AVALIAÇÃO E COMPARAÇÃO DA ELASTICIDADE DO TRONCO COM APLICAÇÃO DO TESTE DE SCHOBER EM INDIVÍDUOS DESEMPREGADOS SEDENTÁRIOS E TRABALHADORES SEDENTÁRIOS E ATIVOS

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 87, Julho/Agosto de 2012. https://www.novafisio.com.br

Avaliação e comparação da elasticidade do tronco com aplicação do teste de schober em indivíduos desempregados sedentários e trabalhadores sedentários e ativos

EVALUATION AND COMPARISON OF THE ELASTICITY OF THE TRUNK WITH THE APPLICATION OF SCHOBER’S TEST IN SEDENTARY AND UNEMPLOYED WORKERS ACTIVE AND SEDENTARY

Monique Fátima de Carvalho Lima*

*Graduada em Fisioterapia pela Faculdade de Reabilitação a ASCE – FRASCE; Pós granduanda em Acupuntura pela Universidade Gama Filho – UGF: monique.limafisio@hotmail.com

Revisado por: Rodrigo Silva Perfeito (rodrigosper@yahoo.com.br)

Nova Fisio, Revista Digital. Rio de Janeiro, Brasil, Ano 15, nº 87, Julho/Agosto de 2012. https://www.novafisio.com.br

Resumo

O presente estudo teve como objetivo a identificação da elasticidade de tronco através do teste de Schober em duas amostras de conveniência. O estudo fez a comparação entre a amostra de sedentários e a de trabalhadores que realizam transporte manual de carga até 23kg divididos em sedentários e aqueles que praticavam alguma atividade física. O n contou com 41 participantes, sendo 51,22% sedentários, 48,78% trabalhadores com carga manual. 70% eram trabalhadores sedentários e 30% trabalhadores que praticam algum tipo de atividade física. Predominância de 63,42% do sexo feminino sobre 36,58% do masculino, com idades cronológicas compreendidas entre 20 e 40 anos. Os dados foram coletados em clínicas de fisioterapia da baixada e zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Em considerações finais, foi verificado que os indivíduos que não realizavam qualquer atividade, ou seja, destreinados, obtiveram menores índices de flexibilidade, assim como o sexo feminino apresentou maior mobilidade articular de coluna lombar em comparação ao masculino, confirmando os dados já existentes em literatura específica.

Palavras chave: Elasticidade, Lombar, Schober e Fisioterapia.

Abstract

This study aimed to identify the elasticity of the trunk by Schober’s test in two samples of convenience. The study made a comparison between the sample and sedentary workers who perform manual transport of loads up to 23kg divided into sedentary and those who performed some physical activity. The paragraph had 41 participants, 51.22% sedentary, 48.78% workers with manual loading. 70% were sedentary workers and 30% workers who practice some form of physical activity. 63.42% of the predominance of females over males 36.58%, with chronological ages between 20 and 40 years. Data were collected in physiotherapy and the lowlands north of the city of Rio de Janeiro. In closing remarks, it was found that individuals who did not engage in any activity, or untrained, had lower levels of flexibility, as well as women showed greater joint mobility of the lumbar spine compared to males, confirming the data already available in literature specific.

Keywords: Elasticity, Lumbar Schober and Physiotherapy.

