Efeito da intervenção fisioterápica em pacientes do hiperdia: Ênfase na qualidade de vida

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 86, Maio/Junho de 2012. https://www.novafisio.com.br

Efeito da intervenção fisioterápica em pacientes do hiperdia: Ênfase na qualidade de vida

EFFECTS OF PHYSIOTHERAPY INTERVENTION IN PACIENTS FROM HIPERDIA: EMPHASIS ON QUALITY OF LIFE

Leonardo de Souza Almeida*, Eric Bassetti Soares**, Paulo Henrique Barroso Pereira***,

* Fisioterapeuta do Imes – Faculdade de Fisioterapia do Vale do Aço, Pós-Graduado em Saúde Púbica pela UNIFOA – Centro Universitário de Volta Redonda: leosareis@yahoo.com.br.

** Médico MD, PhD – Universidade Federal do Espírito Santo (1989): ebassetti@gmail.com

*** Pós graduando em Saúde Publica, Pós graduando em Gerontologia pela UNIFOA – Centro Universitário de Volta Redonda: phto20@hotmail.com

Revisado por: Rodrigo Silva Perfeito (rodrigosper@yahoo.com.br)

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 86, Maio/Junho de 2012. https://www.novafisio.com.br

Resumo

Doenças do aparelho circulatório representam um importante problema de saúde pública em nosso país, podendo ser agravadas ou desencadeadas pelo diabetes mellitus. O sistema informatizado Hiperdia permite cadastrar e acompanhar os portadores de hipertensão arterial e/ou de diabetes mellitus no sistema de saúde pública. A fisioterapia apresenta uma missão de cooperação, mediante a nova realidade de saúde que se apresenta, através da aplicação de meios terapêuticos físicos, na prevenção; eliminação ou melhora de estados patológicos do Homem; na promoção e na educação em saúde. Com a finalidade de avaliar a influência da intervenção fisioterápica na qualidade de vida dos usuários do Hiperdia de dois postos de saúde, foram avaliados, por meio de questionário, entre dezembro de 2007 a abril de 2008, 190 pacientes, sendo 39 no posto de saúde do Bom Jardim, que tem a fisioterapia no programa de saúde da família (PSF), e 151 no posto de saúde do Esperança, que não tem a fisioterapia no PSF. Foi aplicado o questionário WHOQOL-bref. Concluímos que a fisioterapia interfere positivamente em alguns aspectos da pesquisa citados, como: conter mais energia para o dia a dia, capacidade de desempenhar as atividades do dia a dia e oportunidades de lazer, mostrando a importância da inserção da fisioterapia no PSF, como agente de melhoria da qualidade de vida e assistência na atenção primária aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Palavras chaves: Fisioterapia; Hipertensão; Diabetes.

Abstract

Circulatory diseases represent an important problem in the public health department in our country and can be exacerbate or trigger by Diabetes mellitus. The Hiperdia (Hiperday) allows the enrollment and following of outpatients with arterial hypertension and/or Diabetes Diabetes mellitus in public healthcare system. The physiotherapy’s main mission, throughout a new reality, is to collaborate in prevention, treatment of pathological diseases and to health-educate mankind. With purpose to evaluate the influence of the physiotherapy intervention in the quality life of users of the Hiperdia of two public outpatients clinics, that were evaluated, by questionnaire, between December, 2007 to April, 2008. 190 patients were evaluate, 39 from the public outpatient clinic of Bom Jardim, where physiotherapy treatment is offered in Family Health Program – PSF, and 151 from the public outpatient clinic of Esperança, where does not have the physiotherapy treatment in the PSF. It was applied a questionnaire WHOQOL-Brief. We concluded that the physiotherapy interferes positively with the aspects of the research, as like: how to save up energy throughout the day, developing that way capability to perform daily functions allowing you more leisure opportunity during the day. Showing the importance of the insertion of the physiotherapy in the PSF as an agent to improve the quality of life and assistance in the primary attention, to the users of the Unified Health System (SUS).

Keywords: Physiotherapy; Hypertension; Diabetics.

