% das mulheres (83% do total) apresentaram graduação inferior ao intervalo de 80o à 90o. Já para o lado esquerdo, 78% dos homens e 56% das mulheres (67% do total) possuíam encurtamento desta musculatura.

 

A idade dos participantes variou de 21 anos a 50 anos, dando uma média de 35,5 anos. Para facilitar o estudo foram criados três faixas etárias: de 21 a 30 anos, onde apresentava 46 praticantes, de 31 a 40 anos, com 37 indivíduos e de 41 a 50 anos, com 17 participantes. Porém, o nível de flexibilidade não foi influenciado pela idade dos praticantes de musculação (p>0,05, pelo teste de Kolmogorov – Smirnov).

Quanto à postura de trabalho, a mesma não influenciou os praticantes que apresentaram flexibilidade com extensibilidade menor e maior (p>0,05, pelo teste de Qui-quadrado), na qual 51% responderam que ficavam a maior parte do tempo sentado, 30% disseram que ficavam em pé, enquanto que 19% relataram que ficavam em ambas posições.

Quanto à simetria da flexibilidade entre os quadris não houve correlação desta com o sexo (p>0,05, pelo teste de Qui-quadrado), ou seja, a freqüência de praticantes com simetria e assimetria não dependia do sexo. A tabela abaixo mostra que 25% dos avaliados com simetria e 75% com assimetria. Neste caso, o referencial de 80° a 90o foi desconsiderado.

Em relação às assimetrias encontradas, constatou-se uma significativa diferença entre a flexibilidade média nos músculos isquiotibiais direito e esquerdo (p = 0,01, pelo teste t), sendo em média a flexibilidade maior nos isquiotibiais esquerdo. Das 75 pessoas com assimetria, 39 pessoas apresentaram uma diferença menor que 10% entre os quadris; enquanto que os 36 restantes tiveram uma diferença igual ou superior à 10% entre os quadris.

 

DISCUSSÃO

 

Os resultados mostraram uma freqüência elevada de encurtamentos dos músculos isquiotibiais em praticantes de musculação. 83% dos indivíduos apresentaram níveis de flexibilidade inferior a 80o do lado direito e 67% do lado esquerdo. Tais resultados estão de acordo com a afirmação de Achour Jr. (2002), o qual diz que os músculos com predominância de fibras vermelhas estão propensas ao encurtamento.

Quanto ao nível de flexibilidade em relação ao sexo, observou-se que as mulheres, de modo geral, apresentaram maior flexibilidade que os homens, tanto de isquiotibiais direito quanto de esquerdo (QUADRO 1 e 2), ratificando as idéias de Weineck (2000), Platonov e Bulatona (2003) e Achour Jr. (2004).

Já para a idade, conforme Dantas (1999), Monteiro (1999), Brooks (2000) e Howley e Franks (2000), a flexibilidade diminui à medida que a pessoa envelhece. Todavia, os resultados obtidos nesta pesquisa não confirmaram isso (QUADRO 3 e 4). A provável justificativa estaria no fato de que os participantes apresentavam em comum a prática regular de musculação e alongamento, uma vez que Brooks (2000), Robergs e Roberts (2002) e Achour Jr. (2004) reafirmam que os níveis de flexibilidade estão mais relacionados com a atividade física do que com os processos biológicos.

Para a postura de trabalho (QUADRO 5 e 6), não houve diferença significativa entre os indivíduos que passavam a maior parte do tempo (no ambiente de trabalho) sentado, em pé ou em ambas posições. Achour Jr. (2002) atesta que os encurtamentos dos isquiotibiais podem ser achados tanto em pessoas que passam grande parte do tempo sentado como em pé. E ainda vale ressaltar que todos os pesquisados mantinham uma prática regular de musculação e alongamento, correlacionando-se com o que foi argumentado anteriormente.

Neste estudo foi caracterizado como simétrico, praticantes de musculação que possuíssem mesmo nível de flexibilidade de isquiotibiais, desconsiderando, pois, o intervalo de normalidade (de 80o à 90o). Nos resultados (QUADRO 7), 75% dos indivíduos foram classificados como assimétricos, dos quais 48% encontravam-se com uma diferença igual ou maior a 10% entre as graduações (dos músculos isquiotibiais direito e esquerdo) colhidas (QUADRO 8).

