AVALIAÇÃO POSTURAL EM ATLETAS DA MODALIDADE STREET SKATE POSTURAL EVALUATION IN ATHLETE OF THE MODALITY STREET SKATE

DANIEL DOS SANTOS SILVA

Acadêmico do Curso de Fisioterapia na Universidade Bandeirante de São Paulo

FABIOLA GAIO CARUSO

Profª. M. Fisioterapia Desportiva/ Universidade Bandeirante de São Paulo

RESUMO

A modalidade street skate vem crescendo a cada dia, contando com inúmeros atletas, sendo que podemos observar a pratica desse esporte radical nas ruas, praças, condomínios e pistas. Com o objetivo de Identificar o perfil postural dos atletas desta modalidade e suas possíveis alterações músculo-esqueléticas, foi realizada uma avaliação postural e fotometria, em 08 participantes do sexo masculino, com idade entre 18 a 25 anos, com pelos menos um ano de pratica. Os resultados revelam que os atletas possuem, alongamento posterior e comprimento normal dos membros inferiores e suas principais alterações foram: rotação externa excessiva de tornozelo direto, semiflexão de joelhos e inclinação lateral da cabeça à direita.

PALAVRAS-CHAVE: Skate, Avaliação postural, Modalidade street.

ABSTRACT

The modality street skate comes growing to each day, counting on innumerable athletes, being that we can observe practises it of this radical sport in the streets, squares, condominiums and tracks. With the objective to identify to the postural profile of the athletes of this modality and its possible alterations muscle-esqueléticas, a postural evaluation was carried through and fotometria, in 08 participants of the masculine sex, with age enters the 18 25 years, with for the little one year of practises. The results disclose that the athletes possess, posterior allonge and normal length of the inferior members and its main alterations had been: extreme external rotation of direct ankle, semiflexão of knees and lateral inclination of the head to the right.

Key-words: Skateboard, Postural evaluation, Modality street.

INTRODUÇÃO

As principais mudanças corporais se deram desde que o homem começou a caminhar sobre dois pés. A postura ereta foi adota quando os membros superiores deixaram de ser usados para locomoção e passaram a servir para buscar alimentos nos galhos mais altos das àrvores.
Diversos fatores influenciam na postura corporal, tais como estilo de vida individual e ao desenvolvimento do ser humano. A Academia Americana de Ortopedia define a postura corporal como o “estado de equilíbrio entre músculos e ossos com capacidade de proteger as demais estruturas do corpo humano dos traumatismos, seja na posição em pé, sentado ou deitado”.
Assim, à falta de movimentação ou exercício inadequado incide de forma negativa no arranjo do aparelho locomotor, influenciando no aparecimento de fadiga muscular e na adoção de atitudes posturais incorretas, já que a base do desempenho físico adequado é a postura corporal.
O skate reproduz gesto esportivo, assim, a repetição de determinadas atividades com posições e movimentos habituais, o período e a sobrecarga de treinamento provocam processos de adaptação que resultam em efeitos para a postura, com alto potencial de desequilíbrio muscular.
Deste modo, identificar o perfil postural dos atletas modalidade street skate pode auxiliar na prevenção de lesões.

OBJETIVO

Identificar o perfil postural em skatistas na modalidade street e suas possíveis alterações músculo-esqueléticas.

MATERIAIS E MÉTODOS

Foram avaliados 08 atletas do sexo masculino com idade entre 18 e 25 anos, todos participantes da modalidade street skate. Este estudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ciências da Saúde da Universidade Bandeirante de São Paulo. Todos os atletas foram comunicados da existência de um trabalho científico e após leitura do termo de pré-informação, foi assinado o termo de consentimento formal e autorização do uso de imagem, além do termo compromisso do autor.

Critérios de Inclusão

Todos da amostra são atletas do Céu do campo limpo, (zona sul) representando níveis iguais de técnica do ollie, sendo o principal gesto esportivo, com no mínimo um ano de prática, três vezes na semana de uma a duas horas.

