A incidência de pneumonias em crianças de 0 a 14 anos internadas no setor de pediatria na Santa Casa de Misericórdia


* Patrícia Maria Tonelli
** Marcelo Henrique de Oliveira Ferreira
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* Acadêmica do 8ª período de fisioterapia – Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Barbacena-MG.
** Professor de Fisioterapia Respiratória da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Barbacena-MG, Fisioterapeuta chefe da Santa Casa de Misericórdia de Barbacena-MG.

 

Resumo

Este trabalho objetivou registrar a incidência de internações de pacientes com quadro clínico de pneumonia registrados pelo setor pediátrico da “Santa Casa de Misericórdia” de Barbacena, MG, no período de 03/05/2004 à 03/06/2004, levando em conta o clima da cidade uma vez que a localização geográfica favorece o surgimento de patologias respiratórias, principalmente entre crianças.
O resultado obtido foi alto, sendo encontrados 37 casos de pneumonias em crianças internadas, cujo a idade varia de 0 a 14 anos.
O índice de casos constatados foi satisfatório, devida ao clima ocorrido na cidade durante o período da pesquisa, no qual foram registradas temperaturas muito baixas.

Introdução

As infecções do sistema respiratório são freqüentes e constituem um problema significativo na área de saúde. As pneumonias em suas diferentes modalidades etiológicas ocupam lugar de grande efeito na prática pediátrica pela freqüência que se manifesta (5), por isso a escolha desta patologia, que ocorre em todas as idades. Este artigo vem mostrar a incidência em crianças.
Por definição a pneumonia infantil caracteriza-se pela infecção do parênquima pulmonar, comprometendo brônquios, bronquíolos, alvéolos (onde ocorre às trocas gasosas) e interstício (4,3).
Nos países em desenvolvimento, as pneumonias na infância são mais comuns e também são mais graves, causando maior morbidade e mortalidade, principalmente as que acometem as crianças menores de cinco anos. No Brasil, as pneumopatias agudas são responsáveis por 11% das mortes em crianças com idade inferior a um ano, e 13% na idade entre um a quatro anos (10).
As infecções no trato respiratórias são um problema de saúde que interfere na vida dos indivíduos. Entre todas as patologias a pneumonia é a mais freqüente. Esta constatação é universal e está relacionada com diversos fatores como: idade, clima, associação com outras patologias e doença imunitária, baixo peso ao nascer, desmame precoce (12,5).
Com a proximidade do inverno se tornam mais comuns às doenças do trato respiratório. Diversos fatores contribuem para o aumento desse tipo de doenças nessa época do ano como: queda brusca de temperatura, a permanência por muito tempo em locais fechados e o aumento da poluição do ar.
Quando os mecanismos de defesa da árvore respiratória ou sistema imune como um todo, estão diminuídos, ocorre o agravamento das infecções respiratórias (4).
As manifestações clínicas na maioria dos pacientes tem início súbito de uma infecção de aparência banal das vias aérea superiores, como calafrios, que pode ser único ou de caráter sucessivo, durante alguns minutos. Mostram-se, de modo, geral, abatido e prostrado, apresentando eventualmente alterações psíquicas. Os pacientes costumam queixár-se de dores musculares no hemitórax correspondente, provocada pela tosse com produção de catarro, espirro, respiração superficial, cefaléia, febre, mas no recém-nascido e nas crianças de tenra idade muito desnutridas podem ser normal ou subnormal, dispnéia com taquipnéia (as alterações nos pulmões em particular a presença de áreas consolidadas que reduzem a capacidade vital e dão margem a dispnéia com taquipnéia). A respiração é rápida e superficial, porque a amplitude do tórax torna-se dolorosa devido ao comprometimento pleural e a tosse é curta, presa e dolorosa, contudo a tosse falta nos primeiros anos de vida. Nesta idade observa-se três sinais: retração inspiratória intercostal, supraclavicular e subcostal dilatação pré – inspiratória das asas do nariz e gemido expiratório. No lactente e na criança de tenra idade os sinais físicos são inespecíficos e pouco nítidos, são estertores subcrepitantes difusos, indistinguíveis. Depois de dois ou três anos de idade, a ausculta pode ser normal no começo, mas às vezes o murmúrio vesicular enfraquece no lado afetado e exagera no lado oposto. (4,6,9).

