Fisioterapia respiratória dá qualidade de vida para quem tem dificuldade em respirar

O frio chega e, com ele, vêm alguns problemas respiratórios. “As baixas temperaturas e a umidade irritam o aparelho respiratório.

Como resultado, aumentam as infecções, já que ficamos mais em ambientes fechados e as mudanças climáticas afetam nosso sistema imunológico”, explica Adalberto Rubim, pneumologista da Santa Casa de Porto Alegre.

A quantidade excessiva de secreção nos pulmões acaba dificultando a respiração.

Em crianças, um dos grupos mais afetados nesta época, muitos casos pedem mais que limpeza e inalação. É quando a fisioterapia respiratória é recomendada, associada com a terapia medicamentosa.

Os pequenos são mais vulneráveis por não terem o sistema respiratório completamente formado e não conseguirem ainda assoar o próprio nariz.

Podem tirar o sono dos pais, especialmente quando não se trata apenas de gripe, mas de doenças agudas (pneumonia, por exemplo) ou crônicas, como a asma, a chamada síndrome do bebê chiador, a bronquiectasia e a atelectasia.

A asma, por exemplo, atinge 20 milhões de brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e, de acordo com o Ministério da Saúde, a doença causa, anualmente, 174,5 mil hospitalizações.

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