Dr. Cesar Madureira Bach

Quem é, o que fez e faz pela fisioterapia |

Professor de Educação Física, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1982;
Coordenador de Curso de Fisioterapia da FRASCE, Professor da Instituição há 16 anos;
Professor e Coordenador de Estágio Supervisionado da Universidade Castelo Branco – UCB, há 16 anos;
Fisioterapeuta da Secretaria Municipal de Saúde do Município do Rio de Janeiro, lotado no Hospital Municipal de Geriatria e Gerontologia Miguel Pedro, há 13 anos;
Ex-Presidente do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais no Estado do Rio de Janeiro – SINFITO-RJ;
Ex-Presidente da Associação dos Fisioterapeutas do Estado do Rio de Janeiro – AFERJ.

cemaba@ig.com.br


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
Me formei na Faculdade de Reabilitação da ASCE – FRASCE, no Rio de Janeiro em 1992.

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
A opção pela Fisioterapia. Em função da formação, tenho a oportunidade de amenizar o sofrimento do indivíduo, contribuir para melhora das suas incapacidades e ainda possibilitar de forma
direta e/ou indireta para a formação de futuros profissionais, tendo sempre como fundo a responsabilidade profissional e a valorização da profissão.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Acreditar que por estar lidando com meus pares, fosse o necessário e suficiente para conseguirmos valorizar e contribuir para promoção e valorização da profissão. Ainda, estimular a conscientização dos profissionais e acadêmicos, mostrando que a grande possibilidade de alcançarmos esta meta é através da politização. Infelizmente o SER HUMANO é profundamente vaidoso
e coloca os interesses individuais acima da categoria.

O que você mais gosta na profissão?
A possibilidade de lidar com pessoas, sejam elas pacientes ou alunos e acima de tudo, contribuir para mudar a realidade, fazendo com que novas perspectivas sejam alcançadas. Ver a melhora do paciente e/ ou sorriso de um formando, não tem preço.

O que você odeia na profissão?
Como disse anteriormente, os objetivos individuais acima do compromisso com a Fisioterapia.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
Tenho o privilégio de estar no meio de profissionais capacitados e preocupados, seja no banco acadêmico ou no Hospital. A CAPACITAÇÃO, com certeza é a melhor qualidade.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
Não detesto nada, a experiência profissional e de vida me ensinaram a respeitar os profissionais que me cercam, não tendo a pretensão de emitir um juízo de valor.

Qual sua maior virtude?
É complicado falar de virtudes próprias, mas acredito que a persistência e a dedicação sejam minhas maiores aliadas.

Qual seu pior defeito?
Entre vários e vários, a ansiedade e a dificuldade de escolha.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
A mentalidade dos dirigentes das nossas instituições, sejam elas de Classe ou mesmo de Ensino, sem generalizar é claro e de forma um pouco mais ampla a cabeça dos nossos governantes, colocando quase todos dentro do mesmo saco.

Qual maior mentira já contou?
Dizer que nunca menti.

Qual o fato mais inusitado em sua carreira?
Logo após meu discurso de formatura, na qual fui escolhido para ser Paraninfo, a luz acabou, foi uma pane geral e a formatura teve que ser suspensa.

Qual fato foi o mais cômico?
Era um dia letivo entre dois feriados. Fui chamado por um inspetor para ver o que estava acontecendo em outra sala de aula, ao chegar me deparei com um professor dando aula, só que não havia nenhum aluno em sala, ou seja, dando aula pra ninguém. Perguntei ao nobre professor: – Você está dando aula pra quem?
– Pra ninguém. Os alunos não vieram e não vão poder reclamar depois que eu não dei aula. Dei aula e vou lançar conteúdo. Quase inacreditável, mas verídico.
Não revelarei seu nome, apenas informo que é um dos maiores professores de Anatomia que conheço, dono de uma sabedoria e pureza fora do comum.

Qual seu maior arrependimento?
Não tenho, mesmo nas experiências mais desagradáveis, sempre tira-se algo de positivo. O arrependimento é maior quando não se tenta.

Qual objeto de desejo?
Possibilidades de aperfeiçoamento fora do país.

Qual dica daria aos colegas?
Tolerância, Capacitação e Estudo.

Qual seu maior sonho?
Ver a Fisioterapia no lugar que merece e com uma remuneração digna.

Qual seu maior pesadelo?
Fazer o aluno entender que lidamos com seres humanos e que não existe outra possibilidade a não ser estudar. Passar por passar, não é sinônimo de conhecimento e isso não basta para a vida profissional. Afirmo em sala que o Maracanã está cheio, este Maracanã é o Mercado de Trabalho e hoje só existe lugar para o excelente profissional. As mudanças do Ensino possibilitaram a chegada ao Terceiro Grau, de alunos muito jovens, como pedir a jovens de 17, 18 anos, responsabilidades? Eles se formam quando deveriam estar chegando ao Banco Acadêmico.

Que talento mais gostaria de ter?
A capacidade de tocar um instrumento de corda.

Se não fosse fisioterapeuta gostaria de ser o quê?
Não gostaria de ser mais nada.

E qual profissão jamais queria ter?
Todas, a não ser Fisioterapeuta e Professor.

Diga um desafio?
Acabar de escrever o livro: Fisioterapia e Fundamentos.

Um livro?
Livro Técnico – Biomecânica Básica – De Susan J. Hall Livro Geral – Há dois mil anos – De Francisco Cândido Xavier.

Qual pergunta esqueci de fazer ou você desejaria?
A quem gostaria de prestar uma Homenagem? Ao Dr. Luiz Claudio Ferreira Pinto, pela sua contribuição a Fisioterapia e por ter possibilitado os primeiros passos na Docência na Fisioterapia e por seu meu amigo.

Quer fazer alguma divulgação?
Cursos:
Miofasciaterapia – Tratamento da Dor Crônica Miofascial Massagem Terapêutica Drenagem Linfática Manual Acupuntura

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