Introdução

Antes de discutir espistemiologicamente os conceitos e achados do teste de Schober e da mobilidade da coluna lombar, é importante refletir os conceitos de elasticidade e similares.
Existem diversificadas conceituações na literatura sobre elasticidade ou flexibilidade. Assim, pode ser percebida como uma variável muscular treinada voluntariamente por meio de movimentos de amplitude articular fisiológica máxima, por um conjunto ou por uma articulação, sem ultrapassar os limites naturais do corpo, evitando riscos de lesão (DANTAS, 2005).
É importante, no que tange a conceituação e entendimento dos termos relacionados à temática, que exista a facilitação da compreensão por parte do leitor ou estudioso, tendo em vista os diferentes problemas decorrentes de uma pluralidade de interpretações, como erros de tradução ou mesmo o uso de termos semelhantes na descrição de um assunto mais abrangente. Por isso, é respeitável diferenciar flexibilidade ou elasticidade dos demais termos que por ventura possam vir de ou ao seu encontro, sendo eles o alongamento, a mobilidade e a amplitude de movimento (ACHOUR JUNIOR, 2007).
O alongamento é uma estratégia para aprimorar a flexibilidade. O músculo esquelético apresenta características de sólido quanto à elasticidade por restabelecer seu tamanho original uma vez finalizada a tensão, apresenta características de líquido quanto à viscosidade, por sua resposta à tensão ser dependente de intensidade e tempo (WEPPLER e MAGNUSSON, 2010). A mobilidade é a capacidade de movimentar articulações. Refere-se à movimentação de articulações em geral ou mesmo mover-se (ACHOUR JUNIOR, 2007). Já a amplitude de movimento é definida como a quantidade de mobilidade de uma determinada articulação. Logo, a amplitude de movimento é limitada pela flexibilidade (HOUGLUM, 2001 apud ACHOUR JUNIOR, 2007).
Após dado esclarecimento, faz-se importante que entendamos sobre o teste de Schober. Foi descrito pela primeira vez em 1937 pelo Dr. Paul Schober, um médico alemão, nascido em 11 de março de 1865 e falecido em 22 de agosto de 1943. A medição é realizada com o indivíduo na posição ereta, marca-se a apófise espinhosa da quinta vértebra lombar e traça-se outra marca horizontal 10 cm acima. Solicita-se ao paciente que faça a flexão máxima da coluna sem que ocorra a flexão dos joelhos. Normalmente, as duas marcas distanciam-se vários centímetros, e uma separação inferior a 5 cm indica limitação de flexão, diminuição na amplitude do movimento e indicativo de rigidez lombar, característica bastante observada na patologia Espondilite Anquilosante (TORRES e CICONELLI, 2006). Não existe, nos adultos, consenso sobre os valores normais do teste, tendo em vista as diferenças antropométricas entre as populações. Dessa forma, traz limitações que produzem um resultado não tão fidedigno, já que a baixa mobilidade da coluna lombar pode ser causada por diversos fatores biomecânicos e fisiológicos, e não somente pelo encurtamento muscular (McARDLE et al., 2008).
No teste de Schober, o segmento normal aumenta de 4 a 5 cm. Sendo que a distancia de origem da coluna lombar de L5 até o ponto são de 10 cm. O procedimento é somente empregado na coluna lombar (SCHOBER, 1937). É realizado para diagnóstico e acompanhamento periódico de pacientes acometidos por doenças que reduzem os movimentos da coluna, como as espondilartopatias. Objetiva avaliar ou analisar a mobilidade da coluna lombar (MOLL e WRIGHT, 1971).
Assim, o presente trabalho tem como objetivo verificar se existe diferença significativa de flexibilidade em sujeitos desempregados sedentários e trabalhadores sedentários e ativos. Além de utilizar parâmetro de normalidade de valores angulares da população que reside na baixada e zona norte do Rio de Janeiro, resultando em dados estatísticos para futuras pesquisas sobre o tema na região.
Justifica-se pela pessoal curiosidade em averiguar se existe diferença significativa de elasticidade na coluna lombar em diferentes sexos e suas diversificadas atividades de vida diária. Além disso, houve baixo custo para realizar o procedimento no n desejado, que foi de 41 pessoas. Torna-se relevante, pois será mais um artigo que pode auxiliar em pesquisas sobre o tema, além de sugerir conhecimentos que podem auxiliar no tratamento ou identificação de descorfomidades que acometem principalmente indivíduos na terceira idade, o que refletirá em benefícios na sociedade.

Revisão de literatura

A coluna vertebral em seus aspectos anatomofisiológicos

A coluna vertebral é constituída por 24 vértebras móveis, 5 vértebras abaixo da lombar e 4 vértebras inferiores que se fundem para formar o cóccix. Divide-se em quatro curvaturas sagitais: cervical, torácica, lombar e sacral, chamadas de lordoses e cifoses (DÂNGELO e FATTINI, 2004). Pode ser percebida com um eixo ósseo do corpo, servindo como haste flexível, capaz de sustentar, amortecer e transmitir o peso corporal. É formada por elementos individuais unidos entre si por articulações, conectados por fortes ligamentos e suportados dinamicamente por forte massa musculotendinosa (SOUCHARD, 1989). Sua flexibilidade decorre por meio da mobilidade das vértebras e sua estabilidade depende principalmente dos ligamentos e músculos. Estes últimos possuem a capacidade de retornar a forma original, de se distender e aumentar seu comprimento, contrair e encurtar, facilitando sua mobilidade (MALAGHINI, 1999).
Apesar de possuir um morfismo padrão, existem variações e anomalias no corpo vertebral. Por exemplo, a coluna vertebral com maior número de vértebras, que ocorre com maior frequência em indivíduos do sexo masculino; já a com número reduzido, no sexo feminino. As variações congênitas podem ser de número, forma e posição, geralmente encontradas na 5° vértebra lombar, por estar parcial ou totalmente incorporada ao sacro, chamada de sacralização de L5. Quando o primeiro segmento sacral está parcial ou totalmente separado do sacro, é chamado de lombarização por aumento de tamanho dos processos transversos de L4 ou L5. Estes são alguns exemplos de colunas vertebrais diferenciadas entre sujeitos (NATOUR, 2004).
Apenas como complemento, já que o foco do trabalho é a mobilidade da região lombar, o segmento cervical da coluna vertebral tem como função o suporte da cabeça, a torácica empenha o papel de suportar a cavidade torácica, além da lombar, em suportar a cavidade abdominal. Entre a região torácica do tronco e a pelve, a coluna coccigea suporta o assoalho pélvico (DÂNGELO e FATTINI, 2004).

