FUNCIONALIDADE DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON APÓS PROGRAMA DE HIDROTERAPIA: UM ESTUDO DE CASO

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 87, Julho/Agosto de 2012. https://www.novafisio.com.br

Funcionalidade de pacientes com Doença de Parkinson após programa de hidroterapia: um estudo de caso

FUNCTIONALITY OF PATIENTS WITH PARKINSON’S DISEASE AFTER HYDROTHERAPY PROGRAM: A CASE STUDY

Ering Júnior Barros Coelho*; Renata Pereira Duarte**; Thamara Fernanda Bastos Freitas***

*Pós-graduado em Fisioterapia Traumato-Ortopédica, Professor do curso de graduação em Fisioterapia do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – UNILESTE/MG, Ipatinga, Minas Gerais, Brasil: eringcoelho@yahoo.com.br.

**Graduando em Fisioterapia pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – UNILESTE/MG, Ipatinga, Minas Gerais, Brasil.

***Graduando em Fisioterapia pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – UNILESTE/MG, Ipatinga, Minas Gerais, Brasil.

Revisado por: Rodrigo Silva Perfeito (rodrigosper@yahoo.com.br)

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 87, Julho/Agosto de 2012. https://www.novafisio.com.br

 

Resumo

Contextualização: A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio do movimento que se apresenta com quatro componentes básicos: rigidez, bradicinesia (acinesia), tremor e instabilidade postural. Um dos recursos utilizados pela fisioterapia e que tem demonstrado resultados positivos nestes pacientes é a hidroterapia. Objetivo: Verificar os benefícios da hidroterapia na funcionalidade de indivíduos com DP. Metodologia: Realizou – se um estudo de caso, com dois pacientes parkinsonianos, os quais foram submetidos a um programa de 15 sessões de hidroterapia, que incluiu adaptação ao meio aquático, treino de equilíbrio, marcha, coordenação, agilidade e amplitude de movimento. A escala UPDRS foi aplicada na 1ª, 5ª, 10ª e 15ª sessão. Resultados: Houve redução nos escores relacionados aos domínios de AVD’s (paciente 1: 4 pontos e paciente 2: 5 pontos) e atividade motora (paciente 1: 3 pontos e paciente 2: 2 pontos) quando comparados 1ª e 15ª sessão. Conclusão: Houve melhora na funcionalidade dos pacientes parkinsonianos em relação a AVD´s e atividade motora, quando comparado a 1ª e 15ª sessão de hidroterapia.

Palavras-chaves: Funcionalidade, Hidroterapia, Parkinson.

Abstract

Background: Parkinson’s disease (PD) is a movement disorder that presents with four basic components: rigidity, bradykinesia (akinesia), tremor and postural instability. One of the resources used by physical therapy and has shown positive results in these patients is hydrotherapy. Objective: To investigate the benefits of hydrotherapy in the functionality of individuals with PD. Methodology: A cross – a case study, two patients with PD, who underwent a program of 15 sessions of hydrotherapy, which included adaptation to the environment, balance training, gait, coordination, agility and range of motion. The UPDRS scale was applied in the 1st, 5th, 10th and 15th session. Results: There was a reduction in the scores related to areas of ADL’s (patient 1: 4 points, and patient 2: 5 points) and motor activity (patient 1: 3 and patient 2 points: 2 points) when compared to the 1st and 15th session. Conclusion: There was improvement in the functionality of PD patients in relation to AVD’se motor activity, when compared to 1st and 15th session of hydrotherapy.

Keywords: Functionality, Hydrotherapy, Parkinson’s.

