Ceir especializa atendimento a crianças com Paralisia Cerebral

Terapeutas das Fisioterapias Infantis Solo e Aquática participam de treinamento de oito horas de capacitação na sede da instituição.

A paralisia cerebral é a maior causa de tratamento da reabilitação físico-motora infantil do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir). Diante disso, o Centro está especializando o atendimento a crianças com paralisia cerebral.

A paralisia cerebral é a maior causa de tratamento da reabilitação físico-motora infantil do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir). Diante disso, o Centro está especializando o atendimento a crianças com paralisia cerebral.
Terapeutas das Fisioterapias Infantis Solo e Aquática do Ceir estão participando de um treinamento de oito horas de capacitação na sede da instituição, nos dias 25 e 26 deste mês.

A supervisora do Setor de Fisioterapia Infantil do Centro e organizadora do treinamento, Ana Patrícia Petillo, ressalta a importância da iniciativa. “Estamos aplicando uma escala avaliativa só para pacientes com paralisia cerebral, chamada GMFM. A partir dela, nós teremos um diagnóstico específico para cada paciente”, declarou.

A escala aborda crianças de cinco meses até 16 anos de idade e possibilita uma avaliação mais precisa sobre o grau das dificuldades do paciente. Além disso, ela é computada em um sistema de documentação científica que cria gráficos para que a evolução do tratamento da criança possa ser comparada em um intervalo de tempo.

“Fora a avaliação GMFM, o treinamento está aplicando a Classificação Internacional de Funcionalidade (SIF). Ela permite uma codificação do diagnóstico do paciente. Ele pode chegar a qualquer lugar do mundo com essa codificação e seu diagnóstico será identificado”, explica Ana Patrícia.

De 2008 até agora, mais de 40 mil atendimentos foram realizados por terapeutas das Fisioterapias Infantis Solo e Aquática do Ceir a crianças com paralisia cerebral do Centro.

É constante o trabalho de capacitação desses profissionais. Neste ano, já foram realizados três treinamentos. O último, em julho, abordou a avaliação e estratégias de tratamento em pacientes infantis com paralisia cerebral.

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