Critérios de Exclusão

Todo o atleta que não pratica a modalidade street skate, problemas cardiovasculares, doenças neurológicas, patologias pré-existentes, qualquer tipo de algia ou que esteja em tratamento médico.

Técnica de Obtenção de Dados

A amostra passou por uma avaliação postural estática, registrada por meio fotográfico. O protocolo para coleta de dados foi elaborado com base nas propostas de Kendal; McCreary e Provance, 1995 para avaliação postural e fotometria.
Foram mensuradas as medidas antropométricas de peso e estatura, em toda a amostra, realizada pelo mesmo avaliador na clínica de fisioterapia da Universidade Bandeirante de São Paulo no campus Campo Limpo.

Análise Estática

A avaliação refere à posição estática do individuo, e para tal é necessária o uso de um cimetrógrafo, plano de fundo dividido em quadrados com 7,5cm de lado Adams et al, 1996 fixado a parede e padronizado a demarcação da linha media do mesmo no solo, para analises em três planos, anterior, lateral e posterior. A amostra foi orientada a se posicionar em frente ao cimetrógrafo, com os pés entre a linha de demarcação no solo, projeção da linha mediana do cimetrógrafo, em postura relaxada, tanto na vista anterior quanto posterior. Na vista lateral, foi orientado posicionar os pés sobre a linha demarcada no solo coincidindo a mesma com o maléolo lateral do tornozelo.
Para tal analise foi adotada uma ficha de avaliação postural (ANEXO A), onde se preconiza na vista anterior a postura da cabeça, ombros, clávicula, tórax, espinha ilíaca antero-superior, pelve e joelho. Na vista posterior a postura da cabeça, escápulas, pelve, espinha ilíaca póstero-superior, joelhos, tendão calcâneo e tornozelos. E na vista lateral a posição da cabeça, ombros, curvaturas fisiológicas, pelve, joelhos, tornozelos e pés.
Para avaliar flexibilidade, foi utilizada uma maca, fita métrica e um goniômetro para medida de comprimento muscular, contendo os seguintes testes:

• Comprimento real dos membros inferiores (KENDAL; McCREARY; PROVANCE, 1995).
• Comprimento dos músculos posteriores da coxa (KENDAL; McCREARY; PROVANCE, 1995).

Análise fotográfica

A análise fotográfica chamada de fotometria é uma metodologia de interpretação de valores obtidos por meio de uma fotografia, sendo um instrumento de caráter quantitativo que permite uma avaliação confiável dos desajustes e desalinhamentos apresentados pelo indivíduo em postura estática, visualizada no (ANEXO A).
Utilizou-se uma câmera digital Cânon PowerShot A430 PC 1186, com registros padronizados à três metros de distancia do cimetrógrafo, um metro de altura do centro da lente da câmera fotográfica ao solo, estando o tripé padronizado com altura de 97 centímetros, como recurso computacional o software CorelDraw x3 para a tomada das medidas em centímetros (cm) e inclinações em graus (°).
As medidas analisadas por meio da fotometria foram baseadas na ficha de avaliação visual analisando respectivamente:
a. Ângulo de rotação dos pés;
b. Ângulo de flexão ou extensão do joelho, tornozelo varo ou valgo;
c. Diferença de altura crista-íliacaI;
d. Ângulo de Alinhamento da cabeça;
e. Diferença entre altura da tuberosidade tibial;
f. Diferença entre as alturas dos ombros;
g. Lordose cervical;
h. Lordose lombar;

Análise Estática

Os procedimentos estatísticos utilizados para descrever as variáveis de interesse foram: medidas descritivas de posição, média, desvio padrão e coeficiente de variação (CRESPO, 2002).

Equipamentos Utilizados

1. Cimetrógrafo Carci
2. Câmera digital Cânon A430 Powershot Made in China
3. Software: Corel Draw x3
4. Tripé DIGIPOD TR320
5. Balança Ergometrica (Michelleti) Modelo: MIC 1/ca. Classe: III Ano: 2007
6. Fita Métrica
7. Maca
8. Marcadores múltiplos Cont: 144 Etiquetas de uso manual, 16,5mm, vermelha Marca: Bic 22/04/2008.

