ANALISE COMPARATIVA DO GRAU DE OBSTRUÇÃO PULMONAR EM FUMANTES PASSIVOS E ATIVOS

Paulo Vitor P.Cardoso ; Leandro Copati Teixeira

RESUMO

Introdução: O tabagismo é um dos principais causadores de doenças relacionadas ao aparelho respiratório, o ato de fumar cria uma dependência física e psicologia dos indivíduos tabagistas. Estudos comprovam que fumantes passivos podem sofrer alterações tão graves quanto os fumantes ativos, como a diminuição da função pulmonar. No Brasil milhões de fumantes evoluem para DPOC, uma doença evitável e que tem evoluído progressivamente nos últimos anos. A DPOC é caracterizada pela limitação crônica do fluxo aéreo e que leva ao sedentarismo. Objetivo: o presente estudo visa avaliar e comparar o comprometimento broncopulmonar em fumantes passivos e ativos. Métodos: Foram estudados 12 pacientes sendo 6 fumantes ativos e 6 fumantes passivos na cidade de Araxá MG. Realizamos teste de pico de fluxo expiratório mensurado com Peak Flow portátil, logo após realizado o teste de forma muscular respiratória com uso do manovacuômetro e por ultimo o teste de caminhada de seis minutos. Resultados: Na comparação de pico de fluxo expiratório entre os fumantes, foi observado uma diminuição de fluxo expiratório em ambos os grupos, estatisticamente não há diferença de comprometimento entre eles (P= 0.4233), no teste de força muscular não houve diferença estatisticamente entre os grupos, Pimax (P=0.2094), e Pemax. (P=0.1783), já no teste de caminhada de seis minutos observamos uma diferença significativa (P=0,0494).Conclusão: O estudo mostrou que o tabagismo, seja ele passivo ou ativo, causa alterações tanto no aparelho respiratório quanto na capacidade funcional dos indivíduos, mostra também a importância de trabalhos preventivos para orientação aos fumantes passivos.

Palavras chave: Tabagismo, DPOC, Grau de obstrução pulmonar.

ABSTRACT

Introduction: Smoking is a major cause of diseases related to respiratory tract, the act of smoking creates a physical dependence and psychology of the individual smokers. Studies show that passive smokers may change as serious as the active smokers, as the decline in lung function. In Brazil, millions of smokers to develop COPD, a disease preventable and has gradually evolved in recent years. The COPD is characterized by chronic limitation of airflow, which leads to inactivity. Objective: This study aims to evaluate and compare the pulmonary involvement in active and passive smokers. Methods: We studied 12 patients with 6 active smokers and passive smokers 6. We test for peak expiratory flow measured with portable peak flow, conducted after the test in respiratory muscle using the manometer and the last test of a six-minute walk. Results: In comparison of peak expiratory flow among smokers was observed a decrease in expiratory flow in both groups, statistically no difference in commitment between them (P = 0.4233), the testing of muscle strength were not statistically different between groups , MIP (P = 0.2094), and MEP. (P = 0.1783), as the test of a six-minute walk, we observed a significant difference (P = 0.0494). Conclusion: The study showed that smoking, whether passive or active, involved changes in both the respiratory tract and in the functional capacity of individuals, also shows the importance of preventive work to guide the passive smokers.

