COORDENAÇÃO MOTORA E PREVENÇÕES DE LESÕES EM IDOSOS

GRADUANDOS DO CURSO BACHAREL EM FISIOTERAPIA

JAALA DA MOTA CRISPIM

LAÍS DA SILVA SANTOS

RICLÉCIO VIANA DE ALMEIDA SANTOS

TALYANE DE SANTANA SANTOS

THAIS SANTANA PEREIRA

Alagoinhas- BA 2018.2

Atividade solicitada Pela disciplina Seminário De Pesquisa Interdisciplinar como avaliação parcial da primeira unidade.

Orientador: Prof. Me. Antonio Marcelo de Oliveira Ferreira

RESUMO

Buscou-se compreender os motivos do índice de idosos lesionados continuarem alto, especificamente analisar como ocorrem as lesões, quais são os meios de prevenções e o que leva a fragilidade nessa idade. Foi utilizado para o desenvolvimento desse trabalho artigos acadêmicos que possibilitou a revisão bibliográficas, foram selecionados dez artigos, sendo que para a seleção dos mesmos foram utilizados aqueles que eram de fontes primárias com dez anos de publicados, disponível no SCIELO, LILACS, com isso foi eliminados aqueles que eram de fontes secundárias. Foi possível notar-se que o índice maior de lesionados são as mulheres, pois elas trabalham mais em relações a serviços domiciliar. Com base nesse estudo podemos identificar que os idosos se lesionaram muito, pois eles não querem depender de um próximo e realizam as atividades que não estão mais ao seu alcance e acabam lesionados.

Palavras Chaves: Lesões em idosos. Fragilidade na terceira idade. Prevenções.

ABSTRACT

We sought to understand the reasons why the rate of injured elderly remain high, specifically to analyze how injuries occur, what are the means of prevention and what leads to frailty at this age. It was used for the development of this work academic articles that made possible the bibliographic revision, ten articles were selected, and for the selection of them were used those that were from primary sources with ten years of published, available in SCIELO, LILACS, with that it was eliminated those from secondary sources. It was noted that the highest rate of injuries are women, as they work more in relation to home services. Based on this study we can identify that the elderly have been injured a lot, because they do not want to depend on a neighbor and perform activities that are no longer within their reach and end up injured.

Keywords: Injury in the elderly. Frailty in old age. Preventions

1- INTRODUÇÃO

Anualmente, na cidade de Alagoinhas, no interior da Bahia, há um clube chamado Lions Clube Alagoinhas Ouro Negro que uma associação privada foi fundada em 07/07/1988, sua atividade principal são atividades esportivas com idosos. No mês de Outubro promove uma caminhada com os mesmos por conta do dia internacional dos idosos. Durante o percurso é trabalhado os meios de prevenção contra as lesões ósseas e musculares, jogos para o desenvolvimento neurológico e trabalhar o fortalecimento e equilíbrio (LIONS CLUBE, 2018).

Como estudantes de fisioterapia, podemos analisar que uma boa parte dos idosos possui um bom desenvolvimento na pratica de exercícios, são dispostos e bem atentos, porém tem alguns que necessitam de mais atenção aos cuidados fisioterapêuticos por não possuírem um bom condicionamento físico.

Nas últimas décadas, o mundo tem tomado ciência do envelhecimento da população, fato social sem precedentes na historia mundial e também no Brasil. (NETO, 2016). O envelhecimento é um conjunto de processos que ocorre nos seres vivos, resultando no decréscimo das capacidades motoras, redução da força, flexibilidade e velocidade.

Pode- se notar que o índice de lesionados na terceira idade está aumentando com muita freqüência, as lesões desde a com pouca gravidade até a das mais graves, são consequência das quedas por conta da fragilidade. Os idosos possuem o conhecimento de tudo que eles podem fazer e o que não podem por conta da sua idade, mas mesmo assim um dos problemas mais agravados é o mesmo com esses conhecimentos o índice de lesionados ainda continua alto.