RESULTADOS

Os resultados da avaliação postural estão no gráfico abaixo. Demonstra avaliação das medidas de interesse dos atletas avaliados. A altura dos ombros, foi evidenciada diferença em 6 atletas e os 2 restantes não tiveram alteração representado na avaliação das medidas de interesse dos atletas avaliados. (ANEXO A). Observa-se o valor mínimo de elevação de 0,33 cm e o máximo de 0,77 cm, tendo uma média de 0,66 cm, com desvio de 0,75 cm, identificada principalmente no ombro esquerdo, sem valor significativo no direito.
A crista-íliaca, evidenciou alteração somente em 4 atletas, o valor mínimo é de 0,64 cm e o máximo de 1,15 cm, com média de 0,41 cm, com desvio padrão de 0,09 cm em relação aos valores de normalidade entre 4 e 6 cm, nota-se uma amostra homogênia.
Na tuberosidade tibial observamos diferença em 6 atletas, com valor mínimo 0,08 cm e o máximo 0,83 cm, com média de 0,57 cm, apresentando um desvio padrão de 0,06 cm, onde tais valores não apresentaram diferenças significativas.
No ângulo do joelho esquerdo observamos o valor mínino em varo 1° e máximo de 8°, no mesmo verificamos também o valgo com valor mínimo de 3° e o máximo 10°, a média tanto em varo como valgo foi de 1,62°, com desvio padrão de 19,64° somente 01 atleta obteve o valor de 0°, no joelho esquerdo, enquanto no joelho direito evidenciamos o valor máximo 11° em valgo a média e desvio padrão tiveram o mesmo valor.
Os ângulos do joelho, também foram avaliados é apresentaram positivos para flexão e negativos para hiperextensão valores mínimos de flexão 2° e o máximo de 12°, com média de 1,87° sendo desvio padrão de 22,10°, a hiperextensão obteve valor mínimo 1° e o máximo 6°, tendo como média 3°, e desvio padrão de 1,58°. Ao considerar normal zero grau de alinhamento, nota-se o padrão de flexão de joelho.
A flecha cervical revelou o valor mínimo de 6,51 cm e o máximo 10,33 cm com média de 8,25 cm de distância, com desvio padrão de 1,66 cm.
A flecha lombar teve seu valor mínimo de 4,98 cm e o máximo de 6,51 cm, sendo média de 5,99 cm com desvio padrão de 0,18 cm, estando assim dentro dos padrões normais.
Ao observarmos o ângulo da cabeça, obtivemos o valor mínimo de 2° e o máximo 7°, com média de 4,37° de desalinhamento, com desvio padrão de 1,92° encontrado na maioria da amostra do lado direito.
O pé direto apresentou rotação e o seguinte valor mínimo de 13° e o máximo 63°, sendo que o padrão de normalidade abdução de 8° a 10°, nota-se valores superiores já valor mínimo.