Classificação

A classificação das pneumonias pode ter como base os seguintes critérios que dão indícios sobre qual o tipo de pneumonia:
• Local da aquisição;
• Condição imunológica do paciente;
• A gravidade da apresentação clínica;
• O tempo de permanência hospitalar, caso a pneumonia tenha sido adquirida neste local;
• A presença ou não da ventilação mecânica (7).
Os critérios para classificação das pneumonias são tão variáveis quanto numerosos. Portanto, a classificação que seria a ideal basearia no critério etiológico na maioria das vezes impossível de ser adotado na prática.Para que se possa atingir esse objetivo, podemos classificá-las de acordo com seus agentes, ou seja, pneumonias causadas por: bactérias gram-positivas, gram-negativas, fúngicos, vírus, micoplasma, parasitas entre outros (12).
Pneumonias Virais: os agentes mais freqüentes responsáveis por este tipo de pneumonias são: Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Parainfluenza, Influenza, Adenovírus e vírus do sarampo. O VSR é responsável por pequenas epidemias em locais como hospitais, creches e escolas, este tipo de vírus é abundante nas secreções respiratórias dos pacientes até a segunda semana da doença. O vírus Parainfluenza do tipo 3 é o mais comum associado à pneumonia. A pneumonia por vírus Influenza geralmente ocorre em epidemias, sendo relatadas com freqüência pneumonias hemorrágicas, a incidência e a gravidade são maiores nos grupos mais susceptíveis que são crianças menores que seis meses e idosos. Os Adenovírus constituem um grupo importante de pneumonias, sendo uma pneumonia grave com alto índice de mortalidade. Já o vírus do sarampo invade as células da mucosa respiratória e se multiplica, ocorre infecção generalizada, podendo nesta fase haver comprometimento intersticial do pulmão. A contaminação de um indivíduo para outro é feita diretamente por microgotículas, expelidas pelas vias aéreas. Os vírus têm maior afinidade por células do epitélio ciliado das vias respiratórias, onde se fixam e produz lesões autolimitantes ou se estendem rapidamente comprometendo todo o aparelho respiratório desde a mucosa nasal até alvéolos, onde produzirá perda de cílios, atividade secretora anormal, necrose celular. Nessa reação inflamatória predomina infiltrado celular composto principalmente por macrófagos e linfócitos. As manifestações clínicas das pneumonias virais são queixas de mal-estar, dor no corpo mais raramente a criança fica prostrada, as infecções das vias aéreas superiores acompanham coriza, hiperemia da orofaringe, tosse seca, dispnéia, quando a infecção se instala no interstício ocorre modificação na ventilação/perfusão (8).
Pneumonias Bacterianas: Atinge todas as faixa etária, estado nutricional e imunitário, baixo peso ao nascer, viroses respiratórias, áreas urbanas com alta poluição, hábito de fumar dos familiares, além de más condições de habitação e sanitárias são fatores que podem aumentar a suscetibilidade às infecções respiratórias (5).
Pneumonias Bacterianas Gram-positivas: A pneumonia pneumocócica é causada pelo Streptococcus Pneumoniae que é um dos principais agentes etiológicos de pneumonia em crianças, em especial nas maiores de um ano. Esse tipo de pneumonia ocorre principalmente por aspiração de secreção de vias aéreas superiores infectada. Localiza-se dentro de um segmento ou lobo, mas também pode se desiguinar pela parede bronquiolar. Caracteriza por início súbito com febre, tosse e escarro ferruginoso. Seu surgimento é mais comum no inverno e início da primavera. A pneumonia estafilocócica não é muito comum em pacientes adultos, já na infância é bem mais comum, principalmente em crianças com doença pulmonar de base, desnutrição, imunodepressão, após traumas e na pneumonia de aquisição intra-hospitalar. Caracteriza pela agressão dos pulmões pelo Staphilococcus aureus. A febre é alta é mantida por