GLOBALIZAR O ACESSO SIGNIFICA EVOLUIR

Dr. Daniel Cid Cofré

Kinesiólogo, Mg. en Gestión, Colaborador Grupo Mundial de Funcionamiento y Discapacidad FDRG (WHO-FIC), Especialista en desarrollo infantil y discapacidad. Director centro de capacitación online Capasitium. (www.capasitium.com)

PALESTRANTE INTERNACIONAL CONFIRMADO

Contextualização: No contexto social, a análise sistêmica do movimento humano, base que a Fisioterapia estuda e promove como ciência, exige dinamismo nos processos de avaliação, intervenção, administração e gestão para prosperar com evidência à medida que urgem novas necessidades e evoluem as tecnologias.

Desenvolvimento: Melhorar a saúde e bem estar da população é um dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS, 2015), os quais, de maneira conjunta e interdependente, impactam na sustentabilidade ambiental, econômica e social (Figura 1).

Figura 1 – Evoluir considerando os objetivos de desenvolvimento sustentáveis

A identificação necessária das variáveis que se inter-relacionam em cada um desses objetivos expande as oportunidades que, como especialistas no movimento humano, no exercício, no uso de agentes físicos e tecnologias, urge validar com bases científicas, soluções para as constantes demandas sociais que enfrentamos. Uma vez identificadas, validadas e alinhadas às necessidades globais dos países, devemos ser parte das políticas, normativas, programas e estratégias que permitam, a partir dos nossos conhecimentos, assumir um rol preponderante no desenvolvimento humano e bem estar social. A globalização e as mudanças que a humanidade experimenta, analisadas por meio do funcionamento humano e sua relação com o contexto, além das ações profissionais que nós assumimos nos processos de promoção, prevenção, habilitação e reabilitação,

desempenhando essas ações de modo independente ou associadas com a equipe multiprofissional, nos diferentes níveis assistenciais e em um amplo espectro de áreas, especialmente estas duas últimas décadas, tem exigido formalizar os serviços prestados em relação ao tempo e definir indicadores, normas, protocolos e responsabilidades legais.
Desde a declaração universal dos direitos humanos (1948) e a convenção internacional sobre os direitos das pessoas com deficiência (2006) as ações profissionais dirigidas à saúde e bem estar humano, incorporam um marco legal que reforça nosso agir em inúmeras dimensões, desde
desastres naturais e emergências sanitárias até ações de intervenção em processos de participação social, inclusão educativa, acessibilidade universal, tecnologias e robótica, telerreabilitação dentre muitas outras.
Considerações finais: A inovação exige rigor científico e ética profissional em cada um de nossos processos de intervenção, pelo qual a coesão formativa, clínica e sindical, vinculada à troca de conhecimentos com nossos usuários, além do apoio de especialistas em diferentes disciplinas
científicas nos permite validar com rigorosos processos de pesquisa as novas áreas de desenvolvimento profissional que constantemente evoluem.

Leitura complementar:
American Physical Therapy Association. Vision statement for the physical therapy profession. Available at: http://www.apta.org/Vision/.

Millard J. How social innovation underpins sustain-able development. Atlas of social innovation: newpractices for a better future. 2017;pp 41–43

Shaik AR, Shemjaz AM. The The rise of physical therapy: A history in footsteps. Archives of Medicine and Health Sciences. 2014;2(2):257-260. doi: 10.4103/2321-4848.144367

Merry, SE. Measuring the World Indicators, Human Rights, and Global Governance. Current Anthropology. 2011 Apr. 52(S3): S83–95. DOI: 10.1086/657241.

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