Achour Jr. (2004) relata que a flexibilidade pode ser diferente em articulações biarticulares, em decorrência de habilidades unilaterais esportivas e pelas situações de trabalho ou de lazer. Pode, também, ser decorrente de lesão. O mesmo autor refere ainda que um erro comum no treinamento consiste no aumento da variável mais favorecida geneticamente, seja ela a força ou a flexibilidade, em vez de equilibrá-la com a outra.

 

 

CONCLUSÃO

A flexibilidade é um termo ainda controverso e pouco discutido. A falta de um consenso, acaba gerando diferentes definições e posicionamentos diante deste mesmo assunto. Ao invés avançar em maiores aprofundamentos científicos sobre a flexibilidade, surgem a cada dia, novas classificações que tentam saciar um único questionamento: o que é a flexibilidade?

Nesta pesquisa, tentou-se chegar a um senso comum, mediante as fontes consultadas. Baseado nesse referencial teórico levantado e na análise dos resultados colhidos, foi demonstrado que a amostra avaliada apresentou uma elevada incidência de encurtamento dos músculos isquiotibiais em ambos os lados, além de uma grande freqüência de assimetrias.

Tudo isso só vem reafirmar que um trabalho preventivo, que também é uma arma do fisioterapeuta, bem como a multidisciplinaridade, ainda são a melhor combinação para a promoção de saúde, evitando, neste caso, que pessoas como as que foram avaliadas estejam sujeitas a lesões. Todavia, para que isso aconteça, é necessário que se identifique os reais motivos que levam pessoas como da amostra a desenvolverem encurtamentos musculares.

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

ACHOUR Jr., Abdallah. Avaliando a flexibilidade: fleximeter. Londrina: Midiograf, 1997.

___________________. Bases para exercícios de alongamento relacionado com a saúde e no desempenho atlético. 2.ed. Londrina: Phorte, 1999, p. 102-107.

 

___________________. Exercícios de alongamento: anatomia e fisiologia. Barueri: Manole, 2002.

 

___________________. Flexibilidade e alongamento: saúde e bem-estar. Barueri: Manole, 2004.

 

 

ALTER, M.J. Alongamento para os esportes: 311 alongamentos para 41 esportes. 2 ed. São Paulo: Manole, 1999, p. 1-28.

 

____________________. Ciência da flexibilidade. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

 

ARAÚJO, C.G.S. Avaliação e treinamento da flexibilidade. In: GHORAYEB, N., BARROS, T. O exercício: preparação fisiológica, avaliação médica, aspectos especiais e preventivos. São Paulo: Atheneu, 1999, p. 25-34.

 

BANDY, W.D., IRION, J.M., BRIGGLER, M. The effect of time and frequency of static stretching on flexibility of the hamstring muscles. Physical Therapy, v.77, n.10, p. 1090-1096, oct. 1997.

 

BANDY, W.D., IRION, J.M. The effect of time on static stretch on the flexibility of the hamstring muscles. Physical Therapy, v.74, n.8, p. 845-850, mar. 1994.

 

BEST, T.M., GARRETT Jr, W.E. Hamstring strains: expediting return to play. The Physician and SportsMedicine, v.24, n.8, p.1-6, aug. 1996.

 

BIENFAIT, M. Os desequilíbrios estáticos: filosofia, patologia e tratamento fisioterápico. 3 ed. São Paulo: Summus, 1995, p. 97-99.

 

BLOOMFIELD, J., WILSON, G. Flexibilidade nos esportes. In: ELLIOTT, B., MESTER, J. Treinamento no Esporte aplicando ciência no esporte. São Paulo: Phorte, 2000, p. 285-332.

 

BRITO, A.L, SILVA, J.K.M.L. A manifestação do ilíaco em Posterioridade e sua Relação com as Manifestações Álgicas do joelho em indivíduos Praticantes de Exercícios com pesos (Musculação). 2002.34p. Trabalho de Conclusão de Curso – Curso de Fisioterapia, Universidade do Estado do Pará. Belém.

