Densitometria ósse ajuda a diagnosticar precocemente a Osteoporose

A osteoporose, doença caracterizada pela redução gradual da massa óssea, deixando os ossos frágeis e suscetíveis a fraturas, atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, segundo os dados do Ministério da Saúde. Estima-se que 40% dos pacientes portadores da doença ficam com movimentos prejudicados e 20% dos casos acabam em óbito nos primeiros seis meses, após as complicações decorrentes da fratura do fêmur.

Entretanto, exames de densitometria óssea têm sido fundamentais para diagnosticar o problema precocemente, contribuindo para a prevenção e controle eficiente da doença, segundo a UDDO, serviço especializado em densitometria óssea e Medicina Nuclear.

A densitometria é o método mais simples e não-invasivo, capaz de detectar pequenas variações na massa óssea e diagnosticar a doença ainda em estágio inicial. Nessa fase os tratamentos disponíveis costumam trazer melhores resultados. De acordo com especialistas da UDDO, como a osteoporose é uma doença assintomática e de evolução lenta, o primeiro exame com densitômetro deve ser feito por volta de 45 anos e repetido de um a três anos. Já nos homens, recomenda-se o exame por volta dos 65 anos ou antes, dependendo de condições clínicas e doenças associadas..

Apesar de ser mais frequente em mulheres a partir dos 60 anos, após a menopausa (quando há diminuição dos níveis de estrogênio, hormônio que ajuda a manter a massa óssea) a osteoporose pode se manifestar, em alguns casos, volta dos 40 anos, principalmente em pacientes com doenças renais, endócrinas, hematológicas ou que utilizam constantemente determinados tipos de medicamentos, como corticóides. Daí a importância de procurar o médico e pedir uma avaliação médica de rotina!

www.uddo.com.br
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