Eleições e necessidade de representantes na Fisioetrapia

Olá colegas fisioterapeutas, eu e vocês juntos novamente estarei apresentando um assunto novo em nossa coluna. Na coluna anterior escrevi sobre assistência e assistente, em perícia judicial e extrajudicial e a proposta seria continuar neste momento, porém assunto novo surgiu.

Falarei sobre eleições, representações e solicitei a participação do Dr. Clailson Farias neste comentário. Nas últimas eleições junto ao CREFITO-2 integrei uma determinada chapa, porém não obtivemos êxito e aprendi muito, ganhei outros colegas na caminhada, alguns não entenderam as idéias e ideais e ficaram chateados, mas o tempo cura. Apesar de ter sido derrotado torço muito que a atual gestão consiga realizar tudo aquilo que prometeu e almejou, pois somos todos fisioterapeutas, fomos rivais, mas nunca inimigos.

Vem por aí uma nova eleição para o CREFITO-2 e espero que tenhamos um processo eleitoral, que no final a fisioterapia seja a grande vencedora. Mas me permita algumas colocações, poderíamos ter um debate entre os candidatos à presidência, para que possam colocar suas plataformas de trabalho, intermediado, quem sabe, pelo SINFITO, representante dos profissionais; uma eleição presencial e não por correios, com candidatos que não estejam respondendo a qualquer lide ou já foram condenados, em qualquer instância na justiça brasileira; que haja chamamento ao fisioterapeuta para votar de forma consciente.

Penso que as associações e os conselhos deveriam se reunir e montar um cronograma anual ou semestral com eventos, isto poderia proporcionar melhor programação e maior participação, para os interessados, além de fortalecer a profissão. Como exemplo poderia citar no ano de 2016, onde duas grandes associações realizaram em Recife/PE seus eventos, em datas contínuas, com certeza houve perda de público em um ou outro evento. E sabe quem perdeu? A fisioterapia.

Nossa profissão necessita de forma urgente de representantes nas instâncias legislativas, que tenham compromisso com a fisioterapia e não com o fisioterapeuta, assim a seguir vou referenciar o Dr. Clailson Farias, com seu breve texto sobre o assunto.

“Não há dúvidas que a base legislativa e executiva (vereadores, deputados estaduais e prefeitos) da fisioterapia no Rio de Janeiro é nula, não possuímos nenhum representante da categoria nestes segmentos. Na última eleição houveram algumas raras tentativas de candidaturas sem êxito. Mas será que houve estratégia, aproximação com debate amplo com toda a categoria, abordando os diversos setores e políticas públicas?

O futuro da fisioterapia depende do avanço de leis que a proteja, amplie suas habilidades e competências e para isto precisamos iniciar com uma frente parlamentar da fisioterapia do Rio de Janeiro. Para que esta necessidade se torne realidade e avance para o Congresso Nacional, precisamos de você, que saia da comodidade de sua clínica, consultório, departamento, setor, plantão ou mesmo de sua bela vida sem problemas e compromissos e venha participar deste movimento”.

Após esta reflexão realizada nas linhas traçadas pelo Dr. Clailson Farias, iria um pouco mais além, penso que precisamos refletir em todos os níveis, não só municipal ou estadual, mas federal também é necessário e sair da passividade é de suma importância.

Devemos deixar claro que devemos sempre respeitar a opinião do outro, pois leio em alguns grupos de mídia social que participo que as pessoas levam as críticas, em alguns momentos, para o lado pessoal ou não entendem o que o outro escreveu. Colegas criticar não é brigar é opinar sobre um assunto, só isso.

Então, vamos participar da fisioterapia em toda sua plenitude, pois juntos somos fortes.

 

“Não sobreviverão os mais fortes e nem os mais inteligentes, e sim os que melhor se adaptarem” Charles Darwin.

 

Nos vemos no próximo envio. Até lá.

 

Dr. Francisco Salustiano

 

 

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