Dr. Alexandre dos Reis Teixeira Pinto

Quem é, o que fez e faz pela fisioterapia |
Correspondente da Revista Fisio&terapia (1996 a 1999) |Membro da primeira comissão acadêmica do Crefito-2 (1999 a 2000) | Fisioterapeuta – neuroreabilitação – ABBR (2002 a 2013) | Supervisor de estágio e treinamento profissional no ginásio/ABBR (2007 a 2013 ) | Coord. do 1º e 2º Seminário de Fisioterapia e T.O. da ALERJ | Colaborador da parceria ABBR – Jony and Friends em doações de cadeiras de rodas, muletas, etc recondicionados em presídios nos EUA | Colaborador do projeto praiaparatodos na escolha das cadeiras anfíbio e na idealização de um posto acessível com Ricardo Gonzalez | Coord. de Saúde da Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas – ABFC | Chefe da Delegação de Powerchair Football do Brasil em Atlanta – PowerSoccer Premiere Conference Cup e da Conferência da Federação Internacional das associações de powerchair football (FIPFA) em Paris (2011) | Um dos coordenadores do primeiro Mundialito de Power Soccer nas Américas em 2014, Brasil , Rio de janeiro | Representante do Brasil nos Congressos da FIPFA em 2011 e 2012 | Representante do Brasil no primeiro encontro de familiares e pacientes com linfoangiomatose e doença de Gorham em Dallas Junho 2014 | E certamente inúmeras ações serão feitas na causa da pessoa com deficiência nacional e Internacionalmente e prol do aprimoramento profissional. | Assim como ministrar cursos sobre lesão medular e doenças neuromusculares.

alexreisfisio@hotmail.com


Qual ano e em qual faculdade que se formou?
Me formei na UNESA, Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro em 2000.

Qual foi a melhor coisa que fez na vida?
Ter feito o estágio na ABBR, depois ingressado na Instituição, passado por todos os setores e ter sido fixado no ginásio, onde aprendi a atender pessoas com lesões medulares, doenças neuromusculares e com Doença de Parkinson e a partir de lá conhecer o universo da pessoa com deficiência.

Qual foi a pior coisa que fez na vida?
Não ter investido mais em mim e nos meus sonhos mais cedo.

O que você mais gosta na profissão?
O poder de interferir positivamente na vida das pessoas. O poder de dar e receber. Ser um agente de saúde.

O que você odeia na profissão?
A falta de valor que é dada à saúde e saber que tudo poderia ser muito melhor.

Que qualidade mais admira nos profissionais que te cercam?
A criatividade e compreensão de algo que eu não sei.

Que qualidade mais detesta nos profissionais que te cercam?
Quando em suas mãos está o dom para se fazer algo e isso não é feito.

Qual sua maior virtude?
Disponibilidade.

Qual seu pior defeito?
Demorar resolver algo em mim quando não gosto de alguma coisa.

Se pudesse mudar algo, o que seria?
O Mundo.

Qual maior mentira já contou?
Que eu não menti em algumas situações do passado.

Qual o fato mais inusitado em sua carreira?
Ter sido chamado para ser coordenador de saúde da ABFC, pois eu vivia querendo indicar meus pacientes graves (tetraplégicos e tetraparéticos severos) para atividades que potencializassem seu
estado emocional e físico. E como estamos no país do Futebol, o futebol em cadeira de rodas motorizada é perfeito.

Qual fato foi o mais cômico?
Durante o estágio supervisionado de uma residente, que hoje é especialista em Neurofuncional, falava sobre autores de livros e lhe perguntei se ela conhecia o livro da Umphred e ela me perguntou: qual? O Hitchcock? Lhe respondi: Não, da Darcy Ann Umphred. Rimos muito juntos.

Qual seu maior arrependimento?
Não ter sido mais racional e não ter ouvido aos pais como devia.

Qual objeto de desejo?
Um objeto é pouco. Quero uma rede nacional e internacional de centros de reabilitação, com centro paradesportivo e com estrutura para acampamento para crianças com distrofia muscular e outras deficiências, com uma frota imensa de ônibus e vans adaptados, em convênio internacional com minha mansão/ alojamento em Orlando para pessoas com deficiência irem nos parques temáticos.
Formação em gestão de negócios em saúde
(MBA) e total em FNP, osteopatia, RPG, Kinesiologia, etc. Alguns equipamentos como o LOKOMAT da HOCOMA , uns Rewalk, walkaids, H200 da Bioness, uma frota de cadeira de rodas motorizada strike force, Storm da Invacare e Quickie P200 para dar para quem pode jogar futebol em cadeira de rodas motorizada, mas não têm dinheiro.

Qual dica daria aos colegas?
Tenham interesse pelo o que fazem e o que aprenderem, se puderem, compartilhem. Aprende-se muito ensinando e ouvindo.

Qual seu maior sonho?
Viver o Sonho de Deus.

Qual seu maior pesadelo?
O ego.

Qual sua aquisição mais recente?
Minha viagem com minha paciente para a LGDA family and patient conference em Dallas, para saber mais da doença do osso fantasma. Ela perdeu o quadril direito totalmente, a porção proximal 2/5 do fêmur D, parte do sacro e dos processos transversos de L4 e L5 , também à direita.

E qual profissão jamais queria ter?
Motoqueiro entregador.

Que talento mais gostaria de ter?
O de sempre conseguir vencer a mim mesmo.

Se não fosse fisioterapeuta gostaria de ser o quê?
Pastor.

Diga uma frase?
Eu vim para que tenham vida e vida em abundância.

Um livro?
Vidas Secas de Graciliano Ramos.

Para qual colega você tira o chapéu e por quê?
Sérgio Alberto, chamado de Serginho na Clínica Ortopédica da Gávea, na Ossotrauma de Ipanema, na Fisioraim do Flamengo e na ABFC, fisioterapeuta que onde põe a mão encontra o problema
e dá a solução. Faz um ótimo trabalho em DTMs. Um dos poucos que trabalha paralisia facial e hoje, com a técnica de reposicionamento osteopático autônomo (TROA) tem salvado pessoas de quadros neurológicos crônicos.

Quer fazer alguma divulgação?
Sim. Quero falar de Luciano Alves, jornalista, autor do Livro “Representação da pessoa com deficiência na contemporâneidade”, pintor com a boca, da APBP´- Assoc. de Pintores com a boca e pés (www.artedavida.com), coordenador de comunicação da www.abfc.org.br

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