EFEITOS DO FORTALECIMENTO QUADRICIPTAL EM OSTEOARTRITE DE JOELHO

EFFECTS OF STRENGTHENING QUADRICEPS IN OSTEOARTHRITIS OF KNEE

Aldebergson Santana de Souza1, formando em fisioterapia na Unime Salvador, Facdelta. Aldebergson_souza@hotmail.com

RESUMO

A osteoartrite (AO) de joelho é uma doença crônica, degenerativa que afeta as articulações femoropatelar e femorotibial, possui características álgicas, inflamatórias e provocam deformidades, sendo de causas multifatoriais, o quadro álgico é o principal fator incapacitante. O objetivo desta revisão foi reunir estudos sobre fortalecimento do quadríceps e os seus efeitos em pacientes com osteoartrite de joelho, bem como conhecer suas limitações e fatores de risco. Neste estudo fica evidente a perda de força do quadríceps em pacientes acometidos, e a influência de fatores mecânicos na sobrecarga articular, contribuindo para precocidade patológica. Observamos a eficácia de programas de fortalecimento do quadríceps em amenizar os sintomas e melhorar as funções motoras dos pacientes.

Palavras-chave: Osteoartrite; Fortalecimento; quadríceps; joelho.

ABSTRACT

Osteoarthritis (OA) of the knee is a chronic, degenerative affecting the patellofemoral and tibiofemoral joints, has characteristics painful, inflammatory and causes deformities, and multi factorial causes of the painful condition is the major disabling factor. The objective of this review was to gather works on strengthening the quadriceps and its effects in patients with knee osteoarthritis, as well as knowing their limitations and risk factors. In this study it is clear the loss of quadriceps strength in affected patients, and the influence of mechanical factors on articular overload, contributing to pathological precocity. We observed the efficacy of quadriceps strengthening programs alleviate the symptoms and improve the motor functions of patients.

Keywords: Osteoarthritis; Strengthening; quadriceps; knee.

INTRODUÇÃO

OA é uma patologia degenerativa, classificada em dois subtipos; primária, conhecida como idiopática, não possui causas óbvias, são atribuídas a fatores genéticos, afeta indivíduos principalmente após os cinquenta anos de idade, geralmente acomete simetricamente os dois hemicorpos, e secundária, proveniente de condições externas, traumas, sobrecargas, frouxidão ligamentar, luxação, infecção, obesidade, articulação de Charcot, etc. (CHAVES et al, 2011, pg. 79 a 88; CHACUR et al; 2010, pg. 220 a 224; DIVYA S. et al, 2010, pg. 275 a 279).

Esta patologia provoca alterações inflamatórias, fissuras na articulação, tendo como consequência dor, deformidade, alteração na marcha. Constitui um problema de saúde pública, uma vez que traz repercussões sociais; possui prevalência de 16,9% no Brasil, sendo a responsável por 30 a 40% das consultas ambulatórias de reumatologia, e 7,5% de afastamento de trabalho, tornando-se a responsável por 6,2% de aposentadorias. (CHACUR et al; 2010, pg. 220 a 224; JOHANI et al, 2014, pg. 817 a 820).

A obesidade, o aumento no índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal (CA), razão cintura quadril (RCCQ) e anormalidades do ângulo quadriciptal; converte-se em fatores de risco para o surgimento precoce da OA, tendo o grupo de obesos maior probabilidade de desenvolver a doença. Anormalidades do ângulo quadricipital (Ângulo Q), somado a obesidade maximizam estes riscos. Pacientes com mau alinhamento biomecânico possuem elevadas cargas em varo, o que favorece marcha com rotação externa, aumenta a sobrecarga no membro afetado, gera menor variação flexo-extensora e caracteriza maior rigidez articular. (HESOGY Gley et al, 2012, pg 150 a 156; DIVYA S. et al, 2010, pg. 275 a 279; BRODY, L; HALL, 2011, pg. 287 a 293).

Habitualmente, a OA prejudica articulações responsáveis pela sustentação corporal, de forma frequente e unilateral, geralmente sem efeitos sistêmicos diretos. As modificações patológicas geradas pela degeneração articular inflige grande prejuízo à cartilagem precipitando a reação das articulações a este dano, reduz a condição articular de suportar as cargas compressivas e eleva o agravo tecidual além de promover o surgimento de sinovite de baixa intensidade, pode promover fibrose da cápsula articular e impor elevadas

restrições de amplitude de movimento (ADM). (BRODY, L; HALL, 2011, pg. 287 a 293; JOHANI et al, 2014, pg. 817 a 820).

O desenvolvimento da hipertrofia óssea nas margens articulares gera deformidades e algias, as estruturas de tecidos moles intra-articulares são alteradas devido à modificação da articulação que se torna assimétrica e eleva o dano ao segmento afetado. Quando o processo degenerativo ocorre no compartimento lateral favorece a deformidade em valgo no hemicorpo atingido, promove um alongamento dos músculos e ligamentos mediais e encurta as estruturas de tecidos moles lateralmente. (BRODY, L; HALL, 2011, 287 a 293; JOHANI et al, 2014, pg. 817 a 820).