Introdução

Segundo Brasil (2001), as doenças do aparelho circulatório representam um importante problema de saúde pública em nosso país. Há algumas décadas, é a primeira causa de morte no Brasil. Em 2000, corresponderam a mais de 27% do total de óbitos, ou seja, 255.585 pessoas morreram em consequência de doenças do aparelho circulatório. O sistema informatizado Hiperdia permite cadastrar e acompanhar os portadores de hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus, captados do Plano Nacional de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus, em todas as unidades ambulatoriais do Sistema Único de Saúde.
Conforme descrito por Gomes (2003), a fisioterapia apresenta missão primordial, de cooperação, mediante a nova realidade de saúde que se apresenta, através da aplicação de meios terapêuticos físicos, na prevenção, eliminação ou melhora de estados patológicos do Homem, na promoção e na educação em saúde. Cabe aos profissionais fisioterapeutas a contribuição para transformações na saúde de pacientes diabéticos, disponibilizando com criatividade, ações preventivas e reabilitadoras.
O objetivo do Programa de Saúde da Família (PSF) é a reorganização da prática assistencial em novas bases e critérios em substituição ao modelo tradicional de assistência orientado para cura de doenças e realizado principalmente no hospital. A atenção está centrada na família, entendida e percebida a partir de seu ambiente físico e social, o que vem possibilitando às equipes a compreensão ampliada do processo saúde/doença local e da necessidade de intervenções que vão além das práticas curativas (BRASIL, 2001).
O paciente diabético é beneficiado pela prática de exercício físico regular, porque a prática desse, equilibra a glicemia sanguínea. O controle da glicemia desempenha papel chave na redução das complicações do diabetes a longo prazo (SILVA e GRANADO, 2002). O tratamento do diabetes mellitus inclui as seguintes es¬tratégias: educação, modificações do estilo de vida, que incluem suspensão do fumo, aumen¬to da atividade física e reorganização dos há¬bitos alimentares e, se necessário, uso de me¬dicamentos (ELIASCHEWITZ, 2008).
Além dos benefícios fisiológicos decorrentes da prática regular de exercícios físicos, também se deve levar em conta os benefícios psicológicos e sociais, os exercícios físicos podem servir de suporte para melhorar a auto-estima, favorecer a sociabilidade, melhorar o bem-estar e, por consequência, a qualidade de vida (CAMBRI e SANTOS, 2006).
Outra enfermidade englobada no Hiperdia é a hipertensão arterial sistêmica. Para Gomes (2003), a hipertensão arterial é uma síndrome multifatorial cuja prevalência no Brasil atinge de 22% a 44% da população urbana adulta. A importância dessa doença do ponto de vista de saúde pública reside no fato de ela apresentar grande prevalência na população e consequências altamente lesivas.
Qualidade de vida (QV) é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. Essa definição deixa implícita a ideia de que o conceito de QV é subjetivo, multidimensional e inclui elementos de avaliação tanto positivos como negativos (PANZINI et al., 2005).
Seis grandes vertentes convergiram para o desenvolvimento do conceito de QV: 1) os estudos de base epidemiológica sobre felicidade e bem-estar; 2) a busca de indicadores sociais; 3) a insuficiência das medidas objetivas de desfecho em saúde; 4) a satisfação do cliente; 5) o movimento de humanização da medicina; 6) a psicologia positiva. Essa última insere-se na atual tendência para o desenvolvimento da pesquisa dos aspectos positivos da experiência humana, e a pesquisa em QV está em sintonia com a busca de estudar variáveis positivas da vida humana (SELIGMAN e CSIKSZETMIHALYI, 2000).

Objetivos

Comparar a qualidade de vida dos usuários do Programa Hiperdia que recebem atendimento de fisioterapia e usuários que não tem acesso a esse serviço.