Uma das grandes preocupações relacionadas ao envelhecimento é o aumento da longevidade associada ao aumento da vulnerabilidade, dos riscos de acidentes e da prevalência de doenças crônicas degenerativas (NETO 2016, apud MORAES, 2008). Ainda para esse autor, tais aspectos surgem como consequências das limitações das funções do organismo, tornando-o cada vez mais suscetível à redução da capacidade funcional e da autonomia.

A constatação desse agravo no cenário da saúde pública é apresentada pelos dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), o qual, em 2007, informou que as quedas representaram 41,64% no total de internações hospitalares por causas externas (793.823 indivíduos), significando 330.511 pessoas aproximadamente. Na faixa etária de 60 a 69 anos, foram encontrados 24.028 idosos. Já na faixa etária de 70 anos ou mais, esses números subiram para 39.353 idosos. Especificamente no Estado do Rio de Janeiro, das 7.376 internações de idosos ocorridas entre janeiro e outubro de 2007, por causas externas, 4.737 (64%) foram devidas a quedas (NETO 2016, apud BRASIL, 2007).

Busca-se compreender os motivos dos índices de lesionados continuarem altos, especificamente analisar como ocorrem as lesões, quais são os meios de prevenções e o que leva a fragilidade nesse momento.

2- METODOLOGIA

Para que houvesse um bom desenvolvimento desse trabalho foi feita uma abordagem qualitativa, utilizando artigos acadêmicos que possibilitaram uma revisão bibliográfica, foram selecionados seis artigos, sendo que para a seleção dos artigos foram utilizados aqueles que eram de fontes primarias com até dez anos de publicado, disponíveis no SCIELO e LILACS, com isso foram eliminados aqueles de fontes secundárias e os de sites não confiáveis.

Para realizar esse trabalho foi utilizado o método de Lakatos, onde no primeiro momento foram observados os fenômenos do tema proposto, em seguida foi possível estabelecer relações quantitativas entre o interligamento dos objetivos do assunto, foram utilizados os métodos indutivos de hipóteses que fundamentou a analise da relação desses elementos, verificaram-se as idéias por intermédio das experiências, ao chegar ao resultado que foi obtido nessa pesquisa foi feito a comparação com os outros artigos que falavam do mesmo assunto e por fim foi obtida a comprovação do resultado.

3- REFERÊNCIAL TEÓRICO

O presente trabalho torna-se relevante em razão do índice elevado de lesões decorrentes de quedas em idosos, gerando uma preocupação com essas pessoas, até mesmo por conta da idade, na medida em que o Brasil se encontra com uma população mais envelhecida. Este estudo, possibilita uma visão ampla podendo melhorar o problema que nos levou a o determinado trabalho.

Entretanto, com os objetivos que foram propostos, vamos poder analisar os presentes motivos que levou a pesquisa para que possamos compreender e ver o que pode ser feito para diminuir esse índice de lesionados.

Envelhecer é um processo natural do ser humano, e ele traz consigo uma série de mudanças onde são observadas alterações fisiológicas; tudo fica mais frágil, sensível, a flacidez aumenta e o corpo fica mais vulnerável às doenças neurológicas, cardiovasculares e osteomusculares. O envelhecimento vem de modo crescente, e com ele estão presentes as doenças, os riscos e as quedas. As constantes quedas podem ser consideradas um ponto para o início de uma patologia, de uma insuficiência postural ou também da falta da capacidade de equilíbrio (NETO, LUIZ. 2016).

É normal percebermos que com o passar do tempo as pessoas começam a adquirir certas patologias, e ao chegar na terceira idade as preocupações são maiores por conta da fragilidade e o aumento do risco de adquirir algumas doenças é maior ainda.

O envelhecimento da população brasileira é uma conquista constante para os idosos que vem superando os adolescentes, pois através das pesquisas feita pelo IBGE consta que a população tem um grande número de idosos em relação aos adolescentes, porém surgem preocupações de como tratar alguns desafios que o envelhecimento traz. Na sociedade os idosos têm autonomia e independência, porém os mesmos têm alguns impactos no seu dia-adia caso essas regras da sociedade não seja planejadas e proporcione qualidade de vida, e promova um envelhecimento saudável e digno a eles (NETO, LUIZ. 2016).