Introdução

A Doença de Parkinson (DP), descrita primeiramente por James Parkinson em 1817, é um dos distúrbios de movimento que acomete mais os idosos (MELNICK, 2004). É estimada em cerca de 85 a 187 casos por 100.000 habitantes. Acomete indivíduos na faixa etária entre 50 a 70 anos, com pico de 60 anos, podendo acometer pessoas com idade inferior a 40 anos (HAASE et al., 2008). De acordo com a Associação Brasil Parkinson (ABP-2003) (BRASIL, 2003), a cada ano surgem 20 casos novos para cada 100.00 habitantes, sendo que atualmente, os dados revelam que aproximadamente 220 mil brasileiros apresentam a doença.
A DP ocorre devido à deficiência da dopamina (mensageiro químico responsável pela coordenação motora) na via nigro-estriatal do cérebro (GOULART et al., 2004). Geralmente os indivíduos parkinsonianos apresentam melhora de sintomas com uso de medicamentos como o Levodopa, porém devido seu caráter crônico e degenerativo a doença afeta a rotina dos portadores, cuidadores e familiares (PETERNELLA e MARCON, 2009).
Na DP, a principal manifestação clínica é a síndrome parkinsoniana, que se apresenta com quatro componentes básicos: rigidez, bradicinesia (acinesia), tremor e instabilidade postural. As alterações motoras encontradas nesses pacientes justificam o comprometimento na postura e equilíbrio interferindo diretamente nas atividades funcionais que são realizadas na postura ortostática (COELHO et al., 2006).
A atividade física é importante na preservação das funções motoras dos pacientes parkinsonianos. Os problemas motores são agravados principalmente devido à imobilidade, sendo importante a fisioterapia na reeducação e manutenção da atividade física no tratamento da DP, com objetivo de minimizar as alterações motoras causadas pelos sintomas da doença, ajudando o paciente a manter a independência para realizar as atividades do dia-a-dia e melhorar a qualidade de vida (GOULART et al., 2004).
Um dos recursos utilizados pela fisioterapia e que tem demonstrado resultados positivos nestes pacientes é a hidroterapia (SANT et al., 2008). Conhecida a milhares de anos, a hidroterapia é uma atividade aquática que utiliza a propriedade física e a capacidade térmica da água para promover bem-estar físico e mental para pacientes com afecções neurológicas (SOLDI et al., s/d). As propriedades físicas e fisiológicas da água podem favorecer aos pacientes a restauração da amplitude de movimento (ADM), redução da rigidez, reeducação dos reflexos posturais fásicos e das reações posturais de endireitamento, melhora equilíbrio, manutenção dos movimentos voluntários e melhora da coordenação motora (BIASOLI, 2006).
O presente estudo teve como objetivo verificar os benefícios da hidroterapia na funcionalidade de indivíduos com DP.

