Falso fisioterapeuta é preso ao fingir ser funcionário de berçário no DF

Fonte: http://g1.globo.com/

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu um falso fisioterapeuta que se passou por funcionário do Hospital Regional da Asa Norte e “atendeu” bebês nesta segunda-feira (7). Testemunhas afirmam que ele teria feito teste de reflexo em uma criança e foi visto com outro no colo. Em depoimento, o homem, de 35 anos, disse estudar fisioterapia em uma faculdade particular e afirmou que estava na unidade de saúde para aprender mais sobre a futura profissão.

A primeira vez que a presença do homem foi notada foi no final de outubro. Uma testemunha contou que ele trajava calça jeans e jaleco branco, onde havia uma gravura que trazia a palavra “doutor” e o nome completo do falso profissional. Como não o reconheceu, ela perguntou o que ele fazia no local, e ele disse que visitava o espaço para ver como era o funcionamento. A testemunha disse então que ele não podia ficar ali e comunicou o caso à chefe e a colegas.

Neste dia, o falso fisioterapia teria feito um teste de reflexo com um bebê que estava internado em uma faz enfermarias. De acordo com a testemunha, a atitude dele causou ainda mais desconfiança, porque o procedimento não pode ser feito no local e não é autorizado para pessoas que não pertençam ao quadro do hospital.

Em outra ocasião, o homem teria sido abordada por uma agente de vigilância. Ele se identificou como fisioterapeuta e disse que buscaria o crachá no berçário, mas sumiu. Dias depois, uma médica residente avisou que o suspeito estava em uma enfermaria com um bebê no colo.

“Nesse momento a declarante o abordou, perguntando qual era a sua especialidade, ao que respondeu que era fisioterapeuta. Em seguida, a declarante indagou sobre o crachá de identificação, momento em que o autor disse que estava na pediatria do andar de cima, todavia, no andar de cima só há maternidade e berçário, não há pediatria”, disse a polícia.

O caso foi comunicado à chefia, que acionou a delegacia. O homem assinou um termo circunstanciado e foi liberado. De acordo com a polícia, ele vai responder por exercício ilegal de profissão. Conforme a Lei de Contravenções Penais, a pena para o exercício ilegal da profissão varia de 15 dias a 3 meses ou multa.

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