vários dias, há prostração, taquidispnéia. Pode-se suspeitar de pneumonias de etiologia estafilocócicas a baixa idade, a toxemia, comprometimento pulmonar extenso, presença de derrame pleural, além de quadros antecedentes de hospitalização, quadro viral ou trauma. Esse tipo de pneumonia costuma evoluir com quadro de febre persistente mesmo com uso de antibioticoterapia. Já a pneumonia por estreptocócica não é muito comum na atualidade, quando ocorre, é em geral, como complicação de epidemias de influenza, parainfluenza, ou de infecções virais. O início deste tipo de pneumonia costuma ser aguda, com febre, calafrios, dor torácica, tosse com escarro róseo e pode ser seguido por vômitos e náuseas (4,5,9).
Pneumonias Bacterianas Gram-negativas: A pneumonia por Haemophilus Influenzae é mais freqüentes nos três primeiros anos de vida, ocorrendo depois desta idade um declínio, pois a criança já adquiriu imunidade. Dentre as circunstâncias que facilitam a infecção por este tipo de bactéria está a infecção viral prévia, inalação de irritantes químicos e a fumaça de cigarro. As primeiras manifestações clínicas são a fase catarral que pode prolongar por sete a quatorze dias, caracteriza-se por coriza, conjuntivite e tosse. Em seguida vem a fase culminante que se manifesta por tosse que é acompanhada por eliminação de muco espesso podendo a criança vomitar. A febre nesta fase costuma ser ausente podendo persistir de uma a seis semanas. O grupo da Klebsiella pode ter origem domiciliar e suceder a infecção viral, ocasionando quadros infecciosos em lactentes normais sem fatores predisponentes, porém é mais freqüente em pacientes com aquisição hospitalar, em especial nas Unidades de Terapia Intensiva, nos pacientes em ventilação. O início do quadro é abrupto com febre alta ou hipotermia, toxemia, tosse produtiva de aspecto mucoso, pegasojo contendo com freqüência pus e sangue. Prostração, dor torácica que geralmente é do tipo pleural pode estar presente, Pode haver manifestações digestivas, os pacientes estão freqüentemente dispnéicos, abatidos, por vezes cianóticos e hipotensos, mostrando alterações psíquicas. Também existe o tipo de pneumonia por Pseudomonas onde o principal representante é a Pseudomonas aeruginosa que é freqüentemente encontrada na pele (axilas e região perineal), ocorre geralmente na pneumonia a septecemia em crianças imunodeprimidas, nas hospitalizadas e nas infecções de mucoviscidose. Os pacientes exibem toxemia, confusão mental, ansiedade, cianose progressiva, febre ou hipotermia, taquipnéia, anemia, icterícia e sinais de colapso circulatório. A secreção pulmonar pode ser hemorrágica (4,5,9).
Pneumonias por Mycoplasma: atinge mais crianças, adolescentes e adultos jovens. A infecção é endêmica em grande parte da população, mas ocorrem surtos em escolas. Tem início mais insidioso, com mal-estar e cefaléia, posteriormente surge febre, mialgias e dor de garganta. A tosse surge no terceiro ou quarto dia dos sintomas prévios. A tosse pode ser seca ou produtiva, contendo muco ou até mesmo estrias de sangue. A taquipnéia, dispnéia, cianose são raras (4).
Pneumonias Nosocomial: conhecida também como pneumonia hospitalar, sua definição se dá pela infecção do trato respiratório inferior que acometem pacientes hospitalizados após 48 horas da admissão e exclui as infecções adquiridas na comunidade, pode ocorrer em pacientes não entubados ou em pacientes sob ventilação. A pneumonia nosocomial se manifesta por um novo início de febre nos pacientes hospitalizados. Os pacientes não intubados podem apresentar uma história recente de vômitos, convulsão ou síncope, onde pode ocorre durante esses episódios aspiração de secreção da orofaringe ou gástrica. Nos pacientes em uso de ventilação este tipo de pneumonia se manifesta por novo início de febre e secreções endotraqueais purulentas e novo infiltrado pulmonar (6).