 

BRODY, L.T. Deficiência da mobilidade. In: HALL, C.M., _______________. Exercício terapêutico na busca da função. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001, p. 88-113.

BROOKS, D.S. Treinamento Personalizado: elaboração e montagem de programas. São Paulo: Phorte, 2000, p. 155-296.

 

CAILLIET, R. Lombalgias. 3 ed. São Paulo: Manole, 1998, p. 59-76.

 

CAMPOS, M. de A. Biomecânica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, p. 91-100.

 

CATTELAN, A. V.; MOTA, C. B.. Estudo das técnicas de alongamento estático e por facilitação neuromuscular proprioceptiva no desenvolvimento da flexibilidade em jugadores de futsal, 2004. Disponível na INTERNET via http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/fnp_anderson.htm. Arquivo consultado em 2004.

 

CONTI, J. V.. Relationship between flexibility and sports injuries, 2004. Disponível na INTERNET via http://www.efdeportes.com/efd74/injur.htm. Arquivo consultado em 2004.

 

COSTA, M.G. Ginástica localizada. 4 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2001, p. 349-384.

 

DANTAS, E. H. M. Flexibilidade: alongamento e flexionamento. 4.ed. Rio de Janeiro: Shape, 1999.

 

________________. Flexibilidade versus musculação. Sprint, Rio de Janeiro, v.2, n.3, p.108-116, mai./jun. 1984.

 

DRAPER, D.O.D. et al. Shortwave diathermy and prolonged stretching increase hamstring flexibility more than prolonged stretching alone. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy, v. 34, n.1, p. 13-20, jan. 2004.

 

ENOKA, R.M. Bases neuromecânicas da cinesiologia. 2 ed. São Paulo: Manole, 2000, p. 259-280.

 

FERNANDES, André; MARINHO, Adriana; VOIGT, Lú; LIMA, Vicente. Cinesiologia do alongamento. 2.ed. Rio de Janeiro: Sprint. 2002.

 

FOSS, M.L., KETEVIAN, S.J. Bases fisiológicas do exercício e do esporte. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

 

FUNK, D. et al. Efficacy of moist heat pack application over static stretching on hamstring flexibility. Journal of Strength ando conditioning research, v.15, n.1, p. 123-126, oct. 2001.

 

 

GEOFFROY, C. Alongamento para todos. São Paulo: Manole, 2001, p. 108-209.

 

GIANOLLA, F. Musculação: conceitos básicos. São Paulo: Manole, 2003.

 

GRAY, H. Anatomia. 29.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977, p. 400-413.

 

GUYTON, A.C., HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, p. 67-78.

 

HALL, S. J. Biomecânica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, p. 91-100.

 

HAMILL, J., KNUTZEN, K.M. Bases biomecânicas do movimento humano. São Paulo: Manole, 1999, p. 110-140.

 

HARRELSON, G. L., LEAVER-DUNN, D. Amplitude de movimento e flexibilidade. In: ANDREWS, J. R. et al. Reabilitação física das lesões desportivas. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, p. 105-113.

 

HISLOP, Helen J., MONTGOMERY, Jacqueline. Provas de função muscular: técnicas de exame manual. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, p. 393-394.

 

HOWLEY, E.T., FRANKS, B.D. Manual do instrutor de condicionamento físico para a saúde. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 216-224.

 

KENDALL, Florence Peterson, McCREARY, Elizabeth Kendall, PROVANCE, Patrícia Geise. Músculos: provas e funções. 4.ed. São Paulo: Manole, 1995, p. 27-68.

 

KISNER, C., COLBY, L. A. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 3.ed. São Paulo: Manole, 1998, p. 141-177.

 

KNUDSON, D. V., MAGNUSSON, P. M., McHUGH, M.. Current issues in flexibility fitness, 2000. Disponível na INTERNET via http://fitness.gov/digest600.pdf. Arquivo consultado em 2004.

 

LIPPERT, L. Cinesiologia clínica para fisioterapeutas. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1996, p. 29-44.

