FLEXIBILIDADE: A FÁSCIA COMO FATOR RESTRITOR NA FLEXÃO DO TRONCO

FLEXIBILITY: THE FASCIA RESTRITOR AS FACTOR IN THE BENDING OF THE TRUNK

BRANQUINHO, R.P. GEROMINI, T.D.D.

Possui graduação em Educação Física pelo Centro Universitário da Grande Dourados (2001), graduação em Fisioterapia pelo Centro Universitário da Grande Dourados (2004) , Especialista em Fisioterapia Desportiva pela Universidade Metodista de Piracicaba (2005). Mestre em Fisioterapia pela Universidade Metodista de Piracicaba – 2007 (UNIMEP). Docente do Curso de Educação Física – Unigran (Dourados/MS).
2 Graduada no Curso de Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde do Centro Universitário da Grande Dourados (2008).

RESUMO

Objetivo: demonstrar por meio do teste de sentar e alcançar proposto por Wells e Dillon o efeito benéfico de uma técnica com a bola suíça para a liberação da fáscia toracolombar e o conseqüente aumento da flexibilidade no movimento de flexão anterior do tronco com estudantes universitários de Dourados-MS. Material e métodos: a amostra foi composta por 30 sujeitos, desses sendo 16 homens e 14 mulheres, todos estudantes universitários com idade entre 19 e 40 anos. Foram mensuradas a flexibilidade no banco de wells antes e depois da aplicação da manobra fascial para presumir o efeito agudo da técnica. Resultados: os sujeitos obtiveram ganhos de 80% na amplitude como demonstrou o teste de sentar e alcançar e diferença significante (p<0,0001) comparando-se antes e depois da manobra fascial. Sendo possível confirmar que a fáscia pode ser um agente restritor na flexão do tronco quando esta encontrar-se encurtada e é passível de extensibilidade. Conclusões: a partir dos resultados podemos sugerir que a técnica fascial com a bola suíça é eficaz para aumentar a flexibilidade do tronco, sendo uma ferramenta importante para o profissional de Educação Física, mostrando-se uma abordagem apropriada para ganhos de amplitude de movimento de flexão anterior de tronco, quando este fator é limitado pelo sistema fascial.

Palavras-chave: Flexibilidade, Fáscia, Bola Suíça.

ABSTRACT

Objective: demonstrate through the sit and reach test proposed by Wells and Dillon the beneficial effect of a technical cooperation with the Swiss ball for the release of thoracolumbar fascia and the consequent increase in flexibility in the movement of the trunk flexion with former students of Dourados- MS. Material and Methods: the sample consisted of 30 subjects, those with 16 men and 14 women, all university students aged between 19 and 40 years. We measured the flexibility of wells in the bank before and after the implementation of the fascial maneuver to assume the acute effect of the technique.
Results: the subjects had gains of 80% in size as the sit and reach test, and (p <0.0001) compared to before and after fascial maneuver. Being able to verify that the fascia can be an agent restritor the bending of the trunk when it found itself cut short and can be extended. Conclusions: from the results suggest that the technique can fascial with the Swiss ball is effective to increase the flexibility of the torso, and an important tool for training of Physical Education and is an appropriate approach for gains in range of motion of bending previous trunk, when this factor is limited by the fascial system.