Etiologia

O diagnóstico etiológico das pneumonias continua representando um desafio devido à diversidade de agentes envolvidos e a dificuldade de obtenção de material das vias aéreas. Sinais clínicos específicos, cultura de vias aéreas superiores, índices laboratoriais de inflamação e sinais radiológicos podem dar indícios para a correlação com o agente etiológico para as pneumonias na infância, porém são indícios fracos (10).
As bactérias e os vírus são responsáveis por 80% das doenças do trato respiratório, sendo relatada que as bacterianas são mais graves. Durante a primeira semana de vida, as pneumonias por vírus são quadros isolados, por parte de uma infecção generalizada que é grave: a infecção intra-uterina ou perinatal, neste tipo de pneumonias estão os vírus herpes, varicela, rubéola entre outros, com o passar desta idade, pode ter adquirido a infecção na comunidade onde os vírus mais presentes são: VRS, parainflenza, influenza, Adenovírus e vírus do sarampo (8).
Com relação à idade, as crianças com idade inferior a três meses apresentam como principais agentes etiológicos os Staphylococcus aureus, Streptococcus do grupo A e B, Chamydia trachomatis, Mycoplasma, vírus respiratórios, entre outros. O Streptococcus pneumonaie, Haemophilus influenzae também pode ocorre nesta faixa etária. As crianças com faixa etária entre três e vinte quatro meses apresentam com principais agentes etiológicos Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, vírus respiratórios. O Staphylococcus aureus, Mycoplasma pneumonia também pode ocorre nesta faixa etária. Nas crianças com idade superior a dois anos, o Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenzae são mais importantes e o Mycoplasma pneumoniae pode ocorrer, após cinco anos este agente cresce em importância. Contudo as etiologias das pneumonias variam com a idade e com a condição básica de saúde da criança (5).
Em aproximadamente 90 a 95% dos casos, o agente etiológico é inicialmente desconhecido e o tratamento será proposto, baseado em probabilidades (11).

Diagnóstico radiológico

O diagnóstico radiológico de pneumonia é estabelecido por um novo infiltrado pulmonar. A condensação de um lobo inteiro é denominado condensação lobar, enquanto a broncopneumonia está relacionada pela presença de infiltrados irregulares circundando um ou mais brônquios sem a opacificação de um lobo inteiro, esses padrões radiográficos sugere pneumonias bacterianas. Os derrames pleurais são comuns nas pneumonias bacterianas e são incomuns nas pneumonias virais, fúngicas. São observados também infiltrados intersticiais e cavitários (4,9).
A infiltração lobar é característica de pneumonias pneumocócicas, onde a consolidação de um lobo ou até mesmo de um pulmão inteiro, pode observar também sinais de atelectasia parcial na região afetada. Outros tipos de pneumonias bacterianas dão aspecto radiológico de infiltração peribrônquico e aéreas opacas. Ocorre também uma hipotransparência em superfície (4,9).

Materiais e Métodos

Este artigo foi desenvolvido no Hospital Santa Casa de Misericórdia situado em Barbacena MG, onde foram coletados os dados no setor de internação junto a arquivos e prontuários dos pacientes que se encontravam internados no setor pediátrico do hospital para analisar a incidência de pneumonia em crianças de 0 a 14 anos. Os dados foram coletados no período de 30 dias entre as datas de 03 de maio a 03 de junho. Coletados os dados, foi realizado a contagem para uma visão da incidência.

Resultados

No período de 30 dias entre as datas de 03/05/2004 a 03/06/2004 houve uma amostra razoável de pneumonias em pacientes internados no setor pediátrico na Santa Casa de Misericórdia de Barbacena MG visto que o clima da cidade influenciou a maior incidência de casos.

Os dados de incidência de acordo com o sexo em pacientes internados no setor de pediatria estão demonstrado no gráfico I.

