Diástase do músculo reto abdominal

Você já ouviu falar sobre “Diástase”?

É a separação do músculo reto abdominal durante a gravidez.

Durante a gestação ocorre o estiramento dessa musculatura, indispensável para a acomodação do crescimento uterino.

Porém, este estiramento causa uma frouxidão da musculatura e da linha Alba (feixe que separa o músculo reto abdominal) proporcionando uma distensão abdominal e uma separação da mesma.

Cerca de 30% das mulheres esses músculos não retornam a posição inicial após a gravidez. Mulheres que já possuíam o abdômen fortalecido possuem melhores resultados pós-gravidez. A diminuição da diástase ocorre dentro de 40 a 60 dias, porém, pode levar até 1 ano para voltar a posição inicial.

Em alguns casos de pequenas diástases, a realização de procedimentos como a Corrente Aussie associada a exercícios físicos sob a orientação de um Fisioterapeuta Dermato Funcional geram ótimos resultados, reduzindo também a distensão abdominal.

Porém, em casos de grandes aberturas é fundamental realizar a sutura do músculo cirurgicamente.

É de suma importância fortalecer o músculo reto abdominal antes e após a gravidez, pois com uma diástase não tratada, aumentam-se as chances do aparecimento de hérnias umbilicais.

A corrente aussie deve ser manipulada por um profissional capacitado que conheça as diferentes faixas de freqüências para estimular fibras musculares vermelhas, intermediárias e brancas, garantindo assim, ótimos resultados.


Juntamente com a distensão abdominal, está a flacidez tissular (flacidez de pele) muita das vezes acompanhada de estrias. No tocante a flacidez, a radiofrequência proporciona excelentes resultados, melhorando a elasticidade tecidual.

Com relação as estrias, a carboxiterapia faz uma reparação tecidual no interior das mesmas, proporcionando a melhora na aparência, largura, profundidade e coloração da estria.

Dra. Glória Lourenço – CREFITO-2 180728 F

Fisioterapeuta Dermatofuncional
www.glorialourenco.com

3 comentários em “Diástase do músculo reto abdominal”

  1. Eu tenho devido a gestação gemelar . Hoje após 20 anos sofro com dores abdiminais direto tendo que usar cinta para segurar a barriga. Estou a espera da cirurgia pela Pucc. Pois a unimed não cobre .

  2. Quando realizada a abdominoplastia, a situação se torna mais importante do que nunca, é a fisioterapia respiratória também, ocorrem várias mudanças repentinas e estas pacientes em geral, necessitam de tratamento fisioterápico, para reexpansao pulmonar devido ao alto risco de atelectasia.

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