Em 2 anos, quase 3 mil se afastam do trabalho por problemas na coluna no DF

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2013/07/23/interna_cidadesdf,378451/em-2-anos-quase-3-mil-se-afastam-do-trabalho-por-problemas-na-coluna-no-df.shtml

 

Poucos estão livres das dores na coluna. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 80% da população mundial sentirá o incômodo pelo menos uma vez na vida. O tratamento tem na prevenção o principal aliado. Fazer atividades físicas regulares e se preocupar com a postura e com os movimentos são essenciais para ficar livre do problema. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2012, cerca de 203 mil pessoas acabaram afastadas do trabalho por doenças nas costas. No Distrito Federal, entre 2010 e 2012, mais de 5,6 mil trabalhadores receberam benefício do INSS por causa disso.

A fisioterapeuta especialista em coluna Angela Lepesqueur, do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC), explica que, entre as causas mais comuns, está a chamada lombalgia mecânica, que acomete aqueles ficam muito tempo na mesma posição ou quando praticam exercícios físicos de forma errada, por exemplo. “Se isso não for corrigido logo, pode levar a problemas mais sérios”, alerta. Para conscientizar a população sobre a importância da prevenção (leia quadro), o ITC organizou uma blitz da saúde no Parque Ecológico de Águas Claras, no último sábado.

A hérnia de disco aparece entre as principais lesões. Foi o problema sofrido pela jogadora de vôlei Elisângela Paulino, 33 anos. “Tive uma crise e precisei fazer tratamento de maio a setembro do ano passado”, lamenta. Os médicos chegaram a cogitar a hipótese de ela ter de abandonar o esporte, mas o fisioterapia ajudou a reverter o quadro. Hoje, Elisângela não sente mais nenhum incômodo e passou para a fase da prevenção: fica atenta à postura, até mesmo na hora de fazer alongamentos. O marido dela, Enoch, 35 anos, também atleta, livrou-se das dores. “Na última temporada tive uma hérnia, que tratei durante um mês”, relata.

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