BENÉFICIOS DA CINESIOTERAPIA RESPIRATÓRIA ATIVA EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Débora de Oliveira Vasconcelos Medeiros¹ Douglas Silva Ataide²

  1. Débora de O. V. Medeiros finalista do curso de Fisioterapia do centro universitário-FAMETRO
  2. Douglas Silva Ataíde e orientador do curso de Fisioterapia de centro universitário-FAMETRO

RESUMO

A DPOC caracteriza-se por persistente limitação do fluxo aéreo, progressiva, associada à uma resposta inflamatória crônica das vias aéreas, causada por partículas ou gases nocivos induzindo à destruição do tecido pulmonar, resultando em enfisema, culminando em fibrose das pequenas vias aéreas, alterações que levam ao aprisionamento de ar e progressiva limitação do fluxo aéreo. Diante do exposto, se fez necessário a realização dessa pesquisa com ênfase nos exercícios ativos respiratórios, a fim de orientar pacientes acometidos com DPOC mostrando-lhes os benefícios na evolução/reabilitação do tratamento. Metodologia: Trata-se de uma Revisão Bibliográfica, com método de tipo descritivo, com finalidade básica de caráter qualitativo e com objetivo explicativo, não experimental. Critérios de Inclusão: Artigos que aborde terapia com exercícios cinesioterapêuticos no DPOC com até 10 anos. Artigos com até 10 anos, que aborde o tema relacionado da área da saúde e que tenham sido aceitos em revistas, jornais, simpósios da área de saúde, mesmo que não tenha sido publicado oficialmente, Livros com edições de até 2009. Critérios de Exclusão: Artigos de data inferior a 2010, Livros com edições inferiores a 2009, principais resultados selecionados: aumento da capacidade funcional, aumento e expansibilidade torácica, aumento da mobilidade abdominal, aumento da força muscular inspiratória e capacidade ventilatória, aumento da capacidade de exercício com resistência, melhora na qualidade de vida, diminuição da dispneia, redução dos sintomas e risco de mortalidade. Concluindo que além da intervenção medicamentosa, os pacientes com DPOC necessitam de uma terapêutica com exercícios ativos respiratórios para intensificar sua recuperação, propiciando-lhe resultados evolutivos no tratamento.

Palavras-Chave: Cinesioterapia. Respiratória. Reabilitação. DPOC

ABSTRACT

COPD is characterized by persistent, progressive airflow limitation, associated with a chronic inflammatory airway response, caused by harmful particles or gases inducing the destruction of lung tissue, resulting in emphysema, culminating in changes in the small airways that lead to air trapping and progressive airflow limitation. Given the above, it was necessary to conduct this research with an emphasis on active respiratory exercises, in order to guide patients affected with COPD showing them the benefits in the evolution / rehabilitation of treatment. Methodology: This is a Bibliographic Review, with a descriptive method, with a basic qualitative purpose and with an explanatory, non-experimental objective. Inclusion Criteria: Articles that address therapy with kinesiotherapy exercises in COPD up to 10 years old. Articles up to 10 years old, addressing the related theme of the health area and that have been accepted in magazines, newspapers, health symposia, even if it has not been officially published, Books with editions until 2009. Exclusion Criteria: Articles of less date 2010, Books with editions less than 2009, main selected results: increased functional capacity, increased and expandable chest, increased abdominal mobility, increased inspiratory muscle strength and ventilatory capacity, increased exercise capacity with resistance, improvement in quality of life, decreased dyspnea, reduced symptoms and risk of mortality. Concluding that in addition to drug intervention, COPD patients need therapy with active respiratory exercises to intensify their recovery, providing them with evolutionary treatment results.

Keywords: kinesiotherapy. Respiratory. Rehabilitation. COPD

INTRODUÇÃO

A DPOC está relacionada principalmente ao tabagismo, sendo este o principal fator de risco para a doença. Caracterizada por persistente limitação do fluxo aéreo, geralmente progressiva, a DPOC está associada à resposta inflamatória crônica das vias aéreas, causada por partículas ou gases nocivos. Esta resposta inflamatória crônica pode induzir à destruição dos tecidos do parênquima pulmonar, resultando em enfisema, interrompendo o reparo normal e mecanismos de defesa, culminando em fibrose das pequenas vias aéreas – alterações estas que levam ao aprisionamento de ar e progressiva limitação do fluxo aéreo. (ZÜGEat al, 2018).

