Fisioterapia no tratamento de AVC

O ex-encarregado do Marketing do São Luiz de Ijuí sofreu um AVC no mês de março e desde então efetuou uma dura luta pela vida. Os amigos de Rui Pereira ao verem dirigindo o próprio carro, retomando aos poucos aos seus hábitos diários antigos, não imaginavam que as chances eram pequenas quando ele deu entrada na emergência do Hospital Pios XII de Seberi, no mesmo dia removido para o Hospital Divina Providência de Frederico Westphalen e finalmente no dia seguinte para o Hospital São Vicente de Paulo em Passo Fundo, onde passou por uma intervenção cirurgia para tratar o AVC que sofrera no dia 19 de março deste ano. “A minha família conta que não havia nenhuma certeza de nada lá no início, até mesmo quando os exercícios de fisioterapia eram feitos ainda internado,” revelou Pereira inicialmente.

Ele sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico em casa, foi resgatado pelo SAMU e começava ali uma bem-sucedida batalha pela vida que completou seis meses na semana passada, com uma recuperação impressionante. Rui Pereira deseja completar o ciclo em 2015, quando sexta-feira (02/10) estará fazendo uma das últimas consultas médicas, com a equipe de Neurologistas do HSVP em Passo Fundo que cuida da sua recuperação. Para muitos, ainda soa impensável imaginar Rui Pereira novamente na atividade, mas meses depois do AVC, convém não duvidar da força de vontade dele, que segue à risca a dura rotina de recuperação. “Passei por outra Angiografia no dia 14 de agosto e trinta dias depois retornei a fisioterapia em casa mesmo. Sinto-me bem, mas são os médicos a Iva e o Mattana que mandam em mim (risos) e na sexta-feira irei ter outra consulta com a equipe médica de Neurologistas do HSVP, quem sabe a última. Vou para reta final do tratamento”, observou Rui Pereira.

A recuperação de Rui Pereira surpreendeu até os familiares e médicos que não demonstravam muito otimismo naqueles primeiros dias de internação. Sem sequelas ele segue a rotina do tratamento, fazendo fisioterapia em casa e usando medicação nos horários certos. Na sua recuperação, está à proibição de assistir no Estádio Vermelhão da Colina ou ouvir pelo radio, os jogos do Mattana. ”Ele está indo bem, tem feitos gols importante, que não pude assistir, minha pressão sobe muito e tenho que controla-la”, lamentou. Questionado sobre trabalho, Rui Pereira finalizou dizendo, “estou em laudo médico e tenho um contrato com a universidade, depois de resolver essa situação é que irei pensar no que vou fazer de agora em diante”, resumiu.

 

1 comentário em “Fisioterapia no tratamento de AVC”

  1. Rui Pereira

    Foi uma vitória…sou grato aos médicos e a fisioterapia… pela qualidade de vida que tenho, pós AVC.

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