Músculos e biomecânica da coluna vertebral

A localização topográfica é uma maneira prática de descrever os músculos da coluna vertebral, pois define sua posição com relação a um plano que passa pelo processo transverso das vértebras. Aqueles que estão situados anteriormente compõem a musculatura anterior da coluna vertebral. Os posteriormente localizados, conchegam a musculatura posterior. Como curiosidade, a coluna vertebral é dotada de músculos posteriores em toda a sua extensão, no entanto, só existem músculos anteriores nas regiões cervical e lombar (NATOUR, 2004).
Uma das funções da coluna vertebral é manter o corpo rígido na longitudinal, permitindo que tenha movimento entre as duas divisões descritas acima. Além do papel de manter uma estrutura firme para sustentação das estruturas anatômicas, exemplificando a musculatura abdominal e costelas, permite a manutenção de cavidades corporais com tamanho e forma constante (QUINTANILHA, 2002). Embora muitos textos assinalem que a proteção da medula espinal é uma função primária da coluna vertebral, tal assertiva não é correta. Sua função primária é musculoesquelética e mecânica, constituindo-se apenas como uma rota fortuita e conveniente para a medula espinhal auferir acesso a partes distantes do tronco e dos membros (NATOUR, 2004).
São possíveis apenas movimentos limitados entre vértebras adjacentes, mas a soma desses movimentos confere considerável mobilidade na coluna vertebral. Os movimentos de flexão, extensão, lateralização, rotação e circundação são mais presentes na cervical e lombar, já que os discos destas regiões apresentam espessura maior, não sofrendo o efeito de contenção torácica. O movimento da coluna vertebral que mais se pronuncia é a flexão (NATOUR, 2004).

Função mais empregada para o teste de Shober

Vale ressaltar antes de citar o teste de Shouber, que o limite de elasticidade de um material, valor máximo de uma compressão exercida sobre um corpo em deformação, desaparece completamente quando cessa a compressão, desde que não ultrapasse os limites de elasticidade (SOUZA, 1982).
O teste é realizado com frequência para diagnóstico e acompanhamento periódico de pacientes acometidos por doenças que reduzem os movimentos da coluna lombar, como as espondilartopatias. A elasticidade é uma propriedade que tem a capacidade de retomar sua forma anterior ou a ultrapassar por meio de treinamento específico (MOLL e WRIGHT, 1971).

Figura 1: Teste de Shober

Metodologia

A coleta de dados foi realizada na baixada e na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Contou com uma mostra de 41 participantes: 51,22% sedentários e 48,78% trabalhadores que manipulavam manualmente cargas de até 23 quilos. Destes trabalhadores 70% sedentários e 30% que praticavam algum tipo de atividade física, com uma predominância de 63,42% do sexo feminino sobre 36,58% do masculino, com idades cronológicas compreendidas entre 20 a 40 anos. A pesquisa tem caráter descritivo baseado em estratégia de análise quantitativa, qualitativa e explicativa.
Para obtenção dos dados foram utilizadas: ficha de informações pessoais, o teste específico, câmera fotográfica, fita métrica emborrachada, lápis demográfico preto para quantificar os resultados da elasticidade lombar. A marcação inicial para aplicação do teste ocorreu ao nível da 5º vértebra lombar, utilizando como ponto anatômico de referência o processo ilíaco póstero-superior. Com auxilio da fita métrica, era realizada outra marcação 10 centímetros a cima. Em seguida, era solicitado que o participante realizasse 10 flexões da coluna lombar, sendo a última com flexão máxima para mensuração do resultado sem que houvesse qualquer tipo de adaptação corporal, como a flexão dos joelhos, por exemplo.