Para Gonsalves, 2012, o DPOC é a 4ª causa de mortes do mundo sabendo que há mais de 2,75 milhões de óbitos no ano a cada 10 segundos. E que no Brasil dos 70.000,00 de casos diagnosticados com DPOC têm 40000 de óbitos no ano. É previsto que a DPOC seja a terceira maior causa de morte no mundo em 2020 e, apesar do seu grande impacto social e econômico. Essa é uma doença que ainda apresenta altas taxas de subdiagnóstico.

A cinesioterapia respiratória e fundamentada na reeducação funcional respiratória com alongamento dos músculos respiratórios e/ou exercícios físicos envolvendo troco e MMSS, que viram não o tratamento muscular em si, mas a mobilidade da caixa torácica. (BASSO, 2013).

Uma reabilitação pulmonar ampla é uma estratégia adicional importante para melhorar as condições funcionais. De fato, ensaios randomizados e controlados demonstram que um programa de reabilitação pulmonar, incluindo orientação e um programa de exercícios progressivos, pode melhorar a capacidade de realizar exercícios físicos, muito embora a função pulmonar e a sobrevida não sejam melhoradas. Entretanto, as sessões de orientação, isoladamente, não são suficientes para melhorar as condições funcionais. (EGAN, 2009).

Diante do exposto, se faz necessário a realização dessa pesquisa com ênfase nos exercícios ativos respiratórios, a fim de orientar pacientes acometidos com DPOC mostrando-lhes os benefícios na evolução/reabilitação e diminuição dos sintomas.

METODOLOGIA

Para construção desta pesquisa, foi realizado um levantamento bibliográfico, acerca dos benefícios da cinesioterapia ativa em pacientes portadores de DPOC, baseados em literatura de estudos em forma de livros, revistas especializadas, pesquisas eletrônicas e pesquisas escritas, e também em eventos científicos como seminários e congressos. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura bibliográfica que utilizou-se como método o tipo hipotético dedutivo com objetivo descritivo de natureza quantitativa não experimental.

Para elaboração desta pesquisa obteve-se como construção dos seguintes critérios de inclusão: artigos publicados a partir de 2010 a 2019; publicados na língua portuguesa e inglesa; indexados em revistas especializadas; e como critérios de exclusão: artigos que não retratassem sobre os benefícios da cinesioterapia ativa em pacientes portadores de DPOC; artigos que não estivessem disponíveis integralmente, artigos estrangeiros que não fossem na língua inglesa. Assim a construção geral da pesquisa ocorreu de agosto a dezembro de 2019.

O presente estudo foi realizado por meio de uma revisão de literatura com busca de dados disponíveis nas bases dispostas na internet como: Scielo, Lilac’s,

Pubmed e ScienceDirect, revistas especializadas, livros publicados a partir de 2010. Os arquivos utilizados estavam em PDF ou no World e os artigos foram pesquisados, salvos e separados de acordo os descritores citados, para garantir assim que todos os artigos encontrados estivessem de acordo com o assunto da pesquisa.

Na busca foram encontrados 28 artigos científicos referente a anatomia e fisiologia, foram excluídos 14 devido estarem indisponíveis integralmente. Os descritores em Ciência e saúde (DeCS) utilizados foram: Cinesioterapia. Respiratória. Reabilitação. DPOC para efetivação da busca por artigos, dissertações e teses que enfatizem a temática estudada e publicadas a partir de 2010.

RESULTADOS

Após os levantamentos das informações citadas anteriormente, foram demonstrados através de tabela demostrando os principais resultados referentes aos benefícios da cinesioterapia ativa em pacientes portadores de DPOC.

Tabela 01, PRINCIPAIS DESFECHOS – BENÉFICIOS NA CINESIOTERAPIA RESPIRATÓRIA ATIVA EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC.