DISCUSSÃO

A prática do skateboard em português, skate vem se solidificando (HONORATO, 2004; BASTOS & RECKZIELGEL, 2005; BITENCOURT & AMORIN, 2005), e ao analisar o comportamento postural desses atletas e uma tarefa difícil pela escassez de literatura direcionada as alterações posturais deste esporte, dito também pelos autores (LAURO et al, 1999; BATOS & RECKZIEGEL, 2005; BASTOS, ANJOS & VASCONCELOS 2005; CARBINATTO & FREITAS, 2005; AMÉSTICA et al, 2008), que existe a necessidade de que sejam realizados estudos que contribuam para o desenvolvimento deste esporte e de seus praticantes.
Por meio da coleta de dados consegue-se evidenciar um perfil postural e alterações musculoesqueléticas onde para flexores de joelhos obteve-se uma média de 1,87° e para a inclinação da cabeça um valor de 4,37°. Há média para a rotação externa do pé direito é de 38,8° e do pé esquerdo é de 42,3°, importante dado foi o do desvio padrão com 241,3°.
Situação está sugestiva de rotação externa de tornozelo, pois o pé é solicitado excessivamente pelo gesto esportivo no momento do ollie, desta forma qualquer ocupação ou especialidade pode levar a adaptações posturais, embora não sejam patológicas assemelhando-se aos autores (RASCH & BURKE, 1987), já os autores (FERRONATO, A. LANDOTTI, CT. SILVEIRA, R.P, 1998 apud CAILLIET, 1979) dizem que a repetição de uma ação errada, pode resultar em uma função cinética viciada, e estes padrões repetidamente defeituosos podem tornar-se patológicos.
Para Kendal; McCreary; Provance, 1995 como não ocorre rotação da tíbia em extensão de joelho, a abdução excessiva do ante-pé relacionada diretamente a articulação do tornozelo valgo e pode favorecer a postura estática de semiflexão de joelho. Tal situação ainda descrita pelo autor que em pé com flexão de joelho e acentuada abdução dos pés.
Em seu estudo Silva, 2006 verificou que os valores dos extensores do joelho e extensores do quadril da perna não dominante apresentaram baixa correlação com a altura do Ollie, baseado nisso acredita-se que tal fato tenha levado os atletas à postura flexoras de joelho, concordando com o autor Kendall et al., 1995 diz que a posição flexionada dos joelhos exige esforço muscular constante de quadríceps, podendo resultar de retração dos flexores de quadril.
As principais alterações encontradas no presente estudo foram nos membros inferiores e a possível justificativa para tal comportamento deve-se a maior exigência da musculatura de membros inferiores exigindo estabilidade para movimentos rotacionais nos joelhos e tornozelos, esses dados vão de encontro ao estudo de Frederick et al., 2003 no momento do ollie que é dada pela flexão: de tornozelo, joelho, quadril e tronco, levanta-se de repente e de forma geral para frente enquanto está usando a perna dianteira para controlar e conduzir a trajetória e orientação do skate.
As alterações posturais, desses atletas, podem ser compensações em resposta ao centro de gravidade relacionada ao gesto esportivo na tentativa de restabelecer o equilíbrio do corpo, após a manobra do ollie.

CONCLUSÃO

A partir dos resultados encontrados nos atletas da modalidade street skate, podemos descrever como alterações: rotação externa excessiva de tornozelo direto, semiflexão de joelhos e inclinação lateral da cabeça à direita.
Esses dados representam que as alterações posturais são decorrentes ao gesto esportivo, podendo ser um fator de predisposição relacionado ao perfil do atleta. Neste contexto a especificidade da prática do skate evidencia a necessidade da realização estudos fisioterapêuticos de intervenção e principalmente prevenção podendo reduzir o afastamento precoce dos atletas desta modalidade devido a alterações posturais.

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ANEXO A – Avaliação das Medidas de Interesse dos Atletas Avaliados


NOME:__________________________
DATA___/___/____
E-MAIL¬¬¬¬________________________
CONTATO_________________
Vista Anterior:

1) Hálux:

( ) Alinhado;
( ) Valgo D / E;

2) Antepé:

( ) Alinhado;
( ) Abduzido D / E,
( ) Aduzido D / E.

3) Arco longitudinal medial:

( ) Plano D / E;
( ) Cavo D / E;

4. Apoio do antepé:

( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral;
( ) Maior apoio em bordo medial D / E;
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E.

5) Articulações dos joelhos:

( ) Alinhada;
( ) Valgo D / E – Distância entre maléolos internos:……………cm;
( ) Varo D / E – Distância entre côndilos internos:……………..cm;

6) Patelas:

( ) Alinhadas;
( ) Patela mais alta D / E;
( ) Patela rodada lateralmente rotação lateral do fêmur);
( ) Patela rodada medialmente rotação medial do fêmur).