Segundo Miranda et al., (2010), com o passar dos anos, as pessoas ficam mais vulneráveis a situações que podem levar à perda da independência ou da autonomia de realizar funções, uma das causas mais comuns desta situação indesejável é a queda, principalmente nos idosos.

As quedas afetam aproximadamente 30% das pessoas com 60 anos ou mais a cada ano. A natureza multifatorial das quedas a caracteriza como sendo uma síndrome geriátrica complexa que envolve a interação de várias condições clínicas. O risco de queda aumenta com o número de fatores de risco presentes. Os principais fatores de risco descritos na literatura são problemas de equilíbrio corporal e marcha, problemas visuais, uso de medicações psicoativas e polifarmácia, comprometimento nas atividades de vida diária, declínio cognitivo, fraqueza muscular, artrite e dor, tontura, diabetes e incontinência urinária (SOARES, et al. 2014).

Os acidentes senis dentro do lar são responsáveis por milhares de vítimas. As quedas em idosos possuem uma etiologia multifatorial e podem ser concomitantes e somatórias, envolvendo uma interação entre fatores intrínsecos (aqueles relacionados ao indivíduo) e extrínsecos (aqueles associados com características ambientais). Entre os primeiros, encontram-se as alterações fisiológicas pelas quais o idoso passa condições patológicas e efeitos adversos de medicações. Entre os fatores extrínsecos, destacam-se os perigos ambientais e calçados inadequados. A maioria das quedas apresentadas pelos idosos resulta de uma interação complexa entre esses fatores, comprometendo os sistemas envolvidos com a manutenção do equilíbrio. As quedas entre pessoas idosas constituem um dos principais problemas clínicos e de saúde pública (WAGMACKER, 2017).

Apesar do forte impacto dos fatores intrínsecos e domésticos descritos na literatura, as quedas também podem ser influenciadas por fatores sociais. O estudo destes, por serem menos pesquisados que os fatores ambientais, e sua associação com o desfecho, são imprescindíveis para a detecção de fatores de risco e a prevenção (PEREIRA et al. 2013).

Os fatores causais precisam ser prevenidos ou eliminados a partir de programas de prevenção como treinos de força e equilíbrio, avaliação dos obstáculos que se encontra dentro das casas dos mesmos, avaliação funcional, entre outros. Recentemente, em, 2006 o Ministério da Saúde, observando a necessidade de uma política atualizada em relação à saúde do idoso, resolveu divulgar o Pacto pela Saúde (Portaria GM/MS/2006) e a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa- PNSPI (Portaria GM/MS Nº. 2.528/2006). Entre as diretrizes da PNSPI e do Pacto pela Saúde destacamos: a promoção do envelhecimento ativo e saudável; manutenção e recuperação da capacidade funcional; formação e Educação Permanente dos profissionais de saúde na área de saúde da pessoa idosa (FERNANDES e SOARES, 2012).

Em razão disso, programas que desenvolva a promoção a saúde é cada vez mais importante, pois o seu objetivo é fazer com que a população idosa tenha uma condição de vida mais favorável aos mesmos. Todavia, promover uma saúde digna não é fácil, é preciso ter acesso a médicos de qualidade, trabalhar os pontos negativos da saúde na sociedade e articular as políticas públicas na saúde. Programas de promoção a saúde do idoso é cada vez mais necessário devido ao crescimento do envelhecimento populacional. Nesse sentido, a população idosa tem características próprias, necessitando de promoção e prevenção a lesões adequada e adaptada para sua faixa etária, pois tem redução na sua capacidade funcional, ou seja, da realização de atividades diárias que são habilitação que eles precisam para administrar o ambiente onde eles vivem.

O envelhecimento populacional no Brasil nas últimas décadas vem aumentando constantemente, sendo decorrente de mudança nas estruturas populacional.