 

LÓPEZ, E. J. N.. La flexibilidad: pruebas aplicables en educación secundaria, 2003. Disponível na INTERNET via http://www.efdeportes.com/efd58/flex.htm. Arquivo consultado em 2004.

 

 

MARCHAND, E. A. de A. Condicionamento de flexibilidade, 2002. Disponível na INTERNET via http://www.efdeportes.com/efd53/flex.htm. Arquivo consultado em 2004.

 

MARQUES, A.P. Manual de Goniometria. 2 ed. São Paulo: Manole, 2003, p.34.

 

MONTEIRO, W. Personal training: manual para avaliação e prescrição de condicionamento físico. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1999, p. 187-205.

 

MOORE, Keith L., DALLEY, Arthur F.. Anatomia orientada para a clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001, p. 496 – 498.

 

NESPEREIRA, A. B. 1000 exercícios de musculação. 4.ed. São Paulo: Artmed, 2002, p. 7-35.

 

OLIVA, O. J., BANKOFF, Antonia Dalla Pria, ZAMAI, Carlos Aparecido. Possíveis lesões musculares e ou articulares causadas por sobrecarga na prática da musculação. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, Rio de Janeiro: 1998, v.3, n.3, p. 15-23.

 

PALMER, M. L., EPLER, M. E. Fundamentos das técnicas de avaliação musculoesquelética. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, p. 251-274.

 

PINFILDI, C. E., PRADO, R.P., LIEBANO, R.E. Efeito do alongamento estático após diatermia de ondas curtas versus alongamento estático nos músculos isquiotibiais em mulheres sedentárias. Fisioterapia Brasil, Rio de Janeiro: v.5, n.2, p. 119-124, Mar./abr. 2004.

 

PLATONOV, V. N., BULATOVA, M. M. A Preparação física. Rio de Janeiro: Sprint, 2003, p. 159-172.

 

ROBERGS, Robert A., ROBERTS, Scott O.. Princípios fundamentais de fisiologia do exercício: para aptidão, desempenho e saúde. São Paulo: Phorte Editora, 2002, p. 367.

 

ROCHA, M. Hipertrofia x flexibilidade. Disponível na INTERNET via http://www.zegatao.muscle.nom.br/treinamento.asp?nome=hipertrofia%20x%20flexibilidade. Arquivo consultado em 2004.

 

RODRIGUES, C.E.C, DANTAS, E.H.M. Efeito do treinamento de força sobre a flexibilidade. Fitness & Performance Journal, Rio de Janeiro: v.1, n.2, p. 29-47, Mar./abr. 2002.

 

SCAFÓ, R. L.. Lesiones musculares: distensiones de los isquiotibiales, 2000. Disponível na INTERNET via http://www.efdeportes.com/efd25/lesion.htm. Arquivo consultado em 2004.

 

 

SMITH, L. K., WEISS, E. L. e LEHMKUHL, L. D. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom. 4. ed. São Paulo: Manole, 1997, p. 347-378.

 

SPERNOGA et al. Duration of maintained hamstring flexibility after a one-time, modified hold-relax stretching protocol, 2001. Disponível na INTERNET via http://www.pubmedcentral. nih.gov/artclerender.fcgi?artid=155401. Arquivo consultado em 2004.

 

WEINECK, E. J.. Futebol total: o treinamento físico no futebol. São Paulo: Phorte, 2000, p. 463-498.

Se desejar, use os botões abaixo para compartilhar.

4 comentários em “INCIDÊNCIA DE ENCURTAMENTO DOS MÚSCULOS ISQUIOTIBIAIS EM PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO”

  1. Paula Amanda

    Olá, em que Seção ou Caderno ou Suplemento foi publicado esse artigo? Página inicial-final. Preciso para referencia em um trabalho.
    Agradeço a atenção

    1. Olá Pessoal, além deste canal a revista tem uma sala de bate-papo exclusiva para fisioterapeutas trocarem informações seja por texto, seja por voz, além de arquivos, artigos e muito mais. Se você também precisar fazer uma reunião com sua equipe, temos salas apara até 99 pessoas simultâneas inteiramente grátis. Conheça nossa plataforma em: bit.ly/fisio-discord

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.