Resultados

O seguinte estudo teve em sua predominância a participação o sexo feminino (63,42%) em comparação ao masculino (36,58%).

O resultado esperado para o teste de Schober é de 14 a 15 centímetros de um ponto ao outro. Assim, 68,29% estavam inseridos nessa porcentagem, sendo em termos aproximados, 50% sedentários (85,71% sexo feminino e 14,29% masculino) e 50% trabalhadores (64,28% sedentários e 35,72% que praticavam atividade física).

Medidas abaixo de 14 centímetros foram encontradas em 19,51% dos participantes (62,5% sedentários e 37,5% trabalhadores que não praticavam atividade física). Apesar de abaixo do padrão, não são medidas que identificam uma patologia, mas sim, falta de mobilidade da coluna lombar.

 

Foram obtidos também resultados fora do padrão de normalidade, ou seja, medidas acima de 15 centímetros de uma marcação a outra, em 11,2% dos participantes (40% sedentários e 60% trabalhadores, divididos em: 66,66% trabalhadores sedentários e 33,34% que praticam atividade física). Vale ressaltar, que a medida de um ponto ao outro, não possui relação fidedigna e isolada com a mobilidade da coluna, pois até o encurtamento da musculatura ísquios tibiais influencia no processo, tem sua importância como parâmetro que demilita a possível presença de uma patologia na coluna vertebral. Para verificar a flexibilidade ou ainda a mobilidade da coluna lombar, o mais interessante seria utilizar o teste do banco de Wells, por exemplo. A mobilidade aqui referida, não é adequada para acompanhamento do condicionamento físico, mas sim, para identificação de possíveis patologias na coluna.

 

 

Discussão e sugestões

Todos os resultados se encontraram dentro do esperado. Os participantes sedentários apresentaram menor mobilidade articular em comparação com os que realizavam algum tipo de atividade física. Efeito anunciado, já que os movimentos da vida diária ou uma atividade física sistematizada influencia positivamente nos índices de amplitude articular. Este mesmo grupo apresentou um afastamento entre as duas marcações acima do que o teste preconiza como normal, caracterizando maior presença de possíveis lesões em coluna vertebral quando comparado ao grupo que realiza alguma atividade física no trabalho ou exercícios sistematizados. Em comparação aos sexos, o feminino apresentou maior mobilidade, resultado esperado, uma vez que a mulher possui elementos fisiológicos e anatômicos que favorecem um melhor desempenho da variável flexibilidade comparado ao sexo masculino. Alguns motivos são o diferencial hormonal, provocando maior anabolismo no homem e um aumento da elasticidade e frouxidão ligamentar na mulher.

Considerações finais

Em considerações finais é possível verificar que a maior parte da amostra se apresenta inserido nos índices de padrão de normalidade. Os que se encontram com pouca elasticidade na coluna lombar ou com riscos patológicos, predominantemente são sedentários.
Quando comparados sedentários e praticantes de atividade física, o segundo grupo, como o esperado, apresentou melhores resultados no que tange os índices de saúde e flexibilidade, que por sua vez, representa uma variável muscular intimamente ligada ao sucesso nas atividades de vida diária. Em análise de trabalhadores sedentários e os que praticavam atividade física, foi constatado que o segundo grupo apresentava melhor resultado quanto à mobilidade da coluna lombar, sugerindo que atividades advindas do trabalho, sem qualquer sistematização, não trazem resultados satisfatórios quanto ao movimento analisado, refletindo em pouca mobilidade articular e, em alguns casos, em dificuldades nas atividades do cotidiano.
Vale ressaltar ainda, que houve dificuldades em deparar com trabalhadores que se enquadrassem na delimitação do estudo. Os localizados, por falta de tempo se recusavam em participar. Alguns indivíduos não aceitavam realizar o teste por vergonha. Todos esses, e outros que apresentavam qualquer patologia ou motivo que atrapalhassem a coleta de dados, foram afastados e não participaram da pesquisa.
Estas dificuldades foram limitadores do estudo. Como sugestão para novas pesquisas, é importante uma amostra com um n maior, melhor controle das variáveis ambientais, como a temperatura e hora, que não foi possível neste estudo. Outra característica importante a ser controlada seriam: as profissões, trabalhando se possível, com apenas um tipo de trabalhador e controle dos sexos, realizando um estudo mais específico, já que existem diferenças biológicas significativas entre os sexos.
Mesmo diante das limitações e não possibilitando dados novos para a temática, este estudo pode sugerir a confirmação dos dados contidos na literatura.

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