Key words: Flexibility, Fascia, Ball Switzerland

Introdução

A necessidade de ter uma boa aptidão física e boa saúde é de interesse de todos e a flexibilidade é apontada como um fator relacionado à saúde. Isso é válido tanto para fins atléticos, como para atividades cotidianas e em especial a flexão anterior do tronco (FAT), destacada por estudiosos do assunto (LAMARI et al, 2003; BALTACI et al, 2003 apud LAMARI et al, 2007).
Para Andrews et al. (2000), a flexibilidade é a aptidão de tecidos moles que circundam as articulações, tem de se alongarem por meio da amplitude livre de movimento articular. Portanto havendo flexibilidade dos músculos posteriores de coxa, mais especificamente os isquiotibiais, haverá uma amplitude de movimento (AM), normal para a função músculo-esquelética do quadril, prevenção de lesões, equilíbrio postural e redução ou eliminação dos encurtamentos musculares.
A fáscia é o tecido conjuntivo (TC) composto principalmente de colágeno e elastina, que envolve e protege músculos, vísceras, artérias e veias. Ela conecta os tecidos do organismo como uma rede e, portanto pode limitar o movimento se encontrar-se encurtada, porém, ela pode ser alongada (BIENFAIT, 2000; JUNIOR, 1998).
Por se tratar de um tecido mole, ela tem capacidade de reagir à aplicação de energia, pressão e calor. Algumas técnicas são eficazes para produzir mudanças estruturais, como por exemplo, a de compressão e flexão, que pela tensão gerada no interior dos tecidos facilita a circulação de fluidos nessa região além de alterações bioquímicas locais, afetando no comprimento da fibra muscular.
A intenção de conhecer melhor sobre a eficácia de uma sessão de alongamento levou alguns pesquisadores a verificarem a influência da freqüência em alongamento, da duração, do tempo de intervalo e o número de sessões e pouco se cogita da importância da fáscia muscular no alongamento, pois se leva em consideração somente o músculo esquecendo que a fáscia é um grande restritor nessa modalidade de atividade e que ambos são indissociáveis.
Bianchini; Moreira (2003) verificou através da distância mão-solo antes e depois da aplicação da técnica de massagem abdominal, que alterações viscerais afetam estruturas músculo-esquelético. Assim concluíram que a fáscia têm uma grande capacidade de alterar a AM corporal.
Justifica-se a relevância deste assunto na área da Educação Física, a ausência de informações sobre recursos que abordem a fáscia durante o alongamento, já que esta pode ser o principal agente restritor da FAT, quando o indivíduo submetido a alongamentos musculares não conseguem ganhos de AM, principalmente sabendo-se que o alongamento se trata de uma parte valiosa de aula em academia, ou em grupos de terceira idade, etc.
A proposta desta pesquisa é que utilizando uma modalidade de alongamento com a bola suíça, que através da sustentação de uma tensão focada no local da restrição muscular, consegue-se abordar a fáscia muscular, identificando que não só o músculo restringe o movimento, mas também, esse tecido que se encontra sem a sua mobilidade normal, dando mais recurso para o professor utilizar na aula, já que, na maioria das vezes, o alongamento muscular não é eficaz em alguns indivíduos com músculos encurtados.