7) Espinhas ilíacas ântero-superiores (EIAS):

( ) Alinhadas;
( ) Desalinhadas mais alta D / E;

8) Alturas das cristas ilíacas:

( ) Alinhadas;
( ) Desalinhadas mais alta D / E;

9) Alinhamento do Tronco:

( ) Alinhado;
( ) Rotação de cintura escapular D / E;
( ) Rotação de cintura pélvica D / E;
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E.
( ) Inclinação lateral D / E.

10) Tórax:

( ) Simétrico;
( ) Assimétrico.

11) Articulações dos ombros:

( ) Alinhados;
( ) Ombro mais alto D / E ;
( ) Rotação medial D / E;
( ) Rotação lateral D / E.

12) Clavículas:

( ) Simétricas;
( ) Clavícula mais horizontalizada D/E;
( ) Clavícula mais verticalizada D/E.

13) Cabeça:

( ) Alinhada;
( ) Inclinação lateral D / E;
( ) Rotação D / E.

Vista lateral

1) Articulações dos tornozelos: Ângulo tíbio-társico

( ) Preservado;
( ) Aumentado D / E;
( ) Diminuído D / E.

2) Articulações dos joelhos:

( ) Alinhados;
( ) Fletidos D / E;
( ) Hiperestendidos D / E.

3) Articulações dos quadris:

( ) Alinhada;
( ) Fletida D / E;
( ) Estendida D / E.

4) Pelve:

( ) Alinhada;
( ) Com anteversão;
( ) Com antepulsão;
( ) Com retroversão;
( ) Com retropulsão.

5) Alinhamento do Tronco:

( ) Alinhado;
( ) Rotação de cintura escapular D / E ;
( ) Rotação de cintura pélvica D / E;
( ) Rotação de cintura escapular e pélvica D / E.

6) Coluna Lombar:

( ) Curvatura normal;
( ) Aumento da lordose;
( ) Retificação da lordose;
( ) Aumento da lordose toráco-lombar.

7) Coluna Torácica:

( ) Curvatura normal;
( ) Aumento da cifose;
( ) Retificação da cifose.

8) Articulação do cotovelo:

( ) Alinhada;
( ) Aumento da flexão D / E Ângulo de carregamento:
( ) Com hiperextensão D / E.

9) Articulações dos ombros:

( ) Alinhados;
( ) Com protração D / E;
( ) Com retração D /E;
( ) Com rotação medial D / E;
( ) Com rotação lateral D / E.

10) Coluna Cervical:

( ) Curvatura normal;
( ) Aumento da lordose;
( ) Retificação da lordose.

11) Cabeça:

( ) Alinhada;
( ) Com protração;
( ) Com retração

Vista Posterior

1) Articulações dos tornozelos:

( ) Alinhadas;
( ) Com varo D / E;
( ) Com valgo D / E.

2) Retropé: (Tendão de Aquiles)

( ) Alinhado;
( ) Desalinhado.

3) Apoio do retropé:

( ) Apoio homogêneo no bordo medial e lateral;
( ) Maior apoio em bordo medial D / E;
( ) Maior apoio em bordo lateral D / E.

4) Articulações dos joelhos:

( ) Alinhadas;
( ) Com valgo D / E;
( ) Com varo D / E.

5) Espinhas ilíacas póstero-superiores (EIPS):

( ) Alinhadas;
( ) Desalinhadas mais alta D / E;

6) Altura das cristas ilíacas:

( ) Alinhadas;
( ) Desalinhadas mais alta D / E.

7) Coluna Lombar:

( ) Alinhada;
( ) Convexidade D / E.

8) Coluna Torácica:

( ) Alinhada;
( ) Convexidade D / E.

9) Ângulos inferiores da escápula:

( ) Alinhados;
( ) Desalinhados mais alto D / E.

10) Posição das escápulas:

( ) Alinhadas;
( ) Alada (s) D / E;
( ) Abduzida D / E;
( ) Aduzida D / E.

11) Triângulo de Tales:

( ) Simétrico;
( ) Maior D / E;

12) Articulações dos ombros:

( ) Alinhados;
( ) Ombro mais alto D / E ;

13) Coluna Cervical:

( ) Alinhada;
( ) Convexidade D / E.

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