Metodologia

Tratou-se de um estudo de casos, realizado com dois participantes do grupo de Parkinson – Unileste/MG, localizado em Ipatinga/MG, sendo o primeiro com idade de 56 anos, tempo de evolução da doença de 14 anos, e o segundo com idade de 68 anos, tempo de evolução da doença de oito anos, ambos do gênero masculino e no estágio 3 da doença, segundo Escala de Hoehn e Yahr (modificada) (GOULART e PEREIRA, 2004; RITO, 2006) , realizando tratamento medicamentoso.
Como materiais, foram disponibilizados: estetoscópio e esfigmomanômetro (Becton Dickinson), piscina aquecida e coberta, com formato retangular, tamanho de 11m por 5m, com profundidade de 1,40 m e temperatura média de 30ºC.
A avaliação constituiu de: entrevista inicial que coletou informações como idade, estado civil, relato de doenças, uso de medicamentos e tempo de evolução da doença; avaliação dos participantes através da Escala de Hoehn e Yahr (modificada) (GOULART e PEREIRA, 2004; THE UNIFIED, s/d) e Escala Unificada de avaliação da Doença de Parkinson (UPDRS) (GOULART e PEREIRA, 2004; THE UNIFIED, s/d; RITO, 2006). A Escala de Hoehn e Yahr (modificada) avalia a evolução da DP de forma rápida e prática. De acordo com a escala de Hoehn e Yahr, podemos classificar a doença de Parkinson em cinco estágios: Estágio 1: envolvendo só um lado do corpo; Estágio 2: envolvendo os dois lados do corpo; Estágio 3: causa dificuldade no equilíbrio e andar; Estágio 4: causa significativa dificuldade no equilíbrio e andar; Estágio 5: resultando em imobilidade completa. As primeiras fases são consideradas leves, a terceira moderada e a quarta e quinta fases avançadas (GOULART e PEREIRA, 2004; THE UNIFIED, s/d; RITO, 2006).
Escala Unificada de avaliação da Doença de Parkinson (UPDRS), criado em 1987 (THE UNIFIED, s/d; RITO, 2006), avalia os sinais e sintomas e determinadas atividades dos pacientes por meio do autorrelato e observação clínica. É composta por 42 itens, divididos em quatro partes: atividade mental, comportamento e humor; atividades de vida diária (AVD’s); exploração motora e complicações da terapia medicamentosa. A pontuação em cada item varia de 0 a 4, sendo que o valor máximo indica maior comprometimento da doença e o mínimo indica normalidade, onde o valor de cada domínio se dá através do somatório dos pontos obtidos nos itens a eles pertencentes, se apresentando como um método adequado para a avaliação da DP (COELHO et al., 2006).
As escalas foram aplicadas pré-tratamento, sendo que a escala UPDRS foi aplicada na 1ª, 5ª, 10ª, 15ª, sessões. Os sinais vitais (P.A, F.C, F.R) foram verificados antes e após a sessão, com o objetivo de verificar as condições dos indivíduos para a realização de atividades aquáticas. O tempo de duração do estudo foi de 15 sessões consecutivas, com duração de uma hora, duas vezes por semana, duração de uma hora (13h: 30 às 14h: 30) no período de dois meses.
O programa de hidroterapia incluiu adaptação ao meio aquático, treino de equilíbrio, marcha, coordenação, agilidade e amplitude de movimento. Cada sessão foi dividida em quatro fases, constituindo das seguintes atividades:
Fase 1: Adaptação ao meio aquático através de caminhada dentro da piscina.
Fase 2: Alongamento global.
Fase 3: Exercícios estáticos e dinâmicos.
Fase 4: Treino de marcha (estática e dinâmica) associada a exercícios de coordenação e equilíbrio.
O nível de dificuldade foi aumentado gradativamente de acordo com as respostas dos pacientes aos exercícios, sendo utilizados equipamentos aquáticos como halteres, pranchas e espaguetes.
Os dados foram analisados empregando-se estatística descritiva. Os resultados foram apresentados em Figuras. Os cuidados éticos, proteção dos participantes e legalidade desta pesquisa foram regidos pela Resolução n. 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Os participantes receberam e assinaram um  Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Resultados

Mediante a aplicação da escala UPDRS, antes, durante e após as sessões de hidroterapia (1ª, 5ª, 10ª e 15ª) verificou-se que os valores entre as sessões oscilaram, como observado nas Figuras 1 e 2, intercalando entre aumento e dimuição dos escores gerados UPDRS tanto para os domínios  que contemplam atividades de vida diária quanto para atividade motora.

Quando comparado 1ª e 15ª sessão houve redução dos escores para os dois pacientes nos dois domínios. No domínio atividades de vida diária o paciente 1 reduziu  4 pontos e o paciente 2  reduziu 5 (Figura 1) .

Já no domínio atividade motora o paciente 1 reduziu 3 pontos e o paciente 2 reduziu 2 pontos (Figura 2) .
Com relação aos domínios estado mental/comportamento/estado emocional e complicações da terapia não houve mudanças durante as aplicações do questionário.
A escala Hoehn e Yahr manteve a mesma pontuação após o programa de hidroterapia.

