Dr. André Luis dos Santos Silva

Quem é |
Dr. André Luis dos Santos Silva
reabilitacaovestibular@gmail.com
Sempre atuou na fisioterapia clínica (hospitalar, ambulatorial), consultório particular. Atualmente, mantem essas atividades associadas à pesquisa e à docência, porém voltada para a área de Reabilitação Vestibular e do equilíbrio (pessoas com vertigem, labirintite, etc).
“O que farei na fisioterapia?!”
A busca pela excelência científica e humanística inerentes a esta linda profissão


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
FRASCE, em 1993 no Rio de Janeiro-RJ

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
Entre tantas alegrias que tive na profissão, foi descobrir novos caminhos, no caso a abordagem diagnóstica e terapêutica aos pacientes com disfunçoes labirínticas.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Como recém-formado, achar que o plano terapêutico era o mais importante. Hoje, sem sombra de dúvida, a avaliação funcional completa do nosso paciente é nosso maior bem. Ouví-lo, ouví-
lo e ouví-lo sempre!

O que você mais gosta na profissão?
Sua capacidade de lidar com desafios clínicos e, o melhor, sem medicação…

O que você odeia na profissão?
Na profissão? Nada! Mas, entristece ver aqueles que tentam transformá-la em sua atividade secundária, como se fosse um “biscate”.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
Felizmente, procuro me cercar de pessoas que amam o que fazem e praticam o estado da arte da fisioterapia.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
Não detesto nada nem ninguém, mas de maneira geral me incomoda a resistência que alguns colegas apresentam para agregar mais informações sociais, culturais e científicas. Tanto do mundo
que os cerca, como da própria profissão.

Qual sua maior virtude?
Procurar sempre exercer a tolerância.

Qual seu pior defeito?
Dormir muito tarde.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
Influenciar na possibilidade de termos um profissional com melhor remuneração.

Qual maior mentira já contou?
Não existe mentira, há omissões por vezes necessárias à vida e ao coletivo….rsrsrsr!

Qual fato foi mais inusitado em sua carreira?
No início de carreira, empolga do, explicava tudo em detalhes sobre o caso e o tratamento. Foi até quando uma pacientegeriátrica falou bem baixinho no meu ouvido: “- Doutor, uma observação, fale, fale, fale, fale, mas…fale pouco.” Aprendi a lição: seja verdadeiro e profissional, mas objetivo!

Qual fato foi o mais cômico?
Uma paciente no CTI que estava com a boca aberta e com fácies típico de dispnéia. Além de seu grave quadro neurológico, parecia uma insuficiência respiratória se instalando. Todos da equipe
estavam prontos para ajudá-la (inclusive entubá-la!!). Foi aí que um colega atento percebeu: tratava-se de uma luxação bilateral da ATM responsivo à manobra…felizmente, tudo terminou
bem.

Qual seu maior arrependimento?
Não ter concluído alguns cursos de pós Lato sensu no passado.

Qual dica daria aos colegas?
Começou alguma coisa, vá até o fim e sempre fazendo o melhor possível.

Qual objeto de desejo?
Participar de um imenso fórum mundial com especialistas sobre Reabilitação Vestibular.

Qual sua aquisição mais recente?
Um equipamento chamado Sistema de Videonistagmoscopia Computadorizada para avaliação de pacientes com vertigem.

Qual seu maior sonho?
Presenciar melhor distribuição de renda, educação e cultura em nosso País.

Qual seu maior pesadelo?
Ainda estarmos distantes do meu (e nosso) sonho.

Que talento mais gostaria de ter?
Sou grato pelos presentes divinos que recebi.

Se não fosse fisioterapeuta gostaria de ser o que?
Professor de Filosofia e escritor.

E qual profissão jamais queria ter?
Com sinceridade, não importa. Ficar sem trabalho honesto é muito pior…

Diga um desafio.
Transformar em realidade, de direito e de fato, e em cada recanto desse País, o acesso direto do paciente (sem necessidade de indicação) ao fisioterapeuta. Ainda é uma realidade de poucos.

Um livro?
Vidas Secas, do ótimo Graciliano Ramos.

Quer fazer alguma divulgação?
Sim, convocar a todos os Fisioterapeutas do Rio de Janeiro, do Brasil e do exterior para que venham até o Rio de Janeiro em outubro (14-17) para confraternizarmos juntos no XVIII
Congresso Brasileiro de Fisioterapia (http://www.jz.com.br/congressos/2009/cobraf/pt/).

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