Keywords: Smoking, COPD, severity of lung obstruction

INTRODUÇÃO

O tabagismo é uma das causas de doença que assusta por sua extensão e extensão planetária. Responsável por mais de quatro milhões de mortes anuais no mundo, determinadas pelo aumento das doenças relacionadas com o hábito de fumar, já que o tabagismo constitui a maior causa isolada de doença evitável que se conhece entre as não imunizáveis. (CARVALHO,2000)
Estas mortes são o resultado da nicotina, que provoca a dependência dos indivíduos ( POLLOCK et al, 2009).
O tabaco cria uma dependência física e psicológica, difícil de ser controlada,pois a nicotina tem efeitos sobre o SNC. Na fumaça do cigarro existem varios compostos tóxicos e agentes carcinogênicos, no total uma mistura de 4 mil componentes, onde a transferência via pulmonar é tão rápida como a dos gases anestésicos. (GIGLIOTTI et al., 1999)
Segundo TARANTINO 2002 Fumantes passivos , após quatro horas de permanência em um lugar onde se ha fumantes, podem apresentar valores desses marcadores equivalentes aos que fumam 1 a 5 cigarros e as vezes ate mais.
O fumante passivo pode diminuir a função pulmonar tendo uma maior predisposição a doenças do trato respiratório. (RIBEIRO et al. 2002)
Fumar cigarros é o principal fator de risco de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).(FACCHINETTI et al 2007)
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é caracterizada por limitação crônica do fluxo aéreo, é observada uma redução do nível de atividade física, provocando sedentarismo (SIVORI et al., 1998).
No Brasil estima-se que 7,5 milhões de fumantes evoluirão para a DPOC (cerca de 1% da população brasileira). (SILVA, 2004).
O presente estudo tem como objetivo avaliar as alterações que a presença do cigarro pode causar, com enfoque principal a comparação do comprometimento em fumantes passivos e ativos. A importância do mesmo se mostra, pelo fato que em diversas partes do mundo estão sendo realizados estudos como esse, onde ainda existem poucos trabalhos comparativos.

METODOLOGIA

O Presente estudo foi realizado na clinica de fisioterapia do Centro Universitário do Planalto de Araxá (UNIARAXÁ). O projeto teve como colaboradores doze (12) pacientes de ambos os sexos que foram orientados e avaliados. Assim, os pacientes contribuíram para melhor aplicação dos testes.
Realizou-se uma explicação individual sobre o projeto para os colaboradores que preenchem os critérios de inclusão e exclusão. Logo após, os mesmos assinaram duas copias do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, de acordo com a resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, sendo que uma cópia ficou com o colaborador e a outra com o pesquisador.
Como critérios de inclusão, pacientes fumantes de no mínimo 10 anos maço, de ambos os sexos e que moram na mesma casa, fumantes passivos que nunca foram ativos.
Como critérios de exclusão, fumantes passivos que já foram ativos, pacientes impossibilitados de realizar os testes propostos, pacientes portadores de doenças pulmonares que não estão relacionadas com cigarro.
Todas as avaliações e intervenções da pesquisa foram realizadas pelo mesmo autor do estudo, a fim de se evitar falhas metodológicas e falsas interpretações dos resultados
Para avaliar o pico de fluxo expiratório foi utilizado o Peak Flow da marca “ASSESS HS710, com a graduação de 50 a 900 ml/H20”.
Os colaboradores permaneceram sentados na cadeira, com o clipe nasal e foi explicado ao paciente como realizar o teste.
O paciente foi orientado pra que inspirasse o ar e logo em seguida expirasse todo ar de seus pulmões de uma só vez para coleta do pico de fluxo expiratório. Foram realizados três aferições e sendo considerado o maior numero.
É utilizado como instrumento para a avaliação da pressão respiratória máxima (PImáx e PEmáx), foi utilizado o Manovacuômetro Analógico marca “Suporte classe B ABNT, graduação -120 a 120cmH2o”.
O indivíduo avaliado permaneceu sentado em uma cadeira, tendo o nariz fechado por um clipe nasal e orientado como realizar o exame corretamente.
Para a PImáx foi pedido ao paciente que expirasse todo ar que estivesse no pulmão, e depois inspirasse o máximo de ar possível, até a capacidade pulmonar total; e para a PEmáx foi pedido ao paciente que inspirasse o máximo de ar e depois soprasse todo ar possível até o volume residual. As medidas foram realizadas três vezes para a PImax e três vezes para a PEmax, sendo considerado o maior dos três valores.
Em um corredor plano e coberto, de 20 metros, os pacientes realizavam uma caminhada na qual foi orientado a percorrer a maior distância possível em linha reta por um período de seis minutos.
O paciente em repouso na posição em pé próximo ao ponto de partida foi registrado os seguintes parâmetros vitais: FC, FR, PA, sat O2, e o índice de dispnéia e cansaço dos MMII utilizando a Escala de Borg.
No 3º minuto de realização do teste foram registrados os níveis de FC e sat O2. E ao final do teste foram colhidas novamente as variáveis FC, FR, PA, Sat O2 e o índice de dispnéia e cansaço dos MMII utilizando a Escala de Borg.
Durante o teste o paciente ainda recebeu estímulo verbal do examinador, ao 3º e ao 5º minuto.
Para a aferição da freqüência cardíaca foi utilizado o Monitor de freqüência cardíaca da marca “POLAR a1”, para Sat. O2 foi utilizado o oximetro da marca Orin modelo 9500 Oryx, para pressão arterial o esfigmomanômetro e estetoscópio da marca “BIC” e a distancia percorrida, o pedômetro eletrônico da marca “TECHLINE modelo BP-148”. O grau de dispnéia foi avaliado por meio da escala de percepção de esforço de Borg CR-10 (0-10).
Para os resultados encontrados de todas as variáveis envolvidas foram realizadas as somas e calculadas as médias aritméticas e seus respectivos desvios-padrão.
Foram avaliadas as variáveis de comprometimento pulmonar, força muscular respiratória e capacidade funcional.
Para as análises entre os grupos ativos e passivos foi utilizado o Teste-t pareado.