AUTORES/ANOMETODOLOGIADESFECHO
Rodrigues C.P. et al/2012Foi realizado um ensaio clínico randomizado (RCR) envolvendo 13 pacientes. Onde foi aplicado um programa elaborado em exercícios que objetivam o aumento da mobilidade da caixa torácica. Aumento da capacidade funcional.  Aumento na mobilidade do tórax e abdome.  Diminuição da dispneia.
Basso/2013Estudo prospectivo, longitudinal randomizado. Que avaliou os efeitos do treinamento muscular inspiratório (TMI) e da cinesioterapia respiratória associado ao treinamento físico (TF) quanto ao ganho de força e endurance dos músculos inspiratórios, mobilidade tóraco abdominal, capacidade de exercício e dispneia de esforço. Aumento da mobilidade abdominal.
 Diminuição da fadiga em MMII
 Diminuição da dispneia.
Araújo J. M et al/2012Relato de caso. Que teve como objetivo comparar dois protocolos distintos de reabilitação pulmonar e suas repercussões sobre a função pulmonar, muscular respiratória e periférica e capacidade funcional. Aumento da força muscular respiratória e capacidade ventilatória.  Aumento da capacidade funcional.
Liu et al/2019Ensaio clínico randomizado
Onde investigou se o exercício pulmonar prescrito melhora a capacidade de exercício
e qualidade de vida em pacientes com DPOC estáveis. Aplicados em 37 particioantes.
 Aumento da capacidade funcional de membros superiores e membros inferiores.
 Aumento na capacidade de exercícios de resistência.
 Melhora na qualidade de vida.
 Diminuição da dispneia.
Trevisan et al/ 2010Ensaio clínico randomizado Com o objetivo de verificar a eficácia de um treinamento da musculatura respiratória e de quadríceps no desempenho funcional de 09 individuo com idade entre 49 a 79 anos com DPOC, avaliadas as pressões respiratória máxima, força muscular de membros inferiores, capacidade funcional e qualidade e qualidade de vida. Aumento significativo na pressão inspiratória máxima.  Aumento no desempenho funcional no fortalecimento muscular respiratório e periférico.
Lottermann et al/2017Revisão Sistemática com objetivo de verificar os efeitos de diferentes programas de exercício físico sobre a saúde física, mental e qualidade de vida de indivíduos com DPOC em 72 artigos sendo 13 preencheram os critérios de inclusão no estudo. Redução dos sintomas
 Diminuição do risco de mortalidade.
 Melhora na qualidade de vida relacionada à saúde e na saúde mental.
 Aumento da capacidade funcional
 Aumento força muscular.
Araújo et al/2013Relato de caso retrospectivo Este estudo teve como objetivo investigar o efeito de um programa de reabilitação pulmonar (RP), em longo prazo, no estado funcional, na dispneia e no índice BODE em pacientes com DPOC. Maior capacidade funcional.  Diminuição na dispneia  Redução no risco de mortalidade.
Wehrmeister
et al/2011
Artigo de Revisão sistemática que analizou 40 artigos entre 2005 a 2009 com os desfechos de exercícios a, qualidade de vida, sintomas, exarcerbação, mortalidade e função pulmonar. Aumento da capacidade de exercício com e sem resistência.
 Melhora da qualidade de vida.
 Aumento da função pulmonar.
 Diminuição dos sintomas.
IKE et al/2010Ensaio clínico randomizado Foram Avaliados em 12 pacientes dividido em 2 grupos (grupo controle e grupo treinado) os efeito do exercício de membros superiores (MMSS) em pacientes com DPOC moderada e muito grave no ganho de força e na capacidade funcional. Aumento significativo da força muscular
COSTA/2017Estudo transversal observacional retrospectivo, onde foi aplicado questionário para avaliar a exacerbação da dispneia e fadiga ao esforço após exercício aplicados de 2 a 3 vezes na semana por cerca de 1 hora durante 3 meses, em 2 pacientes do sexo M idade 71+ ou – 3 anos. Melhora na qualidade de vida.
 Melhora nos aspectos físicos.

Dos 10 (dez) autores selecionados para a revisão bibliográfica é notório que 6 (seis) deles citam o aumento da capacidade funcional dos pacientes acometidos com o DPOC avaliados em seus estudos, trazendo-lhes benefícios psicomotor e uma boa perspectiva para uma futura interação social.

ORGANOGRAMA

DISCUSSÂO

Após a aplicação do programa de exercícios, verificou-se um aumento significativo na mobilidade da região inferior da caixa torácica (cirtometria da região xifoide: de 3 ± 2 cm para 7 ± 4 cm, p = 0,01) e na região abdominal (cirtometria umbilical: de 2 ±1 cm para 6 ± 4 cm, p = 0,01), observou-se uma melhora estatisticamente significativa da capacidade de exercício por meio do desempenho no tC6min, aumentando a distância percorrida quando comparada ao início do programa (de 391 ± 117 m para 442 ± 124 metros, p = 0,0403). (RODRIGUES C.P. et al/2012.)

Para Basso, 2013. Foi percebido um aumento satisfatório na mobilidade tóracoabdominal tanto nos valores axial e abdominal nos grupos treinamento físico associado ao treinamento musculo inspiratório (GTF+GMI) e no grupo treinamento físico associado a cinesioterapia respiratória, uma melhora na capacidade e exercício com aumento da distância no teste de corrida de 6 minutos, uma diminuição da dispneia no pós treinamento quanto ao teste de endurance inspiratório somente no grupo treinamento físico associado ao treinamento musculo inspiratório (GTF+GMI) e diminuição da fadiga dos membros inferiores nos grupos treinamento físico associado ao treinamento musculo inspiratório (GTF+GMI) e no grupo treinamento físico associado a cinesioterapia respiratória (GTF+cinesio).