As quedas de idosos são eventos visíveis na vida dos mesmos e trazem consequências irreparáveis para eles gerando assim as preocupações, de ser hospitalizado de ter imobilização, da perda da autonomia e da sua qualidade de vida, podendo afetar o seu psicológico e seu emocional (NETO, 2016).

A vivência de quedas é um dos principais problemas de saúde pública, e tem altas ocorrências devido aos elevados índice de quedas.

Os fatores relacionados a quedas de idosos referem-se tanto para quedas acidentais quanto as recorrentes. As quedas acidentais são influenciadas por fatores ambientais, pelos obstáculos em seu domicilio e por realizações de atividades cotidianas. Já os fatores recorrentes estão relacionados á alterações fisiológicas como a redução de seus órgãos de sentido, hipertensão e fraqueza muscular ou por determinadas doenças como neurológica, cardiovascular entre outros (NETO, 2016).

Alguns meios de prevenções podem ser adotados visando diminuir a probabilidade de quedas de idosos sendo elas: a realização de exames anualmente; tomar cuidado com os efeitos colaterais dos remédios; equilibrar a alimentação; trocar o piso para piso-antiderrapante ; instalar barras de seguranças; retirar tapetes e panos de chão e evitar subir e descer escadas (NETO, 2016).

Além disso, as atividades físicas também são recomendadas para a prevenção de quedas, pois é útil para manter a força muscular coordenação motora. E em alguns casos para que a residência do idoso seja segura, pode ser necessário substituir as escalas por rampas (PINHEIRO, 2010).

A fisioterapia é importante para o treino e recuperação da agilidade, força e equilíbrio dos idosos, já que os mesmos têm algum tipo de limitação para a locomoção, geralmente ocasionado por patologias como artrite, osteoporose ou apos terem sofrido uma queda (PINHEIRO, 2010).

Manter a sua postura, ajustar o corpo para evitar quedas são funções complexas do Sistema Nervoso Central (SNC) que envolve os sistemas vestibular, proprioceptivos e visuais; estes sistemas informam o SNC sobre a posição do corpo e sua trajetória no espaço, para que este possa manter se centro de sustentação, segurança e coordenação (SOARES et al. 2008).

Existe uma serie de cuidados que devem ser observados por família e amigos na intenção de evitar lesões em idosos. Quando a pessoa chega à terceira idade as queixas 10 começam a aparecer; os ossos ficam frágeis, as articulações não estão mais elásticas, o corpo cria algumas deficiências sendo naturais para a idade deles. Contudo, a prevenção é importante para precaver o idoso a não ser vítima de mais lesões na sua vida diária. Tendo em vista que a idade chegou precisa se realizar algumas mudanças, por mais simples que sejam elas são essências para que a mobilidade do idoso seja preservada.

O envelhecimento irá resultar no decréscimo das capacidades motoras, redução da força, flexibilidade e velocidade dos seres vivos, além da redução dos níveis de volume de oxigênio máximo. Segundo Spirduso, também existe nesse ciclo de vida, a perda de adaptabilidade e deficiência funcional. As mudanças nas dimensões corporais são visível com o avanço da idade, essas modificações podem provocar o declínio da capacidade funcional e ao aparecimento de uma ou mais doenças crônicas, porém a velhice não é sinônimo de doença, pessoas podem apresentar uma velhice- bem sucedida, e isso representa um potencial a ser desenvolvido no ser humano (PICCOLI, JACCOTTET et al; 2012).