A maior intensidade de dor nos portadores de OA pode ser explicada pela maior atividade diária o que eleva a frequência de carga articular na região, sendo assim os portadores de OA com estilo de vida mais ativo possuem maiores queixas álgicas. Também é característica da OA, perda progressiva da cartilagem por processo degenerativo, o que além de provocar fissuras, ulcerações, redução da espessura da superfície articular, leva a atrofia muscular não só do quadríceps, mas também do grupo flexor do joelho, os ísquios tibiais, que perdem 19 a 25 por cento de sua força flexora, elevando a carga compressiva nas articulações, acelerando o processo degenerativo, perda de congruência e consequente instabilidade e desalinhamento articular. (JOHANI et al, 2014, pg. 817 a 820; SHAWN et al, 2011, pg 991 a 997).

Uma das formas de se analisar o estágio evolutivo da doença é a escala radiográfica de Kellgren-Lawrence (KL), que possuem valores de 0 a 4, e quanto maior a atribuição, maior a gravidade, segundo esta classificação os graus da patologia são os seguintes: 0-1, sem AO; 2, OA leve; 3-4 OA moderada a grave. Apesar de muitas pesquisas, não existe nenhuma terapêutica que reverta o dano articular ou regenere a articulação, porém existem diversos recursos fisioterapêuticos que colaboram para alívio da dor, diminuição da rigidez articular e manutenção funcional dos pacientes. Este tema chama atenção por ser uma patologia crescente e desafiadora para os profissionais de saúde, que devem encontrar a melhor maneira possível de prevenir e tratar os pacientes, assim almejamos neste estudo verificar os benefícios de exercícios de fortalecimento quadriciptal nas sintomatologias dos portadores de osteoartrite de joelho. (CASTRO, Paula et al; PALMERI et al; 2010, pg. 541 a 548). (PALMERI et al; 2010, pg. 541 a 548).

MATERIAIS E MÉTODOS

Para revisão de literatura foram selecionados artigos nas bases de dados Scielo, Bireme, Medline, Lilacs, totalizando vinte e dois artigos, nove em português, doze em inglês e um em espanhol. O período de busca dos artigos foi agosto 2014 a março de 2015, sendo selecionados artigos publicados a partir de Março de 2008. Foram excluídos artigos que focassem apenas OA em idosos, tratamentos exclusivos de eletroterapia ou hidroterapia e relatos de próteses, e inclusos os que abordavam o tratamento de fortalecimento quadriciptal e fatores de risco.

REFERENCIAL TEÓRICO

Os exercícios de fortalecimento quadriciptal são importantíssimos no ganho de força muscular, melhora no quadro álgico, estabilização do valgo e ganho de ADM, sobretudo com a utilização de exercícios isocinéticos. A comparação entre os exercícios isocinéticos e isométricos, demonstra uma pequena vantagem dos exercícios isocinéticos em relação aos isométricos, no que diz respeito a ganho de força e melhora álgica nos pacientes com osteoartrite de joelho. Porém as diferenças encontradas são mínimas, sendo de responsabilidade do fisioterapeuta a escolha do melhor método para seu paciente. (Uganet Rosa et al 2011, pg 10 a 14; Uganet Rosa et al; 2011, pg. 10 a 14).

Outra alternativa de fortalecimento do quadríceps na OA é inclusão de exercícios aeróbicos em bicicleta estacionária por 10 minutos, alongamento de isquiotibiais com ajuda de uma faixa elástica com três séries de 30 segundos e três séries de 15 repetições para extensão do joelho, utilizando-se de intervalos de 30 a 45 segundos entre as séries. Estudo realizado demostra a eficácia dos exercícios isocinéticos, porém com artrose grau II, segundo a classificação de Lawrence. Ativação do quadricips e dos ísquios tibiais interferem no quadro álgico, ganho de força muscular e ADM, conforme tabela abaixo: (Castro, Paula et al, Oliveira Aline et al, 2012, pg 876 a 882).

tabela

Considera-se OA, ação degenerativa que pode acontecer com ou sem processo inflamatório, ocorre devido à redução da homeostase funcional entre o menisco, cartilagem e osso subcondral, sendo processo contínuo de perda do tecido cartilaginoso, com a progressão ocorre também agressão óssea. Dentre as consequências estão: lesões anatômicas características, representadas por lesão cartilaginosa, deterioração do osso subcondral em consequência remodelagem óssea, podendo haver inflamação do tecido, geralmente nas fases mais evoluídas do processo patológico da OA. (DALTRO T. 2013, pg. 777 a 789).

O déficit de força muscular é evidente no grupo quadriciptal em portadores de osteoartrite de joelho, a força dos membros inferiores está relacionada ao bom funcionamento das funções do joelho dentre estas a redução do impacto sobre as articulações durante a deambulação, por isto é indicado um programa de fortalecimento, para ativação neuromuscular do compartimento anterior da coxa. Porém é necessário atenção para que uma sobrecarga não venha a precipitar a progressão precoce da degeneração articular, para evitar esta situação, sugere-se o fortalecimento isométrico em pacientes com esta anomalia. (Shahnawaz Anwer e Ahmad Alghadir; 2014, pg. 748 a 748).