Material e Métodos

Trata-se de uma pesquisa descritiva de caráter experimental, que tem como finalidade descobrir e observar fenômenos, procurando descrevê-los, classificá-los e interpretá-los dizendo de que modo ou por que causas o fenômeno é produzido (RUDIO, 1996).
O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário da Grande Dourados – UNIGRAN (CEP) sob o protocolo (204/08), e teve seu início logo após a aprovação do mesmo. Todos os participantes da pesquisa assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (APÊNDICE A), após a leitura e esclarecimento, pelo pesquisador, sobre o projeto, com destaques para os objetivos e metodologia, que foi elaborado de acordo com a Resolução 196/96. Os sujeitos da pesquisa foram informados que a qualquer momento poderiam desistir da participação deste estudo. Os sujeitos receberam seus resultados individuais imediatamente ao final do procedimento, assim como também receberam a informação de que, caso desejem, poderão receber os resultados finais da pesquisa através de e-mail, por ser um meio mais rápido, e caso o sujeito não possua, os resultados serão enviados através de correspondência enviada à sua residência.
A pesquisa foi realizada no bloco 3, sala 3.5 na UNIGRAN, situado à Rua Balbina de Matos, 2121 na cidade de Dourados-MS e os sujeitos foram atendidos individualmente.
A amostra de conveniência foi composta por 30 sujeitos, universitários, sendo 16 homens e 14 mulheres, sedentários ou não, com faixa etária entre 19 e 40 anos, matriculados no curso de Educação Física, período noturno da UNIGRAN e que tinham pouca flexibilidade da FAT.
Foram excluídos da pesquisa indígenas, devido à burocracia quanto a documentações, e também aqueles que após apresentado o TCLE e através da distância mão-solo não apresentaram encurtamento da musculatura posterior de coxa.
Para a avaliação estatística dos dados foi realizado um teste de normalidade seguido da análise de variância e teste “t” de student. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística não-paramétrica usando o Teste de Wilcoxon; p<0,0001.
A coleta dos dados ocorreu entre 19:00h e 22:30h na UNIGRAN, conforme o documento de autorização da instituição, durante o período de aula em local privativo. A avaliação da flexibilidade realizada através da distância mão-solo e do TSA, bem como a intervenção pela técnica fascial com a bola suíça, foi feita pelo próprio pesquisador depois de realizado sua apresentação e a explicação da pesquisa juntamente com o TCLE.
De imediato para ser selecionado para a pesquisa o sujeito realizou em pé uma flexão do tronco, direcionando os dedos da mão ao solo e, logo verificada a FAT, foi realizar no banco de wells o TSA para comprovar realmente que houve aumento agudo de flexibilidade na FAT pela manobra suíça. Este teste, como mostra a figura 1, foi executado com o sujeito sentado com os joelhos estendidos, membros inferiores levemente separados, pés apoiados firmemente na parede da caixa de madeira, cotovelos estendidos e membros superiores fletidos anteriormente e uma mão sobreposta à outra. A partir dessa posição, o executante realizou um movimento à frente com o tronco, tentando alcançar com as mãos o maior deslocamento possível em relação ao ponto zero, situado ao nível da região plantar,
sobre uma escala progressiva graduada em centímetros na parte superior da caixa.
. O alcance máximo dos dedos médios era determinado como pontuação do TSA. Não sendo de interesse saber o nível de flexibilidade global do indivíduo, é desnecessário classificá-los de acordo com a tabela de interpretação do teste, este foi feito somente para a medição da FAT.


Logo em seguida, o sujeito dirigia-se para a bola e deitado em decúbito dorsal sobre um colchonete foi feito a manobra fascial. Era solicitado que ele abduzisse os braços no solo deixando-os relaxados com o dorso da mão e dedos encostados no solo. Em seguida, foi feita uma flexão de 90º do quadril para o pesquisador posicionar a bola entre a parte posterior da coxa e da perna. Foi solicitado que o participante realizasse uma inspiração profunda e durante a fase expiratória trabalhou-se o fechamento da região abdominal e lombar com o executante levando a coxofemoral contra o tronco, conforme prega a literatura (ACSM, 2000). A técnica com a bola suíça, representada na figura 2, foi realizada uma vez e após isso fazia novamente o TSA, nas mesmas condições anteriores, identificando o aumento ou não da flexibilidade.


Resultados e Discussão

Ao analisar os resultados do TSA observaram-se uma variabilidade individual dos sujeitos, que pode ser explicada por fatores como o nível de atividade física do indivíduo, variáveis antropométricas e a diferença dos gêneros, que condiz com trabalhos já realizados (UENO, 2000). Dentre os 30 avaliados, 16 foram capazes de ultrapassar ou atingir o nível da região plantar na primeira parte do teste, 11 foram mulheres e 5 homens. Os outros 14 atingiram valores negativos e desses, 6 eram homens e 8 mulheres. Depois de realizada a manobra fascial, 24 sujeitos passaram a alcançar valores positivos e, dos outros 4 que permaneceram negativos, apenas 1 era mulher.
Apesar de não ser escopo deste trabalho analisar as diferenças entre os gêneros, as mulheres em grande parte obtiveram valores de flexibilidade maior que os homens tanto na primeira parte do teste como na segunda, diferença esta que pode ser explicada por fatores anátomo-fisiológicos pois sabe-se que os músculos e ligamentos das mulheres são mais flexíveis que o dos homens e também pela maior capacidade de descontração do músculo que possuem e comprimento maior da coluna vertebral (WEINECK, 1991).
Os resultados obtidos no TSA sugerem que a técnica fascial com a bola suíça mostrou-se uma ferramenta eficaz no acréscimo agudo da flexibilidade. Na análise a partir do teste de Wilcoxon, como mostra a figura 3, pode-se observar que depois de aplicada a manobra fascial, através da técnica com bola suíça, houve aumento da distância no TSA na segunda parte do teste. Como demonstra o gráfico, na média a distância ficou positiva, tanto antes como depois da manobra fascial. Verifica-se assim que os sujeitos tinham encurtamento fascial, uns menos outros mais, e que somente exercícios de alongamentos musculares não deixaria, de imediato, esses resultados positivos. A diferença estatística significante (p<0,0001) confirma a efetividade da técnica.
A permanência do músculo em um comprimento constante resultará em um relaxamento do estresse viscoelástico em resposta à queda da tensão de resistência passiva. Após a sessão do alongamento, esta queda na resistência pode permanecer aumentada, assim, há flexibilidade do músculo (BATISTA, 2005).