RESULTADOS
As análises dos resultados obtidos foram direcionadas para analise quantitativa e qualitativa. Inicialmente realizamos uma pesquisa literária para obter os valores de normalidades de cada teste especifico. Os testes realizados estão descritos graficamente a seguir.
Estes valores foram comparados para verificar o comprometimento significativo do fluxo expiratório entre fumantes ativos e passivos, no entanto, foi observado um comprometimento dos dois grupos, em média 66,5% dos passivos e 60,6% dos ativos, estatisticamente não há diferença entre eles P= 0.4233. Isso mostra que tanto o ativo quanto o passivo têm comprometimento em grau de obstrução brônquica de maneira semelhante. Como já descrito anteriormente pacientes que obtiveram média menor que 70% de pico de fluxo expiratório é considerado obstrução pulmonar (Gráfico 1).


O gráfico 2 compara a pressão inspiratória máxima Pimax entre os grupos, podemos observar que o grupo dos fumantes passivos obtiveram uma Pimax em média de 100,6 cmH2O, onde o grupo ativo uma Pimax média de 74,6 cmH2O, em relação ao grupo passivo, o ativo está com um comprometimento maior da força muscular inspiratória, mas,estatisticamente não teve diferença entre eles.(P=0.2094)


Também foi avaliada a pressão expiratória máxima Pemax como demonstra o gráfico 3, há uma diminuição de ambos os grupos (passivos e ativos), em média o grupo passivo obteve 73 cmH2o e o ativo 54cmH2O, como podemos observar o grupo ativo está com um déficit maior de comprometimento em relação ao passivo, mas, estatisticamente não foi observado diferença significativa.(P=0.1783)


O gráfico 4 mostra o comprometimento da capacidade funcional dos avaliados, onde foi realizado o teste de caminhada de 6 minutos, evidenciando o comprometimento das atividades físicas dos dois grupos. De acordo com o sexo, idade, altura e o peso, é realizado o calculo para saber a média prevista para aquele paciente, se o paciente obtiver a distância prevista ele atinge 100%,menor que esse valor já é considerado que há uma diminuição da capacidade funcional. Os fumantes ativos obtiveram em media 53,3% e os passivos em média 42%, estatisticamente há uma diferença significativa (P=0,0494), podemos observar que ambos estão com uma diminuição da capacidade funcional, sendo que os passivos estão mais comprometidos.


DISCUSSÃO:

Optamos por trabalhar com aparelhos e técnicas simples, de fácil manuseio para melhor avaliação dos indivíduos.
A presença de alterações em fumantes, tanto passivos quanto ativos, tem sido estudada de forma universal, onde o propósito tem sido atentar ao malefício que o tabagismo pode trazer, a nível pulmonar.
Cabrera et al (2001) afirma que o pico de fluxo expiratório também é utilizado para determinar o grau de comprometimento respiratório em indivíduos tabagistas.
De acordo com Castro et al (2009), os efeitos da poluição do ar sobre a saúde humana têm sido observados na mortalidade geral e por doenças respiratórias. Em sua pesquisa foram avaliados 118 escolares da cidade do Rio de Janeiro (RJ) onde observou que os níveis de pico de fluxo das crianças diminuíram em média 0,012 l/min, corroborando com o presente estudo que mostra a média do pico de fluxo expiratório diminuída em ambos os grupos, fumantes passivos uma media de 66,5% e nos fumantes ativos de 60,6%. Autores citados acima, afirmam que valores menores que 70% são indicativos de obstrução pulmonar, isso comprova que os avaliados estão abaixo da normalidade. Estatisticamente não apresentou diferença entre os grupos passivo e ativo, portanto há um comprometimento por igual do fluxo expiratório (P= 0.4233).
A força muscular respiratória está sendo muito estudada, já que os músculos são os principais responsáveis pelo trabalho respiratório e pela mecânica ventilatória (LEAL et al, 2007).
Simões et al (2007), estudou 100 indivíduos com idade entre 40 e 89 anos divididos em dois grupos, (homens e mulheres) e avaliou se há uma diminuição da força muscular respiratória de acordo com a idade. Todos pacientes foram submetidos à manovacuometria, e foi constatado que há uma redução progressiva da força muscular com o avanço das décadas. O presente estudo a pressão inspiratória máxima (Pimax), do grupo passivo está relativamente melhor que o grupo ativo, o passivo com uma média de 100,6 cmH2O, quando o ativo 74,6 cmH20, ambos estão dentro dos padrões de normalidade, mas, o grupo ativo está com uma predisposição maior a ter fraqueza muscular, estatisticamente não há diferença entre os grupos (P=0.2094) o que não descarta a possibilidade de que o grupo passivo venha a ter fraqueza muscular. Na pressão expiratória máxima (Pemax) há um comprometimento de ambos os grupos, porém os valores da Pemax estão mais baixos do que os da Pimax, o grupo ativo atingiu 54cmH2O de Pemax e o passivo 73 cmH2O de Pemax, também não foi observado diferença estatisticamente entre eles. (P=0.1783)
A DPOC é uma das principais causas de morte e de incapacidade física no mundo, a diminuição da tolerância em realizar exercício limita as atividades da vida diária (PELEGRINO et al, 2009).
Segundo Rodrigues et al (2004) no que se refere à DPOC, sabe-se que isso pode levar à incapacidade física do paciente, os testes de caminhada de seis minutos (TC6) também avaliam a capacidade funcional, e em seu estudo foi realizado dois testes de caminhada de seis minutos, o primeiro com propósito de avaliar a distância percorrida sem o efeito do aprendizado, e o segundo aferir os valores com efeito de aprendizado e adaptação ao teste, e concluiu que, na população estudada, o primeiro TC6 mostrou uma diferença estatisticamente significativa em relação ao segundo TC6.
Rabinovich; Vilaró e Roca (2004) afirmam que a dispnéia seguida por exercício é um dos principais sintomas em pacientes com DPOC.
Nos presentes estudos, observamos que, estatisticamente não há diferença significativa entre os grupos (P=0.494), sendo que os fumantes passivos obtiveram 42,0% e os ativos 53,3% dos valores previsto de acordo com sexo, idade, peso e altura de cada individuo. Podemos observar que o grupo de fumantes passivos teve um comprometimento maior que os fumantes ativos em relação a capacidade funcional.
Evidenciamos ainda, que a amostragem utilizada em nosso estudo foi pequena e sugerimos para estudos futuros um aumento significativo de indivíduos para melhor comparação de valores.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo evidenciou que ambos os grupos tem um comprometimento pulmonar significativo decorrente da fumaça do cigarro, e que isso acarreta na qualidade de vida e na diminuição da capacidade funcional dos indivíduos, no entanto, sugerimos à partir dos resultados encontrados deve-se ser melhor estudado com aparelhos mais precisos para que melhores resultados sejam alcançados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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POLLOCK J. D. et al. Treatments for nicotine addiction should be a top priority. Disponivel em: http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(09)60352-4/fulltext Acesso em: 01 abr. 2009.

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SIMOES R. O.; AUAD M. A. ; DIONÍSIO J. MAZZONETTO M. Influência da idade e do sexo na força muscular respiratória Fisioterapia e pesquisa. 2007 v14 n1 p36 41.

TARANTINO, A. B. Doenças Pulmonares. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

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