Conforme Farinatti (2008), entre as várias alterações ocorridas ao longo dos anos, destacam-se a mobilidade física relacionada a osteoporose, a instabilidade postural: a alteração de marcha, as dificuldades visuais e a redução da força muscular. Sendo assim, uma das grandes preocupações relacionadas ao envelhecimento é o aumento da longevidade associada ao aumento da vulnerabilidade, dos riscos de acidez e da prevalência de doenças crônicas degenerativas ( MORAES, 2008), Ainda para esse autor; tais aspectos surgem como consequência das limitações das funções do organismo, tornando-o cada vez mais suscetíveis a redução da capacidade funcional e da autonomia (NETO, LUIZ; 2016)

Estudos afirmam que a fragilidade no idoso caracteriza-se pela presença de sinais e sintomas como perda de peso não intencional (5kg nos últimos cinco anos), autorrelato de fadiga,diminuição da força de preensão, redução das atividades físicas, diminuição na velocidade da marcha (lentidão) e diminuição das relações sociais. Demonstram que a fragilidade abrange os domínios físico, psicológico e social, como afirmado por Gobbens et al (LANA, LETICE; SCHENEIDER, RODOLFO, 2014).

Contudo, o desenvolvimento do presente estudo possibilitou uma analise do porque que o índice de idosos lesionados continua alto se muitos deles têm o conhecimento das prevenções. Além disso, também nos permitiu pesquisar, como ocorre essas lesões, analisarem os meios de prevenções e o que leva a fragilidade na terceira idade.

Ao verificar como ocorreram essas lesões, foi possível perceber que os idosos por conta da fragilidade da idade perde a coordenação e o equilíbrio, querem fazer as atividades 11 diárias que não é mais permitido a eles, os medicamentos que os mesmos usam por conta das patologias que as possuem, por eles serem fortes causa tonturas, acessórios como chinelo e tapetes também pode vim a ser uma das causas para essas lesões.

Essas lesões podem minimizar com ajuda dos familiares e amigos, possibilitando a prevenção, ou seja, verificar o que as causas para afastá-lo, estimular esses idosos a fazer atividades físicas, levar ao médio anualmente e levar eles para fazer tratamentos com fisioterapeutas para que haja melhoras na força.

A idade resulta no decréscimo da suas forças, por conta das suas mudanças corporais e patologias pregressas. Demonstra que a fragilidade abrange os domínios físico, psicológico e social.

4- CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os objetivos que foi proposto para esse trabalho, foi alcançado possibilitando o compreendimento desse problema que vem afetando a população brasileira.

Para realizar esse trabalho não tivemos dificuldade, as questões foram esclarecidas, os objetivos foram alcançados, a pesquisa foi bem aprofundada, não teve nenhum empecilho que dificultasse esse trabalho.

Esse tema nos permitiu enquanto alunos ligar muitos conhecimentos adquiridos ao longo do desenvolvimento desse artigo. Também ficou claro que devemos estar atentos a todas as dificuldades dos idosos, por mais que eles sejam independentes eles sempre precisarão de alguém para acompanhá-los, pois eles estarão numa fase frágil por natureza e a saúde do idoso é prioridade especial.

5- REFERÊNCIAS

Barboza, Natália Mariano et al. Efetividade da fisioterapia associada à dança em idosos saudáveis: ensaio clínico aleatório. Disponível em: http://www.redalyc.org/pdf/4038/403838834010.pdf. Acesso em: 20/08/2018

BLANCO, Priscilla Hellen Martinez; CORTEZ, Lucia Elaine Ranieri; GIMENES, Régio Marcio Toesca. Análise Da Frequência De Queda De Idosos No Transporte Coletivo Do Município De Maringá E Curitiba. Disponível em: https://www.unicesumar.edu.br/presencial/wp-content/uploads/sites/2/2017/04/PRISCILLAHELLEN-MARTINEZ-BLANCO.pdf. Acesso em: 20/08/2018

PAULA, Karla Campos de; PAULA, Débora Campos de. Hidroginástica na terceira idade.Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517- 86921998000100007. Acesso em: 20/08/2018

PICCOLI, João carlos Jaccottet et al. Coordenação global, equilíbrio, índice de massa corporal e nível de atividade física: um estudo correlacional em idosos de Ivoti, RS, Brasil. Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=403838796004. Acesso em: 20/08/2018

NETO, Luiz Contarine. Educação Permanente Como Contribuição Para A Intervenção E Prevenção De Quedas Em Idosos. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/2565/1/Luiz%20Contarine%20Neto.pdf. Acesso em: 20/08/2018.

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