A prática da fisioterapêutica é indicada com alongamento passivo e de baixa intensidade com duração de um minuto, com exercícios livres e resistidos manualmente, com contração isotônica concêntrica, inicialmente em uma única série de 10 repetições. Em casos de algias que impossibilitem o exercício, aconselha-se utilizar o TENS, para melhorar o aspecto dor e confiança do paciente em realizar as atividades. Com o avanço do paciente, abole-se a utilização do Tens. (Chaves Ana et al, 2011, pg. 79 a 88; Chaves Ana et al, 2011, pg. 79 a 88).

A estimulação elétrica neuromuscular (EENM) é um dos recursos utilizados para tratamento da OA; em confronto com exercícios contra resistência, na patologia de primeiro grau os exercícios mostraram-se eficazes no fortalecimento da musculatura extensora e diminuição da dor. Em contrapartida a EENM, mostrou-se interessante na redução da dor e preservação da articulação contra o estress das forças compressivas, porém o autor não faz referência a ganho de força muscular com EENM. (Dadalto Thais, et al, 2013, pg. 777 a 789).

Os exercícios de fortalecimento do quadríceps protocolado em séries de 15 repetições de extensão de joelho, estando o paciente sentado em postura de noventa graus de

quadril e joelho em 15 repetições com intervalos de 30 segundos, antecedido por um alongamento 10 minutos de aquecimento em bicicleta estacionária e alongamento dos ísquios tibiais, demostraram uma melhora no quadro álgico, funcional e qualidade de vida nos pacientes portadores desta patologia. (Aline Mizusaki et al; 2012, pg 174 a 179).

A perda de força quadriciptal está presente em todos os pacientes com osteoartrose de joelho sintomática, sendo progressiva de acordo ao estágio da patologia, desta forma quanto mais precoce a intervenção melhores serão os resultados e o retardamento das consequências e evolução da degeneração. (Riann M. Palmieri-Smith et al; 2010, pg. 541 a 548).

A disfunção muscular está relacionada na patogênese da doença AO, sendo muito relacionada ao grupo quadriciptal, porém é importante voltar a atenção também aos ísquios tibiais, importantes flexores do joelho que junto ao quadríceps também é responsável pela estabilização do joelho. Por isto além do fortalecimento quadriciptal e alongamento dos ísquios, torna-se necessário também o fortalecimento dos flexores de joelho, para que haja um equilíbrio em relação aos extensores. (Ashraf Ramadan Hafez1 et al; 2013, pg. 817 a 820).

Vários métodos podem ser empregados no intuito de melhorar o quadro álgico do paciente, porém em todos os casos é necessário associar ativação ou fortalecimento do grupo muscular do quadríceps para diminuir o atrito articular e otimizar ganhos funcionais retardando a evolução degenerativa. (Ashraf Ramadan Hafez1 et al; 2013, pg. 817 a 820).

Fica claro que o fortalecimento do quadríceps é uma alternativa importante para o portador da patologia, uma vez que um programa de exercícios neste sentido tem resultados muito superiores em relação ao uso de drogas anti-inflamatórios e analgésicos, pois age na ativação neuromuscular, protegendo a articulação. (Shakoor et al; 2010, pg. 20 a 22).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Existe uma alta prevalência de Osteoartrite de joelho no Brasil, devido principalmente ao envelhecimento da população, sendo agravado por fatores como obesidade, sedentarismo, fatores genéticos e alterações importantes na marcha. A angulação anormal do quadríceps e sua fraqueza, também caracterizam riscos para o desenvolvimento patológico. (CHACUR et al; 2010, pg. 220 a 224).

O presente estudo demonstra a necessidade da ativação da musculatura quadriciptal como importante mecanismo de atenuação dos efeitos da degeneração articular, melhorando o quadro álgico e a funcionalidade do paciente; sendo possível trabalhar em conjunto o alongamento dos ísquios tibiais e seu fortalecimento, visando uma estabilidade maior à articulação, com ganhos consideráveis. Sendo ativação quadriciptal priorizada por todos os pesquisadores, sem detrimento das demais alternativas de tratamento.

Mesmo com estes achados fazem-se necessárias novas pesquisas que possam contribuir ainda mais para a melhora estrutural e funcional dos portadores de OA de joelhos. Como visto nesta revisão, existem muitas formas de atenuar os efeitos da OA, porém, é notória a necessidade de estudos voltados para uma fisioterapia preventiva, com objetivo de evitar a instalação de deformidades articulares.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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6 comentários em “EFEITOS DO FORTALECIMENTO QUADRICIPTAL EM OSTEOARTRITE DE JOELHO”

  1. Mercia Reis

    Gostei muito do artigo, uma linguagem bem clara e orientações que norteia iniciantes e pacientes.
    Muito obrigada!

  2. Sérgio Souza

    Agradeço a esta revista por publicar um artigo que leigos da área de saúde possam entender! Tenho parentes com esta patologia e estas instruções foram bastante úteis. A partir de agora tenho uma nova visão sobre o tratamento que eles fazem e posso entender suas dificuldades. Para mim foi muito útil.

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