No pós-treinamento a distância percorrida pela paciente 1 melhorou para 59% (258 metros) do predito. Levando em consideração que é necessária uma distância superior a 50 metros para o estabelecimento de melhora da capacidade funcional no TC6, pode-se dizer que neste estudo a paciente obteve sucesso pós-treinamento. Porem neste estudo também foi observado, após o tratamento, a forca muscular aumentou gerando diminuição da dispneia. (ARAÚJO J. M et al/2012).

Como cita Liu et al,2019, os exercícios tradicionais chineses (TCE) mostram efeitos positivos em indivíduos acometidos com DPOC, a referida técnica incluindo tai chi, liu zi jue, wu qin xi, ba duan jin e yi jin jing, pertencem à categoria de auto exercício, que se concentra no ajuste da respiração acompanhado de movimento coordenado. Esses exercícios também contam com mecanismos psicológicos-fisiológicos-morfológicos para atingir a aptidão relacionada à saúde associado ao exercício pulmonar prescrito que pode ser realizado em clínicas, residências e na comunidade para melhorar a capacidade de exercício e a qualidade de vida em pacientes estáveis com DPOC.

No estudo de Trevisan et al/ 2010 os testes de caminhada a média da distância percorrida dos indivíduos selecionados causaram efeitos significativos aumentando a distância pós o treinamento; aumentando a força muscular do quadríceps. A qualidade de vida apresentou melhora, principalmente nos domínios dor, vitalidade e limitação por aspectos emocionais. Causando-lhes melhora na realização das atividades de vida diária, aumento da resistência durante caminhadas, diminuição da sensação de cansaço e aumento da força dos membros inferiores. Enfatizando uma melhora na significativa na pressão inspiratória máxima, não deixando de citar os benefícios ao desempenho funcional de indivíduos com DPOC.

Os efeitos incluem redução dos sintomas respiratórios e do risco de mortalidade, melhora significativa na qualidade de vida relacionada à saúde e da saúde mental, e aumento da capacidade funcional e da força muscular. Este estudo corrobora com a importância de incorporar ao tratamento convencional do DPOC um programa regular de exercícios físicos, tendo por base o desenvolvimento dos componentes da aptidão física relacionada à saúde: capacidade aeróbia, força e resistência muscular, flexibilidade e composição corporal. (L0TTERMANN et al/2017).

Segundo Araújo et al,2013. Após a implantação do treinamento verificou-se que em cinco pacientes aumentaram a distância percorrida no TC6 min em no mínimo 25 m, obtendo, portanto, uma melhora clinicamente importante resultando na redução do risco de mortalidade devido ao aumento na capacidade funcional no referido teste (TC6min) em um paciente e, nos outros três, à redução da dispneia.

São notórios os efeitos benéficos desse tipo de intervenção sobre a capacidade de exercício, qualidade de vida e sintomas quando comparados ao tratamento farmacológico padrão ou com paramentos pré-reabilitação. Além disso, a reabilitação pulmonar parece exerce alguns efeitos sobre a função pulmonar, exacerbações e mortalidade.

(WEHRMEISTER et al/2011).

Segundo Ike et al/ 2010. Os efeitos do exercício resistido de MMSS no ganho de força e na capacidade funcional de pacientes com DPOC moderada a muito grave mostram resultados positivos. Visto que, o treinamento de força de MMSS mostrou-se de grande importância na reabilitação do paciente com DPOC moderada a muito grave, sendo bem tolerado e resultando em aumento da força muscular.

Foram incluídos 2 indivíduos do sexo masculino com a idade média de 71 ± 3 anos, o paciente 1 teve exacerbação com 2 visitas médicas e uso de antibiótico terapia faltando 3 sessões já o paciente 2 não teve nenhuma exacerbação durante o período do tratamento. (COSTA /2017).

CONCLUSÃO

Diante da pesquisa realizada, com variedade de paramentos eresultados obtidos, o objetivo foi alcançado com positividade em todos os aspectos, notando-se que além de uma terapêutica medicamentosa para tratamento de pacientes com DPOC se faz necessário a implantação da terapêutica com exercícios ativos respiratórios para intensificar a recuperação do paciente, propiciando-lhe aumento no desempenho funcional, aumento de força muscular tanto em membros inferiores quanto em membros superiores, melhora no fluxo respiratório, diminuição de sintomas entre muitos outros aspectos.

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