Metodologia

O estudo foi realizado com usuários do Hiperdia da Unidade Básica de Saúde do Bom Jardim e com usuários do Hiperdia da Unidade de Saúde Básica Esperança II, do bairro Esperança, Ipatinga-MG.
Foram coletados 190 questionários somando as duas unidades de saúde, os quais foram selecionados aleatoriamente, sendo 151 aplicados em usuários do Hiperdia da Unidade de Saúde Esperança II, os quais não recebem a assistência da fisioterapia e 39 aplicados na Unidade de Saúde do Bom Jardim.
A partir do mês de dezembro de 2007, foi iniciada a coleta de dados em ambos programas no bairro Bom Jardim, e paralelamente iniciada a coleta no bairro Esperança.
Foi aplicado o questionário WHOQOL-bref. Esse instrumento foi validado para a língua portuguesa (FLECK et al., 1999). A versão de 26 questões abrange quatro domínios (físico, psicológico, relações sociais e ambiente). Há quatro escalas para a avaliação da intensidade, capacidade, frequência e avaliação, variando os scores de zero a cinco (SKEVINGTON, 2002).
Os dados serão representados com média e desvio padrão ou mediana e percentis, na comparação de variáveis quantitativas entre os grupos do Esperança e do Bom Jardim foi utilizado o teste Anova seguido do teste de Bartlett’s para verificar a homogenicidade da variância; se as variâncias foram homogêneas no intervalo de confiança de 95%, as amostras tinham distribuição normal. Valor de p ≤ 0,05 foi utilizado para evidenciar diferença estatística. Foi utilizado o programa Epi Info 6.04d.
O estudo foi conduzido conforme os preceitos da Resolução Conselho Nacional de Saúde (CNS) 196/96 e com a declaração de Helsinque. Todos os participantes forneceram termo de consentimento livre e esclarecido antes da coleta dos dados.

Resultados

Entre os 190 usuários que foram avaliados, 39 (20,5%) eram usuários da Unidade de Saúde do Bom Jardim, e 151 usuários da Unidade de Saúde do Esperança (79,5%). A maioria é do gênero feminino, correspondendo a 138 (72,6%) e 51 são do gênero masculino (26,8%). Um usuário não preencheu o questionário pessoal (0,5%). A média de idade dos participantes é de 58,7 anos, com 138 (73,2%) entre 50 e 69 anos. Quanto à condição atual de trabalho, 70 usuários relataram estar aposentados (36,8%), 67 relataram estar trabalhando (35,3%), quanto a renda familiar 113 usuários relataram receber 1 salário mínimo (59,5%), 39 desempregados ou afastados do emprego (20,6%) e 14 são pensionistas (7,4%). Não houve direfenças estatísticas entre os grupos nessas variáveis, assim como na escolaridade dos participantes.
Grande parte dos usuários do Hiperdia relataram ser acometidos por hipertensão arterial (70,7%), 13,6% dos usuários relataram ser acometidos pelo diabetes e hipertensão e 10% relataram ser acometidos apenas pelo diabetes (Gráf. 1).
Dos 190 questionários aplicados com os usuários do Programa Hiperdia, sobre como avaliam sua qualidade de vida, aproximadamente 13% responderam que é muito ruim ou ruim e apenas 2,1% relataram ser muito boa (Gráf. 2), sem diferença entre os grupos avaliados (p=0,12).

Comparando os usuários das duas Unidades de Saúde (US), em relação às oportunidades de lazer, os usuários do Bom Jardim relataram ter mais oportunidades de atividade de lazer que os usuários da Unidade de Saúde do Esperança (p= 0,00003) (Gráf. 3) sendo que os usuários dessa última US relataram estar menos satisfeitos com sua capacidade de desempenhar as atividades do dia a dia (p= 0,04) (Gráf. 4).

Foi observado que os usuários da UBS do Esperança e do Bom Jardim estão satisfeitos com o local onde moram. Não houve diferença significativa nos resultados (p=0,32), sendo que os usuários dessa última US relataram estar mais satisfeitos com a energia que têm para o seu dia-a-dia (p=0,03).