Pelo fato da técnica com a bola suíça utilizar-se de um momento de repouso e relaxamento muscular, podendo ser classificada como um tipo estático-passivo de alongamento, na hora de executar a manobra, é possível reduzir a tensão interna do indivíduo, ficando este, apto a trabalhar mais efetiva e eficazmente o alongamento do TC que de fato limita a extensibilidade do músculo (ALTER, 1999). Alongamento estático resulta na diminuição da resistência muscular passiva, devido ao aumento na viscosidade e elasticidade da unidade musculotendínea, resultando no aumento do comprimento muscular (DANTAS, 1999).
Pode ser que a manutenção da posição flexionada do quadril na realização da manobra fascial fez aumentar a temperatura da cápsula articular e aumentar a produção de colágeno. Conforme Andrews et al (2000) afirmam, o colágeno sofre maior ganho de alongamento com o aumento da temperatura associada ao trabalho com baixa carga de tensão, o que pode explicar os ganhos de flexibilidade imediata dos indivíduos após a manobra, já que esta técnica causa aumento da temperatura local. Porém não se sabe se a técnica causa efeito crônico na flexibilidade, seriam necessários futuros estudos para comprovar, mas é possível que em longo prazo ela atinja a fase plástica do músculo. Para Tribastone (2001), a fase elástica do alongamento não é importante, pois a deformação do material é imediata e o retorno do tecido é temporário por isso o objetivo do nosso estudo foi abordar a importância da fáscia como restritor de AM, elucidando e trazendo uma nova concepção para os profissionais da área da saúde em suas aulas e tratamentos, sobre a importância da validade desta técnica, melhorando a flexibilidade do corpo e gerando alterações fisiológicas em todo o organismo, fato este que possibilita o profissional de Educação Física entender melhor a aplicabilidade do alongamento e o mais importante, compreender e diferenciar uma abordagem muscular de uma fascial

Considerações Finais

. A análise do efeito da manobra fascial, na técnica com bola suíça sobre a flexibilidade, leva-nos a conclusão de que a fáscia toracolombar é também um agente restritor no movimento de flexão anterior do tronco e não somente a musculatura posterior da coxa, principalmente os ísquios-tibiais.
Com a realização deste estudo verificou-se a pouca disponibilidade de pesquisas relativas à fáscias musculares para os profissionais de Educação Física e Fisioterapia, dificultando a discussão sobre este tema. Sendo assim, sugere-se a realização de pesquisas futuras com a manobra fascial com a bola suíça sobre flexibilidade muscular e encurtamento de fáscias a fim de elucidar todas as possibilidades de aplicação desta técnica. Esta pesquisa tem um grande impacto em nossa área, pois nos dias atuais os profissionais de Fisioterapia desempenham um papel fundamental na qualidade de vida, e é de seu interesse pesquisar sobre estas alterações que ocorrem nos tecidos após um alongamento, possibilitando a ele não apenas aplicar o exercício mas também conhecer as inúmeras alterações fisiológicas decorrentes de sua abordagem, no caso da fascia, ela altera a mecânica do SNC, faz a sincronia entre músculos, vísceras, vasos sanguíneos e nervos, nutrindo melhor os tecidos adjacentes.

