Fisioterapia Neural, instrumento do Fisioterapeuta Clínico

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Os distúrbios são geralmente associados a campos neurais de interferência, são instáveis eletrofisiologicamente e emitem sinais que desequilibram o sistema nervoso autônomo.

Tais distúrbios desencadeiam respostas irritativas, inflamatórias e álgicas, desequilibrando as funções osteomioarticulares, e de órgãos e sistemas corporais.

O termo Fisioterapia Neural tem um novo significado para o fisioterapeuta mundialmente, intervindo na regulação do sistema nervoso autônomo na atenção às disfunções dolorosas e cinéticas funcionais humanas, induzindo processos de auto-regulação e de reequilíbrio.

A abordagem soma benefícios e resultados positivos às abordagens mais modernas, incluindo aquelas de reprogramação postural, manipulativas, osteopáticas, cinesioterapêuticas, eletrotermofototerapêuticas, acupuntura (bioenergéticas), hidrocinesioterapêuticas e outras.

Trata-se de abordar componentes neurovegetativos normalmente não contemplados em outros métodos, com agulhamento favorecido por agente neuralterapêutico, amplificador do estímulo aplicado.

Os estímulos desencadeam alterações nos canais de cálcio e funções mitocondriais, normalizando o potencial de ação da membrana celular nos sítios afetados.

No curso são explorados os princípios fisiológicos, patológicos, propedêuticos e terapêuticos, fechando uma completa abordagem que assiste às disfunções musculoesqueléticas, neuromusculares, cardiopulmonares e intertegumentares.

É uma das principais ferramentas do FISIOTERAPEUTA CLÍNICO de vanguarda.

Postado por Dr. Oséas Florêncio de Moura Filho

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