Dados de incidência de acordo com a faixa etária está demonstrado no gráfico II


Discussão

As variações climáticas interferem num maior surgimento das patologias do trato respiratório, em especial as pneumonias onde se acentua com as temperaturas mais baixas.
Segundo PERNETTA, 1997 as pneumonias, em suas diferentes modalidades etiológicas, ocupam lugar de grande relevo na clínica pediátrica pela freqüência que se manifesta, ocorrem em qualquer faixa etária, mas a incidência maior ocorre nos dois primeiros anos de vida.
De acordo com BENGUIGUI, 1998 as pneumonias são responsáveis por cerca de 40% das internações em crianças menores de 5 anos em países em desenvolvimento.
Segundo CARVALHO, 2002 as pneumonias são responsáveis por altas taxas de hospitalização, principalmente nas crianças menores de cinco anos.
Sendo assim este artigo pode concordar com os demais autores, pois, demonstrou que as pneumonias são uma das causas mais freqüentes de hospitalização e que acometem mais crianças menores que cinco anos, que foi evidenciado pelo número de internações durante o período proposto com um alto índice de pacientes internados com diagnóstico de pneumonia.

Conclusão

Pode-se concluir que as pneumonias na infância tiveram alto índice de hospitalização. O clima teve uma contribuição para o aumento dessas hospitalizações já que no período da pesquisa houve uma diminuição da temperatura, levando em consideração o clima frio de Barbacena e da região.
Provavelmente, a variável condição climática de Barbacena concorre para acentuar a incidência de casos de doenças pulmonares, podendo considerar este como um fator decisivo na freqüência de casos.

Bibliografia

1-BENGUIGUI. Y; ANTUÑANO. F. J; SCMUNIS. G; YUNES. J. Infecções Respiratórias em Crianças (1998). Disponível em < http: // < www.oms.com.br > acesso 15/05/2004.
2-CARVALHO. C. M. N; MARQUES. H. H. S. Recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria para Antibioticoterapia de Crianças e Adolescentes com Pneumonia Comunitária (2002). Disponível em < http: // www.sbp.com.br > acesso em 27/05/2004
3- FERREIRA. P. Pneumonias (2003). Disponível em < http: // www.fiocruz.br > acesso em 15/05/2004.
4-GONÇALVES, A, J, R; MARAGÃO, S, L; LIMA, F, P, S; ROSEMBAUM, R; BETHLEM, N. Infecções Respiratórias Agudas. Pneumonias e Broncopneumonias. In: BETHLEM, N. Pneumologia. São Paulo: Atheneu, 2000. p: 279-298.
5-GRISI, S, J, E, F. Pneumonias Bacterianas Agudas. In: ROZOV, T. Doenças Pulmonares em Pediatria. São Paulo: Atheneu, 1999. p: 205-214.
6-LONGWORTH, D, L. Infecções Pulmonares. In: SCANLAN, C, L; WILKINS, R, L; STOLLER, J, K. Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan. São Paulo: Manole, 2000. p: 439-455.
7-OLIVEIRA, J, C, A; JARDIM, J, R; PINHEIRO, B, V. Pneumonia (2000). Disponível em < http: // www.pneumoatual.com.br > acesso em 01/06/2004.
8-PAIVA, M, A, S. Pneumonia Viral. In: ROZOV, T. Doenças Pulmonares em Pediatria. São Paulo: Atheneu, 1999. p: 215-220.
9-PERNETTA, C; SANT, ANNA, C,C; Pneumonias na Infância. In: TARANTINO, A, B. Doenças Pulmonares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. p: 277-285.
10-RODRIGUES, J, C; SILVA FILHO, L, V, F; BUSH, A. Diagnóstico etiológico das pneumonias – Uma Visão crítica (2002). Disponível em < http: // www.scielo.com.br > acesso em 08/06/2004.
11-ROZOV, T. Pneumonia na Infância (2000). Disponível em < http:// www.pneumoatual.com.br > acesso em 01/06/2004.
12-TARANTINO, A, B. Pneumonias. In: TARANTINO, A, B. Doenças Pulmonares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. p: 201-279.

1 comentário em “A incidência de pneumonias em crianças de 0 a 14 anos internadas no setor de pediatria na Santa Casa de Misericórdia”

  1. olá! achei ótimo esse artigo. Sou estudante de fisioterapia e colocaria de basear minha apresentação em seu artigo, porém o professor não aceita em formato de site, você teria esse artigo nas normas abnt ? obrigada..

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