Referências Bibliográficas

ACSM. Diretrizes do ACSM para os testes de esforços e sua prescrição. 6. ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2000.

ALTER, M.J. Ciência da flexibilidade. 2.ed. Artes Médicas, São Paulo, 1999.

ANDREWS, J.R et al. Reabilitação física das lesões desportivas. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2000.

BATISTA, L.H. Alongamento ativo excêntrico dos músculos flexores do joelho na postura em pé: efeito sobre a amplitude de movimento e torque muscular. UFSCar, São Carlos, 2005. Disponível em:
http://servicos.capes.gov.br/arquivos/avaliacao/estudos/dados1/2005/33001014/021/2005_021_33001014016P7_Teses.pdf. Acesso em: 03/04/2008.

BIANCHINI, L.P.; MOREIRA, M.R. Influência da manipulação miofascial sobre a amplitude articular. Terapia Manual, Londrina, v.2, n.2, p.78-80, 2003.

BIENFAIT, M. Fisiologia da terapia manual. São Paulo: Summus, 2000.

DANTAS, E.H.M. Flexibilidade: alongamento e flexionamento. 4.ed. Shape, Rio de Janeiro, 1999.

JÚNIOR, A. Flexibilidade: teoria e prática. Londrina: Atividade Física & Saúde, 1998.

LAMARI, N. et al .Estudo da mobilidade articular generalizada e índices de flexibilidade anterior do tronco na comunidade japonesa de Guairá e São José do Rio Preto. 2003.
Disponível em: http://www.scielo.br/scieloOrg/php/reflinks.php?refpid=S1413-7852200700010000500012&pid=S1413-78522007000100005&lng=en. Acesso em: 10/04/2008.

RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1996.

TRIBASTONE, F. Tratado de exercícios corretivos: aplicados a reeducação motora postural. São Paulo: Manole, 2001.

UENO, L.M. Análise dos efeitos quantitativos e qualitativos de um programa de educação física sobre a flexibilidade do quadril em indivíduos com mais de 60 anos. Revista Motriz, São Paulo, v.6, n.1, 2000.

WEINECK, J. Biologia do esporte. Manole, São Paulo, 1991.

APÊNDICE A – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE)

O presente termo refere-se a um convite a participação do (a) Sr. (a) __________________, a participar como sujeito de pesquisa intitulado: “Flexibilidade: A fáscia como fator restritor na flexão do tronco”. A pesquisa tem como objetivo realizar uma técnica diferente de alongamento, a miofascial, para contribuir com os profissionais da área quanto o desenvolvimento da flexibilidade e será realizada uma vez, através de realização de uma manobra de alongamento com a bola suíça que dura em torno de 10 minutos e será feita em uma sala. A pesquisa será realizada pela pesquisadora, Talita de Deus Geromini. Esta pesquisa visa obter informações sobre a flexibilidade anterior do tronco de acadêmicos do Centro Universitário da Grande Dourados. No estudo sua identidade será mantida em sigilo. Os riscos da pesquisa são alguns possíveis constrangimentos e os benefícios pela participação da pesquisa são de proporcionar material para futuras pesquisas sobre o assunto além de trazer ao conhecimento de profissionais da Educação Física esta nova abordagem do alongamento. Não haverá nenhuma forma de pagamento pela participação do estudo, caso o Sr. (a) se recuse a participar sua vontade será respeitada.
Os resultados da pesquisa serão apresentados em banca de monografia e deverão ser publicados e apresentados em eventos científicos.
Ao término da pesquisa será realizada uma devolutiva dos resultados para os sujeitos envolvidos na mesma.
Assim se o (a) Sr. (a) aceitar o convite para participar da pesquisa, por favor, preencha os espaços abaixo:

Eu, _____________________________, RG____________________________, fui devidamente esclarecida do projeto de Pesquisa acima citado e aceito o convite para participar.
______________,_______ de_____________ de 2007

Assinatura do pesquisador responsável (aluno): _____________________________

APÊNDICE B – DISTÂNCIA MÃO-SOLO

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