Discussão

O predomínio de pacientes do sexo feminino, com mais de 70%, também foi observado em outros estudos com população semelhante. Segundo Araújo e Guimarães (2007) as mulheres utilizam mais os serviços de saúde do que os homens. Sala et al. (1996), em seu estudo com 250 pacientes com hipertensão, 172 (68,8%) eram do sexo feminino. Esse dado não é observado apenas em nosso país. Alfonso et al. (2003) relataram a mesma diferença entre gêneros em estudo sobre aderência terapêutica de hipertensos, em três ambulatórios da Cidade de Havana, Cuba.
Quase 90% dos 190 pacientes avaliados tinham entre 50 e 69 anos de idade, em estudo recente, Converso e Leocádio (2005), observarem a prevalência maior de hipertensão arterial em indivíduos de 65 a 74 anos. Pimazoni Netto (2008) observaram a prevalência de diabéticos na população urbana brasileira entre 30 e 69 anos no censo nacional de diabetes de 1988.
O predomínio de pacientes com baixa escolaridade também foi observado em outros estudos. Segundo Paiva et al. (2006), 69,4% dos pacientes entrevistados eram analfabetos ou não tinham 1 a 4 anos de estudos completos. Em outros estados a realidade foi a mesma, em estudo recente, Sipp e Cunha (2008), no estado do Rio de Janeiro, observaram que a maioria (52%) dos pacientes diabéticos e hipertensos que foram entrevistados relataram ter apenas o 1° grau incompleto.
O predomínio de pacientes com ocupação apenas no lar também foi observado em outros estudos. Em estudo de Paiva et al. (2006), foi observado que a maioria (40,3%) dos pacientes hipertensos e diabéticos usuários do PSF tinham apenas a ocupação do lar.
Hartmann et al. (2007), em seu estudo com 1.020 pacientes entrevistados, observou o predomínio (64%) de pacientes casados ou referiu-se ter uma união estável, semelhante ao perfil colhido na amostra dessa pesquisa.
O predomínio de pacientes com hipertensão arterial também foi observado em outros estudos com populações maiores do que a nossa amostra, dados colhidos do Hiperdia da Prefeitura de Igarapé evidenciou que 58,5% dos 1392 usuários cadastrados no Hiperdia tinham hipertensão arterial (PREFEITURA MUNICIPAL IGARAPÉ, 2007).
Em estudo recente de Azevedo et al. (2007) com pacientes assistidos pelo Hiperdia, foi observado que metade dos usuários entrevistados (50%) n=98 recebiam até 1 salário mínimo, diferente do resultado da nossa amostra, que evidenciou mais da metade (59,5%) que recebiam apenas 1 salário mínimo.
O efeito positivo da intervenção fisioterápica em pacientes diabéticos foi observado em estudo recente de Basile et al. (2008), melhorando a sensibilidade à insulina e favorecendo a diminuição de peso. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (2006) consideram que a fisioterapia apresenta objetivos profiláticos e terapêuticos, visando que o paciente obtenha considerável qualidade de vida e capacidade funcional para o dia a dia.
Após cruzamento das variáveis, ficou constatado que houve uma diferença significativa entre os usuários das duas Unidades de Saúde, observando que os usuários do Hiperdia que foram assistidos pela fisioterapia têm mais energia para o seu dia, comparados com aos usuários do Hiperdia da Unidade de Saúde do Esperança II que, não recebem essa intervenção fisioterápica.
Vieira e Lima (2005) observaram que mais da metade (54,6%) dos pacientes entrevistados relataram ter nenhuma ou pouca oportunidade de lazer. Rabelo e Cardoso (2007), relataram que a incapacidade funcional refere-se também a limitações específicas no desempenho de papéis sociais e de tarefas em um ambiente sociocultural, estando incluídas atividades recreativas ou de lazer para incremento da melhora na qualidade de vida, os usuários que receberam a intervenção fisioterápica relataram ter mais oportunidade de lazer em nosso estudo.
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (2002), o paciente diabético se vê impedido de desempenhar as atividades normais do cotidiano. Em nosso estudo, os pacientes que receberam a intervenção fisioterápica relataram ter mais capacidade de desempenhar as atividades de vida diária do que os pacientes que não recebiam a assistência fisioterápica.
O predomínio de pacientes satisfeitos com o local onde moram também foi observado em estudo de Vieira e Lima (2005), semelhante ao resultado do nosso trabalho.

Considerações finais

Através desse estudo, foi possível perceber que, comparando usuários do Hiperdia que recebem a assistência da fisioterapia com usuários do Hiperdia que não recebem a assistência da fisioterapia, os que recebem a assistência apresentaram resultados positivos em alguns aspectos da pesquisa citados, como: conter mais energia para o dia a dia, capacidade de desempenhar as atividades do cotidiano e oportunidades de lazer.
Considerando que esses aspectos acima citados colaboram como agente para melhoria da qualidade de vida do usuário, observamos que a fisioterapia pode ter um papel importante na melhoria da qualidade de vida dos usuários do Hiperdia e no aperfeiçoamento do Programa de Saúde da Família.
Sugerimos a realização de outras pesquisas com maior número de usuários em outros contextos para que se evidencie a importância da intervenção fisioterápica para incremento da qualidade de vida de hipertensos e diabéticos.

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2 comentários em “Efeito da intervenção fisioterápica em pacientes do hiperdia: Ênfase na qualidade de vida”

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