Discussão

A melhora em relação às AVD’s (ato de vestir-se, girar no leito e higiene pessoal, dentre outros), corrobora com o estudo realizado por Goulart et al. (2004) onde pacientes com DP, após programa de atividade física apresentaram ganho na dimensão de AVD´s.
Esse fato é explicado por Sacchelli et al. (2006) os quais relatam que o trabalho proprioceptivo no meio líquido difere do solo em função do empuxo, pressão hidrostática, viscosidade e turbulência, propriedades específicas da água. Durante os exercícios aquáticos, a resistência imposta por pressão hidrostática e viscosidade pode aumentar a estimulação do fuso muscular, o que aumentará a formação de inputs sensórios necessários para a formatação adequada do esquema corporal. Dessa forma, ocorre a promoção de novas estratégias sensório-motoras para a efetividade do equilíbrio interferindo diretamente nas AVD´s.
Em relação a atividade motora (marcha, rigidez, equilíbrio, dentre outros) os resultados do estudo realizado condiz com Lopes et al. (2008) que após um período de 2 meses de tratamento em meio aquático com pacientes parkinsonianos alcançou redução dos escores obtidos através da escala UPDRS, quando comparado pré e pós tratamento, mostrando melhora principalmente nos itens referentes à habilidade de levantar de cadeira e estabilidade postural. Esse fato é explicado por Shanzer et al. (2006) os quais descreveram que a pressão hidrostática associada à viscosidade da água, promove apoio ao paciente. Esse apoio é diretamente proporcional ao nível de imersão, ou seja, quanto mais profundo o nível de imersão, maior será o apoio pela água, tornando o tempo de queda maior do que em solo, possibilitando ao paciente realizar os ajustes tônicos necessários para evitar a queda, trabalhando as reações de endireitamento, equilíbrio e proteção, que podem ser potencializadas pela adição de fluxo turbulento e pela diminuição do nível de imersão.
Um fato que se deve destacar, é que esta patologia tem muitas peculiaridades e a sintomatologia pode variar com o uso ou não da medicação, com a hora do dia e estado psicológico momentâneo do paciente, notando-se que a sua manifestação pode ser diferenciada entre os indivíduos, com um sintoma sobressaindo-se a outro em cada paciente (FINGER et al., 2003), apresentando-se como uma justificativa para a oscilação dos escores gerados pela escala UPDRS durante as sessões. Segundo Lopes (2008) proporcionar atividades no ambiente aquático teoricamente pode facilitar atividades motoras mesmo diante de manutenção da condição orgânica do indivíduo com DP. É possível favorecer movimentos mais amplos e atividades desafiadoras, viabilizar repetições e contribuir para melhor desempenho motor e funcional. Entretanto, tarefas cotidianas são realizadas em ambiente gravitacional gerando discussões sobre a transferência dos ganhos obtidos entre os dois ambientes e as contribuições da fisioterapia aquática para a aprendizagem motora.
Apesar de tais questionamentos é possível verificar benefícios da hidroterapia para pacientes parkinsonianos, como relatado em um estudo realizado por Carregaro et al. (2008) o qual apresentou fortes evidências para efeitos positivos da hidroterapia na dor, no aumento da mobilidade articular e força muscular, na melhora da funcionalidade e do equilíbrio e no aumento do condicionamento físico. Ainda, Tovin et al. (2008) afirmam que os exercícios realizados na água favorecem a reabilitação, pois os efeitos proporcionam menor estresse articular, aumento da circulação e facilidade de se movimentar.

Considerações finais

Houve melhora na funcionalidade dos pacientes parkinsonianos em relação a AVD´s e atividade motora, quando comparado a 1ª e 15ª sessão de hidroterapia.

Referências bibliográficas

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2 comentários em “FUNCIONALIDADE DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON APÓS PROGRAMA DE HIDROTERAPIA: UM ESTUDO DE CASO”

  1. joao batista

    a hidroterapia é uma realidade mandada por Deus, sou parkinsoniano e faço hidroterapia e melhorei bastante, faço 03 seções de 50 minutos por semana o3 vezes por semana. e otimo pode fazer voce tambem.

  2. Gostaria muito de ver as imagens que o artigo trás. Não aparece aqui, poderiam me mandar por favor?

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