Disfunção da ATM atinge até 60% da população mundial

São Paulo, agosto de 2014 – Dores de cabeça e nos músculos da face, travamento e estalos ao abrir a boca são sintomas conhecidos por milhões de pessoas. Isso porque é desta forma que se apresenta a disfunção da articulação temporomandibular, problema que acomete de 40% a 60% da população mundial e interfere no desenvolvimento de funções básicas e importantes, como a mastigação e a fala.

“As mulheres representam 80% dos casos de distúrbio de ATM, mas a causa da prevalência feminina ainda não está comprovada. A idade em que os sintomas se manifestam tem diminuído cada vez mais. Há alguns anos, o diagnóstico era feito entre 30 e 40 anos. Hoje, os pacientes já apresentam os sintomas aos 17 anos”, alerta o cirurgião bucomaxilofacil da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fábio Cozzolino.

Ao perceber os sintomas, é preciso procurar um especialista. “O cirurgião bucomaxilofacil vai pedir um exame de ressonância magnética para verificar se o grau da lesão da articulação é leve, moderado ou grave, avaliar a escala de dor do paciente e realizar um exame clínico. Com base nos resultados obtidos, o especialista indicará o tratamento adequado”, explica.

Ainda de acordo com Cozzolino, o tratamento da disfunção da ATM pode ser realizado com medicação, fisioterapia e até cirurgia. “Na maioria dos casos, o uso de uma placa de mordida ao dormir, por seis meses ou um ano, associado a medicações, como ansiolíticos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios resolve o problema. Em cerca de 3% dos casos, há a indicação para cirurgia”, revela.

A cirurgia pode ser ‘aberta’ ou ‘fechada’, dependendo da gravidade do caso. “Na cirurgia ‘aberta’, é preciso fazer um corte na face. Já na cirurgia ‘fechada’, é realizado um procedimento minimamente invasivo, chamado artroscopia, em que não há cortes. São feitos apenas pequenos orifícios na região do maxilar para implantar equipamentos que vão remover a aderência de fibroses na articulação”, esclarece.

“Na cirurgia ‘aberta’, há um grande risco de sequelas, paralisia facial, infecção e o tempo de recuperação é muito maior. O benefício do procedimento ‘fechado’ é a segurança, rápida recuperação do paciente e cicatrização. Apenas em 1% dos casos cirúrgicos há a indicação para o procedimento ‘aberto'”, ressalta o cirurgião bucomaxilofacil da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fábio Cozzolino.

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em 69 especialidades, oferece ao todo 687 leitos e um quadro clínico de mais de 3 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, a Acreditação Internacional Canadense e a da ONA (Organização Nacional de Acreditação). A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar da Ordem global.

 

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